Herzfeld

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Espero que gostem, faz tempo que não escrevo.

A tensão no carro era gritante, sentei no banco da frente do utilitário preto esperando que a viagem do aeroporto até a Academia Lakewood, no banco traseiro meus dois melhores amigos do mundo humano- pelo menos até dois dias atrás eram meus melhores amigos até eu os arrastar pelo país e jogar um mundo inteiro na frente deles. Diante dos meus olhos os grandes portões dourados cresceram, havia pouquíssimo que Arthur e Daniel sabiam, peço ao bom Deus que quando comecem a descobrir as coisas não me odeiem ainda mais.

-Chegamos — Eu digo sem olhar pra trás enquanto o carro para, um segurança vestido de preto abre a porta para mim e salto do carro, o sol do meio dia brilha e apenas com alguns segundos já começo a sentir calor mesmo usando uma saia mas a blusa preta de malha com manga nos cotovelos e o meu cabelo preto solto quase na cintura não ajudam.

Bem vinda senhorita Herzfeld — E fez uma pequena reverencia — Pode me chamar de Lestat…

Como o vampiro ? — Ele deu um sorriso envergonhado.

Exatamente como o vampiro, senhorita Herz..

O interrompi de novo:

Pode me chamar de Mary — Sorri.

É.. a diretora Okasawa gostaria de ve-lá, mas claro depois que se acomodasse, seus quartos e seus pertences ja estão prontos, Mary seu quarto ainda é o mesmo e quanto aos senhores eu os acompanharei.

Obrigada, querem que eu va com vocês até as acomodações ? — Perguntei me virando para os meninos.

Tanto faz — respondeu Arthur, enquanto Daniel continuou quieto sem me olhar. A questão com Arthur era essa, ele tendia a ser arrogante e ignorante mas nem sempre fora assim, ele era realmente um dos meus maiores confidentes no tempo em que fiquei fora mas alguns acontecimentos, tanto em sua familia como entre nós o fizera se fechar, e uma pequena parte de mim já sabe que com tudo que ele vai descobrir, só tem tendência a piorar por eu não ter dito antes, mas eu não podia…

Já com Daniel o buraco era mais embaixo, e já sei que o erro foi meu desde o principio mas não podia deixar ele, não podia deixar ele correr perigo. Nossa escola não aceitava humanos mas era o lugar mais seguro, não foi necessário muito da parte do meu pai para recebermos permissão da escola para trazer-los, definitivamente foi mais fácil receber permissão da escola do que convencer-los, foi até mais fácil com Arthur mas tivemos que arrastar Daniel.

Comecei a andar em direção aos quartos, os meninos apesar de terem suas próprias alas não teriam as melhores suítes, teriam que dividir e seria um dos prédios novos, o que significava mais distantes do centro da escola. Não havia necessidade de ir direto ao meu quarto pelo horário, em alguns minutos as aulas ja haveriam acabado, me sentei em um banco e finalmente comecei a absorver o ambiente a minha volta, tudo me era familiar as árvores o cheiro, cresci nesse lugar e só quando fiz 14 anos consegui convencer meu pai de que eu poderia ter uma vida normal, mas sempre vinha visitar por causa dos meus irmãos, mas estou feliz por estar de volta.

Senhor… quer dizer Mary- Me viro.- estava monstrando o campus porém precisam de mim, será que..

Sem problemas- Sorrio e me levanto.

Obrigado- E então Lestat se foi, e mais uma vez o clima pesou.

As aulas vão acabar daqui a pouco e vocês vão poder conhecer todo mundo — disse- A escola é muito boa vão gostar, oferecem varias aulas que podem escolher apesar que algumas não vão poder frequentar por não possuirem as mesmas habilidades que a gente, mas deve ser isso que a diretora vai querer falar comigo e vão ter orientadores para ajudar a montar seus horários.

Não obtive resposta, isso já estava ficando frustrante.Um sinal soou e segundos depois os portas eram abertas e o corredor se enchia de vida pelos diversos estudantes.Quem eu realmente queria ver sabia onde me encontrar, então me encostei na árvore e os meninos se sentaram, diferente de mim sentaram virados para as pessoas no banco de concreto sem encosto. Alguns olhares curiosos se viraram para gente, éramos os únicos sem uniforme, mas não foram tantos, estavam todos eufóricos com a sexta-feira e o final das aulas daquela semana.

E então eu o vi, meu coração pulou e eu esqueci de toda aquela aura negra de tensão ao meu redor por causo dos garotos, meu irmão Ty- como todos os chamávamos — vinha em minha direção e estava mais lindo do que quando o vi ano passado, ele tinha pele bronzeada, ombros largos e havia obviamente pego firme nas atividades físicas pois estava definido, o que era nítido por baixo da camisa social branca do uniforme a qual ele havia dobrado até o ante-braço.

-TY !- Ele me abraçou e me girou, e me deu aquele sorriso maravilhoso que fazia as meninas derreterem- você não sabe como senti sua falta…- E despenteei seu cabelo com dificuldade por nossa diferença de tamanho, nos meus genes não fui privilegiada com altura, tinha 1,58 enquanto meu irmão mais velho tinha 1,76 de altura.

— Também senti sua falta Meryem — Era assim que se falava meu nome em turco, Ty adorava me chamar por variantes do meu nome em outras línguas e ele sabia que eu amava, na escola éramos influenciados desde pequenos a aprender diversas línguas, mas quando chegávamos a certa idade que já podíamos escolher nossa grade completa ja não exigiam mais, porém em casa sempre tivemos influencias fortes então acabamos pegando amor por isso. Ele olhou além de mim, então apresentei Arthur e Daniel, foi breve e eles foram educados.

— Ja encontrou com os outros ?

— Não, cheguei não faz muito tempo, em que aula você tava?

— Matemática- Fiz uma careta, odiava matemática além de sempre ter sido ruim.- Hey, tenho que ir preciso falar com Zack, quer vir?- Zack era um dos melhores amigos do meu irmão eu o adorava mas a necessidade de ver os mais próximos está enorme, posso ver ele depois.

— Acho que vou esperar mais um pouco, nos vemos depois?

-Claro- E então meu irmão me deixou.

-Ei vocês querem fazer alguma coisa ? -Nem esperava mais por uma resposta- Não estão com fome nem nada…?Daniel..?

— Não- Jesus com um piscar eu podia matar ele, mas mesmo assim ele conseguia me assustar, Daniel era mais alto quase do mesmo tamanho de Ty, ele era extremamente gentil e super educado por isso ver ele se esforçando para ser frio me assustava, eu via tanto de Ty nele, era menos musculoso que meu irmão, tinha 16 anos sendo 3 meses mais velho que eu, ele se feria fácil, diversas vezes cheguei a beira de explodir e ainda assim controlada ele se ofendia, não que eu fosse a pessoa mais fácil.

— Então vamos fazer o seguinte, as quatro horas nos encontramos no prédio principal não é difícil de encontrar, ok?- Os dois assentiram e sai, cansei de ficar lá até conversar com a parede seria mais interessante que com eles que nem olhavam na minha cara. Resolvi ser produtiva e procurar Liz minha irmã que seria a mais fácil de encontrar pelo refeitório da ala dela ser menor e os alunos mais novos se dispersarem mais rápido, e só para chegar ao refeitório da área do fundamental eu precisaria passar por tudo então as chances de não encontra ela são mínimas.

A infraestrutura da escola é antiga, tipo é um castelo enorme que com o tempo foi incorporando os avanços tecnológicos, deixando o lugar com uma atmosfera moderna mas ao mesmo tempo antiga, as paredes carregam diversas histórias dos que vieram antes de nós assim como faz o máximo para se preservar, seguindo a planta de todo o castelo e seus prédios anexos, (com dormitórios, salas de treinamento, lagos e piscinas) existem vários bosques, e até florestas.O corredor de pedra do fundamental mantém o padrão do nosso, um pedaço do corredor com armários e portas que dão em salas de aulas e o outro lado igual, no entanto em determinado momento um dos lados deixa de existir se abrindo a um amplo bosque com mesas e cadeiras, existem algumas salas de aulas voltadas para o bosque mas não são muitas.Como já é fim das aulas do dia, algumas crianças andam pelo pátio, conversam, jogam, comem e praticam outras atividades.

Liz esta em seu armário quando a encontro. Tampo seus olhos e ela se retesa ao movimento não esperado, quero que adivinhe quem é, tinha deixado claro a todos que era uma surpresa para ela.

— Ahh não sei quem é, Lauren?…Dec..- Tiro minhas mãos e deixo que me veja, ela da um gritinho de alegria e pula em meus braços- MARY ! Porque ninguém me contou que você viria ? Estava com tanta saudade, quanto tempo vai ficar ?

-Senti tanta sua falta- e a abracei novamente- Era uma surpresa Bunny — Aos 5 anos Elizabeth se tornou obcecada por coelhos, costumava (sei que ainda guarda esse conhecimento) ver todos os desenhos que tinham coelhos, sabia tudo sobre eles, Pernalonga, Tambor, O coelho branco, entre outros eram sua religião, brincadeira, mas foi uma obsessão de uns 2 anos e o apelido pegou quando Mason o inventou, mesmo hoje ela odiando principalmente em publico.

— Não me chame assim- Fechou a cara por dois segundos e depois abriu um grande sorriso de novo- Você vai ficar bastante né ?

Nunca fui a pessoa mais paciente para crianças, me lembro que fiquei meio chateada quando a Rainha Herzfeld estava gravida, mas eu amava essa menina de um jeito único.

— Vou — Sorri e coloquei uma mecha atras de sua orelha- vou sim.

Minha irmã mais nova é inteligente e se destaca para sua idade, foi a escola com 7 anos, normalmente se era enviado a esse tipo de escola aos 5 anos de idade assim como eu e meus irmãos, mas insisti para que a enviassem mais tarde, não é fácil ‘sair de casa’ aos 5 anos, eu sofri no começo só não foi pior porque eu tinha a meu irmão gêmeo, e nem imagino como tenha sido para o Ty, mas tentei ao máximo amenizar para ela, logo cedo todos tivemos tutores, a partir 3 anos de idade até o momento de ir para Lakewood, convenci meus pais a manterem o tutor de Liz e intensificar as aulas para que ela pudesse ficar e ela se tornou uma aluna excepcional na escola.

Passei um tempo com Liz que me contou o que havia aprendido, falou dos amigos, de como estava ficando cada vez melhor, e se dedicando cada vez mais.Contei a ela as coisas que vi como estavam nossos pais e disse o quanto ela estava ficando linda, era parecida comigo, mesmo cabelos pretos lisos na raiz e que nas pontas ondulavam ou faziam cachos, pele bronzeada mas o que a difere de todos os irmãos Herzfeld são seus olhos, olhando para ela é possível ver uma grande guerra entre o marrom café e o verde jade, onde o verde predomina, herança de nossa tia avó Angelina.

Dou mais uma mordida no Donuts antes de sentir um par de mãos em meus olhos, são mãos quentes, masculinas trazendo um cheiro de grama cortada com violetas que me é tão familiar — EDEN SEU PALHAÇO — Pelo menos é o que eu tento dizer com a boca cheia de Donuts antes de engolir e pular no meu melhor amigo- Como e bom poder te tocar, ver você ao vivo e em cores…

— Você me viu ontem…

— NÃO CONTA NA INTERNET.

— Ok então me viu faz alguns meses- Eden fora o único que havia tido tempo de me visitar ano passado, mas não sabíamos na época que voltaríamos a estudar juntos.

— Não importa, senti sua falta.

— Quem ve amorosa assim ate pensa que é uma fofa né Lizbeth — Liz da risadinhas e concorda com a cabeça.

— AH! então não vou dar presente pra ninguém !- Provoquei.

— OK !OK!Você é uma fofa..- Os dois sorriem, e eu cruzo os braços como quem ganhou o que quer- Vai voltar pro outro campus agora ?

— Que horas são ?

Ele checa o relógio.

-15:30

— Vou sim, tenho que ver a Okasawa la pelas 16, vem comigo? Acho que vou precisar de você e de você também- Me viro para minha irmã que sei que vai amar a oportunidade de se exibir, assim como sei que Ed vai me ajudar, ela assente.

— Claro.

— Posso encontrar com vocês lá? Tenho que fazer umas coisas antes.- Responde Liz.

— Tudo bem, só não demore muito — Sigo caminho com meu amigo.

— Como foi a viagem?

Ah como eu amo esse menino que me conhece tão bem, sabe que la no fundo estou triste por Daniel e Arthur e quer saber como estão as coisas.

-Tão maravilhosa quanto podia ser, só faltou alguém tentar me matar enquanto eu dormia- Rimos- Vou precisar de um Adivil se o humor de um dos dois não melhorar um pouco, terapia talvez, e um psiquiatra…

-M. não seja tão dura- Ele disse mais sério- Daniel está de coração partido, nunca o conheci mas pelo que você dizia eu entendo porque ele está usando a política da guerra fria, fora a mudança, você faz parte disso eles não.

— E o Arthur ? Já estava assim antes…- Respiro fundo- Porque é tão difícil

— Também teve a mudança e por jeito ou outro também acho que esta de coração partido- Ele começa a andar de costas olhando para mim- Porque Osawa deixou eles entrarem tão fácil ? Sem contar a influencia do seu pai.

-Eles me viram de mais…- Abaixo a cabeça, ele me conhece e não precisa dizer mais nada, sabe que não foi minha culpa, eu mesma não me culpo porque sei que mesmo sendo acidental, foi o melhor.

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16:10

Sentados la sala da Diretora, onde finalmente vamos explicar tudo, Daniel e Arthur estão de frente para uma mesa de madeira e a diretora do outro lado, preferi ficar de pé ( ajuda na ansiedade)

-Então senhorita gostaria de começar ou eu começo ?

-Posso começar… -Hesito por um segundo antes de continuar- Vamos do principio, séculos, milênios atrás, foram descobertas pessoas diferentes, tipo, hmm… não humanas, com habilidades a mais, enfim muito papo histórico, e nos descobrimos como espalhados por todo o mundo, tudo o que você vê hoje- Aponto ao nosso redor- não é tão antigo, porque muitos avanços feitos foram essenciais para o nosso desenvolvimento como sociedade, mesmo estando aqui desde o princípio igual a vocês, mas pulando pra parte do hoje, quantos países existem no mundo ?- Meu Deus que um dos dois me responda ou Okasawa vai deduzir que estou contando uma baita coisa a meninos irresponsáveis e sem um pingo de educação.

— Cento e alguma coisa- Diz Arthur sério. AMÉM SENHOR...

— Cento e noventa e três, e cada um desses países possui um rei e uma rainha, governamos todos os países, com parlamentos claro, estilo Inglaterra , por trás de todo presidente tem uma família real, cada país age como bem entende para a faixada humana...

— Assim como seus pais não senhorita Herzfeld...

Dou um sorriso constrangido, queria guardar isso mais um tempo mas já que a velha já me entregou.

— Sim, meu pai é o rei da América, coloca uma figura como cargo de presidente, mas quem coordena tudo é ele e minha mãe é a rainha, entenderam ? — Não dou tempo para responderem e continuo- O que significa que eu e meus irmãos somos príncipes e princesas e por ai vai, cada família tem seu próprio “domínio “ tipo a minha são os poderes cinéticos, eles variam mesmo podendo ter uns iguais, vocês já vão entender na prática, entretanto existem outras pessoas aqui na América ou em qualquer outro país que não fazem parte de uma linhagem real que tem poderes, são derivados do da realeza, que é comumente mais forte, mas mesmo assim existe outros com poderes por ai.

— Achamos que seria interessante vocês verem um poucos antes de soltarmos vocês na escola com milhares de alunos com uma realidade muito diferente da de vocês, venham — A seguimos até uma sala de demonstração no prédio da frente, um vidro nos separa de um ginásio, 3 bancos foram posicionando de frente e ela indica para que eles sentem- Mary poderia chamar seus irmãos ? Estão no anexo-Sigo até o anexo e encontro Ty e Liz junto com outros estudantes, aceno rapidamente e os chamo.

— Onde está Mason?- pergunto preocupada, mesmo sabendo que está bem, se qualquer coisa acontecesse a ele, eu saberia.

— Ele tinha algumas coisas pra terminar — Já sabem o que tem que fazer, já havíamos feito a demonstração para alunos novos, dois treinadores estavam dispostos na parede com roupas de proteção e o Professor Marveric que estudava com os alunos mais novos as habilidades, iria explicar aos garotos o que viam.

— Creio que já foi explicado o básico a eles ?- A voz do professor era rouca, pelas horas falando sem parar, ela assentiu- Ótimo, Elizabeth tem Fotocinese pode criar e manipular a luz ao seu redor — As luzes se apagam — ela pode absorver luz como energia e até se curar com a energia, além de poder criar faixas de luz que cortam quase tudo, prosseguindo temos Theodore- Pirocinese a arte de manipular o fogo, bom não é tão difícil de imaginar as possibilidades — Ty não faz muito, depois que Liz acendeu as luzes ele só fez uma bola de fogo e brincou cm ela — E por fim temos Mary e Mason o pacote dois em um, Mary Eletro e Magnetocinese ela controla os raios e os campos mangeticos, pode absorver energia, desligar as coisas, tudo energético está sobre seu domínio — Deixo os pequenos raios percorrem meu corpo, não quero uma grande exibição, cheguei no ponto que só quero que isso acabe, quero ver Mason- e o Mason que não pode comparecer possui Umbracinese e a manipulação das sobras, resumindo a manipulação da escuridão o oposto de Elizabeth...

Então o professor perseguiu mostrando tanto alunos que não eram da realeza que tinha poderes variados, cinéticos, físicos, moleculares, psíquicos, entre outros, Eden estava entre eles, ele é americano e possui telecinese, as vezes brinco que somos primos distantes , também mostrou outros membros de famílias reais como Catherine e Christopher do Reino Unido onde a sua família é Psíquica, Catherine possui o poder de ver o futuro ( Precognição) e seu irmão mais velho de Ilusionismo. As seis horas tudo já havíamos acabado e um dos funcionários levou Arthur e Daniel para um tour rápido e na manhã seguinte iríamos construir nossa grade de horários, e isso infelizmente me incluía, meu plano atual ? evitá-los.

Com meu folheto em mãos que continha as aulas pro meu ano, ando pro meu quarto exausta, vou escolher tudo já e amanhã só preciso preencher o formulário e dar no pé, para aproveitar meu dia de volta.Finalmente entro no meu prédio, comprimento o porteiro e sigo.É bom estar de volta no mesmo prédio era aconchegante e eu gosto, vou de escadas até meu andar afinal é o segundo, paro abruptamente e gelo um menino encostando na minha porta e por um segundo não consigo ver seu rosto...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.