Hi, I'm Kat

17 Kat is confused every day!


Notas iniciais
Oi pessoinhas que eu amo s2s2
Você ja sabem por que eu demorei de postar :((( desculpem ta?
Era pra eu postar ontem, mas minha net deu pra cair logo na hora de enviar!
Enfim, curtam o capítulo e comentem!
Quero agradecer a Luluba99 pela lindíssima recomendação, sério eu simplesmente fiquei muito feliz quando eu li. Eu adoro seus comentários, obrigada por recomendar a fic :DDD

Beiju gente s2 Comentem e recomendem ok? ^^

– Kat, o que eu sinto por você... é muito louco. — Disse enquanto eu estava de costas abrindo a porta. E quando eu me virei para responder, ele já tinha entrado no quarto.

O que foi que ele quis dizer com muito louco? Que é estranho? Que ele não entende? Que ele não gosta? Mas que porra de sentimento louco é esse?

Mesmo não sabendo o que ele quis dizer, eu sei, que o que eu sinto por ele também é muito, muito louco. O que é mais estranho ainda. E o pior é que eu não sei o que fazer.

Devo dizer isso a ele? Na verdade, é que, o Adam continua sendo meu amigo. Eu não sei o que significou aquele beijou. Afinal o Adam gosta de como amiga não é? Pelo menos foi o que sempre pareceu. Então, por que, logo agora, ele resolveu me beijar?

Ah cara, como é ruim ser confusa.

Eu não sei o que eu sinto por ele, eu não sei o que foi aquele beijo e principalmente não como agir com ele.

Eu não preguei o olho esse noite. Pensando em tudo isso, pensando por que diabos eu quero que ele me beije de novo e por que eu to morrendo de medo dele não quiser.

Enquanto eu estava na minha confusão mental, o meu celular tocou, era o alarme.

Revirei os olhos, já tinha me esquecido da maldita escola, das malditas pessoas (tirando os meninos) e do maldito treino de líderes de torcida que eu tenho que ficar batendo pompom.

Levantei sem nenhuma vontade, tomei um banho rápido, me arrumei, peguei minha coisas e desci para cozinha ouvindo música e cantando para espantar o sono.

– I should be over all the butterflies, but I'm into you, I'm into you... — Hoje milagrosamente vou chegar cedo no colégio. Peguei um pacote de biscoito e fui até o ponto de ônibus comendo e cantando (Não sei como eu tava fazendo isso, mas enfim) Não encontrei o Adam de manhã. Não sei se fico triste ou aliviada.

Não encontrei ninguém de manhã. Acho que acordei cedo demais. Os meninos não apareceram no ônibus, então fui comendo sozinha olhando a rua. Não demorou muito e eu já estava no colégio.

O porteiro me olhou como se eu fosse um ET, eu simplesmente lhe mostrei a língua. Eu sei, super maduro da minha parte. — Bom dia ironia!

Apesar do meu quase bom humor hoje ( O qual não sei explicar, primeiro porque eu nem dormir direito, segundo tem escola hoje, terceiro vou ter que ir ao treino de patricinhas idiotas, quarto vou ter que encontrar o Travis e a Carlie juntos, eu sei, eu não gosto dele da maneira como eu pensava, mas eu ainda não superei ok?) Com certeza, hoje, não será um bom dia.

Entrei na sala e só tinha algumas pessoas, fui para o meu lugar de costume e continuei ouvindo música. Pequei meu pacote de biscoito e comecei a devorar ( Pois é, não peguei um pacote, mas dois, admito. Tava com fome, me crucifiquem!)

Quando eu fui reparar a sala estava cheia, o professor estava dando aula. O Travis conversava com o Felipe, que não estava dormindo (só pra constar) e o Adam prestava bastante atenção na aula. ( O que eu não entendo, por que qualé, geografia é um saco) O Travis tava com os meninos, estranhamente, nós últimos dias ele só tem andado com a Carlie. ( Carlie para aqui, Carlie pra cá. Eu disse que eu não superei)

Continuei ouvindo música, anotei o que o professor pôs no quadro — Isso mesmo que você leu! Kat mudando as atitudes, palmas! — Depois que copiei, admito, peguei no sono. Muito bom aliás.

Vi que alguém tirava o fone do meu ouvido. Quem quer morrer nessa hora da manhã.

– HEY! — Repreendi.

– O professor mandou a gente ir para a biblioteca escolher um livro. Para de se distrair Kat, vamos! — Disse Felipe me puxando. Vi que já estávamos na aula de português. Eu tenho andado distraída mesmo. Revirei os olhos e acabei seguindo ele. (Que me empurrava).

Chegando na biblioteca todos os alunos estavam envoltos a mesa. Felipe falou que tínhamos que escolher um livro e depois ir sentar. Ele foi para uma mesa onde estava André e o Adam conversando. Felipe sentou, os meninos falaram alguma coisa para ele depois se levantaram.

Eu to parecendo uma retardada em pé. Ok, eu não pareceu, eu sou. Felipe ficou lendo gibi, dei de ombros e fui procurar um livro.

Achei um de romance, aquela velha história da mocinha, que conheci um bad-boy que muda a vida dela. E blá, blá, blá...

Queria que a minha vida fosse um clichê. Mas nãaaaao, eu tinha que gostar de um menino, que (olha que maravilha) não gosta de mim, mas sim da minha ex-melhor amiga que me largou para ficar com um grupo de vadias que me odeiam. E agora um menino que eu acho que sinto alguma coisa, me beija e eu não sei que merda eu faço agora. Ah, aliás eu não gosto mas do primeiro menino. E ainda tenho que fazer um treino idiota de vadias com as vadias, oh maravilha. Não, não acabou não. Ainda tem a Luísa, uma "mãe" desnaturada. Que vai chegar hoje, só pra completar a desgraça.

É, a vida não tá fácil pra ninguém.

Guardei o livro. ( Vamos ser sinceros, eu não ia ler nenhum livro que eu pegasse.) Quando tava olhando, ouvi a voz do Adam. Meu coração parou por um momento.

– Eu acho que ela ainda gosta dele. — Disse Adam. Eu sei que é feio ouvir as conversas alheias, mas aquilo me interessou, então foda-se.

– Não tenho tanta certeza disso, ela sabe que ele não gosta dela. — Disse alguém com uma voz bem conhecida, que depois eu percebi que era o André. Eles estavam numa fileira atrás da minha, eu não podia ver eles, nem eles me viam. Do que eles estão falando afinal? Quem é essa menina?

– Eu fiquei com ela ontem. — Falou Adam e acho que agora meu coração parou de vez. — Eu realmente amo ela, mas não sei como falar isso e nem como ela vai reagir. — Acho que tomei um soco no estômago. Ele... ele ta apaixonado, por outra menina? Quem é ela? Ele ficou com ela depois que a gente se beijou? Como ele pôde? Como ele pode ficar com outra menina depois do nosso beijo (nossos, plural ok?)

É Kat, você é uma idiota mesmo. E eu aqui sem saber o que falar para ele, pensando que ele gosta de mim. E quer saber de uma coisa, eu gosto dele e o pior é que eu gosto muito dele.

Eu não queria ouvir mais aquela conversa. Fui correndo para fora da biblioteca. Todo mundo me olhava estranho, ouvi alguém chamar meu nome, mas ignorei e continuei correndo.

E fui para no único lugar daquele colégio que eu podia chorar em paz. A árvore, no pátio do colégio.

Sentei escondida de tudo e todos. Chorei feito um bebê. Eu estou me sentindo completamente estúpida por está tão confusa e sentimental. Acho que é a minha TPM, ou não.

Bateu o sinal para o intervalo. Enxuguei as lágrimas, acho que minha cota de choro acabou por hoje. Fiquei ali, parada olhando para o céu. Até que ouvi passos e de repente alguém senta do meu lado, do nada!

– O QUE DIABOS! — Gritei assustava. E quando voltei ao normal vi que era ninguém menos que o Adam, oh maravilha. Ta ficando cada vez melhor, só falta ele vim me falar da sua menina secreta com quem ele está perdido de amor.

– Oi. — Ele disse sorrindo. O sol refletia nele, seus olhos estavam totalmente verdes agora, lindos. O seu cabelo castanho estava caído no rosto e totalmente brilhante por causa dos raios solares. É essa menina é uma sortuda.

Depois de sair do transe, respondi á ele, calmamente. Mas ainda estava com voz de choro, merda. — Oi Dan.

– O que faz aqui?

– Como me achou? — Perguntamos ao mesmo tempo, fazendo os dois cair na risada.

– Ta você primeiro. — Ele disse.

– Como me achou? — Perguntei.

Ele deu de ombros e olhou para o céu. Queria que ele olhasse para mim, só para eu admirar seus lindos olhos jade.

– Eu só sabia. — Achei aquilo estranho, mas deixei para lá.

– Sua vez. — Eu disse, me virando e também olhando para o céu.

– O que faz aqui sozinha?

– Pensando. — Disse calmamente.

– Só pensando? — Disse como se não acreditasse.

– Sim. — Confirmei.

– E porque tava chorando, kat? — Disse com um tom de preocupação. Senti seus olhos me fitando, mas não me atrevi a olha-lo.

– Como sabe que eu tava chorando? — Perguntei.

– Não fuja da pergunta baixinha. — Sorri, não pude evitar.

– Não é nada, está bem? — Disse me virando para olhar ele nós olhos. Tentando passar certeza. Mas acho que falhei descaradamente.

Ficamos assim por uns segundos, um olhando para o outro e amaldiçoei mentalmente a menina com qual o Adam está apaixonado.

Ele voltou a olhar para o céu e eu fiz o mesmo.

– Como conheceu os meninos?

– André e Felipe? — Perguntei e ele assenti. Não consegui evitar e um sorriso besta se plantou no meu rosto ao lembrar.

– Eu conheci eles no segundo ano. Eu não falava mais com a Carlie nessa época. Eles eram alunos novos. E o grupo de vadias da Patty aprontaram com eles. Eu meio que me irritei e gritei com elas. Os meninos apareceram para apartar a briga, mas já era tarde. Acabou que nós três fomos parar na coordenação, no que resultou uma semana de detenção. Ele ficaram muito putos comigo, mas acabaram sentando comigo na hora do intervalo. Foi quando o Felipe ficou falando como eu era estressada e nervosa, ai eu joguei minha mça nele. — Eu e o Adam rimos nessa parte. — E eu bati no André quando ele bagunçou meu cabelo, de uma maneira fofinha, mas odeio quando são carinhosos comigo. — Disse por fim. — É isso, depois desse dia, nunca mais nos separamos.

– Por que não gosta quando as pessoas são carinhosas com você. — OPA, assunto que não quero falar. Como vou me livrar dessa vez?

E assim apareceu a solução. Meu celular tocou bem na hora. Vi que era o meu pai, para minha grande surpresa.

– Pai? — Perguntei, sem acreditar. Desde o dia que eu fui para a casa da Luísa ele não me ligou, sintam o amor...

– Oi filha, como está?

– Bem, porque ta me ligando? Aconteceu alguma coisa? — Perguntei. Ele soltou uma risada.

– Não seja dramática Kat. Só estou ligando para saber como você está, não matou a sua mãe, matou? — Perguntou, com um tom sério na voz. Bem que eu queria, mas não sou assassina, ainda.

– To bem pai e não matei a Luísa, ainda. Quando volta? — Falei e o Adam me olhou estranho, sem entender a parte de matar a "minha mãe".

– Não por enquanto. Filha, estão me chamando no escritório, depois te ligo, tenho novidades... — Disse.

– E só no final da ligação você fala? — Disse revirando os olhos, o Dan soltou uma risadinha.

– Tchau. — E desligou o celular.

Bateu o sinal do final da aula. ótimo, vai dar para escapar da pergunta do Adam. Levantei rapidamente e fui direto para a sala.

Vi que o Adam me seguia. Mas não o esperei. Quando eu estava entrando na sala, ele segurou meu antibraço, fazendo-me virar.

– O que foi? — Perguntei.

– Preciso falar uma coisa importante com você, pode ser depois da aula?

– Tenho treino. — Disse rapidamente.

– Então depois?

– Pode ser. — Disse. — Ele assentiu e fomos sentar.

Graças a deus a detenção já acabou. Mas ainda teria treino, para a minha infelicidade. Eu estava muito nervosa e ansiosa para o que o Adam queria me falar. Será que ele ia dizer que aquilo tudo (do beijo e tal) não teve importância e que ele estava apaixonado por outra menina?

Nossa, agora eu tô é com medo.

As aulas passaram rápido. Sai correndo para o banheiro feminino. Botei o uniforme ridículo e sai.

Para a minha imensa tristeza encontrei o grupo da Patty e também reparei que a Carlie não estava com elas. — Deve estar com o Travis. — Pensei.

– Kat, kat... Que cicatriz horrível você foi arranjar hein... — Disse Patty com sua voz enjoada, sorrindo de canto. As outras sorriram logo depois.

– Cala a Boca sua idiota. — Disse com raiva.

– Você acabou de tirar uma companheira importante do meu grupo e vai pagar por isso, vadia.– Disse séria e com ódio nas palavras, do que diabos ela está falando?

– Eu não sei do que você esta falando e as únicas vadias que eu vejo aqui são vocês. — Disse com desprezo.

– CALA A BOCA SUA ABERRAÇÃO. — Eu voei em cima dela. Literalmente. e Lhe dei alguns tapas na cara. Mas as suas amiguinhas me seguraram.

– Você naõ vai me bater de novo Kat.São quatro contra uma. E agora cadê seus amiguinhos para te ajudar?

– CALA A BOCA! — Gritei.

– Cadê a Carlie, sua melhor amiga que na primeira chance te largou? Cadê KAT?

– CALA A BOCA PATTY. — Disse me debatendo para me soltar. Mas quando ela ia bater na minha cara, alguém segurou o seu braço.

– Se você tocar um dedo nela, eu juro que largo os meus princípios de não bater em menina. — Disse Adam, sério.

Patty recuou alguns passos e as "amiguinhas" dela me soltaram e foram correndo atrás dela.

O Adam finalmente se virou e me olhou com doçura e preocupação.

– Você está bem? — Assenti balançando a cabeça. — Vem, vou te tirar daqui. — Disse e fomos até a sua moto. Por isso que ele acordou mais tarde hoje. Veio de moto e nem me chamou. Malvado.

Ele se sentou e logo eu me sentei atrás dele. E sem esperar mais um segundo o abracei fortemente e ele pegou velocidade. Eu não consegui mais segurar as lágrimas e devo ter molhado toda a sua camisa. Mas parece que ele não ligou. É a minha cota de lágrimas não acabou.

Todo o sinal vermelho ele parava e segurava fortemente minha mão.

Chegamos em casa. Ele estacionou a moto em frente a sua casa. Ele desceu e eu fiz o mesmo.

Quando ele ia abrir a boca para falar alguma coisa, um carro preto chegou e estacionou. Eu conhecia aquele carro. Era a Luísa. Que péssima hora para ela chegar hein.

Ela saiu do carro segundos depois. Parecia muito feliz. Ele veio em minha direção, sem ligar deu esta de moto.

– Como está querida? — Disse docemente, depois de falar com o Adam.

– Pior agora. — Disse direta.

Mas ela não se intimidou. — O que aconteceu? — Perguntou.

– Você, com certeza, saberia se ao menos uma vez na vida atendesse o celular quando eu ligou ou talvez se você me ligasse para perguntar. — Disse com toda a raiva que eu podia sentir. Sem esperar nem um segundo entrei na casa do Adam, subi no meu quarto, peguei todas as minhas coisas e botei na mala. O Adam estava parado na porta do quarto.

– Kat, está tudo bem? — Ele perguntou pela quinta vez, eu acho. E eu não respondi. Não conseguia e não saberia responder.

Ele pegou rapidamente minha mala antes que eu pudesse impedir. A Luísa não estava mais na porta. Entramos na minha casa e fomos até o meu quarto. Ele botou a mala e continuou a me olhar.

– Depois a gente conversa ok? — Disse, quase que implorando.

Ele assentiu e saiu. Eu pensava que o meu dia não podia piorar.

Mas como sempre eu estava enganada. A Luísa bate na minha porta e eu não respondo, então ela abri e mostra a sua cara.

– Tem alguém que quer te ver. — Disse e logo depois abriu maia a porta e quem eu menos queria ver apareceu.

– Não posso mais adiar essa conversa Kat. — Disse Carlie.

Notas finais
O que acharaaaam? O que vcs acharam da lerdeza mental da kat sobre a conversa dos meninos? (se n entenderem eles estavam falando dela ok?) Comenta ta?
Beijooooos s2s2