Hey, Soul Sister

6 Capítulo 6 - Estresse


Notas iniciais
Mal tenho recebido comentários, mas assim que eu receber algum eu continuo e bom espero que gostem ! (:

– NIIIIIIIIIIIIIIICK! FALA COMIGO NIIIIIIIIIIIICK – ouvi alguém berrar

– ai — falei botando a mão na cabeça e abrindo os olhos vagarosamente

– Sua puta, você me assustou! – eu vi Ana Alice na minha frente e Marialice ao seu lado assustada

– o que houve? – perguntei me levantando devagar e minha cabeça doía

– você apareceu desmaiada na minha porta e com cabeça machucada, mas um porém é que você tocou a campainha, como ? Ana Alice perguntou tudo tão rápido que minha cabeça doeu mais ainda

– Eu nem lembro de vir pra cá, só lembro de uma luz forte e um dor na cabeça muito grande – falei tocando aonde doía

– Você deve ter sido atropelada – falou Marialice como se tivesse desvendado um mistério

– Claro, ela foi atropelada e o motorista vidente sabia que amigas dela moravam aqui e a trouce aqui, deixou a deitada na nossa varanda e tocou a campainha, EXCELENTE maninha – Ana Alice falou fazendo cara de deboche

– CACETE! Eu to viva é o que importa e também preciso urgentemente de remédios para aliviar essa dor de cabeça! — as duas se olharam como se escolhessem quem fosse pegar

– ANDA, MERDA! – grite, e minha cabeça latejou com o meu grito

– Vai – Ana Alice falou para a irmã mais nova

– Me diz o que você lembra? – ela disse se sentando ao meu lado

– Não quero falar disso, não agora – disse me sentando na cama vagarosamente

– Está bem – ela disse sorrindo de leve

Tomei o remédio e dormi, até nos meus sonhos eu não tenho paz...

– Nick, Nick, Nick !

– Merda – falei acordando

– Você tem que ir a casa a qual você roubou, tem que trabalhar, atrasos são como faltas e isso faz você perder o acordo, seu pai me ligou supondo que você estaria aqui e mandou te avisar – falou Ana Alice aflita do meu lado

– Droga, pega umas roupas minhas – falei me levantando para tomar um banho

Vesti minhas roupas, as quais ficavam aqui desde que sai de casa vim morar com as meninas, mas não dormia aqui todo dia, elas moram sozinhas pois os pais trabalham no exterior, sai de lá rapidamente

Fui caminhando até a casa luxuosa a qual eu roubei faz uns dias, parei um frente a ela e uma coisa me mostrou como ela era a noite, como um flash! Balancei a cabeça e passou devo ter a visto assim pois estava de noite quando vim aqui com Igor roubar, toquei o interfone

– Quem é? uma voz feminina perguntou sem interesse

– Nicolle Micaela- falei

Silêncio

– Sou a menina da casa de menores infratores – falei revirando os olhos

– Ah você, entra – a porta se abriu

Entrei no gramado e fui andando até a porta a qual tinha uma menina na porta e desde a entrada me olhava com cara de nojo

– Vou chamar a Dona da casa – disse se virando bruscamente e saindo rebolando

– Amor – ela disse botando a mão no peitoral de um menino bonito branco dos cabelos pretos lisos e rosto totalmente perfeito e alinhado, com olhos negros, não era do tipo que me atraia mas algo me fez ficar balançada ao vê-lo, ele estava me olhando com cara de surpreso, a namoradinha percebeu e me olhou com olhar fulminante como se eu tivesse culpa do jeito que ele me olhava, desvie o meu olhar dele

– Amor, aquela é a ladra – ela disse fazendo cara de nojo.

– Chame a minha mãe, ela está lá em cima – falou o menino bonito ainda me olhando, sua namoradinha não gostou nada daquele pedido, pois nos deixaria sozinhos e seus ciúmes eram bem visíveis.

– Rum! – ela soltou e sai batendo os pés com força enquanto subia as escadas

A casa era mais bela e bonito de dia, parei e fiquei a olhando por um tempo, já que o menino aparentemente bonito não parava de me encarar, até um moça descer ela eu já conhecia do dia da audiência

– Você chegou, bem tenho aqui tudo o quem pra ser feito, e aqui está seu uniforme – ela disse me olhando com desprezo

– Uniforme? Falei levantando a sobrancelhas e rindo

– Sim seu uniforme – falou ela seca

– Senhora, com todo respeito, o acordo diz trabalho comunitário exclusivamente para a Senhora, não sou sua empregada, se eu for usar isso você vai ter que me pagar – falei fazendo cara de deboche

– Você vai usar isso ou quer que ligue para o advogado e fale que você está se recusando? Quer voltar a morar com suas amiguinhas na casa de vagabundos infratores? – ela disse rindo

Engoli seco, serrei os punhos fortemente, minha vontade era de dar na cara dela, comecei a respirar forte sim eu ia explodir e ela ia saber o que é levar umas porradas bem fortes, a se ia e ia ser agora !


Notas finais
Não esqueçam comentem sempre :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.