Hipnoze In Crought

2 Capítulo 2: O carro


Notas iniciais
Olá, sou Português por isso pode ter aqui níveis de vocabulário que vocês possam não entender, sendo assim, peço que vocês coloquem nos comentários as palavras que vocês não percebem, ou alguma dúvida que vocês tenham sobre a história.
OBS: Não irei dizer spoilers a ninguém nos comentários.

Momentos depois, de tanta animação e canção, a musica acabou, a maioria das pessoas já tinha saído do recinto, faltava somente Lyra, que estava beijando ardentemente um garoto por ali, e Linie, ainda com os seus olhos vidrados no Gregory, o tal garoto dos olhos azuis-escuros inacreditáveis, e os cabelos curtos escuros, tentava respirar mais lentamente ainda, o que não era possível devido a adrenalina da sensação que o garoto lhe transmitiu somente no olhar.

– Hm, p-pára... espera um pouco! — Dizia Lyra empurrando o garoto contra o chão. — Não sou nenhuma vadia! — Gritou ela novamente, seguindo rumo à sua irmã. — Vamos sua ridicula. — Lyra continuou a andar em direção ao carro, quando olhou para trás e lá estava Linie, que parecia traumatizada, então sua irmã foi ter com a mesma, e abanou-a tanto que a mesma não teve nenhuma alternativa a não ser sair do estado de trauma.

– O QUE FOI?!– Gritou Linie, caindo agora contra o chão de costas, fitando a sua irmã, com um sorriso sarcástico no rosto frio e pálido. — O que foi? Lembra que nós temos casa, temos comida EM CASA, temos conforto EM CASA, e acima de tudo, temos carro para ir PARA CASA. — Dizia ela, pegando na mão de Lyra, rastejando-a até ao carro, que não estava nem muito longe dali.

– QUEM FEZ ISTO?! O NOSSO PAI VAI SE SUICIDAR!– Gritava desesperadamente Lyra, ao ver o carro praticamente destruído na parte traseira. — O QUE EU FAÇO AGORA? NÃO POSSO MOSTRAR ISSO AO NOSSO PAI, NUNCA!– Largava agora a mão da sua irmã, colocando a mãos nos seus cabelos, levando os mesmos para trás, irritada, frustrada e com um certo receio, pois não sabia o que havia de fazer naquele momento.

– Pelo menos ainda funciona? — Perguntou Linie, se levantando, já fitando a parte traseira do carro, arqueando a sobrancelha. — SEI LÁ, TENTA VOCE! JÁ QUE NÃO ESTÁ MINIMAMENTE INTERESSADA PARA OS CASTIGOS QUE IREMOS RECEBER!– Gritou ela a irmã, andando de um lado para o outro, frustrada com as mãos nos cabelos loiros e com algumas extensões multicolores.

Então assim fez, Linie entrou no carro, com muito cuidado com medo que algo mais se quebrasse, introduziu a chave no local, rodando a mesma. Nada aconteceu, ficou tudo silencioso, podia-se observar os olhos esbugalhados de Linie com horror, pensando no que o pai lhes iria dizer sobre o carro. — Não f-funcion-na... — Gaguejou Linie, a sair do carro, com ambas as mãos a tremer, passados alguns segundos de pleno silencioso, Lyra gritou como nunca, o que fez despertar a atenção dos garotos da banda, que foram imediatamente ter com elas, preocupados.

– Ei, vocês estão bem? — Perguntou um garoto, de olhos verdes clarissímos, e com os cabelos loiros, que pelo menos visto daquela densidade, pareciam pintados. — Nós parecemos bem? SINCERAMENTE? – Dizia Lyra, começando com um tom de voz natural, mas depois passando a um mais grave e alto, irritada. — Calma ai garotinha, tudo irá ficar bem, apenas relaxe. — Dizia o mesmo garoto de olhos verdes clarissímos, tentando-a tranquilizar.


Notas finais
Olá, sou Português por isso pode ter aqui níveis de vocabulário que vocês possam não entender, sendo assim, peço que vocês coloquem nos comentários as palavras que vocês não percebem, ou alguma dúvida que vocês tenham sobre a história.
OBS: Não irei dizer spoilers a ninguém nos comentários.