H.h
22 Capítulo 22 - Novos Tempos
Notas iniciais
[新しい時間]
Capítulo 22: Novos tempos
Três meses haviam se passado desde o acontecimento chamado: “A batalha pela liberdade”. A aparente calmaria que permaneceu por eras na terra, se acabou. O mundo calmo onde os humanos vivem em paz enquanto as outras raças se escondem? Não existe mais... De um lado os humanos lutam para continuar prevalecendo, de outro, as outras raças lutam para vencerem o preconceito e serem reconhecidas. A verdade ainda não foi revelada. Ainda...
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Em algum lugar isolado do mundo, a chuva parecia ser eterna. Qualquer um que entrasse naquela cidade tinha seu humor abalado, pendendo para o triste.
Uma pessoa pairava na chuva sem se preocupar. Usava um sobretudo que cobria todo seu corpo e um chapéu redondo, típico oriental, que fazia seu rosto não poder ser visto. Ao chegar ao portão, fitou um prédio que se encontrava no meio da cidade, e encima dele, outra pessoa. Olhou de volta para o portão e ali viu duas gigantescas figuras, com estranhos 4 metros de altura. Vestiam o mesmo tipo de chapéu que ele e mascarás com um sorriso assassino. Cada um segurava uma gigante lança, protegendo o portão.
A pessoa se aproximou do portão e disse:
— Deixe-me passar, por favor.
As duas figuras assentiram com a cabeça, mas não deixaram a passar, invés disso, os dois investiram contra ela com uma força que tremeu o chão. Segurava sua katana apenas com uma mão, se defendendo das duas lanças. Ela as empurrou para trás e embainhou a espada de novo, passou calmamente pelas gigantes, que agora pareciam paralisadas e disse:
— Obrigado.
Nesse instante, os dois repentinamente se partiram ao meio. Ali, naquela cidade de chuva eterna, Ryuuji Sakurai continuava imbatível.
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Al e Karen estavam parados em frente a um túmulo improvisado. Não esboçavam nenhum tipo de tristeza, apenas respeito. Al deixou suas garras expostas e escreveu no chão:
“VÁ EM PAZ, TETSUO H.T-SAN ~”
— Pelo menos ele foi útil, nos dando algumas informações úteis. Disse Karen, segurando um cilindro metálico na mão. Al assentiu rindo e disse:
— Ele sabia que era sua hora, pelo menos morreu honrado. E também, não concorda comigo que este é um ótimo lugar para morrer?
Em volta deles, os corpos infestavam o chão e lobisomens lutavam sem esboçar cansaço contra os inúmeros soldados de farda negra. Até onde podia se var, as chamas se estendiam.
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No meio do oceano, um pequeno barquinho navegava calmamente, tão calmamente que chegava a dar sono a quem via. Era de manhã e o sol estava nascendo e refletindo na água. Dentro do barco, um homem com cabelos ruivos descabelados e uma barbicha de mesma cor dormia despreocupadamente. Ele sentiu a maldita luz em sua cara e acordou, se espreguiçou e olhou em volta, vendo o gigante astro, que se assemelhava a uma grande laranja.
— É tranquilizador não ter que se preocupar para onde ir, já que pensam que você está morto. Realmente preciso agradecer a Nishi, ele estava muito sinistro da última vez que o vi, será que é a puberdade? Disse sano, rindo. Ele se levantou, apontou o dedo indicador para o nada e continuou:
— Sei que essa frase não combina comigo e vai me fazer parecer um idiota, mas... Que venham os malditos novos tempos.
Capítulo 22 – Novos tempos: Fim.
Notas finais
Aguardem, meus leitores imaginários.
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