Notas iniciais
FELIZ 2013!!
Olá meus amores, primeiro cap de 2013, estou muito feliz.
Queria agradecer as lindonas Doce Garota e PaulaAlmeida que deixaram lindas recomendações, muito obrigada meninas e esse cap é para voces ^^
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Queria agradecer também as lindonas e o lindão que deixaram review no ultimos cap e também pelas ameaças que recebi *-----* kk'
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Espero que gostem e boa leitura!

P.O.V Miah Calleigh


- Ela quem? Amor fala comigo.


- É ela Nathan, Lorraine Carter. – falei. – Amante do Julian.


- Impossível ser ela, você mesma a matou. E pode ser só coincidência. – disse Nathan.


Mesmo que a foto não revelasse todo o rosto dela, eu tinha certeza que era ela. Então era isso, ela era a Fênix, ela queria matar minha filha, ela queria me matar.


Ela queria vingança.


- Vem vou te tirar daqui. – Nathan passou seu braço por trás dos meus joelhos e me ergueu. Escondi meu rosto em seu peito, para esconder as lagrimas. Se a Baronesa Elizabeth era realmente Lorraine Carter, ela estava de volta para se vingar... E não ia pegar leve.


Nathan me levou para um dos dormitórios, nas dependências da S.O.D, deitou-me na cama e sentou-se ao meu lado.


- Esta melhor? – perguntou secando minhas lagrimas com os polegares.


- Não. – falei. – Tenho certeza que é ela Nathan. E ela é a Fênix. – me aconcheguei mais nele.


Ele deitou ao meu lado até eu me acalmar. Não conseguia parar de pensar que ela havia sobrevivido e esta de volta por vingança, e ainda tem a Sophia, e o pesadelo só vai ficando pior.


- Quem está com Sophia e sua mãe? – perguntei.


- Farrel e os outros cinco, Lauren esta no apartamento do Jason com um dos seguranças e o Caden esta aqui. – falou. – Amor eu preciso ir lá tirar essa historia a limpo, confirmar de a Baronesa é realmente essa tal de Lorraine ou apenas mera coincidência. – levantou. – Vai ficar bem sozinha? – perguntou.


- Pode ir, eu te espero aqui. – falei.


Ele levantou e beijou meus lábios e saiu.


Eu tinha certeza que era ela, e para isso precisava de informações e provas, mas estando suspensa eles não iriam deixar eu chegar nem perto dos arquivos. Respirei fundo e quando estava prestes a levantar a porta foi aberta e um Caden sério passou por ela.


- Claro que não iria ficar sozinha. – falei sentando novamente na cama. – Pensei que ficaria com a Sophia. – falei cruzando os braços.


- Sua filha é mais obediente que você. – falou.


Rolei os olhos.


- Preciso ir ao banheiro. – fiquei em pé.


Caden foi mais rápido e se colocou na porta. E ficou me olhando.


- Que eu me lembre, cada dormitório desse tem um banheiro. – sorriu.


- Você é o pior segurança que já existiu. – bufei e ele riu ainda mais. – Droga não acredito que vou dizer isso. – falei. – Euprecisodasuaajuda. –


- Como? – se fez de desentendido.


Respirei fundo.


- Eu preciso da sua ajuda. – falei. – Preciso que pegue todas ou o que puder de informações sobre a Baronesa Ingrid Elizabeth Wheaton. É realmente caso de vida ou morte. –


- Eu soube que ela e o Barão Surien estava vindo para cá, o que achei bem estranho é ele estar casado. – falou Caden.


- Por que? – perguntei.


- Digamos que ele joga para o outro time e também uma vez apareceu rumores que ele estava lidando com gente barra pesada. – falou.


- Então, por favor, preciso de provas contra eles, me ajuda? – pedi.


- Você é a pior cliente que eu já tive. – falou sorrindo. – É claro que ajudo. – apertou minha mãe.


Peguei o pen drive que estava na bolsa e dei para o Caden. Pedi para ele chamar o John e o Nathan, nem precisei inventar que estava passando mal, já que comece a vomitar todo o café da manhã.


Nathan me contou que procuraram alguma ligação da Baronesa Elizabeth com Lorraine Carter, mas não acharam.


- É claro que não iriam achar, ela é esperta. – falei.


- Miah pelo amor de Deus, ela não é Lorraine Carter. – disse John. – Céus, você vai ser mãe de novo, já tem uma filha pequena, para de tentar arrumar problemas. – pediu.


- Não estou arrumando problemas, ela JÁ É O PROBLEMA, vocês que são cegos e não percebem. É tudo um jogo, vingança. – falei. – Eu quero ler os arquivos sobre a explosão do galpão de Julian Biersack. Se Lorraine Carter realmente morreu, vai ter que estar lá. – falei.


John ficou em silêncio, provavelmente pensando se deixaria ou não ver os arquivos.


- Tudo bem, espere mais um tempo, pelo menos até a agencia esvaziar um pouco, por que se ainda lembra está suspensa, não tem direito de ver nada aqui e só vou permitir para tirar essa loucura da sua cabeça. – disse ele.


- Então John, alguma novidade sobre o caso da Olívia? – perguntou Nathan.


- O procurador geral, passou o caso para o FBI, por que se trata de uma das nossas. – falou John. – E...


Quando ele ia falar alguém bateu na porta. Era Alan avisando que a chegada do Barão e a Baronesa havia sido adiantada e eles chegariam as nove da noite naquele dia. John saiu sendo seguido por Nathan, que deixou ordens para que Caden me levasse para casa.


- Vocês me tratam como se eu fosse um bebê. – falei para Caden.


Ele apenas riu.


[...]


Nathan chegou quatro horas da manhã, eu estava acordada revisando sobre os arquivos que Caden conseguiu pegar do computador do John, o que me leva a crer que esse cara é muito inteligente, já que nem mesma eu consigo acessar aquele troço.


Ele falou que era impossível ela ser a Lorraine, já que ele mesmo a conheceu. A Baronesa era diferente, tinha classe, era dócil e blá blá blá.


- John falou que é para você ir na S.O.D amanhã, ele vai te entregar os arquivos. – falou depois que saiu do banho.


- Tudo bem, depois vou direto buscar a Soph, estou com saudade da minha pequena. – falei.


Nathan deitou ao meu lado e me puxou para deitar em seu peito. Ficamos em silêncio, apenas aproveitando o contado entre nos dois. Uma lágrima traidora rolou pelo meu rosto só em lembrar que se ela realmente for Lorraine, minha família e todos a minha volta correm perigo.


Nathan suspirou.


- Promete que assim que ver aqueles arquivos e ver que aquela bandida esta realmente morta, você vai esquecer tudo e ir embora comigo? – perguntou.


- Como assim? – perguntei olhando em seus olhos.


- Não quero que meu filho nasça nessa loucura toda, e que a Soph cresça sempre com medo de que algo possa acontecer com ela. Vamos embora, uma praia deserta, uma casa bem longe dessa gente maluca, só nos quatro. – pediu ele.


- Você tem razão. Tudo bem eu concordo. – sorri e beijei seus lábios. Ele me apertou mais em seus braços e beijou meu cabelos. – Agora dorme, o Junior precisa descansar. – falou.


- Junior? – perguntei.


Ele apenas sorriu e fechou os olhos.


[...]


Acordei não eram nem sete horas da manhã, embora tenha ido dormir super tarde, não me sentia cansada e sim disposta a acabar com o disfarce da Baronesa e prende-lá de uma vez por todas.


- Já acordou? – perguntou Nathan sonolento.


- Sim. Estou indo para a S.O.D, vai agora ou mais tarde? – perguntei enquanto caminhava de um lado para o outro, me arrumando.


- Vou mais tarde, to cansado. Leva o Caden com você e toma um café descente. – falou.


Aproximei-me da cama e beijei seus lábios.


- Te amo. – falei.


- Também te amo, agora vai. Quanto mais rápido for, mais rápido fará as malas para irmos embora. – falou e sorriu.


Caden já me esperava na sala. Peguei minha bolsa e saímos. No caminho, mesmo sobre protestos, ele fez uma parada em uma cafeteria e fez eu tomar um café bem reforçado, dizendo que estava grávida e não podia deixar de comer.


Legal, ganhei um pai. – meu subconsciente debochou.


- Podemos ir agora? Já estou bem alimentada. – falei.


- Bom, agora sim.


Fomos para a S.O.D, me dirigi direto para a sala do John. Ele estava sério e encarava a pasta a sua frente. “Caso Julian Biersack” dizia na capa. Sentei na cadeira de frente para sua mesa e fiquei aguardando alguma reação.


- Nathan me contou que vocês vão se mudar, então eu preciso que aceite isso de volta. – disse entregando o cartão que dava acesso a conta onde estava minha herança, devolvi assim que vi que minha conta tinha mais de dois bilhões de dólares, e aquele dinheiro não era meu. – Vamos Miah, só fiquei mais calmo se aceitar. – falou.


Peguei o cartão e o guardei na bolsa.


- Aqui está o que você me pediu. – passou a pasta para mim.


Abri e li o relatório do legista, realmente havia sido encontrado o corpo, ou pelo menos, o que sobrou dele de Lorraine Carter. Mas como era possível uma mulher são tão parecida com ela? Aparecer logo quando minha família esta sendo ameaçada de morte?


- Viu? O que eu falei? – disse John ainda sério.


- Impossível. – falei jogando a pasta sobre a mesa. – Eu quero interroga-lá. –


- Você o que? – perguntou confuso.


- Eu quero interrogar a Baronesa Ingrid Elizabeth Wheaton. E ainda hoje. – falei.


- Você só pode estar ficando LOUCA! Como quer que eu chame, uma Baronesa francesa, para um interrogatório de um caso que nem existe? – ele respirou fundo. – Miah vai para casa e faça as malas, Nathan e eu já resolvemos tudo. – pediu.


- Não, eu tenho certeza que é ela, quer interroga-lá e se eu estiver errada, eu mesma peço demissão. – cruzei os braços esperando por uma resposta. – Vamos John, no fundo você sabe que estou certa.


- Não Miah, você quer estar certa, mas tudo bem, vou fazer o que você pediu, mas se estiver, e eu sei que esta, você será afastada e sem previsão de volta está me entendendo? – perguntou extremamente bravo.


Apenas assenti.


- Me dê duas horas. – falou e saiu da sala.


Sorri vitoriosa, agora sim essa mulher vai ser presa.


Enquanto esperava John voltar, liguei para Grace, par saber como Sophia estava. Grace me contou que ela chorou um pouco a noite e pela manhã, mas não quis me preocupar. Falei com a Sophia também minha pequena contou que comeu chocolate com o vovô, parece que esse vicio por doce é de família.


Logo John voltou, sua cara não era das melhores.


- Por sorte a Baronesa foi cooperativa e aceitou conversar sem advogado, já que não estamos em nenhum caso em especifico. – falou ele.


- E ela já chegou? – perguntei.


- Já. – falou.


Caminhei em direção a porta, e John segurou meu braço.


- Eu não quero que você toque um dedo nela, é apenas uma conversa. – falou.


- Pode deixar, eu sei me comportar. – sorri.


John e eu íamos em direção a sala de interrogação quando o procurador geral e mais dois agentes do FBI nos abordam no corredor. Eles queriam ter uma conversa privada, mas recusei, estava sem tempo e não poderia perder a chance de ficar cara a cara com ela novamente.


Entrei e ela já estava lá sentada, apenas esperando. Fui revistada antes de entrar.


- E nos encontramos novamente. – falei quando entrei.


- Désolé. Comment?¹ — perguntou ela.


- Parlez-vous anglais?² — perguntei.


Ela assentiu.


- En anglais, s'il vous plaît.³ — falei. – Como havia dito, nos encontramos novamente, juro por Deus que tinha te matado há três anos. –


- Desculpe-me, mas eu nunca vi a senhora. – disse ela com uma classe impressionante. – Poderia me explicar por que estou aqui? – perguntou.


- Você me acha com cara de otaria? Pode até enganar o seu maridinho, ou até mesmo o meu chefe, mas a mim você não engana. Eu sei que você é Lorraine Carter e também sei que você é a vadia que comanda a Fênix. – falei.


- Desculpa senhora, mas não fui chamada aqui para ser ofendida e quanto a essa que você falou Lorraine Carter, ela é minha irmã. – falou.


Eu comecei a rir, ela queria usar o papo do “eu tenho um irmão gêmeo”.


- Não espera que eu caia nessa né? – perguntei.


- Cair? Estou falando a verdade, antes de me tornar Sra Wheaton, eu era Carter. Ingrid Elizabeth Carter. -


Quando eu ia falar, alguém bateu no vidro chamando minha atenção.


- Já volto, ainda não terminamos.


Sai da sala e John estava esperando com um papel nas mãos.


- Ela esta falando a verdade, Alan procurou por Ingrid Elizabeth Carter e achou os registros do cartório, que por sinal também tem Lorraine Mahle Carter. Ela esta falando a verdade. – disse John.


- Não, ainda falta uma coisa. – falei.


- Sra Calleigh, podemos conversar agora? – uns dos agentes do FBI perguntou.


- Não esta vendo que estou ocupada? Volte mais tarde. – falei e entrei novamente. A vaca continuava sentada e sorriu quando me viu.


Bela atriz.


- Então estou liberada? Ainda tenho um evento beneficente para ir hoje a noite. – falou e sorriu.


- Só mais uma coisinha. – caminhei até ela e puxei a echarpe que ela usava. – Impossível, eu fiz um corte tão profundo, ficaria uma cicatriz. – falei.


- O que é isso, não ouse tocar em mim novamente. Me tirar daqui. – pediu ela colocando-se de pé.


Puxei uma cadeira e travei a porta. A segurei pelos braços e a joguei contra a parede.


- EU NÃO VOU DEIXAR VOCÊ SAIR LIVRE DESSA. – gritei e comecei a despi-lá.


Todos os que trabalhavam para a Fênix, tinha o pássaro tatuado em alguma parte do corpo, quando Tay falou que viu uma tatuagem na Olívia, eu suspeitei que aquela vadia estava trabalhando para a Fênix, o homem que apontou uma arma para a cabeça da Sophia também tinha a o pássaro desenhada nas costas.


- Isso é um abuso. – ela tentava soltar-se. – Sua louca! ME TIREM DAQUI. – gritou.


- Cala a boa sua vagabunda, eu sei que é você Lorraine, pare de fingir e diga a verdade. – falei.


Senti dois pares de braços me puxarem para longe dela. Nathan e John seguraram-me até tirarem ela da sala.


- O que eu falei sobre NÃO TOCAR NELA? Teremos que arcar com um processo por sua causa. Nathan tire-a daqui. – pediu John.


Nathan segurou meu braço.


- Não será necessário. – os agente do FBI entraram na sala. – Miah Calleigh, você esta presa pelo assassinato de Olívia Martinez e agora por abuso de poder contra a Baronesa Wheaton.


Notas finais
Então gostaram?? Mereço reviews??
Gente notei que um monte de leitores não estão aparecendo mais, me abandonaram?? Então se puderem deixem um "eu estou aqui" só para eu saber que ainda estão curtindo a fic ok?
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Desculpe. Como?¹
Você fala inglês?²
Em inglês, por favor.³
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Pessoal que pediu as capas, peço um pouco de paciência, sei que esta demorando muito para entregar, mas eu vou termina-las ok?
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Gente Ln N voltou com tudo, a fic esta maravilhosa deem uma conferida: http://fanfiction.com.br/historia/269815/Somente_Sem_Sorte/
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Beijos e até o proximo cap.