Hermione e Rony
11 Mais um dia de jornada - Capítulo 11
Notas iniciais
Hermione:
Sim, eu passei a noite inteira pesquisando, claro que eu ia fazer isso, não vou dormir até encontrar uma explicação aceitável para ter aparecido "voto perpétuo" nos nossos anéis... Nada nunca me intrigou tanto quanto isso. Li alguns dos livros que eu tinha trago, trouxe poucos, a maior parte do meu conhecimento está na minha cabeça então não preciso muito deles, achei um que explicava sobre isso, bem velho por sinal, mas achei o que procurava... No livro dizia:
"Uma vez feito o voto, se a pessoa que prometeu cumprí-lo não o fizer, será morta."
Como entendo as coisas de primeira, compreendi que a "promessa" em jogo era não se separar NUNCA de Ron Weasley, e ele vice-versa. Se nos separarmos, morreremos. Eu não estava preocupada com isso, amo o Ron, e sei que ele também me ama, mas, não posso ver o nosso futuro, não sei se isso duraria para sempre, eu posso amá-lo hoje, mas amanhã isso pode acabar por qualquer descuido. Evitar brigas é uma saída.
Quando todos estavam já de pé, eu contei a Ron o que tinha descoberto, a resposta dele foi:
– Não vai ser fácil... Mas também não vai ser impossível.
Rony:
Eu sabia que ela viria com uma resposta no dia seguinte, brilhante como tudo a deixa curiosa e com uma vontade imensa de achar uma solução para tudo. Pegamos a primeira horcrux e fomos tentar destruí-la.
– Harry, sabe como fazer isso não é? — pergunta Gina.
– Não, eu não faço ideia... — diz Harry encarando o objeto confuso.
– Isso não te preocupa? — eu pergunto.
– O que? — Harry pergunta, lançando um incêndio no medalhão.
– Bom, Dumbledore pediu que encontrasse as horcruxes, mas não disse como as destruir... — eu explico.
– Olha Rony, então por que não me ajuda a encontrar a resposta para sua pergunta? — diz Harry já bem irritado.
– Meninos... — diz Hermione tentando evitar uma possível briga. — Não é hora para discussões bobas...
– Reducto!
– Não vai funcionar Harry... Sabe que não. — diz Hermione pegando o objeto.
– Que droga! Me dá isso! — diz Harry tomando a horcrux da mão dela.
– O que vai fazer? — eu pergunto.
– Vou ficar com isso, até que saibamos como destruí-la.
– Harry, é perigoso! — diz Hermione.
– E vai fazer diferença pra quem já quase morreu mais de quatro vezes? — diz Harry, com um tom grosso e sarcástico, ele nunca agiu assim, mas já estava com o medalhão. Hermione o olhou como se estivesse se perguntando: "Ele vai ficar assim? Já não temos problemas demais?". E saiu para dentro da barraca. Fui atrás dela.
– Está com raiva?
– Não, Ronald, eu entendo o Harry, mas é claro que é desnecessário ele colocar aquilo. Aposto que nem a Gina, que é super paciente vai aguentar...
– Sabia que seu olhar é o único que você não consegue controlar?
– E por que acha isso?
– Por que ele diz tudo que você gostaria de dizer e não diz... Eu sei entender seu olhar Hermione, e provavelmente é a única coisa que consigo entender em você, depois de sua beleza.
– Bom saber... Está tentando me deixar bem?
– Bom, eu estou conseguindo?
– Sim está... — ela me olhou, e me beijou, mas este estava diferente, eu sentia um ar de preocupação desespero nele, e um pouco de agitação, bem no fundo, era como se ela quisesse algo, que sabia que não poderia fazer no momento, por que era errado. Ah Hermione Granger, estou ficando louco, mais do que sempre fui... Acho que a culpa é do amor, a culpa é sua Hermione! Ela subiu, mas, deixou para trás uma coisa que eu já tinha visto com ela antes, mas nunca tive coragem de ler, e não seria honesto fazer isso agora, mas eu peguei o diário dela. Que será que escreve aqui? Vou descobrir o que eu não devia? Vou ler o seus segredos? Descobrir seus reais sentimentos? Invadir sua privacidade?
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