Hermione e Rony
2 Se aproximando um pouco mais - Capítulo 2
Notas iniciais
Rony:
Eu gostaria de chegar na Hermione e dizer "Eu te amo, sempre te amei!", mas quem disse que eu consigo? Sem falar no medo que sinto da reação dela, o que ela pode fazer? Eu gelo quando estou perto dela, está sendo assim desde segundo ano! Por isso gosto de implicar com ela, acho que é uma saída para estar sempre de bem com ela, o que não acontece é claro! Mas o Harry me ajudou a abrir os olhos e tomar coragem, vou tentar ser mais legal e gentil com ela, me aproximar sabe? Talvez eu tome coragem para dizer o que sinto.
Hermione:
Eu posso até confessar que amo o Rony, mas não quero que isso chegue aos ouvidos dele nunca! Seria horrível para mim, sem falar na minha reputação, tenho que zelá-la, e o que ele poderia pensar também? Confesso que pego pesado com meus ataques de raiva e impaciência ás vezes... Mas também, tenho que ficar explicando tudo toda hora! Cansa! Só sei que a única coisa que devo fazer é agir naturalmente, e ver o que vai acontecer... Espera aí Hermione! Acontecer o que? Ai meu Deus! Tira isso da sua cabeça!
Fui até à biblioteca hoje á tarde ler (como sempre) e o Harry me aparece lá, com uma cara preocupada:
– Que houve? — eu pergunto.
– Você pode me ajudar?
– Como se eu já não fizesse isso a minha vida inteira... Fala, o que aconteceu?
– Sabe, eu... bom, eu venho reparando na Gina há muito tempo e...
– Ta bem gosta dela, o que quer que eu faça?
– Co-como você sabe?
– Eu sei, vi o jeito como olha para ela...
– Esqueci que você é a Hermione, hehe... mas bem, o que eu faço?
– Fala pra ela ué!
– Assim? Do nada?
– Não seu louco! Sei lá... leva ela no Três Vassouras, dá uma cerveja amanteigada, e conversa com ela, diz o que você sente!
– Boa ideia... Valeu Hermione, bom saber que posso sempre contar com você! — ele saiu bem animado, legal, ajudei o Harry e eu continuo no mesmo dilema. Que droga!
Rony:
Estava andando pelos corredores procurando a Hermione quando vejo o Harry andando apressado e com um baita sorriso no rosto:
– Aonde vai tão animado? — eu disse
– Se não se importa Ron, eu gosto da sua irmã! Pronto! Falei!
– Que!?!? A Gina?
– Ah, qual é Ron? A Hermione também é como uma irmã para mim e eu não me importo de você gostar dela!
– Tudo bem... Você venceu, por falar na Mione, cadê ela?
– Na biblioteca!
– Ah claro, como não pensei nisso? Tchau Harry!
Fui correndo para a biblioteca, e lá estava ela, lendo concentrada, na última sessão, onde tinham mais livros à sua disposição... Ah Hermione...
Hermione:
Que diabos Ronald Weasley veio fazer na biblioteca!? Ele está vindo pra cá... Ok, aja naturalmente. Não pira!
– O-oi! — ele diz sorrindo.
– Olá Ron, você na biblioteca? Que bicho te mordeu?
– Ah, bom, na verdade eu estava querendo falar com você...
– Sobre?
– Sobre o amo... sobre uma poção! Aquela felicis fe...
– A Felix Felicis?
– Isso! Essa mesmo!
– Deveria perguntar isso para o professor Snape! Não acha?
– Ele não vai muito com a minha cara!
– Ele não vai com a cara de ninguém Ron! — nós rimos.
–Então, eu queria saber para que serve...
– Rony, quer usar essa poção pra que?
– Nada, só quero saber das coisas e...
– Não é sobre poções que quer me falar não é?
– Não... — o Rony acha que sou idiota! Só pode! Ele querendo saber sobre poções? Deve estar querendo descobrir alguma coisa...
– Então fala o que é que você quer? — não fui grossa.
– Po-por que a biblioteca está vazia hoje?
– Não é só hoje.. E para de desconversar! Fala! Agora!
– Sabe, você é incrível Hermione, é inteligente, e... apesar de achar que não, eu reparo em você, e... você é linda! — o Ronald bebeu? Ou eu ouvi isso mesmo? — Desde que chegamos em Hogwarts, eu tenho pensado em como te dizer isso, em como me aproximar de você sem que brigue comigo, desculpe se sou irritante e bobo, é que... Eu amo você!
– Ron... você não é bobo, é maravilhoso! — ele me beijou, eu me desesperei, mas logo me deixei levar pelo encanto dos seus lábios... Era bom.
Rony:
Eu consegui! Falei com a Hermione, ela correspondeu! Ela me ama! Eu beijei a Hermione, e foi tão bom, tão calmo... E ela não me bateu! Eu nunca estive tão feliz... Quando acabou, ela me olhou assustada, eu até pensei que ela fosse se exaltar mas não, ela me abraçou e eu disse:
– Eu posso ser mais que seu amigo?
– Sim... — nós rimos, e eu fiquei olhando ela estudar, isso já não era chato para mim. Tudo estava bem.
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