Notas iniciais
Oiie ^^
Queria agradecer a Uzumaki May, pela recomendação que ela deixou, levei um susto sabia??? Mas um susto bom, muito obrigada fofa esse cap é para voce. ^^
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*Gente eu preciso uma beta, para a primeira temporada de TBTM, por que eu vou registrar na biblioteca nacional e tem que mandar uma copia para eles, se alguem souber me avisa por MP ok?
Para quem betar os caps posso fazer:
*Capas para fanfic.
*Banner para capitulo. (como esse ai embaixo)
Boa leitura! Espero que gostem.

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P.O.V Miah Calleigh

- O que ela queria?

— Tia Margareth esta mandando a Taylor para cá. – disse ele.

— Como assim para cá? Por que? – perguntei.

— Parece que a maluquinha quase matou o namorado da tia Margareth. – Nathan disse e riu.

— E por que ela esta vindo justamente para cá? – perguntei.

— Meu pai antes de se separar da minha mãe e de mudar, deixou uma casa para cada filho. Caleb escolheu a dele em Londres, a Lauren escolheu a dela em New York e eu escolhi essa em L.A como naquela eu iria casar com a Olivia. – fiz cara feia, mesmo depois de três anos eu não podia ouvir o nome daquela vadia que já me contorcia de raiva.

— Continua. – falei enquanto ele me encarava.

— Ele resolveu deixar 50% da casa para mim e 50% para a Tay, já que ela é irmã da Oliva. – falou.

— Não sei se estou preparada para cuidar de uma adolescente. – falei.

Hey, pensa como se fosse um treinamento para quando a Soph tiver 16 anos ok? – falou Nathan beijando meu pescoço. – falando nisso, cadê a Sophia. – perguntou me olhando.

— Dormiu depois que tomou banho. – falei e sorri.

— Então você é toda minha? – perguntou com um sorriso malicioso.

— Todinha sua. – falei.

— Então vem cá. – falou me puxando para um beijo. Sua língua pediu passagem e eu sem demora concedi. O beijo que começou doce se tornou mais urgente, as mãos dele percorriam meu corpo, enquanto as minhas iam para seus cabelos, os puxando levemente. Nathan puxou minha perna direita deixando uma em cada lado do seu corpo, ele gemeu contra meus lábios quando sentei novamente em seu colo, e no seu notável volume.

O ar se fez necessário e ele desceu seus beijos para o meu pescoço. Enquanto suas mãos acariciavam minhas costas por baixo da camiseta.

— Nathan. – falei com a voz fraca.

— Hum. – falou, ou melhor, gemeu.

— Você limpou a cozinha? – tudo bem que não era a hora e nem o momento certo para tocar nesse assunto, mas ele estava ficando muito mal acostumado e a coisa que eu mais odeio é homem folgado.

— Deixa para depois. – falou voltando a beijar meu pescoço.

— Não. – falei saindo de seu colo, Ele me olhou incrédulo. – Limpa a cozinha por que vamos receber visita. E eu não mandei você fazer aquela bagunça toda com a Sophia. – falei e ele continuou me encarando.

— Tudo bem, mas primeiro eu vou tomar um banho gelado. – falou ele levantando-se e indo em direção da escada. – Mas vai ter volta, quando você quiser transar, EU... – gritou a ultima palavra apontando para si mesmo. – Não vou querer transar com você. – falou.

Comecei a rir descontroladamente.

— Amor, o dia em que você. – dei ênfase no “você”. – Não quiser transar, ou é o armagedom ou você passou para o outro lado. – falei rindo.

— Você anda cheia de gracinha de uns tempos para cá. Ainda não sei pro que me casei com você. – disse subindo as escadas. E não me interessa se essa é a fala da mulher. – falou.

— E querido, você casou comigo por que me ama. – falei rindo do jeito dele falar.

— É eu sei. – disse sumindo no corredor do andar superior da casa. Nessas horas é que eu fico me perguntando se o Nathan é normal, ou se alguma bomba não explodiu perto o suficiente para queimar seus neurônios.

E ele tinha razão, eu andava meio cheia de graça, isso por que eu estava feliz. Á alguns meses recebi uma oferta, ou melhor, uma convocação para voltar ao trabalho na S.O.D, eu ainda tenho que ficar dois anos longe das missões externas, mas fui convocada pelo Coronel Joseph Wright, que descobri mais tarde que era o pai do Nathan., para trabalhar como um espécie de treinadora dos agentes novatos e mais algumas funções como interrogar algum infeliz que vá para lá, isso graças ao meu histórico de interrogatórios bem sucedidos e também terei minha própria sala.

John foi a favor contanto que eu não realize trabalhos internos e Nathan jurou de pés juntos que não tinha dedo dele nessa historia, já que foi meu próprio sogro que me chamou de volta. Embora eu amasse ficar perto da minha filha o dia todo, essa vida esta normal demais para mim, eu preciso de mais ação, um pouco mais de emoção.

— A campainha tocou, despertando-me dos meus pensamentos. Caminhei até a porta e a abri. Elister, Lauren, Jess e Jason ali parados rindo feito bobos.

— Oi pessoal. – falei abrindo mais a porta para eles passarem. Elister foi o primeiro, Jess me abraçou e entrou. Jason me deu um abraço de urso, me erguendo do chão.

— Estava com saudade sua. – falou.

— Jason, nos vimos antes de ontem. – falei tentando em vão me soltar de seu abraço.

— Eu sei, mas não consigo ficar muito tempo longe de você cunhadina. – falou me soltando. Ele entrou e foi subindo as escadas. – Cadê minha afilhada? – perguntou, parando nos últimos degraus.

— No quarto dela, dormindo. Jason pro favor não a acorde e entra pela porta do meu quarto, já que a do corredor esta trancada. – falei.

— E você ainda escolheu esse cara para ser padrinho da Soph. – falou Lauren entrando.

— E você como madrinha, para cuidar dele e da Soph. – falei enquanto fechava a porta.

— O que é isso? – perguntou Jess, pegando o guia sobre a mesa de centro da sala.

— Eu estava escolhendo babas para entrevistar, comigo voltando a trabalhar preciso de alguem para cuidar da Soph.

— Deixa que eu cuido, não vou deixar minha sobrinha aos cuidados de uma estranha. – disse Jess fechando o guia.

— Mas e o hospital? – perguntei. Desde que Jess se formou na faculdade e foi contratada pelo melhor hospital de L.A ela tem plantões atrás de plantões, isso já gerou muitas brigas entre ela e o Jason.

— Eu cuido dela quando a Jess não puder, já que agora tenho meus dias livres. – disse Lauren cabisbaixa

O coronel Joseph, meu sogro e pai de Lauren descobriu que ela estava trabalhando na SODe caçou a licença dela, assim ela esta por um tempo sem poder trabalhar, mas ela e o Nathan já estão cuidando disso.

— Elister quero você amanha bem cedo na minha sala, falei com o John e você será o meu assistente. – falei. Ele apenas concordou com a cabeça.

Depois de alguns minutos Nathan aparece na sala, vestia uma calça jeans preta, uma camiseta cinza, um sapato e um dos vários chapéus que ele tem agora, alegando que é sua marca.

— Vai sair? – perguntei para ele quando sentou-se ao meu lado no sofá.

— Vou buscar a Tay no aeroporto. – disse sério.

— A enviada do cão esta vindo para cá? – perguntou Lauren fazendo todos rirem.

— Sim tia Margareth á mandou sem aviso prévio, foi a mamãe que me avisou. – disse Nathan.

Ouvimos uma risada vinda da escada, era Jason, com Sophia.

Antes que eu pudesse falar algo ele começou a falar.

— Eu não a acordei, quando cheguei no quarto ela estava quietinha olhando para os brinquedos no berço, demorei por que tive que mudar a fralda dela. Né Soph? – falou e obteve um sorriso dela. Seus olhos azuis iguais aos de Nathan brilhavam cada vez que Jason falava com ela.

— Tudo bem. – falei rindo.

— Nathan tem certeza que a Sophia é sua filha? – perguntou Jason.

— Não Jason, foi a cegonha que trouxe ela, por que? – perguntou Nathan com tédio na voz.

— Agora eu entendi como uma criança tão linda, pode ter um pai tão feio como você. – disse Jason.

— Com um amigo como você eu não preciso de inimigo. Agora para de gracinha e vamos. Tenho que buscar minha irmã. – disse Nathan levantando e me dando um beijo rápido.

Jason largou Sophia no colo da Jess.

— Elister você vem? Ou vai ficar pintando as unhas e comentando o quanto Edward Cullen é gostoso? – perguntou Jason.

— Não, tenho que ir ao orfanato. E outra eu ainda prefiro a Bella, ou melhor, a Kristen Stewart. – disse Elister rindo, sorriso esse que logo se desfez quando Lauren o olhou sério. – Eu volto para te buscar amos. – disse tentando beija-lá, mas ela virou o rosto.

Sério que você assiste a Saga Crepúsculo? – perguntou Jason para Elister enquanto saiam pela porta.

Pelo visto você também sabe até o nome do filme. – disse Nathan.

Vampiros me atraem. – disse Jason por fim fechando a porta.

Eu e as meninas estávamos na cozinha, decidindo o que faríamos para o jantar quando escuto o barulho da porta.

Miah chegamos. – disse Nathan da sala.

— Aqui na cozinha. – falei.

Logo ele e Jason pareceram na porta da cozinha, os dois estavam com caras de assustados, fiquei até me perguntando se não tinha visto um vampiro pelo caminho. Mas logo veio a reposta, atrás deles estava uma menina loira, que adentrou a cozinha rapidamente.

— Tem algo para comer na merda dessa casa? – perguntou indo em direção da geladeira.

Eu olhava a cena pasma.

— Pelo visto vai ser mais difícil do que eu imaginei.

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Notas finais
Então? Mereço reviews??
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Dicas de leitura:
Dica¹:http://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece...
Dica²:http://www.fanfiction.com.br/historia/237712/A_Assassina_Em_Mim
Leia Leia Leia Leia... kk'
Beijos e até o proximo ^^