H.h

21 Capítulo 21- Declaração de Guerra


Notas iniciais
Fim da primeira parte e uma pequena demonstração do que está por vir.

[戦争の宣言]

Capítulo 21: Declaração de Guerra

Em algum lugar do céu, milhares de pessoas ouviam uma única figura. Ela se encontrava em uma grande torre e usava um dispositivo para expandir sua voz. Era alto e corpulento, tinha uma face rude e cabelos curtos e grisalhos, estilo militar. Em seu queixo se encontrava uma grande cicatriz e usava um tapa-olho, o fazendo parecer autoritário, exatamente o que ele era. Sua roupa militar preta estava cheia de medalhas, vestia um sobretudo e uma boina na cabeça, nas costas, carregava uma majestosa lança. Ali, naquele lugar cheio de prédios cercados pelas nuvens, ele gritava:

— Amigos que me ouvem, tenho algumas coisas para lhes dizer!

A multidão se calou, focando nele.

— Faz um tempo que a O.H.D está recebendo ataques de outras raças, diretamente ou indiretamente. Terroristas, manipulações de organizações e etc. Alguns meses atrás, uma cidade que pertencia a nós foi atacada e nos surpreendeu. Vocês devem ter ouvido falar do “Incidente das Quatro Horas”, claro que devem, e tem extrema consciência que aquilo fez com que o mundo se desentendesse. A mídia acusou alguns países de ataques terroristas e vários outros aliados nos abandonaram. Pois bem, o cúmulo aconteceu semana passada, a central japonesa foi atacada! E como se não bastasse...

Ele esboçou extrema raiva e continuou:

— Nossa tão preciosa prisão foi atacada dois dias atrás e desapareceu do mapa! Libertando criminosos e matando muitos outros, fazendo o mal se espalhar pelo mundo!

Ficou quieto por um momento, e olhou diretamente para a multidão.

— Generais e baixos soldados, informantes e até faxineiros, me respondam... É isso que vocês querem para o seu mundo?!

Seu discurso foi interrompido por um soldado afobado. Ele fez uma ligeira continência e falou baixinho:

— Recebemos um pedido de ajuda da central européia, ela foi atacada e tomada algumas horas atrás! Ele parou para respirar e continuou: — Os terroristas dizem ser pertencentes da OZ (Organização Zero) e exigem informações em troca dos reféns.

De propósito, ele havia deixado o dispositivo de voz ligado, fazendo as palavras do soldados serem ouvidas por todos.

— Vocês ouviram?! Continuou ele. — Esses malditos alegam quererem apenas viver em paz com os humanos, mas nos tratam desse jeito! Nos amedrontando e ameaçando!

Ele dispensou o soldado e fez um breve silêncio novamente. As pessoas começaram a murmurar entre si, fazendo um gigante cochicho coletivo. Ouvindo os comentários, ele deu sua cartada final, falando com desdém:

— Sim! Essa maldita organização ousa nos atormentar! Então, eu repito: É isso que vocês querem para o seu mundo?!

A multidão esbravejou. Ele riu e continuou. Conseguira irritar o povo, era esse seu objetivo.

— Então, é isto o que eu vim dizer... Eu, como chefe geral da O.H.D, declaro guerra à esses bastardos e a quaisquer outros que ameacem os humanos!

Aquilo se assemelhava a um lugar com um padre protestante mudando a cabeça de vários crentes cegos.

— Este lugar nunca deve ser atacado e nem invadido! Por que este é o último abrigo da humanidade... O paraíso! Ele retirou a lança das costas e a bateu com força no chão, fazendo a multidão reagir e gritar, exaltando sua raça.

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A central européia estava em totais chamas, prédios destruídos e pessoas estiradas no chão. Encima de um dos prédios, Al estava totalmente entediado. Ficar com aquelas roupas pesadas e óculos escuros para se proteger da luz, aquilo realmente o incomodava. Folheava um livro chamado: “A arte da guerra”. Depois de folhear mais algumas páginas, tocou o do alto do prédio, dizendo:

— Mas que bosta, não se precisa de táticas para vencer uma batalha, apenas chegue e destrua! É tão simples...

Do lado de Al, o velho Harry estava deitado olhando para o céu. Parecia notar que não viveria muito e aproveitava tudo o que podia. Coçou sua barba branca e suspirou, dizendo:

— Então é inevitável...

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No meio do mar, Nishi estava de em pé na proa de um navio. Seus olhos continuavam amarelos, ainda possuído pela S.N.

— Sinto os ares do mundo mudando... Disse ele, sem o sorriso maléfico na cara e com a voz grave.

O navio era carregado por mãos negras e gigantes feitas de fumaça, fazendo o navio andar mais rápido. Em sua frente, um pouco longe, ele avistou um gigante e negro navio de guerra a sua frente, dentro dele, Haruki se encontrava. Ela tinha um olhar determinado, carregava uma arma pesada e atrás dela, um batalhão inteiro de soldados da O.H.D se encontrava. Ela carregou a arma e disse:

— Nishi, eu vim te parar!

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Por todo o mundo, bandeiras da ONU e de seus países eram queimadas, já que não existia uma bandeira da O.H.D. Todas as forças se moviam, fazendo o mundo se tornar um caldeirão prestes a explodir. O temor havia se tornado realidade e o futuro é inesperado. Finalmente, guerra havia sido declarada.

Capítulo 21: Declaração de Guerra: Fim.

Primeira parte: Fim.