Hey, Brother!
1 Yeah, just be yourself.
Notas iniciais
P.O.V. Lucy
Minha vida nunca fora normal, principalmente depois dos meus 7 anos de idade, a época em que comecei a ver algumas coisas, podemos dizer, estranhas... Mas vamos deixar isto para lá, o meu nome é Lucy, hoje tenho 14 anos, mas farei 15 na semana que vem, dia 16 de fevereiro. Em casa, eu vivo somente com a minha mãe, nunca fui de me enturmar muito, principalmente em algumas escolas.
Hoje estou na segunda semana de aula na minha nova escola. E agora é a aula de Geografia com um professor que dorme a aula inteira. A minha sala de aula têm, no máximo, 18 alunos, e nessa aula, é onde todos fazem bagunça, gritam, fazem guerras com bolinha de papel, etc. como se só tivessem 6 anos de idade. Enquanto eu, fico sozinha em uma cadeira no canto ouvindo música enquanto leio meus livros do Harry Potter pela segunda vez. E, é claro, tem aquele garoto ridículo, o Luke. Sempre tão brincalhão, o palhaço da turma, ou seja, um completo idiota!
P.O.V. Luke
– Cara, já sabe os planos da nossa pegadinha de amanhã, certo? — Eu perguntei para o meu melhor amigo, o Leandro.
– É claro, mas quem será a vitima desta vez? — Ele perguntou
– Ainda estou pensando nisso, que tal aquela garota nova, a Anti-Social?
– Pode ser. Agora, vamos voltar à aula, pois já está acabando.
Juntos, saímos do armário do zelador e voltamos para a sala de aula, quando vimos Lucy, abafamos nossas risadas com as mãos.
50 minutos depois, o sinal tocou e esperei pelo meu pai na porta do colégio. Amanhã, seria o aniversário da minha mãe, mas eu não me importo muito com isso, porque minha mãe e meu pai se divorciaram quando eu tinha apenas 1 ano de idade, deixando apenas uma foto dela com uma parte rasgada ao lado. Eu e meu pai não falamos muito sobre ela. Ah! E por falar do meu pai, ele chegou.
No dia seguinte, na porta da escola, Leandro disse:
– É hoje! Pode repetir o plano, por favor?
– Na hora do intervalo, ficaremos na sala de aula e penduraremos a mochila de Lucy no ponto mais alto da janela. — Respondi
– O.K.
Parece que o tempo estava passando mais devagar, olhei no meu relógio de pulso: 7:30, 8:20, 9:10, e, finalmente 10:00! O sinal tocou e todos saíram da sala, exceto eu e Leandro.
– Leandro, vigie a porta. — Pedi. E ele foi em direção a porta e ficou olhando pelos buraquinhos na parte de cima.
Arrastei uma cadeira para a frente da janela e subi, mas não consegui alcançar.
– Lê, dá uma ajudinha aqui? — Então ele veio, e estendeu suas mãos e seus braços para eu subir. Já estou quase conseguindo... Consegui! Mas, a porta da sala abriu, e só tive tempo de cair das mãos de Leandro. Era Lucy quem entrou na sala.
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