Here's To Us

1 Capítulo Um - Hello, Goodbye


Notas iniciais
Oi galerinha... Retorno com mais uma fic pra vocês e dessa vez estou escrevendo com meu melhor amigo Hiago Oliveira. Nós estamos muito empolgados com essa história e esperamos que vocês gostem dela.

Kitty sempre foi uma menina com pouca simpatia, não media esforços para acabar com quem ela achava que era inferior a ela, e convenhamos que todos eram inferiores a ela. Mas Kitty sempre afastava todos com seu jeito explosivo e sincero de ser.

Kitty, na verdade, sempre foi muito solitária e sempre quis ter amigos sinceros, mas como fazer com seu jeito de ser? Então ela resolveu mudar. Principalmente agora que ela iria começar o ensino médio numa escola nova. Ela ia mudar, ela ia ser uma pessoa melhor, ia ter amigos sinceros. Ela iria começar com a festa de confraternização dos calouros do McKinley High School.


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Ela se arrumou como nunca fazia antes, colocou uma blusa Top Cropped, uma calça Saruel e um par de sapatos de salto alto. Todas as peças eram pretas, ela não sabia bem o porquê, apenas achou que ficava um look legal. Kitty era muito bonita e se escondia atrás de toda sua arrogância, mas estava disposta a mudar como uma pessoa.

Ela pegou o seu carro e dirigiu até a escola, que era onde ia ser a festa, no auditório. No caminho ouviu o CD da dupla Icona Pop, da qual era fã. O toque de mensagens soou, era sua mãe dizendo que não era pra ela chegar muito tarde a casa. Ela cagou e andou para aquilo, ela ia se divertir acima de tudo e se sua mãe não concordava, ela não podia fazer nada.


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Quando estacionou o carro no estacionamento do McKinley hesitou antes de sair, pensou se o que estava fazendo era o certo, então retocou o batom, fez bico para o retrovisor, sorriu e saiu do carro. Foi até a recepção da festa e disse seu nome ao cadeirante que estava com uma prancheta com os nomes dos calouros.

— Caloura? — Ele perguntou à Kitty, ajeitando seus óculos quadrados.

— Sim. — Kitty achou cadeirante atraente. O que era estranho, já que ela nunca tinha sentido atração por um cadeirante antes.

— Qual seu nome? — Ela o encarava enquanto ele perguntava.

— Kitty Wilde. — Ela disse, ainda o encarando. — E o seu? — Perguntou ela por impulso.

— Pra que você quer saber? — Ele disse olhando nos olhos verdes de Kitty.

— Nada. Deixa pra lá.

— Toma sua pulseira de caloura. — O cadeirante disse depois de ver o nome de Kitty na lista de calouros. — Ela permite sua entrada na área VIP.

— Obrigada. — Ela disse, estendendo o pulso para ele colocar a pulseira no pulso de Kitty.

— Artie Abrams. — Disse o cadeirante quando ela estava entrando na festa.

— Como? — Kitty se virou.

— Meu nome é Artie Abrams. — Artie disse e logo atendeu outro calouro que estava passando pela recepção.

Kitty sorriu e entrou na festa. Aquele lugar nem parecia um auditório de escola, estava toda arruma num estilo Rave, com luzes piscando para todos os lados, bebidas, comidas. Kitty viu a área VIP para calouros. Lá estava muito cheio. Ela foi até a área de bebidas e pegou um ponche. Ela queria álcool, mas óbvio que ali não ia ter nada de muito forte para ela ficar bêbada. Talvez bombons de licor, no máximo.

Ela ficou encostada na bancada de ponche bebendo um copo. Ficou observando as pessoas dançando se divertindo e ficou, mentalmente, analisando de quem ela poderia se aproximar, mas estava difícil.

— Com licença? — Disse uma menina ao lado de Kitty.

— Oi? — Kitty se assustou.

— Quero pegar um ponche e você está na frente. — A menina disse. Ela era negra, cabelos ondulados, gordinha. Ela era muito bonita. Vestia um vestido vermelho e usava um salto vermelho também.

— Ah, sim. Desculpa. — Kitty disse, tentando soar legal, e saiu da frente.

— Essa festa precisa de um toque de Unique. — Disse a menina sorrindo.

— Como assim?

A menina tirou de sua bolsa uma garrafinha com um líquido dentro.

— Essa festa precisa de um toque de Unique. — Ela falou mais alto e despejou um pouco do líquido dentro de seu copo com ponche. Bebeu um gole e fez uma cara de satisfação total. — Quer que seu ponche seja batizado pela Santa Unique? — Disse ela oferecendo a garrafinha para Kitty.

— Isso é bebida alcoólica? — Kitty disse com um sorriso de felicidade e alívio ao mesmo tempo. — Claro que eu quero! — Ela disse e a menina despejou o líquido em seu copo. Ela bebeu e deu uma risada. — Sou Kitty Wilde. Você é Unique, certo?

— Na maioria das vezes, sim. — Unique disse sorrindo.

— Como assim? — Kitty perguntou.

— Outra hora eu conto. — Unique disse e saiu apressadamente em direção do banheiro masculino.

Kitty decidiu que Unique era uma das pessoas da qual ela vai se aproximar. Ela ficou bebendo o ponche batizado e rindo das pessoas pagando mico, dançando mal. Via uns casais se pegando. Via uns nerds fazendo coisas estranhas. E viu uma menina linda, com cabelos castanhos, olhos verdes e pele clara. Ela estava vindo à sua direção de mãos dadas com um cara, que também não era de se jogar fora. Ele era moreno, forte, com cabelos curtos e bem aparados. Eles pararam na frente de Kitty e sorriram.

— Oi, sou Marley Rose. — Disse a menina. — Este é Jake Puckerman. Um cara que acabei de conhecer. — Eles começaram a rir.

Kitty não achou graça nenhuma daquilo. Kitty ficou encarando eles com cara de nojo, mas depois sorriu, para não parecer arrogante.

— Meu nome é Kitty Wilde. — Disse Kitty, forçadamente.

— Então... — Marley começou a dizer. — Você viu uma menina negra, gordinha, cabelos ondulados...

— Unique? — Kitty interrompeu

— Sim, ela mesma, sabe onde ela está?

— Ela entrou no banheiro masculino.

Jake começou a rir, parecia que estava bêbado.

— Lógico que ela entrou. — Jake falou debochando enquanto abraçava Marley por trás. — Vem com a gente. Vamos ficar chapados.

— Sério? — Kitty gritou entusiasmada. — Óbvio que eu vou!

Marley puxou Kitty pelo braço e a levou ao banheiro masculino, junto a Jake.

Chegando lá, uma surpresa para todos eles. Unique estava aos beijos com um supergato. Ele era forte, alto, cabelos lisos e castanhos. Marley deu um grito eufórico e Jake caiu na gargalhada. Kitty ficou sem saber o que fazer e deu um sorriso forçado.

— Meu deus, Unique! Quem é esse? — Marley falava gritando.

Unique parou de beijá-lo e sorriu para Marley.

— Este é o Ryder. — Ela falou entusiasmada — Eu estava aqui, fumando... Aí ele chegou... E quando dei por mim, estávamos nos beijando... Acho que ele tá bêbado... — Todos estavam rindo, até Kitty.

Kitty percebeu que finalmente se achou, achou grupo ao qual pertencia. Não demorou muito e todos ali ficaram chapados, sentados no chão do banheiro. Jake e Marley ficaram se agarrando quase sempre. Unique e Ryder não se pegaram mais, mas ficaram bem próximos um do outro. Kitty ficava o tempo todo rindo das palhaçadas que Jake e Unique falavam. As horas passaram. E eles ficaram extremamente chapados e bêbados.


•••


— Hey! — Gritou alguém durante uma tragada de Ryder. Todos se assustaram e Jake se levantou, tonto. — O que vocês acham que estão fazendo? Isso é uma escola, não uma boate! — Ele era alto, forte, branco, cabelos curtos. — Meu nome é Finn Hudson. Sou estagiário no Clube do Coral. Vou imediatamente contar ao Diretor Figgins. — Ele disse isso e saiu apressadamente do banheiro.

— Espera! — Ryder gritou e saiu em seguida.

Jake, em seguida, correu para fora do banheiro. Marley saiu correndo atrás de Jake e gritando seu nome. Unique e Kitty ficaram sentadas lá.

— Ai... Estamos tão ferradas. E o ano letivo ainda nem começou... — Disse Unique, em seguida caindo na gargalhada. Kitty também caiu na gargalhada. — Meu nome é Wade Adams. — Unique disse ficando séria.

— Mas isso não é nome de homem? — Kitty ficou séria.

— Sim. — Unique disse caindo no choro. — Eu sou um homem. — Unique pegou o celular de Kitty e salvou seu número nele. — Amanhã, antes de entrar na escola, me encontra no estacionamento traseiro. Estarei te esperando. — Unique secou as lágrimas e se levantou. — Tenho que fazer uma coisa e ir para casa. — Ela saiu do banheiro apressadamente.

Kitty se levantou e ficou extremamente tonta. Ficou parada em frente ao espelho e ficou se encarando e sorriu. E muito de repente ela vomitou. Ficou uns quinze minutos vomitando. Quando passou a vontade vomitar e ela não estava mais tonta, saiu do banheiro e começou a ir em direção da recepção, pra poder ir embora.

Foi quando um grito ecoou o auditório onde ocorria a festa, que já estava sem música, porque já havia acabado.

— Finn Hudson está morto! — A notícia se espalhou até chegar aos ouvidos de Kitty. Que se espantou e saiu e correu até seu carro.

Pegou seu celular e mandou um SMS para Unique.

“Finn Hudson está morto.” Kitty mandou.

“Eu sei.” Unique respondeu logo depois.

Kitty se assustou.

Notas finais
O que acharam desse primeiro capítulo?