Hipnoze In Crought

4 Capítulo 4: Estranhamente estranho


Notas iniciais
Olá, sou Português por isso pode ter aqui níveis de vocabulário que vocês possam não entender, sendo assim, peço que vocês coloquem nos comentários as palavras que vocês não percebem, ou alguma dúvida que vocês tenham sobre a história.
OBS: Não irei dizer spoilers a ninguém nos comentários.
Por favor, comentem. =(

– Eu ví uma bota, ali abandonada no meio da estrada! Pare o carro, já! — Gritava Linie, tentando abrir a porta inutilmente, pois a mesma estava trancada por dentro. — Para quê? Para garota, ainda estraga o carro de novo! — Respondia Lyra, confusa.

Então assim fez, Lyra parou o carro e destrancou o mesmo, fazendo que a sua irmã, saisse do carro e começasse a correr até a tal bota.

– Que garota louca, o que ela quer fazer com uma bota? Anyway... -Logo ela saiu do carro, fechando o mesmo então seguindo rumo à sua irmã, entediada e confusa.

– AAAAH! SOCORRO!– Linie gritou. Andando em volta e tentando não vomitar, observava agora um homem, morto, com a face totalmente destruída, e com vários vermes rastejando sobre ele.

– Calma, CALMA! O que foi porra? Mas que MERD... — Lyra colocou a mão na boca, e desviou o olhar do corpo, prestes a vomitar, porém não queria se mostrar tão fraca comparando à sua irmã, 1 ano mais nova que ela. — V-vamos... emb-bora daqui! JÁ!– Ginchou Lyra, pegando na mão de Linie, após várias tentativas por estava de costas para a mesma, seguindo rumo ao carro, maldisposta.

Então, lá entraram as duas no carro, a suspirarem o mais rapido que pudiam, uma com a mão na boca e outra com a mão no estômago, nada se ouviu até chegarem a casa, onde se dirigiram imediatamente ao seu quarto.

– Então... — Falou Linie, totalmente assustada, fitando o chão.

– Então o quê? O que vimos ficará enterrado, assim como aquele homem algum dia vai ficar, entendeu? — Dizia Lyra, totalmente irritada não se sabe o porquê, dirigindo-se ao banheiro, esmurrando a porta com alguma brutalidade. — Que sensível... — Murmurou ela, sentando-se na cama, um tanto preparada para um novo dia.

Ouviu-se outro esmurrar da porta, era Lyra de novo, completamente sem maquiagem nenhuma na face nem em outra parte do corpo, as suas extensões multi-colores já tinham sido retiradas, percebendo-se que já estava pronta para ir dormir. Assim fez, abriu a sua cama, e se deitou nela confortável, mas ainda com receio do tal homem que viu.

Linie, fingiu estar dormindo, revirou-se umas quantas vezes, até chegar ao lado ideal do quarto, o lado onde Lyra não a conseguia observar, então, retirou debaixo da sua cama, o diário, onde começou a escrever este dia inacreditável no mesmo. Após terminar, guardou o mesmo debaixo da cama, e se virou para o teto, conteplando o mesmo, mas mesmo assim, sossegada e mergulhada no seu próprio silencio, não conseguia esquecer aquelas imagens terríveis.

– SAI!– Guinchou Lyra, se sacudindo como se alguém estivesse em cima dela, caiu da cama, acendendo o candeeiro, fitando cada milímetro do quarto, com os olhos esbugalhados de terror.

– Está maluca você? Volta para a cama! O que te deu?! — Dizia Linie, impaciente sendo que já estava a dormir confortavelmente à um bom tempo. — M-mas um homem... em c-cima de m-mi... — Gaguejava Lyra, apertando as suas coxas, assustada.

– Sinceramente, é mais velha que eu, e já tem idade suficiente para saber que isso que você sentiu ou viu, não me interessa, é um pesadelo, agora volte a dormir, idiota!

Então assim fez. Sem constar nada, Lyra voltou para a sua cama, com os olhos ainda cheios de terror, fitando o teto, esperando por um novo dia, cansada.



Notas finais
Olá, sou Português por isso pode ter aqui níveis de vocabulário que vocês possam não entender, sendo assim, peço que vocês coloquem nos comentários as palavras que vocês não percebem, ou alguma dúvida que vocês tenham sobre a história.
OBS: Não irei dizer spoilers a ninguém nos comentários.
Por favor, comentem. =(