Hiatus - Te Beijar Ou Te Matar? Segunda Temporada
30 Capítulo 29
Notas iniciais
Então quero agradecer as fantasminhas que apareceram e deixaram review a as lindonas que sempre deixam review, muito obrigada meninas fiquei muito feliz com cada um deles. Ainda tem bastante leitores que não comentaram, espero que apareçam nesse ^^
Quem ai pirou com a Twitcam do Ian? Bom eu sim. kkk'
Boa leitura *---*
P.O.V Miah Calleigh
- Eu avisei...
Ele engatilhou a arma.
— NÃO! Eu faço qualquer coisa... Eu fico no lugar dela, vai pode me matar, mas deixa a Sophia fora disso. – pedi.
Olívia gargalhou.
— Nós vamos levar você, mas não nesse momento. Eu quero ver você sofrer Miah. – disse Olívia. – Atira logo e vamos acabar logo com essa história.
Ouvimos o som da sirene, o que fez com que se distraíssem, estudei rapidamente o que poderia fazer para desarmá-los sem machucar a Sophia e a Tay. Já que as outras pessoas fugiram assim que tiveram oportunidade.
Taylor me olhou, mostrando que estava com o braço livre . Sendo filha de militar com certeza sabia alguns golpes de defesa pessoal no mínimo. Assim que o homem e Olívia voltaram a olhar em sua voltar para ver se viam algum policial, fiz sinal para Tay agir, ela assentiu e acertou seu cotovelo no estomago da Olívia, que se curvou para frente pela força do golpe. Mas não foi o suficiente para desarma-lá, percebendo isso dei um soco no rosto da irmã, arrancando a arma e jogando para mim.
— Muito esperta você, mas acha que vou entregar a menina só por que esta apontando a arma para mim? – falou o homem enquanto ria.
— Sua vadiazinha. – ouvi Olívia dizer enquanto se recuperava, mas antes que a Tay pudesse fugir, Olívia a segurou e arrastou até o lado do homem.
— Solte as duas agora. – falei.
— Eu conheço você, sei como age. Odeio admitir, mas você é muito boa no que faz, então eu e minha parceira aqui, vamos levar ela como garantia. – disse ele.
— Se você sabe que sou boa no que faço, também sabe que não deixarei você sair vivo daqui não é? – tentei parecer o mais durona possível.
— É com a vida da sua filha que esta brincando. – falou
Olívia se mantinha calada, apenas me fitava com raiva. Ela e ele deram um passo para trás, na tentativa de saírem de lá.
— Vocês não vão a lugar algum. – falei.
— Se eu fosse você facilitaria as coisas. – ele sorriu e deu mais um passo.
— EU MANDEI FICAR PARADO! – gritei.
Um segurança do shopping estava escondido atrás da fonte. Ele olhou para mim e fiz um não com a cabeça, para ele não agir naquele momento.
— Vou dizer pela ultima vez. Solte-as agora. – falei.
— Não querida, terá que me matar. – falou rindo.
— Seu pedido é uma ordem. – falei. – AGORA. – gritei. Sem ao menos esperar atirei na cabeça dele, o segurança que estava escondido na fonte, segurou Sophia nos braços enquanto o homem caia morto no chão.
Caminhei na direção deles sem deixar de mirar a arma para Olívia, que agora me encarava com um misto de surpresa e indignação e com muita raiva. Ela com certeza não sabia do que eu era capaz.
— Ela esta bem? – perguntei para o segurança, ele estava com a Sophia no colo, que agora chorava assustada pelo barulho do tiro.
— Sim, só esta assustada. – falou.
— Agora você. – falei para Olívia. – Sabe depois de tudo que você fez a minha filha passar, eu vou ser uma boa pessoa e deixar como quer morrer. Rápido. – mirei na cabeça. – Lentamente. – mirei no coração. – Ou agonizante. – mirei em seu peito, perto do pulmão.
— Se vai atirar, atira logo sua vadia. – falou.
— Não. – me surpreendi quando Tay se colocou na frente da Olívia. – Eu sei que ela é uma vadia sem coração, mas ainda sim é minha irmã. Não atira nela, pelo menos não na minha frente. – falou. Confesso que considerei em ignorar o pedido dela, mas não queria mata-lá na frente da Tay, apenas dei as costas e foi de encontro a Sophia.
— Princesa. – falei a pegando no colo e a abraçando forte. No mesmo momento ela parou de chorar.
Aninhei em meu peito e caminhei com ela em meus braços para fora do shopping onde os policiais aguardavam juntamente com uma ambulância. Tay foi levada para fazer curativo em alguns cortes. Um dos paramédicos veio até mim e examinou a Soph, dizendo que estava tudo bem, só estava assustada e não era para menos e tudo isso era culpa minha que mesmo sabendo que eles podiam fazer mal para a Sophia resolvi não ligar e só pensei em mim quando voltei para o Nathan.
— Esta tudo bem? – perguntou o policial responsável.
— Esta sim, eu sou Miah Calleigh, agente da SOD quero que descubra tudo sobre o homem. – falei saindo. – E mais uma coisa. – ele parou. – A mulher conseguiu fugir. Alta morena, olhos castanhos... –
— E uma tatuagem estranha nas costas. – completou Tay. – Vamos? – perguntou.
— Você não precisava fazer isso. – falei abrindo a porta do carro.
— Ela precisa pagar Miah. – falou por fim.
Tay foi dirigindo enquanto Sophia dormia no meu colo. Eu não conseguia parar de me culpar pelo ocorrido, em pensar que poderia ter perdido a minha filha por não ter pensado na segurança dela antes de tudo.
Assim que chegamos Tay foi direto para seu quarto, ela estava destruída. Nunca pensaria em ter uma arma apontada para sua cabeça ainda mais pela própria irmã.
Pensei em colocar a Sophia na cama, mas ela acordou.
— Oi minha linda, esta com fome? – perguntei e ela assentiu.
A deixei sentada no sofá e fui até a cozinha preparar a mamadeira, mas mal conseguia colocar o leite no recipiente já que minhas mãos tremiam de nervosismo, eu podia fingir para mim mesma que estava bem, mas não estava. Com muita dificuldade consegui, fui até a sala e a deitei no sofá lhe entregando a mamadeira.
— Te amo minha princesa. – falei enquanto ela olhava em meus olhos.
A campainha tocou e sem vontade fui atender. Riley estava parado na porta, sorrindo, sorriso esse que desapareceu quando eu o abracei e deixei as lagrimas rolagem livres pelo meu rosto. Ele me abraçou de volta e ficou em silêncio esperando eu me acalmar, mas eu não conseguia toda vez que fechava os olhos via a cena daquela arma apontada para a Soph.
Riley fechou a porta atrás de si e me guiou até o sofá, foi até a cozinha e pegou uma água com açúcar.
— Pode me contar o que esta acontecendo? – perguntou calmo como sempre.
Enquanto contava para ele sobre o que havia acontecido a lagrimas voltaram, Riley sentou-se ao meu lado e me abraçou forte. Olhei para Sophia que dormia serenamente.
— Hey que tal você tomar um banho quente e tomar um calmante, eu tomo conta da Soph. – falou, mas eu não queria sair de perto dela.
— Não, depois eu faço isso. – falei.
— Então vem cá. – falou abrindo os braços. O abracei novamente, mas o soltei quando a porta foi aberta e o Nathan entrou.
— Esta tudo bem por aqui? – perguntou se aproximando.
— Nathan nós precisamos conversar. – falei me colocando de pé. Ele olhou para o Riley com raiva, provavelmente imaginando coisa que não era. – Riley, você poderia colocar a Sophia no berço? – perguntei e ele assentiu, pegando a Soph nos braços com cuidado para não acorda-lá e logo sumiu no corredor.
— Aconteceu algo? – perguntou.
Assenti.
— O que, fizeram algo com você? – perguntou se aproximando mais de mim, vendo se eu não tinha ferimentos em alguma parte do corpo.
— Hoje eu fui no shopping com a Tay e a Sophia, e a Olívia apareceu... –
— O que ela queria? – perguntou me interrompendo.
— Ela e mais um cara renderam a Tay. – votei a chorar. – E ele apontou a arma para a cabeça da Sophia, eu tive tanto medo de perde-lá. – falei e ele me abraçou, agora sim me sentia protegida.
— Mas agora esta tudo bem, a Soph esta bem, amor calma. – pediu.
— Calma? Como você pede para eu ficar calma, quando minha nossa filha fica na mira de uma arma, por que fomos egoístas o suficiente de pensarmos só em nós. – falei um pouco exaltada. – Nós deveríamos ter pensado nela antes de tudo. – falei.
Nathan me abraçou e beijou meus lábios.
— Como eles sabiam que nós tínhamos voltado? Tipo nós contamos para poucas pessoas. Jason não seria capaz disso, nunca. Agora só sobra a Jane e o seu amiguinho. – disse.
Até então eu não havia pensado nisso, alguém contou, mas agora quem?
— Não foi ele. – falei, mas parecia que o Nathan não estava me ouvindo, pois no exato momento em que o Riley apareceu na sala Nathan acertou um soco no rosto dele. – Esta ficando louco? – perguntei o empurrando para longe e fui ajudar o Riley. – Eu falei que não foi ele. – disse.
— Como você pode ter tanta certeza? – perguntou Nathan.
— Por que não era só ele que sabia de nós. – falei pegando o telefone. – Alan me diz que ainda esta rastreando o celular da Jane.
- Sim senhora. – respondeu ele do outro lado da linha.
— Então faz um trajeto dos lugares onde ela esteve nas ultimas três horas, quero nomes dos lugares e analise também as fitas de segurança. – falei desligando o celular.
— E dele você não vai fazer o mesmo? – perguntou Nathan apontando para o Riley.
— Não precisa, eu estava no cemitério, visitando o tumulo da minha esposa. – falou. – Bom eu vou voltar lá para dentro, só vim ver o que estava tudo bem. – falou Riley saindo da sala.
— Eu não confio nesse cara. – disse Nathan nervoso. – O que vamos fazer agora? – perguntou.
— O que deveríamos ter feito desde que as ameaças a Soph começaram. – falei.
— Não, eu não vou ficar longe de você, é isso que ela quer nos separar por que ela sabe que somos fracos separados. – falou segurando meu queixo me fazendo olhar para ele. – Nós vamos conseguir. – falou.
— Não Nathan, nós não vamos. Não conseguimos da primeira vez o que garante que conseguiremos agora? Eu não vou agüentar ver minha filha com uma arma na cabeça novamente ou pior morta. – tentava controlar as lagrimas. – E é só por um tempo, só até descobrirmos quem esta por trás de tudo isso. – falei e olhei em seu rosto, seus olhos estavam marejados pelas lagrimas que ele não queria soltar.
— Eu não vou conseguir fazer isso. – falou. – Não quero ficar longe de você. – me abraçou.
— Mas é a única forma de manter nossa filha em segurança. – falei. Colei nossos lábios e comecei um beijo lento, sofrido, que estava salgado pelas lagrimas do meu rosto. Me afastei de seus corpo e tentei ao máximo não voltar atrás, era a segurança da minha filha que esta em jogo.
— Nós vamos descobrir quem fez isso, e quando eu descobri você nunca, nunca mais vai sair do meu lado entendeu? – falou e eu assenti. Ficamos em silencio por alguns segundo. – Por que eu não consigo de deixar? Por que eu não tenho força para sair por aquela porta? – falou.
— Tchau Nathan. – falei abrindo a porta.
Ele se aproximou para me beijar, mas dei um passo para trás me afastando.
— Tchau meu amor. – falou saindo pela porta. Fechei a mesma e me encostei, liberando as lagrimas que estava segurando.
Comecei a sentir uma dor aguda no ventre e tudo começou a girar, só vi quando dois braços fortes me impediram de cair no chão.
Então tudo escureceu.
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Atenção: Não precisam me matar e nem fazer greve de reviews e nem deixar de comentar, Nathan e Miah vão voltar, foi só um tempo. Então quero saber a opinião de vocês então não precisam ficar com vergonha, só colocar um "legal" ou "ficou um lixo" ficarei feliz e responderei com o mesmo carinho que respondo a todos.
Beijos =D
Notas finais
Sério, alguém ai quer me mandar uma recomendação? Parei no numero seis e ali fiquei. kkk' Ficaria ainda mais feliz, mas ta tranquilo deixo pela vontade de voces ^^
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Leiam "A Assassina em Mim" fic muito perfeita, super indico ^^
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Beijos e até o proximo cap.
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