Notas iniciais
Opa! Gente, ontem aconteceu uma burrada minha. Eu coloquei, sem querer, o gênero YAOI na história. Desculpem-me! :D

Vou me dar mau.

Chego á sala de aula, o professor deixou a porta fechada, já deve ter notado a minha ausência na sala de aula. Mas eu entro, porque sou puramente rebelde agora. Charlotte me induziu a ser rebelde.

Quando entro na sala, todos olham para mim com aquela cara de "Ele vai te matar". Mas eu apenas me dirijo ao meu lugar de sempre, que é ao lado de Charlotte. Hoje, ela está com lentes de contato verdes, ainda linda. O professor olha para com com aquela cara de "Ora, Ora...".

– Dormiu demais hoje, sr. Hunn? — pergunta ela, frio sobe sobre meu corpo, tenho que ficar calado. E é isso que eu faço.

Ele anda até a ultima cadeira da terceira fila, onde está o amostrado, e lhe dá congratulações por dizer-lhe que eu havia faltado. Fúria sobe sobre meu corpo, ele me dedurou. Ele tem que pagar por ter me dedurado, ele vai me pagar. O professor anda até a frente da classe e começa a falar:

– Pensem numa pessoa ignorante — ele dá uma breve pausa e continua: — Pensaram? — ele dá mais um tempo — Agora multipliquem por dez! — isso foi uma indireta, e adivinha pra quem?

Eu engulo em seco a saliva, o professor anda até a caderneta, pega uma caneta, e eu prevejo que aquela caneta está indo até o meu nome, e rabiscando uma nota minha.

– Você se lascou... — disse o menino que estava à minha frente. Ele é magro, usa um boné.

– Como você sabe? — pergunto dando de ombros.

– Eu posso ler mentes... — diz ele. — Mas, só de algumas pessoas. Nas mentes frágeis eu consigo entrar, nas fortes não.

– Então o professor tem uma mente muito frágil — digo e ele dá um risadinha.

– Sr. Clockyn — grita o professor, colocando a caderneta no lugar. — Quem te deu permissão para conversar com o sr. Hunn?

– Desculpe-me, professor — ele diz.

Depois disso, o professor ordena que nós peguemos nossos cadernos, e começou a escrever um nome grande no quadro: "Regras da Sala de Aula". Ele escreveu 190 regras, e cada uma com 5 linhas. Depois dessa vou colocar meu despertador 6 horas antes das aulas.

– Muito obrigado, John — disse Charlotte.

Pensei que ela estava chateada comigo, mas não, ela sorriu para mim quando ia embora. A próxima aula era Química dos Dons, uma aula chata. Totalmente. Diferente do professor, que é legal.

Depois de acabar as aulas, Lunny vem a nossa classe para um comunicado. Nós iremos viajar hoje para um lugar divertido, e teremos que fazer um relatório para todas as matérias, o lugar se chama "Vila do Fogo", um lugar histórico, que foi destruído no século XX, por Nikko, a pior pessoa do século passado. Ele estava tentando alienar todos os seres humanos: Normais, Poderosos, todos. Queria o mundo ao seu favor. Se ele tivesse ganhado essa guerra no século XX, eu seria agora um robozinho-humano, que obedece a ele.

Mas, felizmente ele está morto. Vitória do bem. Perda do mau. Seus seguidores foram queimados em praça pública, seus filhos também condenados a morte. Ninguém do mau escapou. Só ficou o bem.

Lunny nos levou por uma ocasião. Foi nesse dia em que a "Vila do Fogo" foi construída, deveríamos fazer um relatório de 50 linhas e entregar na próxima semana á TODOS os professores. Tenho que achar alguém com poder de cópia para fazer réplicas. E ela ainda exigiu outra coisa: Deveria ser a mão, pegue sua pena ou caneta e comece a escrever.

Vou até meu quarto tomar um banho para ir almoçar na cantina pública. Mas não encontro James, deve ter ido para lá mais cedo conversar com seus colegas nerds. Tomo meu banho e coloco uma roupa bem folgadinha. O tempo está irônico. É inverno e está fazendo calor. James me disse que iria nevar dia 18, daqui á dois dias.

Como muito pouco no almoço, não estou com muita fome no momento. Sigo para a saída da escola, onde uma carruajem gigante está cheia de alunos do 1º ao 5º ano. Não estou contente por ter gente do 5º ano com a gente.

– Todos do 5º ano serão seus guias — grita Lunny. — Nada de gracinhas na cidade, novatos.

– Principalmente o sr. Hunn. — disse o Professor de Controle, e eu fiquei furioso. Aquilo era sua vingança.

A carruajem é sustentada por animais com aparência de cavalos. Seus olhos são azuis, eles são brancos, suas caldas são grandes, pelo macio e cheiram á morango. Unicórnios. Há um chifre em espiral em suas cabeças. Dou uma alisada num deles.

– São bem mansos — aparece Charlotte atrás de mim — Quando eu era criança, sempre quis criar um. Mas eu era uma criança, minha mãe sempre disse para não acreditar nas loucuras que meu tio me falava: Castelos, Princesas, Fadas. Eu sempre fui enganada a minha vida toda.

– Mas não é enganação — começo — Você está vendo!

Ela não diz nada, apenas senta do meu lado nos bancos da carruajem. São quatro bancos em cada vagão. Estou do lado da janela, e ela do meu lado. Entra no vagão o menino que ler mentes e James. O nome do menino que ler mentes é Lukke Clockyn. Nós conversamos a viagem inteira, que dura 1 hora.

Chegamos á viela. Ela está arruinada. Mas, foi parcialmente reformada. Segundo os guias do 5º ano foram somente parcialmente reformadas para não esquecerem que o mau foi destruído. Há também nas ruínas, placas contando a história de cada morador que viveu naquela casa, eu peguei um papel e uma pena e comecei a fazer anotações. Fiquei curioso do que havia para lado oeste. Então fui até lá. Mas não havia nada.

Vi quatro homens de preto conversando com uma mulher.

– Você vai conseguir — diz a mulher.

– Não conseguiremos — disse um homem alto, gordo e totalmente horrível.

– Você vai fazer esse soro, imbecil. — diz a mulher novamente.

– Mas...

– Mas nada, se você quiser pode sair. E quando eu tomar poder eu matarei você. Eu vou conseguir oque meu pai não conseguiu. Eu vou alienar todos o seres que vivem nesse planeta. Serão meus escravos, farão tudo oque eu mandar. Matarão inocentes. Além de matar você... — ela para um pouco e continua: — Sua família também irá contigo.

– Não, por favor! — pede o homem, ele está chorando. — Eu o farei. Farei esse soro. Farei essa magia. Farei tudo oque você quiser. Mas por favor, não mate minha família! — chora o homem.

– Okay — responde a mulher — Quero o mais rápido possível. Não aguento mais esses jovens nessa escola.

Arrasto-me para a frente e identifico a mulher que falava, eu a conheço, é ela mesmo.

Quase desmaio, é Lunny.

Notas finais
Oque acharam dessa reviravolta?