Notas iniciais
Olá pessoas, estou escrevendo aqui o 4° capítulo. Comentem se devo ou não continuar. Bj :*

Na menor das hipóteses, ela só pode estar fazendo isso para ciúme de seu namorado, que algum dia de algum milênio irá descobrir que ela me elogiou com ''atraente'', ''sonso'', e ''irônico''.

Mas isso não é problema para mim, isso é uma vitória! Nenhuma garota olhou para mim do jeito que ela olhou. Eu sou um vitorioso, minha vontade agora era de correr o jatinho inteiro e suicidar caindo lá embaixo!

Mas eu ainda não sabia o nome dela.

– Charlotte, — ela diz — Charlotte Marrison. E o seu?

Paro um pouco do um gole de champanhe e digo:

– John Hunn.

– Nome atraente, menino atraente.

Pontada de vergonha sobe das pontas do dedo do pé até o ultimo fio de cabelo da minha cabeça, como se uma bola de 4 quilos estivesse se rebatendo dentro de meu corpo.

– Huum. — eu falo, e um garoto loiro chega e fica perto da gente.

– Oi. — ele diz, com voz de uma pessoa de 14 anos.- Tudo bom com vocês?

– Tudo — eu e Charlotte respondemos em uníssono.

– E com você? — Charlotte pergunta com a taça de champanhe na boca.

– Estou muito legal, sendo que já descobri meus poderes.

Eu olho para Charlotte, ela olha para mim. Ele já descobriu seus poderes, será que ele veio dizer isso só para parecer-se maiores do que nós? Mas nós apenas perguntamos se isso é serio, e é sim! Ele faz uma demonstração na festa, ele estende sua mão para uma janela, cerra suas mãos em punhos e fecha os olhos, a janela abre e todos olham para ele.

Mas é claro que ele só veio para se amostrar, ele já descobriu o poder dele, poder de manipulação de objetos, alguns, alguns objetos! Ele não pode todos, porque ele tentou numa taça de champanhe e não funcionou, Charlotte deu muitas risadas e ele ficou perdido.

Horas se passam, e uma mulher — provavelmente uma trabalhadora da HSM — chega uma seringas.

– Atenção, Alunos. Atenção. Eu vou injetar esse líquido nos braços de vocês, para toda a força sair de vocês na hora da apresentação individual ao corpo docente da escola. Formem uma fila.

– Mas isso também serve para quem já descobriu o poder? — pergunta o amostrado que descobriu seu poder.

– Mas é claro, não vou quebrar a regra anual da escola, vamos, passe para a fila e espere sua vez.

O garoto bufa, e vai para a fila, eu e Charlotte queremos ser os últimos, eu e ela não nos damos bem com seringas, e... Houve uma briga entre mim e ela para quem ficava com o ultimo lugar.

– Deixe-me seu a ultima, palhaço. — dizia ela.

– Nãnaninanão! — eu respondia.

No fim ela acabou sendo a ultima. Mas eu vim com o ditado ''Primeiro as damas'' para ela, mas ela não conseguiu ficar como penúltima. Eu acabei cedendo.

O líquido doía quando era injetado dentro do meu braço, mas quando a agulha saía era um alívio total e eu relaxava, e me sentia energético.

A Festa continua por mais meia-hora e todos somos mandas de novo pelo comandante a segurarmos a maçaneta, iriamos desembarcar em 10 segundos.

Segurei a maçaneta, dessa vez não senti enjoo algum, apenas ansiosidade, ansiosidade, pura! Mas quando pisco os olhos já estou no chão, e nós estamos seguindo a mulher que injetou o líquido no nosso braço, ela está nos dirigindo a um prédio com vidros que refletem um céu azul.

O prédio é muito luxuoso por dentro. E nós ficamos esperando sentados numa cadeira de prata, o ar condicionado ligado, um frio. Mas é distribuído casacos como uniforme da escola. — com o Husky-Siberiano no peito esquerdo. — Então, eu e Charlotte ficamos com os dedos cruzados para sermos os últimos chamados, mas por minha sorte ela é chamada antes de mim e eu olho para ela com uma cara de: Ganhei!, mas ela da de ombros e segue.

Após 2 horas de espera, eu sou chamado. Tenho que entrar por uma pequena porta, e lá estarão todo o corpo docente da escola: Diretora, Professores, Coordenadores, etc. Eu entro, e sinto o frio na barriga.

– Senhor Hunn, tem 15 minutos. — diz uma mulher velha, provavelmente a diretora, Lunny Spelican.

Tento meus poderes em todos os lugares, mas falha, eu tenho que soltar tudo na minha mente para fora. Algo tem que se mover, vamos lá cabeça! Eu gritava isso por toda minha cabeça, algo, alguma coisa tem que se mover, desaparecer, flutuar, se quebrar, se transformar. Mas nada acontece, até que eu desisto.

Por favor! Gritei alto, bem alto dentro da minha mente, e um tentáculo de água sai de um recipiente pequeno, e se estoura no ar.

Meu poder, é sobre a água.

Notas finais
Desculpem-me os dois últimos dois capítulos serem tão pequenos. Mas no próximo será maior