Hilary Potter - A irma gêmea de Harry Potter
6 Capitulo cinco
Notas iniciais
A senhora endireitou a postura esperando saber o que estavam fazendo na loja.
— eerm... Onde fica o Beco Diagonal? Faz tantos anos que eu não vou lá – perguntou Daniel
Ela não respondeu nada, apenas se levantou e caminhou para os fundos do caldeirão furado.
Passaram por uma porta e depararam-se com uma grande parede de tijolos.
A senhora foi embora para o seu lugar no balcão.
— Mulher de poucas palavras – Hilary falou entre risos – então... O beco diagonal é numa parede?
— quase isso – Daniel respondeu ao passo que pegava sua varinha e apontava para a parede. Bateu a ponta do objeto três vezes em forma diagonal nós tijolos e um buraco de abriu.
Maravilhada, Hilary foi a primeira a passar. Observou as vitrines de cada lugar e as placas velhas, que alegavam que as lojas eram antigas.
— Então o que temos que comprar!? Estou animadíssima – a garota exclamava
— podem ir nas lojas enquanto isso, iremos pegar os livros em quanto isso – Samanta avisou antes de passar pela porta da floreios e borrões
Max pegou o papel com a lista em seu bolso da calça e falou em voz alta o conteúdo;
1 varinha mágica.
1 caldeirão (estanho, tamanho 2).
1 conjunto de frascos.
1 telescópio.
1 balança de latão.
*Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)
*Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário
*Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)
*Uma capa de inverno (preto com fechos prateados)
Obs.: As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.
Obs.: Os alunos podem ter uma coruja, um gato ou um sapo.
— Vamos naquela loja, tem varinhas na vitrine então deve vender – ela disse quando terminarão de ler a lista novamente
— Olivaras? Ok
A loja era cheia de pacotes nas estantes e com um piso marrom espetacular que dava a loja uma aparecia refinada. Um pouco mais ao fundo Tinha outro balcão, parecido com o do caldeirão furado, porém mais amplo e limpo com um homem de idade nele, e um garoto moreno comprando sua varinha.
Foram para o balcão e esperaram o garoto sair. Assim que o garoto moreno terminou sua compra se virou para sair e esbarrou em Hilary fazendo-a cair no chão.
— Desculpe é que tudo isso é novo pra mim... – o moreno falou após estender a mão
Hilary pegou a mão estendida mas soltou de imediato como se ela tivesse sentido pequeno um choque elétrico.
— Hilary?
— Como você sabe meu nome? – disse ainda do caída no chão
— Oh, desculpe acho que foi um engano – suspirou tristemente e finalmente pegou a mão dela ignorando o choque
— Tudo bem – sorriu
— Você também irá para Hogwarts?
— Sim... Qual seu nome?
— Harry, mas agora preciso ir, te vejo lá
— Mas é sempre bom ver um recontro familiar – o Sr Olivaras disse – vamos Sta. Potter, experimente esta – lhe estendeu uma varinha branca, com detalhes em preto e de mais ou menos 26 centímetros
Ela pegou sem entender direito o que deveria fazer e o que o Sr Olivaras quis dizer com “recontro familiar” mas ignorou essa parte
Hilary balançou a mão junto da varinha e apontou para uma pilha de papéis no balcão. Um dos papéis levitou graciosamente no ar e voltou a sua posição anterior.
— Claro, igual ao seu irmão... Escute menina, essa varinha foi feita com a mesma fênix que outras duas! Cuidado – o Sr Olivaras então se virou para Max que parecia inerte em seu mundo olhando para um ponto fixo nas estantes da loja – Sr Furchaiold, vai comprar sua varinha também?
— aaah sim obrigado – balançou a cabeça saindo de seu transe
Alguns minutos depois, Max e Hilary estavam com Daniel e Samanta dentro do carro cheio de sacolas e pacotes e com a coruja e o Gato no porta malas.
—Hilary você irá ficar em nossa casa até o dia de ir a Hogwarts com Max, e irá usar o nome de Hilary Furchaiold, ok? – disse Samanta assim que o carro começou a andar.
— Ok, mal posso esperar para ir a escola de bruxos!
Hilary pegou seu caderno que estava sobre o banco e seu lápis minúsculo e começou a escrever, porém, dessa vez ela decidiu que deveria escrever algo real, como por exemplo, sua jornada em Hogwarts, mesmo que isso para ela fosse apenas um sonho bom e que logo Ana Finigann iria bater na porta gritando para ela acordar.
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