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18 Capítulo 18 - A Batalha pela Liberdade I
[自由のための戦い I]
Capítulo 18: A Batalha pela Liberdade I
Em algum lugar da Europa, mais especificamente em uma campina, os quatro vampiros se encontravam com seus inimigos naturais, os lobisomens. Os dois grupos não pareciam demonstrar ódio um pelo outro, apenas se olhavam com desprezo.
— Vai ficar irritadinho e rasgar suas calças? Brincou Al.
Um dos lobisomens rosnou de raiva, mas logo foi acalmado por um velho com cabelos ralos e brancos como a neve. Sua grande barba o dava um ar de sabedoria e seus serenos olhos azuis pareciam acalmar qualquer um.
— Não é necessário brigas, estamos lutando pelo mesmo ideal, disse ele.
— Então, vocês realmente atenderam meu pedido.
— Só nos dê sangue e está tudo bem, disse Al.
— Isso, garanto que terão muito, no campo de batalha...
Al sorriu, percebendo que o velho sabia negociar.
— Onde está “ela”? Perguntou ele.
— Está fazendo um pequeno trabalho, respondeu Al.
— Especificamente o quê?
Ele riu e rodopiou no ar, gritando:
— Abalando o mundo!
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Taikou se juntou à Nishi lá fora, sendo seguido logo atrás por Mitsu. Sentiu o grande impacto de frio em seu rosto e gritou:
— Argh! Minhas sobrancelhas congelaram!
Nishi ainda estava parado, perplexo, quando Mitsu disse:
— Obviamente, precisamos entrar na prisão e encontrar Sano.
— Infelizmente é inevitável! Ninguém o encontrará sem sermos nós! Disse Taikou, fazendo esforço para descongelar suas sobrancelhas.
Nishi voltou à cruel realidade e disse:
— E como diabos chegaremos lá?
— Felizmente, sobraram alguns botes atrás do avião. Quando Taikou falou isso, um anjo caiu sobre a ponte traseira e explodiu, levando-a junto. Ele olhou para Nishi e Mitsu, dizendo:
— Esqueçam o que eu disse. Maaas... Vocês ainda têm o seu grande super-herói aqui.
— E o que pretende fazer? Perguntou Nishi.
— Desde a última atualização das minhas botas, ganhei uma capacidade nova. Por favor, me dêem suas mãos. Eles obedeceram e logo depois, começaram a voar. As chamas azuis que saiam de suas botas faziam impulso contra o chão, fazendo ele “voar”.
— Não acha digno de um super-herói? Disse ele, caindo no mar gelado logo depois. Levantou-se e junto com ele, os dois vieram encharcados, segurando sem suas mão.
— Não faça coisas assim. Ainda bem que o uniforme absorve água, por que se eu pegasse um resfriado, iria te matar! Disse Nishi. Mas ele realmente pensou em como Taikou havia se dedicado nesses últimos oito meses. Sentia que havia ficado para trás.
Tiveram sorte em chegar perto do portão sem se machucar. Não conseguiam reconhecer quem era quem, só viam sangue. Mas uma coisa Nishi conseguiu reconhecer naquele tumulto sangrento. H-san, que não estava de capacete e apenas usava o mesmo, sobretudo que ele, enquanto que por dentro vestia apenas uma pequena blusa decotada e calças pretas e justas, juntamente com botas de inverno. Realmente não se sabia se ela estava com frio ou calor. Fazia gestos para cima enquanto mãos negras saiam do chão, levantando seus inimigos no ar e os apertando até a morte, triturando seus ossos.
— Pelo menos a temos do nosso lado, Aliviou-se Nishi, desanimado.
Perto dela, viu Bakuretsu-san carregando sua típica arma maior que ele, derrubando anjos como se ele fosse uma base antiaérea humana. Parecendo um duende com sua máscara de gás.
Mitsu, parecendo inquieta, disse: — Como vamos atravessar essa multidão?
— Bem, Nishi e eu conhecemos dois meios. Qual deles vamos usar?
— Acho que o mais fácil, disse Nishi, olhando para Taikou, sorrindo. Ele sorriu de volta e pisou fortemente no chão, fazendo as chamas de suas botas abrirem um buraco no chão. Nishi deixou as mostra as garras de suas luvas e os dois se dirigiram ao meio da multidão de soldados inimigos, gritando juntos:
— O melhor meio é... DESTRUIR!
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Do alto da prisão, duas pessoas olhavam para a batalha lá embaixo, parecendo analisá-la.
— Eles são bem ousados não é? Invadindo desse jeito, disse Rin, enquanto fumaça saia de sua boca por causa do extremo frio.
— Sabem que não vão ser vitoriosos, só estão vindo aqui para causar destruição, disse o irmão de H-san. Vestia uma roupa verde semelhante à de um general, enquanto só sua boca sorridente e a pele surreal, junto com os olhos amarelos podiam ser vistos.
Rin parecia ter olhos de falcão, vendo claramente Nishi, Taikou e Mitsu fazendo um belo estrago em seus soldados. Ela riu e disse:
— Tudo isso por você? Sano...
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Todos em volta da cela de Sano, riam, esbravejavam e gritavam.
— Os amiguinhos vieram te salvar? Quer que eu enterre os corpos depois? Dizia um deles, rindo de uma maneira bizarra.
Ele deu um soco na parede e ficou em silêncio por um tempo. Parecia não ter recebido nenhum tratamento e continuava ali como veio, em frangalhos. Abaixou a cabeça e disse:
— Idiotas... Por que vieram aqui?
Suspirou e botou uma das mãos à cabeça.
— Vocês vão morrer...
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Em algum lugar subterrâneo daquela prisão, uma bomba de Hidrogênio contava exatamente uma hora para a total destruição.
Capítulo 18: A Batalha pela Liberdade I: Fim.
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