High School Medium
16 Preciso de você...
Notas iniciais
Nathy's POV
Tomei um suco de laranja e fui correndo pro colégio, todos já estavam lá, e Marx nem esperava que Mafe voltaria, na verdade ninguém, por que eu guardei segredo. E Austin vai estar de coração partido, por que a Hanna tá ficando com o Jackson... Ai, é muita confusão.
Finalmente o carro da Mafe!
– MAFE. — Gritei correndo até ela.
– NATHY. — Gritou ela.
Nos abraçamos, choramos, gritamos...
– Cadê ele? — Pergunta.
– Ele quem? — Pergunto.
– Ele quem... — Diz ela rindo. — O Marx.
– Ah o Marx... — Resmungo.
– Ai já sei aonde ele está. — Disse saindo correndo.
– MAFE ESPERA TENHO QUE TE CONTAR UMAS COISAS. — Grito.
– DEPOIS VOCÊ CONTA. — Gritou.
– Ai fudeu. — Falo para mim mesma.
Vou correndo atrás dela até que ela para...
Mafe's POV
Finalmente minha casa... Minha escola... Meus amigos... Meu Marx.
Parece que agora está tudo sob- controle.
Então vou correndo encontrar ele.
Já sabia aonde ele estava, no bebedouro do armário do Dyego.
Mas o que eu vejo? Ele estava... Estava... Beijando outra... Garota.
Acho que meu chão abriu, e eu despenquei, fiquei paralisada diante daquela cena, até que ele me olhou e ficou assustado, do tipo, eu não queria ter feito isso ou eu quero terminar bom não sei mas... Ele estava assustado, até que a Nathy coloca a mão no meu ombro e eu desperto e saio correndo pro banheiro.
Me olho no espelho, por estranho que pareça eu não chorei, nem me senti tão tipo, minha vida já era...
– Você está bem? — Pergunta Nathy, sem fôlego.
– Acho que sim... Não sei... Meu cérebro está paralisado ainda... — Respondo.
– Tá, eu demorei pra chegar por que estava mandando o fi da rapadura ir toma no fiofó dele. — Diz ela.
– Ãan tá. — Digo, rindo.
Nesses tempos fora da minha cidade, acho que... Eu mudei. Não sou mais aquela menininha e tals, estou mais adulta... Mas acho que daqui á uns 5 dias passa isso, é por que lá realmente é outro estilo de vida.
" Assim como a brisa leva a folha, o vento levou você..."
(N/A: Fiz agora essa frase >< )
Mas, cabeça erguida, eu posso até gostar dele, mas... Siga em frente.
Audrey's POV
– Dyego CHEGA. — Falo alto.
– Não fala desse jeito comigo sua marrenta. — Disse alto.
– Olha o tom de voz que você fala comigo seu miserável. — Aviso alto.
– É o tom que você tá falando comigo baranga. — Retruca alto.
– Vai lá com as suas amiguinhas vaquinhas seu troxa. — Ordeno.
– Vou mesmo, e elas não são vacas, você que é sua corna, cadela. — Diz ele.
– Seu filha da puta, imprestável. — Digo.
– Pra mim chega. — Resmunga.
– PRA MIM JÁ ACABOU. — Falo alto, e jogo o anél nele.
– Beleza. — Resmunga.
Me retiro batendo o pé. Que cara vagabundo.
– Audrey, você está bem? — Pergunta Lucas, vindo atrás de mim.
– NÃO. — Grito.
Ele sai de perto de mim. É, acho que estou muito UOU. E quem eu estou querendo enganar? Eu amo o Dyego.
– AUDREY ESPERA. — Grita alguém.
– Dyego? — Pergunto baixo espantada.
– Desculpa eu sou um idiota, eu te amo muito, volta comigo por favor, eu preciso de você. — Diz ele.
– Eu preciso de você Dyego. — Digo sorrindo.
Fale com o autor