Heróis também podem sangrar.

29 Abraça-me... Bem forte!


Notas iniciais
Yo minna-san!

E aí? Imaginaram como será o penúltimo capítulo da Fanfic? u.u
Será que ficou tenso? Leiam com atenção e com o sentimentalismo a flor da pele/parei x_x

Eu o escrevi com muito carinho e espero que vocês possam apreciar ;3
A música desse capítulo é a Lovers - Seven Oops!! (Deixarei o link aqui nas notas)

http://www.youtube.com/watch?v=MF8kHWWFO10

Bom! É isso aew... Divirtam-se!
Boa leitura!

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A garota lia e relia a carta que tinha em mãos, enquanto era assistida pela outra confusa. Buscava naquelas doces amargas palavras escritas naquele papel, as suas próprias respostas... O que ela faria daquele momento em diante.

(...)

Os primeiros raios de sol daquela manhã, que atravessavam por dentre as folhas das árvores, rumavam no rosto do jovem que caminhava pela mata.

Passos mecânicos, o moreno guiado pelo vento, tinha os pensamentos bem distantes dali. A expressão vazia, o olhar fosco, o sentido para sua vida não tinha, o que faria... Como um dia no passado o seu antigo sensei havia profetizado, após a vingança o que lhe restaria seria apenas o vazio. De fato aquela era a realidade, a mais pura verdade.

Seria esse caminho o correto a se seguir?

Por mais que o seu coração, após tanto tempo imerso no gelo, agora almejasse por calor, naquele momento não mais tinha o direito a tal regalia, estava sozinho. A solidão, mesmo que antes julgasse ser sua melhor companhia, agora ela doía — e como doía!

Em sua mente, o passado parecia um filme, a nostalgia o fazia engolir a seco e pensar no quão idiota ele havia sido todo esse tempo, porém, de nada mais adiantava matutar aquilo, afinal era impossível voltar atrás e mudar os rumos que seguiria até o presente.

Talvez realmente devesse seguir em frente, trilhar por novos caminhos em busca de um destino desconhecido, seria o melhor, o ajudaria a esquecer do seu passado e quem sabe aprenderia a sonhar com um futuro!

No entanto, dessa vez seria isolado de todos, havia até mesmo, antes de lutar com Naruto, deixado claro para os membros do time Taka que não retornaria para o lado deles outra vez e que cada um deveria dali em diante seguir o próprio caminho.

No fim, mesmo que tentasse se livrar de tudo e de todos, ainda assim, sabia que oculto em seu coração aquele sentimento nutrido pela ex-companheira de time, o qual sempre negara existir, carregaria por toda a vida. Justo! Além da solidão, o amor impossível era o preço que pagaria por seus atos!

Certo! Assim seria até o fim, mesmo que doesse a alma, suportaria com todas as suas forças...

Convencido de que não olharia para trás, seguiu em frente, porém, inconscientemente seus passos cada vez mais lentos, pareciam querer ganhar tempo, almejando que alguém o parasse naquele momento, que o perdoasse e no fundo ele sabia que esperava que ela, Haruno Sakura fosse aquela que viria e o livraria de todo o seu sofrimento, de toda a sua escuridão.

Um sonho?

Sim! Mesmo que negasse, por mais inalcançável que diante dos teus olhos parecesse, ele sonhava com aquela possibilidade — e como sonhava!

(...)

Reunidos numa casa de chá em uma pequena vila fora do País do Fogo, a equipe abandonada pelo líder, discutia a sua atual situação:

— Cara... Eu to chocada até agora! — contou a jovem ruiva.

— É... Eu também não esperava que tudo isso fosse acontecer! — confessou o rapaz de cabelos branco-azulados. — Mas enfim, é a decisão dele! Não há nada que possamos fazer! — avisou olhando para o lado.

— Sim! Você tem razão, Suigetsu! — concordou o homem de cabelos alaranjados.

— Como assim? Temos de ir atrás dele para convencê-lo a ficar com a gente, poxa! — manifestou a garota.

— Aí... Ele já deixou claro que não quer mais fazer parte do time, não podemos obrigá-lo a permanecer! — informou entediado. — Juugo, o que você fará de agora em diante? — indagou ao outro.

— Hum... Acho que irei para Konohagakure no Sato! — disse tranquilamente.

— O quê? — inquiriram os outros dois em uníssono.

— M-Mas como assim? Pra Konoha... — a mulher arrumou os óculos.

— Sim! Eu não tenho um lugar para onde voltar e após a guerra, interessados em saber sobre o selo do Orochimaru, me convidaram para morar lá e isso também seria uma forma de me redimir com o País do Fogo... — pausou olhando para os companheiros. — Acho que vou aceitar! — sorriu sincero.

— Ah... — o garoto boquiaberto arregalou os olhos. — E-Entendo! Boa sorte pra você!

— Karin, o que você fará? — perguntou o mais velho olhando para ela.

— E-Eu? Bem... — ela pensou por alguns segundos. — Ora, vou atrás do Sasuke é claro! Se vocês vão desistir dele, eu não vou! Eu o amo e... — foi interrompida.

— Aí mulher, francamente... Você já foi rejeitada um milhão de vezes por ele... Você não se cansa não? Se você for atrás dele, Karin, o máximo que você vai conseguir será mais um fora pra sua coleção! Aff... — desdenhou olhando para o lado.

— Ora seu... Desgraçado! — vociferou logo tendo os olhos inundados por lágrimas e calando-se abaixou a cabeça. — Morra... Eu quero que você morra!

— Humpf! — ele ignorou virando o rosto.

— Suigetsu... E você? O que fará? — indagou o homem.

— Continuarei minha busca pela espada Samehada e me tornarei um dos sete Espadachins da Névoa! — anunciou confiante.

— É... Então esse é oficialmente o fim do Taka! — declarou o outro.

— Não, Juugo! Na realidade, o Taka acabou quando um pequeno raio de luz finalmente alcançou aquele Sasuke, que aos poucos parecia ser consumido pela escuridão! — expôs com o olhar distante.

— Hum... Você está certo! Mas enfim, é aqui que nos despedimos! Eu jamais me esquecerei de vocês, espero que possamos nos encontrar às vezes! — contou.

— Certo, Juugo! Quando puder irei te visitar! — avisou o rapaz se pondo de pé.

— Né, pessoal... Vocês vão mesmo embora? — inquiriu a garota finalmente voltando a falar.

— Sim! — confirmou o jovem entediado deixando o dinheiro sobre a mesa.

— Pois bem, Suigetsu! Vão, vão embora! Eu não preciso de vocês! — ela gritou derramando mais algumas lágrimas.

— Ah claro! Você vai atrás do Sasuke, né? Pois então... Boa sorte! — desejou com sarcasmo o garoto seguindo até a porta.

— Isso mesmo, vai embora! Humpf... — ela bufou furiosa.

— Até mais, Karin! Boa sorte pra você! — despediu-se o outro homem.

— Até... Juugo! — a jovem abaixou a cabeça novamente.

Ambos os rapazes saíram pela porta, deixando para trás a garota ajoelhada ao redor da mesa com seu copo de chá ainda intacto. Ela fitava o nada, enquanto as lágrimas tranquilamente caíam de seus olhos e ela refletia.

Porque ela não podia ter para si aquele maldito Uchiha?

Porque ele não a amava?

Porque ela era tão apaixonada por ele?

O que ele tinha para atraí-la daquela forma?

O que ela não tinha para ele a esnobar daquele jeito?

Eram tantas perguntas, que após alguns segundos ela desistiu de prosseguir com aquele interrogatório e pela primeira vez na vida caiu na real.

Por mais que ela amasse aquele Uchiha Sasuke, havia algo que, mesmo que ela se tornasse a melhor mulher do mundo, ela jamais poderia superar, sequer competir... E esse algo era aquele brilho que cintilara nos olhos negros do moreno enquanto durante a guerra, em plena batalha, ele observava a garota de cabelos róseos, zelando por ela.

Relutar àquela dura realidade era inútil e agora estava claro para ela...

Empurrou o copo, levantou-se apressadamente e correu até a porta. Avistou bem longe dali o rapaz que seguia com sua grande espada presa às costas.

— SUIGETSU! — ela gritou correndo atrás dele.

— Hum?! — surpreso ele virou-se para trás e esperou por ela.

— Eu... — ela disse ofegante, logo o alcançando. Ela suspirou e abaixou a cabeça. — Eu n-não quero ficar sozinha! Por favor, não me deixe sozinha... M-Me leve com você? — perguntou com a voz embargada pelo choro.

— Aí Karin, o time Taka já era! É cada um por si agora! — avisou dando de costas.

— M-Mas... ESPERA! — ela seguiu até o rapaz pegando em sua mão. — Por... Por favor, Suigetsu! Eu me acostumei a isso e não tenho a mínima ideia de como seguirei minha vida! Então... — ela começou a chorar. — Eu... Imploro-te! Me leve com você... — ela ergueu a cabeça olhando profundamente nos olhos dele.

Droga! Isso é golpe baixo, Karin! — pensou desviando seus olhos do olhar dela. — É... Quem diria... Você que sempre me detestou e que há poucos minutos atrás desejou que eu morresse... O que é que te deu? — zombou jogando aquelas palavras na cara da garota.

— Eu... Eu sinto muito p-por tudo! Por favor, eu não quero ficar sozinha... — foi interrompida.

— Né Karin... Você só está fazendo isso porque caiu na real e entendeu de uma vez por todas que aquele cara não te quer, do contrário você não pensaria duas vezes antes de me mandar para o inferno por ele... No fim, você só está dizendo essas baboseiras porque precisa de mim, afinal, você sempre fez questão de deixar claro que não gostava de mim, que não me queria por perto... — com a expressão séria, o que não era comum, ele cuspiu aquelas palavras carregadas de ressentimentos na garota. — Só que, agora quem não quer... Sou eu! — anunciou continuando o seu caminho.

— Maldito... — ela caiu de joelhos no chão, levou as mãos ao rosto tapando-o e começou a chorar escandalosamente.

— Adeus, Karin! É... Realmente era isso o que eu queria falar! — murmurou dando meia volta e seguindo até a garota. — Mas essa desgraça de coração não me permite, anda levante-se! Antes que eu me arrependa... — ele estendeu a mão a ela.

— S-Suigetsu? — ela levantou o rosto olhando nos olhos dele. Emocionada, ela armou um bico de choro outra vez. — Arigatou...

— Aí mulher, desmancha esse bico que isso não combina contigo! De certa forma, isso é até grotesco... — confessou olhando para o lado.

— D-Desculpa! — ela esfregou as mãos nos olhos secando as lágrimas.

— DESCULPA? — ele indagou arregalando os olhos. — Caralho... Acho que realmente vi uma vaca criar asas! — zombou lembrando-se de uma conversa que tivera com ela há um tempo. — Mas olha só, não quero tu me enchendo o saco não, beleza? — perguntou erguendo uma sobrancelha.

— Tá certo! Prometo que lhe ajudarei e não serei um peso pra você! — respondeu num tom de voz estranhamente amigável.

— Medonho... — o rapaz olhou assustado pra ela. — Isso foi muito sinistro... Sério! Tô chocado — murmurou mais para si do que para a garota. — Enfim, acho melhor a gente ir andando, porque parece que hoje vai ter chuva de canivete! — avisou olhando para o céu.

(...)

Os olhos vermelhos e inchados denunciavam o choro pela madrugada em claro que passara, ainda em sua sala no centro médico de Konoha, a garota de cabelos róseos refletia sobre a carta que tinha em mãos, enquanto a morena, debruçada sobre a mesa, cochilava.

— Hãn? Ohayou Sakura! — saudou a jovem despertando e coçando os olhos. Não obteve resposta e então olhou no rosto da amiga notando sua expressão distante. — Né, Sakura! Você não dormiu a noite toda, até que horas você pretende ficar aí sentada, relendo essa carta? — indagou confusa.

— Hinata... Eu sempre fui tão inteligente, só que nesse momento, eu realmente não sei o que fazer! — confessou deprimida fitando a outra.

— Sakura! Vou buscar um pouco de chá para você se sentir melhor, daí conversamos... Quer que eu chame as meninas também? — perguntou seguindo até a porta.

— Não, Ino deve estar muito ocupada com a loja, afinal, agora é só ela e mãe dela, e a Tenten... Ah, pobre Tenten, ela já está sofrendo bastante com Neji daquele jeito, não tenho o direito de incomodá-la! — explicou entristecida.

— Hum... Certo! Já volto! — avisou saindo da sala.

Alguns minutos depois, a jovem Hyuuga adentrou a sala com uma garrafa e duas xícaras sobre uma bandeja.

Aproximou-se da mesa, colocando a bandeja sobre a mesma. Sentou-se novamente na cadeira, pegou uma das xícaras e serviu o chá.

— Sakura! Essa carta... Uchiha Sasuke, certo? — inquiriu olhando nos olhos dela.

— Sim! — confirmou diretamente.

— Pois me conte! Diga-me o que aconteceu! — pediu firmemente.

— Certo! — ela suspirou.

Sakura contou tudo o que havia acontecido na noite passada e mostrou o conteúdo da carta para Hinata.

— Entendo... — disse a morena.

— Eu não sei o que eu devo fazer... A minha mente está me dizendo para não ir atrás dele, mas o meu coração... — abaixou a cabeça. — O que você faria se estivesse no meu lugar, Hina? — perguntou com a voz embargada pelo choro.

— Sakura, se o Naruto-kun se levantasse daquela cama e sumisse... Eu o procuraria até no inferno, no entanto, o Sasuke-san não sumiu! Ele optou por isso e te deixou ciente... Porém, essa carta que ele deixou, no meu ponto de vista, só revelou as consequências da falta de diálogo e compreensão por ambas as partes! — anunciou séria.

— Hãn? Como assim? — indagou com os olhos arregalados.

— Ora Sakura, nenhum dos dois perguntou ao outro como se sentia... Assim, nunca se entenderão! — explicou suavemente.

— É... Você está certa! Mas... — tentou reunir palavras.

— Mas o que? Se você o ama, acho que deveria ir atrás dele, mesmo que seja um mal entendido e que leve um fora, terá esclarecido essa dúvida... Daí poderá seguir sua vida sem arrependimentos!

— Você tem razão! — falou a garota de cabelos róseos se pondo de pé e secando as lágrimas. — Vou achar aquele desgraçado e colocar essa história a limpo, de uma vez por todas! — afirmou cerrando o punho, com uma expressão assustadoramente maligna estampada no rosto. — Muito obrigada pelo conselho! — agradeceu pegando nas mãos da amiga e em seguida foi até a porta. — Até mais, Hina!

— N-Né Sakura, só não vá matá-lo... — assustada com ela, alertou inutilmente pois a rosada já tinha sumido da sala. — Vish! Ela tá brava... Que os deuses protejam esse rapaz! — murmurou pegando a xícara e tomando um gole de chá.

Enquanto isso, após sair do hospital, a garota parou na porta e pensou...

Kyah! Eu não sei pra onde aquele infeliz foi! — ela olhou de um lado para o outro. — Ah, já sei!

A kunoichi correu até a casa do sensei e após bater freneticamente na porta por alguns minutos, o homem finalmente abriu:

— Ora, que surpresa! Você veio visitar o seu sens... — foi interrompido.

— Kakashi-sensei! Por favor, me empreste seus cães rastreadores! — pediu apressada.

— Hum... Vejamos, você quer ir atrás do Sasuke, certo? — supôs com o desinteresse matinal.

— S-Sim! — ela olhou para o lado, corada.

— É... — ele se agachou e em poucos segundos realizou a invocação. — Pronto! Aqui está, Pakkun irá te acompanhar! — avisou se levantando.

— Hai! Vamos garotinha... — o cão saiu em disparada na frente.

— Arigatou sensei! — ela agradeceu. — Vamos lá totó! Ache aquele Uchiha maldito pra mim! — pediu correndo atrás do animal.

— Não há de que! — o homem entediado fechou a porta.

Após algumas horas correndo pela floresta, a jovem já conseguia avistar, bem longe, o rapaz que parecia caminhar de vagar.

— Pakkun! Dispensado! — ela falou para o cachorro.

— Que pena! Queria assistir ao desfecho dessa história! — murmurou o cachorro olhando para o lado e logo sumiu.

O moreno seguia a passos lentos, como se o seu corpo não quisesse continuar naquele caminho.

— Sasuke-kun! — ele escutou aquela voz familiar, bem baixinho, chamar pelo seu nome.

— Hum... Já comecei a escutar a voz dela! — concluiu.

Mas no fim, ele sabia que todo esse sofrimento faria parte da vida dele e que dali em diante, teria de suportar.

— Sasuke-kun! — ele escutou outra vez, parou de caminhar e suspirou pesadamente.

Não! Não queria mais sofrer daquela forma, ser torturado por aquele sentimento que o assombrava. Então jurou para si mesmo que o que faria naquele instante seria o seu último ato de insanidade, voltou-se para trás e começou a correr na direção de sua vila natal outra vez. Tinha decidido que ao menos faria o que ele sempre tivera vontade, porém nas oportunidades lhe faltara coragem.

No entanto, ao olhar para frente ele avistou alguém se aproximando.

Naquele momento em que seus olhos negros se encontraram com os olhos verdes da jovem que corria em sua direção, pasmo, ele parou de correr observando ela se aproximar.

— Sasuke-kun! — ela proferiu ofegante, chegando até ele. Quando o encarou, toda a raiva que estava sentindo desapareceu.

— S-Sakura? — ele indagou surpreso, com os olhos ficando marejados.

— Porque Sasuke, por quê? — ela o olhou com um misto de reprovação e desapontamento.

— Onegai! Abraça-me... Bem forte! — pediu com a voz embargada pelo choro.

— Sasuke, você... — ela abriu os braços e o acolheu por entre os mesmos. — Você é tão... Idiota!

A jovem não obteve uma resposta, o rapaz apenas acomodou o rosto no ombro dela e pôs-se a chorar. Envolvidos naquele abraço desesperado, que por si só esclarecia todas as dúvidas e mal entendidos que pairavam sobre os dois. Assim permaneceram por um tempo.

O que o destino lhes reservava, eles não faziam a menor ideia. Naquele instante, com suas mentes atordoadas pelo momento, alienados do mundo: ela não sabia mais o que falar, as palavras sumiram de sua boca; ele não queria acordar daquele momento envolto pelos braços dela, desejava que o tempo os congelasse para sempre naquele abraço há muito almejado.

Notas finais
TADAMMMM

O que vocês acharam? u.u
Tá certo, eu exagerei quando disse que seria um capítulo muito tenso >.<' Mas enfim, o que será que nos aguarda o final da Fanfic? *-*
Não vou deixar o nome dele para vocês u.u'
Só deixarei uma dica... Será um final inesperado, sério! Aposto que a maioria de vocês se surpreenderá (ou não) com desfecho dessa estória... Será bom ou ruim? u.u

Kissus de chocolate e até o próximo meus fofos(as)!