Notas iniciais
Oii lindonas e lindões. ^^
Então mil desculpas pela demorar, mas eu queria que esse cap ficasse bom, e eu particularmente gostei, não do rumo que as coisas tomaram, mas o cap em si.
Obrigada pelos reviews que voce lindonas me mandaram no outro cap, fiquei super feliz.
E mais feliz ainda com a recomendação que a lindona Liiz (Elisabeth Robsten) deixou para mim, amore amei demais e esse cap é para voce. Muito obrigada. Então eu vou parar de falar (escrever) e deixar voces lerem.
Boa leitura e espero que gostem!

\"\"


P.O.V Tay Wright


Se eles por algum momento acharam que eu ia para a escola estavam muito enganados. Se eu em Manhattan eu já não ia para aula que era um tédio imagina aqui!? Odeio gente que nem me conhece querer mandar em mim e suas regras ditando o jeito que eu devo me vestir ou do modo que eu devo me comportar.


- Eu não vou para escola nenhuma. – falei cruzando os braços.


- Mas você tem que ir Tay. – disse Lauren como se fosse minha mão.


- Por quê? Eu estou bem aqui. – falei.


- Mas você vai e ponto final. – disse Nathan.


- VOCÊ NÃO É MEU PAI PARA MANDAR EM MIM. – gritei.


O idiota do meu cunhado, Elister me olhou apavorado, mas os outros não deram a mínima. Lauren ficou encarando as unhas, Miah voltou sua atenção para Soph e a Cindy, Jason ligou a televisão e Nathan me encarando com cara de paisagem.


Okay, eu não causo mais o efeito de antes.


Nathan respirou fundo e levantou-se parando na minha frente.


- Primeiro sou seu irmão e responsável por você. Segundo já liguei para o coronel e ele ficou muito feliz com essa noticia. – ah conta outra meu pai só fica feliz quando algum soldado dele volta vivo. – Então segunda feira você vai para a escola. – disse Nathan.


- Pelo menos vou ganhar um carro né? – falei animada, assim digo que vou para a escola e vou dar uma volta por LA.


- Não. Seu ônibus passa aqui às oito horas. E se eu descobrir que você esta matando aula, vai direto para Washington morar com o papai e freqüentar a escola militar. – falou sorrindo.


A essa altura meu queixo já deveria estar no chão. Eu o encarava incrédula ele não podia fazer isso comigo.


- Eu te odeio. – falei enquanto ia para as escadas.


Uma mão segurou meu braço me fazendo parar. Olhei para trás e vi que era o Jason.


- Você acha que fazendo birra e gritando vai conseguir alguma coisa dele? – perguntou Jason. Odeio admitir, mas ele tinha razão.


Neguei com a cabeça.


- Mas eu não quero ir para escola, tem aquelas pessoas que se vestem com roupas do século passado achando que mandam em mim. – fiz bico. – E outra eu vou ter que ir de ônibus. Bem que você poderia me levar de moto. – falei sorrindo.


- Se é para deixar a minha gatinha feliz, eu levo. – falou e beijou meus lábios. – Mas essa segunda não vai dar. – disse.


- Tudo bem, acho que sobrevivo por um dia. – falei e ele me abraçou forte.


- Que tal darmos um volta? Você não saiu desde que chegou. – falou sorrindo.


- Okay, só me deixa um tomar banho. – falei e fiz careta. Ele assentiu e beijou minha testa.


- Tudo bem, mas não demora. – disse entrando em seu quarto.


Fiquei voando por alguns minutos ali no corredor. O cara esta comigo há um dia e já conseguiu com que eu vá para um dos piores lugares que o homem já inventou.


Abri a porta do quarto sorrindo, mas levei um susto quando vi Olívia sentada na minha cama me encarando também sorrindo, mas o dela era diferente; era macabro.


- Olá maninha. – disse ela.


- O que você quer Olívia. – perguntei um pouco rude.


- Isso é jeito de falar com sua irmã mais velha, que é a única que te apóia? – perguntou.


Queria jogar na cara dela que já sabia o que ela pensava de mim, mas queria saber com quem ela estava falando e o que ela estava armando.


- Desculpa Oli, mas é que eu estou com raiva do Nathan, ele quer me mandar para a escola. – falei.


- É só não ir, você é Taylor Wright sempre conseguiu tudo que quis. Não é agora que vai se deixar levar né? – falou.


- Jason pediu para que eu fosse e eu acho que não vai ser tão ruim assim. – falei e ela me olhou surpresa. – Eu e Jason estamos namorando, para todos os efeitos. — ela ia fazer algum comentário quando seu celular tocou.


Ele estava em cima do meu criado mudo. Ela esticou o braço para pegar e sua blusa subiu, mostrando uma tatuagem que tinha quase no final das costas, eu já havia visto aquele desenho, mas não sabia onde.


Olívia viu o numero e desligou, pareceu nervosa quando olhou para mim, apenas sorri.


- Quem era? – perguntei.


- Caleb, ele não sabe que estou aqui em LA. – falou. Mas estava mentindo, ela sempre me contou seu caso com Caleb e nunca deixou de atender a uma ligação dele quando e estava por perto.


- Hum. – falei. –Tatuagem nova? – perguntei, apontando para suas costas.


- Sim, gostou? – falou sorrindo, mas ainda nervosa.


- Não muito. – falei e ela sorriu. – Então você não me falou o que veio fazer aqui. – disse.


- Ah sim, queria saber qual será o próximo plano para separar o Nathan daquela idiota sem sal. – falou fazendo cara de nojo.


- Nada. – falei e ela me olhou incrédula. – Oli eu estava pensando, não vale a pena separar os dois, e a Soph ela é muito nova para ter os pais separados e depois eles se amam de verdade. – falei e mal acreditei que aquelas palavras saiam da minha boca e pelo visto nem ela.


- Não acredito que agora que começou a namorar o retardado do Jason que vai mudar para o lado deles? – falou. – E outra se o problema é a Soph eu cuido dela, embora ela tenha saído daquela cadela eu gosto dela e posso criá-lá como minha filha. – disse ela e agora quem não estava acreditando no que estava ouvindo era eu.


- Você se ouviu? Quer destruir uma família só por que não se conforma de ter perdido o Nathan e por ele estar amando outra mulher tão intensamente como um dia amou você. Sem coração é isso que você é e eu não quero participar disso. – falei. – Pega as suas coisas e saia da minha casa. – seu olhar agora era de raiva.


- Tudo bem, mas você vai ver. Um dia o Nathan vai acordar e ver que esta perdendo tempo com ela e vai voltar para mim. Vou fazer minhas malas. – falou saindo do quarto.



P.O.V Miah Calleigh



A festa de boas vindas da Cindy foi normal, com a família que tenho posso chamar aquela festa de normal.


Sábado chegou num piscar de olhos, não via a hora de passar mais tempo com os meus bebês, tirar um dia só para nós. Ainda fui agraciada com a noticia de que a Olívia esta indo embora, só não havia ido ainda por causa de uns problemas que tinha que resolver. Menos mal, o fato que me deixou curiosa era que quem me deu essa noticia foi a Tay. Pensei até que estava ficando louca, mas não ela estava tentando ser legal comigo.


Na parte da manhã teria que levar a Soph para fazer exames de rotina, geralmente Nathan vai comigo. Sim, não gosto de ver minha filha sendo furada com aquelas agulhas. Mas decidi ir sozinha, queria conversar com minha irmã e sobre tudo que estava acontecendo entre ela e o Jason.


- Nathan, já estou indo. – falei dando um beijo nele.


- Tudo bem, quando terminar lá me liga que eu busco vocês. – falou.


Peguei a Sophia e entramos no taxi que nos esperava. Desde que o outro carro ficou com vários furinhos de tiro, não compramos outro.


Logo chegamos ao hospital. Um dos melhores de LA. Assim que Jess se formou em pediatria foi logo contratada para fazer parte da equipe e por ser um dos melhores é o mais procurado, fazendo com que ela passe mais tempo aqui, um dos motivos para a briga dela com o Jason.


- A Dr. Ledger, esta no consultório? – perguntei para a recepcionista, que aparentava ter uns cinqüenta anos.


- Sim. Ela está em uma consulta agora. A senhora quer que eu passe para outro pediatra? – perguntou.


- Não, obrigada eu espero. – falei.


- Tudo bem, a senhora pode aguardar lá mesmo. – falou ela.


Peguei a Sophia no colo e fui até o elevador. Apertei no andar da sala da Jess e esperei. Logo estávamos na ala pediátrica, um dos lugares mais bonitos do hospital, por ser o mais colorido e cheio de vida.


Jess não demorou muito para nos atender.


- Então Miah o que conta de novo? – perguntou enquanto deitava a Soph na cama com os lençóis coloridos, que não parava de ser mexer tentando pegar o estetoscópio do pescoço da Jess.


- A ex-noiva da Nathan esta hospedada lá em casa. – falei e ela me olhou surpresa. – Mas graças a Deus esta indo embora hoje, claro depois que quase a matei com uma reação alérgica e depois ameaçando colocar veneno na comida dela. – falei divertida.


- Nossa você não vai mudar nunca. Jason me disse que você ameaçou me matar lá em Manhattan antes de nos conhecer. – ela sorriu, sorriso esse que desapareceu, provavelmente por ter tocado no nome do Jason. – Falando nele, como ele esta? – perguntou.


- Ele esta bem. Mas me responde uma coisa? Por que terminaram? De verdade. – falei.


- Todos os dias nós brigávamos, ele reclamava que eu só dava atenção para o trabalho e esquecia dele e também por que nós já não nos amávamos mais como antes. Ele me procurou esses dias e decidimos que era melhor terminarmos. – falou um pouco triste.


- Mas e você como esta se sentindo? – perguntei.


- Não posso dizer que estou feliz, mas acho que foi melhor para os dois. E também eu vou viajar para a áfrica. – falou e sorriu.


- África? – eu estava atônita. – Como assim? – perguntei.


- Sim, recebi um convite para ficar seis meses como voluntária lá e eu vou. Só é uma pena que vou sentir falta de vocês e principalmente dessa princesa aqui. – falou fazendo cócegas na Sophia. – Bom ela esta bem, agora vamos tirar o sangue para fazer o exame. – falou e eu arregalei os olhos.



Eu sou meio paranóica quando o assunto se trata da minha filha. A única pediatra que pode examina-lá é a Jess, que também é a que coleta os sangue da Soph e monitora para que ele seja descartado logo após o exame.


Outro motivo para o Nathan vir comigo é que ele ajuda a Jess segurando a Sophia enquanto ela tira seu sangue, por que como eu disse não gosto de ver furando o bracinho dela.


- Miah você vai me ajudar não é? – perguntou Jess.


- Sabe que eu não consigo. – falei.


A porta se abriu e um homem alto de olhos verdes apareceu, o cabelo que parecia que levava horas para arrumar, apareceu. Ele vestia uma calça jeans escura, uma camiseta verde musgo e um jaleco branco.


- Pronta para o almoço? – perguntou ele. – A desculpa não sabia que estava atendendo. – falou e já ia fechar a porta quando a Jess o chamou.


- Riley espera, poderia me ajudar aqui. – falou.


Não gostei nada da idéia de um estranho tocar na minha filha. Ele sorriu e olhou para mim e logo em seguida para a Jess.


- Isso não é trabalho para as enfermeiras? – perguntou enquanto se aproximava.


- Sim, mas sou a mãe super protetora. – falei e ele ergue a sobrancelha me encarando.


- Entendo. – falou voltando sua atenção para a Jess e a Soph.


Foi quase uma tortura ouvir ela chorar quando a Jess espetou aquela agulha nela, mas era para o seu bem, então o que eu podia fazer?


- Vou levar para o laboratório já volto. – falou Jess saindo da sala, me deixando sozinha com o medico, que pela descrição, só podia ser o Dr. Bonitão.


Ele pegou a Soph no colo, que parou de chorar e prendeu sua atenção no brinquedo que estava pendurado no bolso do jaleco dele.


- E qual o nome dessa princesa? – perguntou e olhou para mim.


- Sophia. – falei e sorri.


- Lindo nome. Como não fomos apresentados, meu nome é Riley Canningan. – falou estendo a mão.


- Miah, Miah Calleigh. – falei apertando sua mão.


- Então me diz, por que só a Dra. Ledger pode examinar a Sophia? – falou ele sentando-se no sofá que havia ali, ainda com a Soph no colo que não se importou de estar nos braços de um estranho.


- Na minha profissão eu aprendi que não posso confiar em ninguém, e a Jess é minha irmã. – falei.


Ficamos mais um tempo conversando, ele era engraçado. Às vezes pegava ele me encarando com aqueles olhos verdes que eu sinceramente achei lindos, mas nada comparado ao azul dos olhos do Nathan.


Jess não demorou muito para voltar. Ele se despediu, dizendo que mais tarde voltava para busca-lá. Confesso que pensei seriamente na possibilidade dela esta com ele.


- Almoço mais tarde? – perguntei sugestiva.


Ela rolou os olhos.


- Esse é o Dr. Bonitão, que não sai com as medicas e muito menos enfermeiras desse hospital. – falou ela. – E agora eu não quero me envolver com ninguém, vou me dedicar ao trabalho. E ele ficou bem interessado em você. – disse ela e foi minha vez de rolar os olhos.


- Não viaja Jess, eu sou uma mulher casada e amo meu marido e depois ele só estava sendo simpático. – falei.


- Tudo bem, é eu não devo estar bem mesmo. Até por que ele tem uma aliança de compromisso então... – disse ela. – Bom os resultados saem daqui a dois dias e eu tenho que ver quem cuidará da Soph nesse tempo que vou estar fora. – falou.


- E quando você vai? – perguntei.


- Daqui a duas semanas, até lá eu acho alguém de confiança.


- Tudo bem, tchau e muito obrigada. – disse a abraçando. – Vamos filha. – chamei a atenção da Soph que veio para meu colo.


- Tchau.


Preferi não ligar para o Nathan vir nos buscar. Peguei um taxi para voltar.


Chegamos em casa e estava um silêncio horrível, o que não se encontra nessa casa, já que quando Nathan não esta brigando com o Jason, é a Tay escutando musica alta.


Larguei a Soph no cercado e subi para o segundo andar para procurar o Nathan. Olhei no nosso quarto estava vazio. Fui até o escritório e também não estava lá.


- Nathan. – chamei, mas nada. – Nathan, amor cadê você? Não gosto desse tipo de brincadeira. – falei sorrindo, enquanto caminhava pelo corredor. Infantil do jeito que ele é capaz de estar brincando de esconde-esconde.


Ouvi um barulho vindo do quarto de hospede onde a Olívia ficou. Bom àquela hora talvez ela já devesse ter ido embora, mas eu estava errada.

Musica para essa parte: http://www.youtube.com/watch?v=QDZHXjqtGGw

Assim que olhei para dentro do quarto meu coração parou. Eu nunca imaginaria ver aquela cena, mas ela estava acontecendo e diante dos meus olhos. Bom pela pessoa que estava presente ali podia até achar que era armação tipo esse filmes americanos, mas minha teoria foi por água abaixo quando vi Nathan passando seu braços pela cintura da Olívia, a levando para mais perto do seu corpo para logo beija-lá, ela claramente não queria aquilo, já que tentava se soltar de seus braços sem sucesso, por ele ser mais forte que ela.


Eu queria gritar, mas não saia voz da minha garganta. Eu queria correr dali, mas minhas pernas não obedeciam. Minha visão ficou embaçada pelas lagrimas que se acumulavam nos meus olhos, mas eu não iria deixá-las cair.


Ele a soltou e olhou para mim, uma lágrima traidora rolou pelo meu rosto. Eu não conseguia sentir mais nada, a não ser dor.


Corri até nosso quarto e permiti que as lágrimas caíssem. Eu não conseguia acreditar que ele havia me traído, depois de dizer tantas vezes que me amava e que nunca ia me deixar, mas pelo visto ela ganhou e sem fazer esforço nenhum.


Senti sua mão me meu braço, me virando para ele. Mas o orgulho era tanto que eu não iria chorar não na frente dele. Rapidamente sequei as lágrimas e olhei em seus olhos.


- Me desculpe. – murmurou.


- Nunca pensei que você ia ser capaz de fazer isso. – falei, segurando-me para não chorar. – Você disse que me amava. – falei.


E ele ficou em silêncio.


Caminhei rápido pelo quarto e peguei duas malas, em uma guardei um pouco das minhas roupas e na outra, roupas na Sophia. Não iria ficar naquela casa nem mais nem um minuto.


- Miah deixe eu explicar, não é nada disso que você esta pensando. – falou ele.


- Explicar? Nathan não tem nada para explicar, eu vi quando você a agarrou. Vi quando ela tentou sair dos seus braços. – falei e ele me encarou, seus olhos estavam marejados em lagrimas. – Eu vou embora. – falei pegando as malas e saindo do quarto.


- Miah não, e a Sophia? Por favor. Desculpe. – falou segurando meu braço.


- Isso não tem perdão Nathan. – falei e desci as escadas.


Lá embaixo recolhi mais algumas coisas da Sophia que estavam lá e liguei para o taxi, enquanto ele andava atrás de mim, tentando se desculpar. Mas eu não podia, meu coração estava em pedaços.


- Me responde uma coisa. – falei parando em sua frente. – Você não a esqueceu não é? – as lagrimas tentaram sair, mas eu as segurei.


Ele não falou nada, apenas negou com a cabeça.


- Sempre foi ela não é? Você sempre a amou. – minha voz mal saia.


- Miah eu... –


- RESPONDE! – gritei.


Fechei os olhos e esperei pelo pior e ele veio.


- Si... Sim. – falou e lagrimas cariam dos seus olhos.


E essa foi à gota d’água.


Fui em direção ao cercado onde a Soph estava, mas Nathan foi mais rápido e a pegou no colo.


- Nathan me dá minha filha. – falei.


- Nossa filha. – me corrigiu. – Miah, por favor, me deixa explicar. Eu não vou conseguir ficar longe de vocês. – disse abraçando Sophia.


- Que pensasse nisso antes de me trair. Agora me dá ela. – falei tentando pegar a Soph dos seus braços, mas ela começou a chorar e se agarrou nele. – Sophia vem com a mamãe.


Ela negou e se agarrou mais nele.


- Soph, vem. Depois o papai te pega. – as lágrimas caíram dos meus olhos.


Ele deu um beijo em sua cabeça e me entregou ela.


A campainha tocou. O homem que a pouco me deixou aqui, entrou e pegou as malas ás levando para o carro. Nathan assistia tudo com lágrimas nos olhos. Sophia tentava voltar para seu colo, mas eu não permitia.


- Pronto. – disse o motorista do taxi.


- Okay, já vou. – falei e ele saiu.


Peguei minha bolsa e já ia sair pela porta quando senti sua mão segurando meu braço. Deixei que pegasse a Sophia mais uma vez ele a abraçou como se fosse a ultima vez. Chegou bem perto de mim, pude sentir seu perfume, ele passou seu dedo na minha bochecha secando as lagrimas que caiam dos meus olhos.


- E se eu te pedisse para não ir? – sua voz saiu quase como um sussurro.


Reuni todas as forças que me restaram e olhei em seus olhos.


- Eu diria que sinto muito, mas eu já estou indo. – falei tirando a Sophia do seu colo.


- Papai. – ela gritou chorando estendo os braços, enquanto íamos até o taxi.


Olhei para trás e ele estava de joelhos, com o rosto enterrado nas mãos. Entrei no taxi e deixei que minhas lágrimas saíssem na mesma intensidade da dor que eu estava sentindo.

\"\"


Notas finais
Então? Triste né!? Espero que tenham gostado. E se alguem ai sentir vontade de deixar uma recomendação eu iria ficar muito feliz. ^^
Pessoas lindas do meu coração tenho ters otimas para indicar para voces: "Que o Jogo Comece", "A Assina em Mim" e "Uma Nova Vida Graças ao Meu Pai". Tipo são muito perfeitas e as escritoras super fofas então corram, leiam e se viciem como eu.
Beijos e até o proximo capitlo.