Hipérbole!
5 Dolorosa Despedida!
Notas iniciais
Desculpa a demora em postar, tive alguns probleminhas á resolver, mas agora tá tudo bem.
Espero que gostem.
PS = Espero comentários, e terá uma capítulo bônus..
Beijinhos
Annie POV*
Haviam se passado dias desde que eu descobrira o que era Edard Cullen, dias que eu certamente nunca queria ter, e nem desejo isso á ninguém. Mas ele preferiu me esconder toda a verdade, e depois de tudo isso, eu nem o olhava direito, tinha... mágoa, sim, ele havia mentido para mim.
Você desaparece com todas
as suas boas intenções
E tudo que eu sou é tudo
Que eu não podia mencionar
Como quem me trará flores
quando acabar?
E quem vai me confortar
quando estiver frio?
- Annie, tudo bem? — perguntou-me Nanny, preocupada.
E eu, como sempre fazia ultimamente, concordava apenas para não deixá-la preocupada ainda mais, mas isso, ás vezes era inútil.
Ela pegou um avião
Para algum lugar no espaço
Para by Text-Enhance\" href=\"http://letras.mus.br/thriving-ivory/1313538/traducao.html\">começar a vida
e talvez mudar o mundo
Vê? Eu nunca quis que você
tivesse que rastejar
Não eu nunca
quis deixar você ir
E ela, apenas me fitava por um breve momento e depois ficava calada, ela sabia que eu não iria falar coisa nehuma, nem mesmo uma palavra.
- Annie, precisamos conversar. — murmurou uma voz familiar, Edward.
Nunca diga adeus
Apenas me virei para encará-lo, sua feição não estava nada boa, estava dolorida, sofrida, como se ele tivesse sofrido mais do que eu mesma.
Veja a minha dor de cabeça
de todos esses pensamentos
Parece um navio de Deus,
Deus sabe que eu estou afundando
Me pergunto o que você faz
e onde você fica
Essas perguntas
Como um turbilhão.
me leva para longe
- Ok. — Ele concordou e caminhou até a saída, e eu, o segui.
Ele parou de frente do seu carro, e esperou até que eu parasse á sua frente.
Seus olhos se demoraram nos meus, parecia que ele estava fazendo uma decisão, mas que para ele não estava sendo nada fácil.
- Annie... Eu irei embora de Forks. — murmurou ele, quase sem vida na voz.
Meu peito se apertou, como eu viveria sem ele?
Como eu sequer podia existir sem ele?
- Como vai embora? E a sua família? — perguntei, sem poder disfarçar o desespero em minha voz.
Ele apenas desviou o olhar.
- Edward. Olhe para mim, por favor. — murmurei, sem ao menos poder me controlar.
E ele, sem menos esperar, olhou para mim, seu olhar estava vazio, sem vida.
- Não vá, por favor, não vá, eu imploro! — desesperada eu falei, segurando seu pulso.
E ele apenas me olhou demoradamente.
Quem me trará flores
quando acabar?
E quem vai me confortar
quando estiver frio?
A quem eu vou pertencer
quando o dia
não ceder?
E quem vai me dizer
como acaba?
e como começa?
- Você ficará melhor sem mim, terá uma vida normal. — murmurou ele, mas não parou por aí. — Será como se eu nunca estivesse existido.
- Não diga isso, por favor! — falei ainda mais desesperada.
´´Será como se eu nunca estivesse existido´´ sussurara ele, sua voz ecoava em minha mente sem parar, como se tudo não tivesse mais sentido.
Que eu não tivesse existindo, que eu nunca tiraria da minha cabeça — essas palavras -.
Edward apenas olhou para mim, e depois deu um beijo demorado em minha testa e sussurou:
- Eu Te Amo Annie. Se cuide. Adeus. — e de repente, ele sumiu, e ecom ele a minha consciência também.
Nunca diga adeus
Eu sou apenas humano
Eu sou apenas humano
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