Heróis também podem sangrar.
11 O assédio da meia-noite.
Notas iniciais
Hoho....minna-san! Esse captulo foi...digamos, feito com muito carinho, espero que gostem!
OBS: Captulo reeditado (melhorado)!
Boa leitura!
OBS: Captulo reeditado (melhorado)!
Boa leitura!
— Hum... então tá indo no rumo errado, ele fica pra lá! — ela avisou entediada, apontando para o lado oposto que a loira percorria.— Er... e-eu sei que fica pra lá, eu é... “Tenten vá dormir”! — ela ordenou exaltada. — Você não está me vendo, sou fruto da sua imaginação... você está dormindo neste momento.— Se neste momento eu estou dormindo, porque primeiramente você me mandou dormir? — indagou curiosa. — É burrice mandar dormir alguém que já está dormindo... e se eu realmente estivesse dormindo... — a garota então se beliscou. — Aí! É possível sentir dor de verdade nos sonhos?— Ar... c-claro que é! S-Super normal! — a loira afirmou confusa.— Então, se é normal eu sentir dor num sonho, sendo que não é verdadeira, seria considerada uma dor real ou imaginária? — perguntou com o olhar zombeteiramente curioso.— Er... a-acho que depende... — tentava achar algum fundamento em toda aquela baboseira que já não estava mais sabendo como explicar.— Mas se de fato você não sabe, então significa que eu também não sei, pois se você é fruto da “minha” imaginação, consequentemente, os resultados de suas respostas serão baseados no meu conhecimento, pois o sonho de uma pessoa é constituído pela mente da própria, ou seja, não há como você saber de algo que eu não saiba... ao menos eu acho! — explicou.— Hãaaaaan?! — ela inquiriu completamente transtornada, sentia sua cabeça rodar. — Volte para o seu “mundo”! Você não pertence a esta realidade — a loira proferiu em uma medida desesperada de se livrar da outra.— Porque não pertenço a esta realidade? Os sonhos pertencem a uma outra dimensão?— Ahhh n-não sei! Eu... é — a beira de pifar os neurônios que ainda tinha, a loira foi interrompida.— De fato não há como você saber, afinal, eu não sei! Enfim, onde você está indo Ino? — perguntou dando fim ao seu joguinho mental.— Eu já disse que isso é um sonho, CACETE! — a garota insistiu aparentemente nervosa.— Você escutou o que eu disse? — a morena inquiriu com deboche.— Hãn?— Não há como eu sonhar com o que eu não saiba... ou seja, com o que não existe dentro da minha mente. Sacou ou quer que eu desenhe?— Não entendi! — disse fazendo uma “poker face”.Tenten revirou os olhos e voltou a fitar Ino.— Eu não sabia sobre sonhos serem de outras dimensões ou coisas desse tipo, na verdade eu nunca sonhei e se já, não me lembro — explicou sarcástica. — Hehe... danadinha, nessa direção ficam os quartos dos meninos, o que você... — foi interrompida.— Aff... o primeiro que conseguir te enrolar ganhará um troféu! — ela concluiu desistente olhando pro lado.— Eu tava te “trollando” desde o momento que topei contigo aqui! — disse caindo na risada.— Ora sua “demônia”, se já tinha sacado, porque você... sua maldita! — falou irritada.— Sua carinha te condena amiga! Anda, me diga que agora tô curiosa...— Hãn?— Como assim “hãn”? O que tú ia fazer naquele lado? — perguntou apontando para o mesmo.— Aff... vem cá! — a loira puxou a outra para seu quarto e fechou a porta. — Olha só, vou falar aqui bem baixinho, só pra você e não é pra espalhar por aí, tipo, é pra tu morrer sem dizer pro pessoal o que “acontecerá” nesta noite — cochichou com Tenten e esclareceu tudo.(...)A ruiva dentro do quarto toda contente cantarolava enquanto terminava de arrumar a cama e logo se jogando na mesma.— Vish! Vai chover... Karin arrumando a casa? — o rapaz indagou com deboche.— Foda-se! — ela mandou mostrando-lhe o dedo do meio.— Hoho... a educação passou longe hein “animal”?— Aff Suigetsu, não vou gastar meu tempo ficando irritada contigo. Arrumei sim e daí? — perguntou olhando ao redor. — Tenho que manter esse lugar impecável, afinal, será o meu ninho de amor — disse em seguida suspirando.— Hehe... que porra você bebeu?— Nada, seu idiota! Logo acharemos o Sasuke-kun, então este será nosso cantinho. Mataremos você e ficaremos apenas os dois juntinhos, no calor do amor! — ela explicou pensativa imaginando o futuro tão sonhado.— Aí, sorte a sua que sonhar não paga... — ele falou com sarcasmo — e na boa, você acha que isso vai acontecer mesmo? Ainda não vi nenhuma vaca criar asas.
— Haha... aí que você se engana meu caro, não é um sonho, é a realidade! Vou seduzi-lo e ele não resistirá a mim! E sobre vaca criar asas... como tem certeza que isso não é possível? — ela indagou com cara de intelectual arrumando os óculos.— Ué, nunca te vi voando! — zombeteiro, ele respondeu.— DESGRAÇADO! — ela gritou indo pra cima do garoto. — Eu vou te matar, caralho!— Hahahaha... mas você não pode negar, essa foi demais! — ele disse exibindo um sorriso amarelo descarado e caindo na risada.— “Morra diabo” — ela berrou subindo sobre o jovem e o estapeando.— Aí, podemos ficar a noite toda nisso, mas, amanhã a única prejudicada será você! Isso só vai te cansar.— Er... eu te odeio, infeliz — ela disse alto. — Porque esse “filho da mãe” não morre? Ar... vou dormir, humpf! — perguntou a si mesma e seguiu bufando até a cama, deitando-se.(...)Entretido com seu caderno de rascunhos, o garoto naquele momento sem inspiração e com seus pensamentos distantes daquele cômodo.— Sentimentos... como posso compreendê-los? —inquiriu a si mesmo começando a traçar um esboço no papel. — Ah... já está tarde, outro dia eu continuo — ele concluiu colocando o caderno sobre o criado mudo. — Nossa, é mesmo, esqueci de trancar a porta — ele foi até a mesma, porém foi interrompido pelo rápido apagão que ocorreu, no entanto, logo voltou a luz e ele prosseguiu trancando a porta.Então o rapaz se virou tomando o rumo de sua cama novamente.— Hãn? — arregalou os olhos assustado.— Hello baby! — a garota saudou.— I-I-I-n... — tentava dizer o nome, dando um tapa em si mesmo para parar a gagueira — Ino-chan?! — analisou ela dos pés a cabeça.— Tá vendo isso tudo aqui? — ela inquiriu dando uma voltinha. — É só pra você! Gostou?A loira trajava apenas um conjunto de lingerie vermelho, pequeno o suficiente para não tapar muita coisa.— Er... eu — tentava reunir palavras. — Que sensação estranha é essa que tô sentindo? — perguntou em pensamento a si mesmo. — O que você está fazendo aqui?— Ora, vim te ajudar!— A-Ajudar?— Sim! Você precisa de sentimentos. Então lhe darei o que quer! — explicou se aproximando do garoto, agarrando-o pela gola da camisa e o jogando com força sobre a cama.— Er... mas eu... — ele contestou tentando se desvencilhar da garota.— Oops! — ela deixou a peça minúscula que cobria a sua “comissão de frente generosa” cair propositalmente.— Uau... — o rapaz suspirou admirado, logo colocando suas mãos nos ombros da garota jogando-a na cama e ficando por cima. — Sentimentos são... interessantes!— Hoho... mais interessante ainda é explorá-los! — a loira disse maliciosa. — Diga adeus a sua inocência Sai-kun. Mwahahaha! — ela pensou, pervertida.(...)No dia seguinte, o sol já havia nascido e sua luz que adentrava as vidraças da janela da cozinha, já clareava bastante o local. O jovem que vinha do corredor se aproximou da mesa:— “Ohayou” Sasuke-kun! — saudou a garota ao redor da pia.— Oi... — ele retribuiu puxando uma cadeira e se sentando à mesa.— Hehe... você está melhorando rápido hein? Já está até conseguindo caminhar — falou sorridente.— Éh... — ele concordou logo colocando os braços sobre a mesa apoiando o queixo sobre suas mãos com o olhar distante, direcionado à janela.— Que nostálgico! — exclamou enquanto terminava o preparo do café observando o rapaz.— Hãn? — inquiriu voltando sua atenção para ela.— Vê-lo assim, me lembra dos tempos da academia — explicou em seguida suspirando pesadamente voltando sua atenção para o que fazia, calando-se.Após alguns minutos de silêncio ouviu-se um estômago roncar alto.— Er... aguenta mais um pouquinho aê! Já tô acabando Sasuke! — ela avisou olhando para o rapaz.— H-Hum... t-tudo bem! — ele disse corando envergonhado, olhando para o lado.— Haha... — conteve a risada logo pegando a “travessa” retangular de madeira, seguindo até a mesa e colocando tudo sobre a mesma. — São “onigiris”! — ela falou sorrindo. — Coma devagar e mastigue bem! — advertiu preocupada. — Espero que goste!— Hum... arigatou! — ele agradeceu começando a comer. — Por “kami”, até que enfim comida de verdade! Já não tava aguentando mais aquela sopa rala — pensou enquanto devorava os bolinhos de arroz. — Oishii! — proferiu contendo uma mordida.— Er? Obrigada, eu acho! — ela agradeceu o olhando espantada.(...)Reunidos à mesa na pousada:— Itadakimasu! — gritou se preparando para comer.— Aff, menos escândalo aí... ô Naruto! — pediu irritado.— Ah... vá se ferrar pulguento chato! — ignorou começando a comer.— Ora seu... do que me chamou? — indagou Kiba nervoso logo sendo impedido por Neji.— Pessoal! Fui só eu que escutei ou ontem à noite vocês também escutaram barulhos estranhos vindo de algum dos quartos? — inquiriu Lee se aproximando da mesa e se sentando.— É mesmo, eu ia comentar isso! — disse Kiba se acalmando em seu lugar.— Eu também ouvi! — sério, o garoto de óculos escuros se manifestou.— Ahhhhhhhhhhhh! — todos exceto Hinata e Shikamaru gritaram em uníssono.— Aff... que encheção — o preguiçoso resmungou.— Hehe... a gente não te viu aí! — o loiro falou coçando a cabeça, desconcertado.— Hum, entendo Naruto-kun eu escu — foi interrompido.— Eram uns barulhos estranhos, tipo... ahhh, ohhh, ownn... — gemia Lee tentando interpretar.— Não era assim não! Tava mais pra... aiiiiiihhh, hummmm, ahammm! — o outro imitou.— Nossa! Foi assim mesmo Kiba? — indagou a garota de coques tentando conter o riso olhando para a cara envergonhada de Ino e a de vítima do Sai, ambos também sentados à mesa.— E-Eu não ouvi nada! — o moreno se manifestou corado.— Sério Sai-san? Eu ouvi muito bem! — afirmou Neji.— Hehe... acho que era a cadelinha do Kiba parindo — o loiro provocou.— REPETE SEU DESGRAÇADO! — gritou se levantando e indo pra cima do outro. — Akamaru é macho, porra! Vou arrebentar sua cara!— O QUÊEE? — berrou a loira se levantando e se juntando ao Inuzuka para bater no Uzumaki. — Cadelinha... parindo? — ela inquiriu furiosa com chamas nos olhos.— Er... calminha pessoal! Eu é... — ia se afastando, logo saindo correndo e sendo perseguido pelos dois.— Vish! O Naruto e sua boca grande, que problemático! — falou entediado.— Você tem razão Shikamaru! — concordou de boca cheia. — Mas vem cá, se o ofendido foi o cãozinho do Kiba, porque a Ino se doeu também?— É mesmo Chouji, porque será? — indagou Tenten olhando com malícia e sarcasmo para o garoto pálido que não havia proferido uma palavra sequer, forçando o mesmo a abaixar a cabeça com o rosto ruborizado e continuar comendo em silêncio. — Mas enfim, é a Ino-chan né? Hihi... vai saber o que se passa na mente dessa maluca! — ela concluiu olhando para todos ao redor. — Bando de virgens! Fala sério, uma cadelinha parindo? Só o Naruto mesmo... — pensou.— Será que se eu disser que fui eu quem fez aqueles barulhos conseguirei chamar atenção? — em pensamento, perguntou à si mesmo o amante, digo, amigo de insetos que havia sido ignorado.
Notas finais
E aí minna? Odiaram? Gostaram? Sintam-se a vontade para comentarem!
#Notas:
"Onigiri": Bolinho de arroz japa.
"Oishii": Algo como "delicioso/saboroso"
Qualquer dúvida não tenham medo, perguntem a vontade =D
Kissus de chocolate para todos vocês e até a próxima *0*/
#Notas:
"Onigiri": Bolinho de arroz japa.
"Oishii": Algo como "delicioso/saboroso"
Qualquer dúvida não tenham medo, perguntem a vontade =D
Kissus de chocolate para todos vocês e até a próxima *0*/
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