Hermione's Sister
8 8ºCapitulo- Uma Memoria do Passado
Notas iniciais
FlashBack On
Draco e Meredith tornaram-se bons amigos, mas no dia-a-dia ainda tinham que se comportar como inimigos, o que custava a ambos, pois eles amavam-se mas não tinham coragem de dizer um ao outro, maldito orgulho. Draco e Meredith de vez em quanto encontravam-se na torre ou na sala precisa, e Meredith para provocar Draco ia sempre com o seu pijama de calções, mesmo que estejam na Inglaterra e o tempo seja sempre frio.
Meredith e sua irmã estavam a dirigir-se para a sua próxima aula, os rapazes iam atras delas. Hermione e os rapazes desconfiavam de Draco por causa da Katie que foi enfeitiçada com um colar, mas Meredith sabia o porque. Se a sua irmã soubesse do que se passa entre ela e Draco acho que era capaz de matar ambos. Estava a falar com a sua irmã quando foi contra alguém, Draco.
- Olha para onde andas, Sangue-Ruim.
- A culpa é minha? Tu é que deves andar a pensar noutras coisas e vens contra mim.
- Outras coisas? Como por exemplo? – Draco estava com uma vontade enorme de se rir e ela estava igualmente.
- Como é que vou saber? A cabeça é tua. E ainda bem que não sei ler mentes porque se conseguisse acho que me assustava com o que vai ai nesse cérebro de ervilha.
- Quem te dera ter o meu cérebro de ervilha.
- Mas pelo que parece, não é só o teu cérebro que parece uma ervilha pelo que eu ouvi dizer.
- Meredith é melhor parares, ainda ficas de castigo. – avisou Hermione.
- Estás a duvidar da minha masculinidade?
- Quem? Eu? – disse Meredith sendo sonsa.
- Sua…
-Mr Malfoy e Ms Granger! – gritou a prof. Mcgonagall- Passa-se alguma coisa?
- Não senhora professora. – disseram.
- Muito bem, podem ir para as suas aulas. – disse ela a sair de ao pé deles.
- Isto não fica assim Sangue-ruim. – rosnou, e o resto virou costas e seguiram para as suas aulas- Já agora Granger, belas pernas.
Meredith corou com o comentário pois já sabia do que aquilo se tratava, a noite ia ter com ele a sala precisa. Meredith seguiu para a sua aula e ficou sentada num dos cantos a pensar na vida que estava a ter, estava apaixonada pelo rapaz mais garanhão da escola, mas não queria admitir.
A noite como sempre ia ter com Draco depois de toda a gente estar a dormir, chegou a sala precisa e encontrou Draco ao pé de um armário, o que achava estranho. Mas esqueceu assim que os seus olhos ficaram presos nos olhos cinza a sua frente. Draco estava com uma espécie de sorriso que fez Meredith ficar ainda mais caidinha por ele. Draco olhou o corpo de Meredith como sempre, o que a fez corar.
- Eu tenho um cérebro de ervilha?
- Desculpa, foi a primeira coisa que me veio a cabeça. – disse ela a rir-se, fazendo Draco rir-se igualmente.
- Mas o pior de tudo, eu tenho um … tu sabes… de um tamanho de uma ervilha?
- O Meu Deus, desculpa. Mas até meteu graça.
- Sabes Granger, ele pode ser pequeno, mas satisfaz os desejos de qualquer rapariga.
- Eu não disse que não.
-Eu tenho uma coisa para te dizer. – Meredith abanou a cabeça para ele continuar – Eu gosto de ti, mas tipo eu gosto mesmo de ti. O que é estranho, eu nunca senti isto por uma rapariga, e eu tenho todas as raparigas de Hogwarts atras de mim, mas nenhuma delas me faz sentir como tu. Eu nem sequer sabia o que eram os ciúmes até te ver agarrada aos teus amigos, pois eu sei que eles podem-te abraçar a qualquer momento e eu não. Eu tinha medo de me apaixonar por ti, porque eu tenho medo do que te possa acontecer se o meu pai souber disto. Eu amo-te Meredith, e acredita em mim que custa-me a dizer isto, por causa d…
Meredith calou-o com um beijo, ela sentia exatamente o mesmo por, ela temia pela sua vida principalmente agora que sabe o que Draco era. Draco agarrou a cintura da rapariga que levava os seus braços até ao pescoço musculado do rapaz, ele podia só ter 16 anos mas era o sonho de qualquer rapariga, e se ele agora é assim quando for mais velho vai ser um Deus Grego!
- Eu também te amo. – disse ela assim que acabaram o beijo.
Draco tornou a agarra-la e puxou-a para mais perto de si, Meredith fazia Draco andar para trás até caírem num sofá que lá havia, Draco sorriu com isso, ele já sabia que Meredith era um bocadinho marota, que ela era totalmente diferente de sua irmã que só andava agarrada aos livros, e Meredith? Bem ela estava prestes a dominar a cobra mais perigosa do mundo.
Os beijos de Meredith passaram dos lábios dele para o seu pescoço, as mãos de Draco passaram da cintura da rapariga e uma foi para as suas costas e a outra para o rabo dela apertando-o. Draco virou-se de maneira a ficar por cima sem deixar a rapariga cair no chão. A sua mão foi até a perna dela levantando-a, Meredith começou a tirar a camisola de pijama dele revelando os seus perfeitos abdominais e ficou a olhar para eles durante muito tempo, pois porque quando deu conta já estava sem soutien e estava prestes a ficar sem cuecas, Draco já estava completamente nu, Meredith sem querer olhou para Draco e tinha mesmo que dizer que aquilo não era do tamanho de uma ervilha, mas sim de mais de nem sei quantas ervilhas davam para descrever o Draco Júnior.
- Eu tenho que admitir e pedir-te desculpa, por te ter insultado. Porque isso não é do tamanho de uma ervilha.
- Eu disse-te que consigo satisfazer qualquer rapariga com esta “ervilha”. – disse ele corando e fazendo Meredith corar.
- Então satisfaz-me a mim neste momento. – disse Meredith quando sentiu Draco na sua entrada.
A frase de Meredith era a permissão para Draco invadir a rapariga. Meredith ainda tentava adaptar-se ao tamanho da “ervilha” de Draco, pois era a primeira vez que era invadida dessa maneria, Draco ia cada vez mais rápido me ambos gemiam feitos doidos. Meredith abraçou Draco e com as suas pernas ajudou-o a ficar mais perto dela, meteu a sua cabeça no pescoço e beijou-o arrepiando-o, as unhas dela estavam a fazer as costas de Draco ficarem vermelhas, Draco tinha a sua cabeça no pescoço dela beijando-a, quando chegaram ao limite Meredith estava vermelha por todo lado, e Draco iria provavelmente ficar com uma dor de costas enorme. Ficaram deitados até conseguirem respirar em condições, Draco estava em cima do peito da rapariga que tinha as suas mãos nas costas do rapaz fazendo “festinhas” nas suas feridas acabadas de fazer.
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