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i don’t think i need you anymore
take the hurt and the pain, i don’t need it.
i wanna live, i wanna be the change.
we can all be kings and queens
if we can just learn to believe
(thousand foot krutch – fly on the wall)

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— E agora, como está seu dedo, Seol-ah? — Hae Soo pergunta à sua filha com um tom suave e carinhoso.

— Ainda dói, — a garota diz bravamente. As lágrimas dela já se secaram e sua voz soa forte, sua mão está esfregando o lugar em que o espinho furou sua pele, — Mas eu não posso ficar com raiva da rosa, não é?

— Pra quê ficar com raiva da rosa, não é verdade? — Soo sorri e abraça a criança, parabenizando Seol ao mesmo tempo em que lhe oferece conforto. Então, com um toque delicado, ela guia as mãozinhas da sua filha para as pétalas suaves, acariciando elas com cuidado enquanto continua, — Olha, elas são tão pequenas e frágeis. Se os jardineiros do palácio não viessem sempre, todas as árvores e plantas e flores estariam em perigo. Nós precisamos cuidar delas, ao invés de levar elas para dentro e fazer ela ficarem com fome.

Os olhos da menina brilham com o último comentário da mãe, e ela desvia o olhar das rosas, empolgada.

— Então eu posso cuidar delas?

A Rainha sorri, vendo que qualquer rancor que sua filha ainda possa ter pelas flores já se foi. E então ela responde com o mesmo nível de entusiasmo que a garota demonstra.

— Claro. Você pode ajudar seu pai sempre que ele for visitar o jardim privado dele, — ela oferece, — Você gostaria disso?

— Sim. — A filha dela sorri, dedo furado já esquecido, e Soo aproveita o momento como uma oportunidade para ensinar uma lição valiosa para a menina.

— Da próxima vez que você quiser uma coisa bonita, fale comigo, tá bom? Eu vou comprar uma flores de papel se você quiser. Mas a gente não pode machucar nada e nem ninguém só porque queremos alguma coisa deles.

— A gente os protege, — Seol completa o discurso da mãe, mostrando que ela aprendeu a lição direitinho.

— Isso, a gente protege. — Soo aperta a garota num abraço, só soltando-a quando ela se esquiva, dando risada, — Lembre-se, sempre são as coisas pequenas e indefesas que mais precisam de proteção. E se ninguém as protege, elas aprendem a se proteger.

Seol acena solenemente. Ela sabe que sua mãe é esperta e sábia, e ela quer ser que nem ela quando crescer, então ela sempre presta atenção no que a mulher fala.

— Agora vamos, — Hae Soo diz, levantando o corpo e erguendo uma mão para a menina, seu sorriso brilhando mais que o sol, — Seu pai e seu irmão estão esperando a gente.

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eu acho que não preciso mais de você,
pegue as mágoas e a dor, não preciso delas.
eu quero viver, quero ser a diferença.
todos nós podemos ser reis e rainhas
se pudermos aprender a acreditar

Notas finais
Não sei nem mais o que é música Obrigada por ler!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!