High School Medium

12 Procurando o Mapa que me leva á você...


Notas iniciais
O que será que aconteceu? Eita eita hahaa... Daqui á alguns dias partiu São Paulo hehe. Bezzossssss.

Lucas's POV

Dois dias depois...

Quanto mais o tempo passava mais meu coração ficava fraco, por quê? Por que... Eu amo o Mafe... E daqui a pouco vai fazer 2 meses que eu estou esperando ela... Ou mais... Uns 4 meses... Por que eu só finalmente disse pra ela que á amava agora. E ela já namorou o Diogo e agora o Marx... Marx é muito sortudo, vai fazer 3 meses que estão juntos... Daqui a pouco vão casar...
*Ligação*
Opa é o Marx... Af...

– Fala mano.
– Eaiiiiiii caraaa.
– O que tem pra dizer?
– Então eu to indo...
*Tu-Tu-Tu*

Poha... O que será que tá acontecendo?

Mafe's POV

Bom diaaa vidaaa!
Ai que saudade do meu amor...
Vou ligar pra ele hehe.

*Chamando*

Ele não atende, só cai na caixa postal...
Vou pra escola quem sabe ele está lá...

*20 minutos depois, já na escola.*

– DYEGO VEM AQUI! — Ordenei vendo-o de longe.
– Fala bravinha. — Diz.
– Você viu o Marx? — Pergunto.
– Acho que ele não vem hoje! Já era pra ele estar aqui... Ele chega cedo. — Respondeu.
Aonde ele se meteu senhor?

* 2 dias depois *

Não to mais aguentando vim todo dia pra essa merda sem ver o Marx, sem receber mensagens dele, sem telefonemas, SEM NADA.
Me levantei da mesa e fui em direção á porta.
– Aonde você vai senhorita Angel? — Pergunta o professor.
Não respondo.
– Se você sair você não entra mais. — Avisa ele.
– Mafe o que está acontecendo? — Pergunta Eduarda.
– Nada. — Digo fixando a porta.
Saio da sala, começo a desabar em lágrimas.
– MAFE! — Alguém me grita.
Olho para o lado.
– Lucas! — Digo saindo correndo em direção á ele.
O abraço muito forte, como se ele estivesse me mantendo ali dentro. Ele me abraça forte.
– Por quê você está chorando? — Pergunta ele.
Continuo abraçada nele.
– Foi por que o Marx sumiu... Não foi? — Diz ele.
– Como você sabe? — Pergunto.
– Ele me ligou só que antes de ele dizer alguma coisa a ligação caiu... — Responde.
Saio correndo.
Vou pro ármario do Austin e pego as chaves do carro dele. Vou em direção á casa dele. E a rádio começa a tocar "Maps".
– Verdade, verdade. Eu to procurado o Mapa que me leva á você Marx... — Digo á mim mesma, chorando.
Quando chego, nem fecho a porta do carro e corro pra porta da casa dele, pego a chave reserva e entro...
– MARX! — Começo a grita-lo. — MAAAAAARX!. Tudo vazio... TUDO VAZIO.
Começo a chorar no quarto dele. Quando levanto o rosto vejo uma foto dele na fazenda dele.
– A FAZENDA. — Digo saindo correndo e entrando no carro.
– Estou procurando o Mapa que me leva á você Marx... Mas tá dificil... Por quê você fugiu? Eu tava aqui sempre que você precisou poha. Mas cade você? — Digo a mim mesma.
Chego á entrada da estrada.
– Então vou seguindo o mapa que me leva á você. Vou em cada canto do mundo se precisar. — Digo.
E então sigo a estrada.

* Depois de 2 horas. *

Finalmente cheguei.
Nenhum carro? Ele não tá aqui.
Volto chorando. Chorando por 2 horas.

* Depois de mais 2 horas. *

– MAFE FELICIANO ANGEL! — Gritou Austin na porta da escola.
Não falo nada apenas jogo a chave nele e saio correndo pela rua.
– Mafe me espera pelo amor de Deus. — Grita Nathy.
O que ela tá fazendo?
– Mafe calma. — Grita Eduarda.
Foda-se.
Entro em um lugar estreio e corto caminho. Pra onde eu estou indo? Eu estou seguindo o mapa que me leva até o Marx. Não to mais aguentando. Quem sabe pelo menos ele está na Praça Life's...
Nada ? Nada ? Nada ? Nada ?
Me sento no chão e desabo no choro.
– Mafe? — Pergunta alguém, me abraçando. — Sou eu, o Diogo...
Olho pra ele e o abraço o mais forte que posso.
– O Marx... Bem... — Começa ele.
– Não me fala por favor. — Peço soluçando de tanto chorar.
– Tudo bem... Mas preciso te tirar daqui... Já está escurecendo. — Avisa ele, me levantando.
Não falo nada apenas acompanho ele chorando. Quando chegamos na rua...
– Mafe! — Grita Eduarda correndo em minha direção. — Nunca mais some por favor. Eu já sei o que aconteceu e eu to aqui pra te ajudar, eu to aqui pra isso.
Abraço ela e entro no carro dela.
No rádio toca "A Thousand Years..." , minha música e a do Marx...
Não vou mais aguentar.
– Fica aqui na minha casa... Até... Você sabe... Ele voltar... — Diz Eduarda.
– Tá... — Respondo.
Não comi nada. E também não irei dormir...

* Relógio dá 3:00 da manhã. *

– Mafe, vai dormir! — Ordena Eduarda.
Não respondo nada, não me mecho.

* Relógio dá 8:00 da manhã. *

– Vamo pra escola. — Ordena Eduarda.
Não respondo nada, apenas sigo ela.

* Chegando na escola. *

– Oi Mafe. — Diz Murilo.
Passo batido.
– Nossa só fala com o Eric. — Diz ele novamente.
Paro e volto pra trás.
– Eric? Eric o caralho, nem sei aonde ele tá e nem quero saber. Você não sabe nada da minha vida, só sabe falar, falar, falar, que mané Eric no meio, se ama tanto casa e some. Se quiser que eu sua da sua vida com o maior prazer, SÓ EVAPORA POHA. Me deixa, me deixa. Enfia teu pau no lixo, sua cabeça na privada e vai morrer no tártaro. Que CARALHO. — Explodo.
Ele não diz uma palavra. A Eduarda me olha espantada. Passo batido em direção á sala de aula. Me sento na última fileira. E a Nathy do meu lado.
– Mafe... Fica calma... — Pede ela.
Apenas abro meu livro.
– Eu sei que você não quer falar com ninguém... — Começa ela.
– Já que sabe, por que tá falando comigo? — Pergunto brava.
– Por que eu te conheço e sei como você deve estar por dentro. — Continua.
Olho pra ela espantada.
– Eu te conheço mais do que você própria se conhece, poderia estar distante... Mas tava resolvendo umas macumba e olha só? Arrumei. E eu não to aqui pra saber coisas da sua vida, eu to aqui por que sou sua BFF e nunca te deixaria nessas horas. — Termina.
Dou um abraço nela e começo a chorar novamente.
– Oi meninaaas. — Aparece Sofia estragando momento romance entre amigas.
– Oi. — Diz Nathy.
– Essa é minha amiga Leh, ela vai passar um tempo aqui na escola haha. — Diz Sofia.
– Legal, mas quem disse que eu queria saber quem era essa coisa ai atrás de você? Nossa to muito feliz que ela tá aqui e tals, SÓ QUE NÃOOOOO! — Digo brava.
– Foda-se você. — Diz Sofia.
– Já to fodida sua cúzenta. — Retruco.
O professor entra na sala.
Depois de uns 10 minutos de aula que eu não prestei atenção...
– Mafe você pode me dizer qual é esse mapa? — Pergunta ele.
Não respondo.
– Ele leva pra quem Mafe? — Pergunta novamente.
– Pro Marx? — Resmungo.
– Se você não responder você vai pra fora. — Avisa ele.
– Ele leva ao Presidente. — Responde Nathy me olhando.
– Muito bem senhorita Grande. — Diz ele.

* Passa 5 dias. *

Me infurno na sala proibida, e fico lá deitada no chão me escondendo de tudo. Não quero nem vem a luz do dia... Só quero ver o Marx... Só ele...