Hi, I'm Kat
9 The pain of a broken heart
Notas iniciais
Como estão?
Deixei vcs bastante curiosas né? muaaahahaha
enfim, espero que gostem desse cap e coomentem, fãs de Adam com Kat irão gostar....
beeeijos e boa leitura.
– Kat, você ta em casa? Eu to aqui na sua porta. Precisamos conversar... — Disse Travis.
Meu coração teve um ataque cardíaco e minhas mãos tremiam muito. Eu não estava nervosa... EU ESTAVA PIRANDO!
Vamos analisar a situação.
1 — Eu descubro que estou apaixonada.
2 — Eu peço ajudar ao Adam.
3 — Descubro o que é ciúmes. (eu nunca tinha sentido essa merda antes).
4 — E finalmente resolvo me declarar para ele.
– Kat?
– O-oi, eu to na casa do Adam, em alguns segundos tô ai... – Disse nervosa.
Desliguei e fui quase correndo para minha casa.
– KAT? – Gritou outra voz.
– OI, AINDA TÔ VIVA! – Disse, eu tava tão atorduada que não consegui distinguir nada. Senti duas mãos tocarem meu rosto.
– Kat, você ta pálida, o que houve? Quem te ligou?
– Dan, era o Travis, ele ta na porta da minha casa... – Disse sorrindo e logo o Adam tirou suas mãos do meu rosto. Ele ficou meio tenso, acho que tava nervoso, como eu.
– Ah, acho melhor você não deixar ele te esperando não é? – Falou dando um meio sorriso.
– Tchau. – Falei e indo correndo até em casa.
Chegando lá vi o Travis sentado num pequena escada que tinha até a porta da minha casa. Com um folha nas mãos, provavelmente a minha carta. Ele estava com uma calça preta, uma blusa de manga cinza. Ele parecia sério.
Fui até ele, mesmo com as pernas bambas, mesmo com a “pequena” vontade de ir correndo para bem longe dele.
Assim que ele me viu, se levantou um dei um leve sorriso de canto. Logo estávamos a pouca distância entre mim e ele.
– Kat... Eu li a sua carta. – Eu não conseguia olhar para ele. Acho que meu nervosismo me impedia de ver aqueles lindos olhos cor de mel.
– Eu... Eu sinto muito, mas eu estou gostando de outra pessoa. – E foi nessa hora que eu senti a dor de um coração partido.
Eu finalmente consegui olhar para ele. Ele não tinha expressão no rosto, parecia nervoso e triste ao olhar para mim. Desviei o olhar pesado dele sobre mim e vi uma coisa, atrás do arbusto pude ver um tufo de cabelo. Eu não acredito que o Adam estava espionando. Após ver aquilo soltei uma leve risada.
– O que foi? – Perguntou o Travis olhando para a mesma direção que eu estava.
Mas o Adam tinha se abaixado mais.
– Nada. – Epa, lembrei da conversa. – Quem é? – Perguntei.
– Kat... Acho melhor eu não falar.
– Por favor, eu preciso saber.
– É a Carlie. – Recuei alguns passos.
– Kat, não faz isso, ela é muito legal. – E eu senti que eu ia começar a chorar.
–Trav, está tudo bem. Você não tem culpa. – Sorri. – Amigos? – Disse estendendo a mão. Ele apertou e me puxou para um abraço.
– Eu não quero te magoar. – Sussurrou.
– Você não fez isso. Agora você está todo melado...
– Melado? – Falou separando do abraço.
Eu ri. A sua blusa estava toda melada de lama. – Eu tava limpando a moto do Adam...
Ele riu depois de ver o seu estado, pegou o carro e saiu. Deixando-me sozinha. Respirei fundo e fui para o meu quarto provisório na casa do Adam. Fui tomar um banho. Parece que minha vontade de chorar tinha passado.
Depois de tomar banho, botei minha calça preta, minha blusa do Iron Maiden e peguei meu Skate, celular e fones.
Desci, eu não tinha visto o Adam ainda. Mas assim que fui à cozinha, peguei uma barra de chocolate e vi-o sentado na bancada tomando outra Coca-Cola (ele é muito viciado).
– Hey. – Ele disse me olhando.
– Oi, to saindo. Beijos. – Falei e fui saindo quase correndo dali. Eu tava sentindo uma dor enorme no peito. Por que a única pessoa que eu gostei em toda minha vidinha chata e sem amor, não gosta de mim?
Fui andando de skate, ouvindo música e comendo chocolate feito louca. Até que cheguei a pista. Fiquei andando por horas e horas.
Eu tava acabada por dentro e realmente não sabia o que fazer.
Fiquei sentada até que já era muito tarde da noite. Ouvi alguns passos e quando olhei para trás, era o Adam. Eu não tinha conseguido chorar, mas tava doendo muito.
– Você demorou.
– Eu tava pensando.
– Por que não atendeu o celular? Eu fiquei preocupado.
– Eu tava pensando, desculpa. – Disse sem olhar para ele, o mesmo se sentou ao meu lado.
– Você tá bem?
– Acho que não. – E nessa hora ele me deu um abraço.
– Por que ele tinha que gostar logo da Carlie? – Sussurrei e incontrolavelmente comecei a chorar. Ele me abraçou mais forte.
– Ele é um idiota por gostar daquela garota, sendo que ele conhece você Kat. – Sorri, mas logo voltei a chorar de novo. Toda dor que tinha guardado desde a hora que ele falou comigo tava sendo posta para fora naquele choro.
Perdi a noção do tempo de tanto que eu chorei.
– Ele não pode ficar com ela, não ela... – Falei chorando.
– Você não gosta mesmo dela né...
– Ele podia até namorar a Patty, mas não a Carlie...
– Espera, por que você odeia tanto a Carlie?
– É uma longa história.
– Eu tenho tempo.
– Eu e a Carlie éramos amigas de infância... – Eu odiava lembrar esse meu passado. – Fomos amigas até o 1º ano. Só que ai a Carlie conheceu um grupo de meninas “populares”. – Usei os dedos para fazer as aspas no ar. – Patty e suas escravas. A Carlie foi ficando muita amigas dela e bem... Eu não fazia o padrão de amigas para elas. Elas eram fofas, simpáticas, bonitas, usavam rosa e eu bem... Você sabe como eu sou, chata, fria, nem um pouco simpática e odeio rosa. Então eu fui friamente excluída do grupo. E a Carlie parou de falar comigo completamente. Passaram-se o primeiro ano e o segundo elas começaram a fazer piadinhas comigo e me chamar de nomes idiotas. Eu sempre me metia em confusão por que eu não ouço calada. Elas sempre saiam como as santinhas e eu a rebelde sem amigas. A Carlie era a minha única amiga. A única que me ajudava quando eu precisava. Mas no momento que ela achou coisa melhor ela não esperou nem um segundo para me largar. Mas eu a entendo, ninguém gosta de uma garota fria e diferente como eu. – Era bom finalmente desabafar, eu nunca tinha falado isso para ninguém.
– Como eu pensei... Ela é uma idiota. E quer saber de mais uma coisa? Eu amo seu jeito frio e diferente – Eu sorri com esse comentário.
– Foi muito bom conhecer você Dan. – E foi à vez dele de sorrir.
Depois de algum tempo resolvemos ir pra casa.
– Sabe de uma coisa, você vai me ajudar...
– Eu? Ajudar em quer?
– Com o Travis ora. Você é menino e com certeza acha a Carlie bonita e atraente. – Revirei os olhos nessa hora. – Então que quero que você me ajude a conquistar o Travis, que tal?
– O que eu ganho com isso? – Falou sério.
– Uma amiga feliz? – Disse sorrindo. Ele ficou tenso nessa hora e não olhava direto para mim, sério o Adam tem sérios problemas.
– Eu vou pensar em algo para você fazer em troca.
– Ta bom, ta bom! – Disse dando pulinhos animados. A mãe dele chamou e ele foi ver o que é. Fiquei pensando se isso adiantaria. Não custa nada tentar não é? Um pouco depois ele voltou.
– Ta, quando vamos começar? – Perguntei.
– Vou ao mercado, você vem comigo. Lá eu te dou as instruções. – Falou rindo malicioso. Ou foi só impressão?
– OK. – E sabe como ele queria que eu fosse? De moto.
– A gente vai de moto?
– É. – Ele disse me puxando até o quintal onde a moto estava.
– E como vai trazer as compras?
– São só algumas coisas, da pra botar aqui.
– Ta, eu AMO andar de moto. – Ele me olhou estranho.
– Com quem você já andou de moto? – Perguntou arqueando as sobrancelhas.
– Isso não vem ao caso.
– Ou fala ou não sobe. – Disse com cara de malvado.
– Você é curioso.
– E você é muito fechada, vai fala Kat. – Revirei os olhos.
– Não é uma coisa boa de lembrar. – Falei rindo.
Ele revirou os olhos impaciente.
– TA BOM! Eu conheci um menino no segundo ano e ele tinha uma moto, mas depois que eu “roubei” a moto para andar sozinha, ele não falou mais comigo. – Disse rindo, me lembrando da cara que o meu colega fez quando sai correndo com a moto. Eu não sabia pilotar. Como você deve estar pensando... Sim eu bati a moto.
O Adam ficou boquiaberto.
– Você bateu a moto né?
– Mais ou menos isso, vamos? Estou empolgada. – Ele sorriu e subiu na moto depois deu umas batidinhas atrás dele para eu subir.
Não pensei em duas vezes e subi. Ele ligou a moto e fomos em alta velocidade. Agarrei-me em seu corpo e encostei minha cabeça nas suas costas. Senti o vento forte bater no meu rosto e meus cabelos pretos com mechas coloridas se bagunçarem.
Depois de algum tempo chegamos ao tal mercado. O Adam pegou o carrinho e adivinha. Me botou dentro, sem mentira.
Mas eu amei, me senti uma criança de novo. Ele saia correndo pelo mercado. E eu com os braços abertos como se estivesse voando.
Até que um segurança apareceu.
– Senhor, você vai ter que tirar essa mocinha de dentro do carrinho. – Falou um homem alto, bombado com um cacete preto na mão. Sério ele era muito assustador.
– Mas ela é uma criança, não estava vendo o seu tamanho? É uma completa anã. – Disse o Adam rindo. Até o segurança riu.
– HEY! – Gritei irritada.
–Calma aê baixinha. – Disse Adam zombeteiro. Virei-me e lhe dei um tapa.
– AI!
– Bem feito. – Disse rindo. Já falei que o segurança quase se urinava de rir?
– Vocês formam um belo casal. – Constrangimento, Olá.
– Nós não somos namorados. – O Adam disse rindo da cara que o segurança fez.
– Desculpa, enfim... Sai do carinho mocinha. – Revirei os olhos. O Adam segurou na minha cintura e me tirou de lá de dentro.
– Ta, agora me fala o que eu tenho que fazer para o Travis gostar de mim...
– Primeiro você tem que ser fofa. O Travis é romântico e gosta de meninas do mesmo tipo. Então nada de falar sobre a série sobrenatural, nada de vampiros, sangue, morte, filmes de terror e principalmente nada de zumbi ouviu? – Concordei triste. – Segunda, sorria. Tudo o que ele falar você mostra os dentes. Terceira, seja gentil. Quarto, não xingue, meninos não acham isso legal. Ou seja, seja ao contrário do que você é agora. Por enquanto só.
– Acho que eu posso fazer isso. – Falei animada.
Pegamos as coisas e pagamos. Fomos até a moto e eu morria de rir da imitação que o Dan tava fazendo do segurança. Sentamos na moto e eu o segurei só depois ele partiu com a moto. Ficamos rodando por várias ruas, eu só via o borrão e sentia o vento frio batendo sobre minha pele.
Num piscar de olhos estávamos em casa. Guardamos as coisas e cada um foi para o seu quarto.
– Boa noite Kat. – Disse sorrindo.
– Boa noite Dan... – Falei e fechei a porta.
Notas finais
Então o que acharam dessa "ajudinha" do Adam, sem noção né?
Espero que tenham gostado e comentem ok?
gente eu vou demorar uns 3 ou 4 dias para postar pq meu not quebrou e meu pai só deixa eu usar um pouquinho o dele, ams irei dar um jeito e vou postar pra vcs,
beeeeijos :3 e COMENTEM! U.U
Fale com o autor