High School Medium

21 Bagunça? Parte 2


Notas iniciais
Desculpa a demora, estou em São Paulo e fico cuidando do meu primo... (Daqui a pouco viro mãe), e a SrValdez fica me infernizando com uma historinha no whats... Bezzos da Gorda

Nathy's POV

Finalmente havia acabado esses passeios da Giovanna.
Acordei bem cedo e fui para um cafézinho próximo com a Mafe.
Sentamos numa mesa e quando olho para mesa ao lado, tem um menino me observando... E quando me dei conta era ele, aquele menino da rua, aquele rapaz perfeito...
– Mafe vamos sair? — Pergunto.
– EAI CAMBADA. — Grita Giovanna.
– An oi... — Diz o rapaz chegando até nossa mesa.
– Putz que gatinho. — Diz Giovanna.
– Ah... Valeu... — Agradeceu ele mexendo no cabelo.
Puta que o papel.
– Oi. — Digo.
– Qual seu nome? — Pergunta ele.
– Nathy... Nathy Grande! E o seu? — Pergunto.
– Leo... Leo Valdez! — Responde.
– Nome bonito... — Digo corada.
– Obrigado... Eu sei que não lhe conheço mas... Você é muito linda. — Diz ele.
– Ah... Obrigada. — Digo corada.
– Vamos sair? Hoje? — Pergunta.
– 4:00... 4:00 da tarde pode ser. — Respondo.
– Até mais então. — Diz Beijando minha mão.
– O porra quem era ele? — Sofia pergunta chegando.
– Leo... Valdez... — Respondo.
– Hummmm... Leo... — Sofia diz com ironia.

Giovanna's POV

Então a Nathy tá de rolo? Nussa, até ela ta de rolo e eu não... FODA-SE, pelo menos posso pegar todos o gatinhos.
– SOFIA, MAFE. — Grito do carro.
Elas olham.
– VENHAM. — Chamo elas.
Elas vem e entram no carro...
– Onde vamos? — Pergunta Mafe.
– Bagunçar! — Respondo.
Fomos para um restaurante não muito chique mas estava cheio de casais...
– É o seguinte, vistam-se com as roupas dos vestiários das garçonetes, gravem os nomes do crachá. — Aviso.
Elas assentem e vão para o vestiário, se trocar.
Quando as vejo, já estão trocadas e vão em direção às mesas dos clientes. Vou em direção à mesa de um cliente.
– Olá, o que vai querer hoje? — Pergunto.
– Rosquinhas e uma porção de batatas. — Pede.
– Não temos. — Digo.
– Porção de camarão e pão de queijo. — Pede novamente.
– Não temos. — Digo novamente.
– O que vocês estão servindo nessa merda? — Pergunta.
– Nada. — Respondo.
– Mas e as pessoas que estão comendo? — Pergunta.
– Pegaram os restos. — Respondo.
– Venha querida. Vem Mariana. Vamos sair dessa merda de restaurante. — Diz ele.
O dono do restaurante aparece e percebe que muitas pessoas saíram... Então olho para as garotas e elas tiram o avental disfarçadamente, e eu faço o mesmo e saímos correndo...
– HAHHAA. — Mafe ri, que nem uma drogada. — Jurava que estava ferrada!
– Melhor irmos andando. — Diz Sofia rindo.
Só fico rindo sem parar... Todas estávamos parecendo drogadas... E as pessoas olhavam com cara de espanto tipo.... Elas estão realmente drogadas? O que estão fazendo? São retartadas? Beberam?
E pensavam que nós éramos terroristas... Tenho certeza.
Entramos no carro e ficamos dando voltas no quarteirão imenso com musica altona, e toda vez que passávamos pela casa da velhinha, ela gritava com a bengala para cima... Ai meus rins... Quando deu 4:00 fomos correndo para onde Nathy iria encontrar o tal boy magic...
Encontramos os dois sentados conversando numa mesinha... Ele olhava fixamente para os olhos de Nathy e de vez em quando pra boca, e mordia o lábio de baixo... Que sensual!
A Nathy colocou uma de suas mãos em cima da mesa e ele a encostou na sua... Ele foi chegando pra frente e ela também...
– Vamos sair do carro mas fiquem atrás daquela árvore, quando disser já agente "pula" neles. — Avisei, descendo do carro.
Elas vieram logo atrás.
Ele passou a mão na bochecha dela e ficou com apenas um dedo em seu queixo, e o trouxe para a boca.
– Vamos. — Sussurrei.
Ficamos parada na mesa, esperando os dois pararem.
Eles pararam e sorriram.
– Você é tão linda. — Disse ele.
– BLA BLA BLA BLA BLA, QUE MELAÇÃO. — Grita Sofia.
– POMBINHUHS XONADINHUS. — Grita Mandy.
– Que viadagem. — Digo.
Nathy fica vermelha e o garoto só sorri...