Hilary Potter - A irma gêmea de Harry Potter
4 Capitulo três
Notas iniciais
Andando pela rua, que no momento estava deserta pois já deveria ter dado mais de duas horas da noite, Hilary avistou uma pequena praça que era fechada como uma espécie de cabana.
Aproximou e observou atentamente o lugar, resolveu então, passar a noite por ali.
—---------------------------------------------------
— Ei, Você não vai acordar?
Hilary, acordou assustada percebendo que não estava em sua cama, levantou rapidamente e olhou para o garoto que falará
— Como foi sua noite ? – perguntou o garoto risonho novamente
— Ah... – sibilou incerta
O garoto se virou e foi e andou até um banco da praça que estava envoltado de plantas, das mais belas as murchas e feias.
A garota o segui-o e sentou-se também. Observando as pessoas passaram seguindo sua vida cotidiana o garoto disse;
—então, o que está fazendo aqui?
— por que eu deveria responder alguém a qual nem sei ao menos o primeiro nome?
— Max, agora, você ...?
— Vou te responder quando tiver mais confiança
— Tudo bem, só estava tentando conversar com alguém, sempre fui sozinho – retrucou pensativo
Hilary apenas o ignorou e tirou o seu caderno de sua mochila – Que colocara antes de dormir – e um lápis que já estava minúsculo e passou a escrever o que lhe vinha a mente
Max – o garoto ao qual Hilary descobrira o nome – Olhou para ela com certa irritação
— Você vai ficar ai escrevendo? – Cruzou os braços
Levantou os olhos e respondeu – o que mais eu poderia fazer? me diga?
— Ora me faça um favor! – começou irritado, porem suavizou o tom depois – Eu sei que você é uma bruxa! me diga o seu nome, você vai para Hogwarts esse ano?
Hilary ficou extremamente incrédula.
— Por acaso você está relacionado a Ana Finigann? E como eu seria uma bruxa? essas coisas não existem! Foi ao orfanato Strawberry Filds Só pode! – argumentou se levantando – Se estiver, não volto pra lá de jeito nenhum.
O garoto riu, e riu, e riria mais ainda se Hilary não estivesse fazendo uma cara enojada
— Você é uma bruxa e acha que bruxos não existem! que irônico
— Digamos que eu fosse uma bruxa – Começou Hilary, até por que, as coisas que ela fazia não eram exatamente um exemplo de normal – Como você saberia? – levantou a sobrancelha
— Bem... Meu pai adotivo me deu uma poção para ninguém além de bruxos me ver... E, como você percebeu, eu estou bem visível para você – brincou e depois gargalhou
— Garoto, você tem sérios problemas de atenção, não? – preguntou séria
Hilary viu que Max continuava com o assunto, andou para longe, afim de evita-lo, mas, Max a seguiu.
— Tudo bem, se você quer agir como um trouxa e não acreditar em bruxos, que seja, Mas eu acho que você deveria voltar para onde você saiu ou o que quer que tenha acontecido.
Ela o ignorou novamente
— Vamos! ei te mostro a minha casa e posso te provar que você é uma bruxa assim como eu!
Ela pensou se deveria ir, mas já que provavelmente ela não duraria muito tempo na rua perambulando como uma barata, concordou.
A casa do tal garoto era a menos de dois quarteirões da praça. Pararam a frente de um portão completamente cinza – Hilary percebeu que foi pintado recentemente – Com um muro já meio rachado. Max passou pelo portão e esperou que a garota fizesse o mesmo.
Ela a principio ficou receosa de entrar, porem pensou;
“De que me serve recusar? provavelmente não iria durar na rua com apenas alguns pacotes de bolacha, e também se algo acontecer, eu sei correr”
Assim que passou pelo portão cinza, foi conduzida para um jardim magnifico. Continha os tipos mais bonitos de flores e a grama estava cortada na medida certa. Entrou no que concluiu ser cozinha da casa de Max.
Dentro da cozinha havia uma mulher de estatura baixa e de barriga retirando os pratos de um armário não muito alto, um homem lendo um jornal na mesa e um menino que aparentava ter no máximo 6 anos.
Ambos não tinham notado a sua chegada. A mulher colocou os pratos na mesa junto de copos e talheres, Então, assim que levantou a cabeça para chamar Max – Para comer provavelmente – Viu Hilary atrás dele pelo batente da porta.
— Oh, Max não sabia que traria visitas! Quem seria sua amiga? –lhe deu um sorriso radiante
Fale com o autor