Here We Go Again

2 Descobrimos "A cueca" de Batatinha


Notas iniciais
Novo capítulo, na mão, nem demorou viram? Boa leitura õ/ ah e mtmtmt obrigada pelos reviews anteriores *--*

POV Malu (a linda diva responsável, oi)

Eu sei que deveria logo continuar a história e tal, mas antes eu queria dizer uma coisinha de nada, nem é tão importante (não, você não pode pular essa parte porque ‘não é importante’, porque eu só disse isso pra ver se a Mari pula e não vê a mentira que eu vou dizer que é verdade e... Ok, enrolação demais).

FOI IDEIA DA MARIANA SIM! EU NÃO TIVE NADA A VER! SE ELA NÃO TIVESSE DADO UMA DE AGENTE DA CIA QUE ESCALA MALAS EU NÃO TERIA TIDO A IDEIA DE ENTRARMOS NO ÔNIBUS!

Quer dizer... Não que agente tenha entrado no ônibus e... Argh! Deixa pra lá!

Hm, então, eu acho que as únicas coisas que importam sobre mim são meu nome e meu fanatismo obsessivo e nada saudável por One Direction. Prazer sou Malu.

EU SEI O QUE VOCÊ DEVE ESTAR PENSANDO: “AH, MAS ISSO É APELIDO”.

PRA MIM NÃO É!

Tenho certos probleminhas com meu nome, sei lá, ele é sem graça e é muito longo. Maria Luísa... Poisé, não gosto dude.

Agora, voltando ao ponto principal... Sobre o que se trata isso mesmo? Ah, sim, One Direction, o show, Londres, camarim. Hm, lembrei.

[não Mari, eu não sou lerda, só me desconcentrei].

Depois de toda a confusão para chegarmos ao show, e ainda a palhaçada da Mari de empilhar malas, caímos em um local que parecia um tipo de sala-quarto.

Pois é, nenhum tipo de arquibancada, cadeira, armarinho. Nós tínhamos caído no camarim. Quer dizer, eu tinha caído primeiro, a Mariana veio logo atrás. Alguma vez uma pessoa caiu em cima de você de uma altura de quase dois metros (tenho certeza que não estou exagerando)?

Dói.

–Olha, eu caí em algo macio – Marih comentou com cara de idiota (tá bem, ela é idiota e CAHAM EU NÃO FALEI NADA).

–É, eu! – resmunguei, enquanto ela se levantava.

–Levanta daí, me ajuda a trazer as malas e... – ela olhou em volta, e percebeu o que havia acontecido. – Espera... Agente... Tá...

–NO CAMARIM *-*

Eu disse completando a fala dela, e aí começamos a pular feito loucas.

–OH JESUS EU NÃO ACREDITO! – Mari dizia enquanto girava pela sala-quarto.

De repente, eu escuto um barulho de água.

–Shhh! – chamo a atenção dela.

–O que foi?

–Tem alguém tomando banho – eu disse parando pra escutar melhor.

–Oh – ela fez uma cara tosca, parando pra escutar também, mas então olha pra mim com olhos brilhando – QUEM SERÁ?!

–Um deles? – eu paralisei com uma cara de espanto.

–Espera, a água parou – Mari paralisou também, e tudo então aconteceu muito rápido.

A porta do banheiro era de vidro, e por acaso deu pra ver uma mancha loira, algo como cabelo, e aí caímos na real. Marie estava prestes a dar um grito quando eu puxei ela pra trás de um sofazinho preto e tapei sua boca, tipo aqueles espiões fodões. Na mesma hora, ouvimos o rangido da porta.

–MFFFFF! (lê-se: ERA ELE! ME SOLTA! ERA ELE! AH MEU DEUS ELE TÁ PELADO! ERA O NIAAAAAAAAAAAAAL!) – Mari tentava gritar.

–Shhhhhhhhhhhhhhhh – sussurrei pra ela, tentando me manter calma (algo que definitivamente eu não estava).

–Malu... – Mari tentava falar algo, já que eu tinha soltado ela, mas ela tinha esquecido como se fala, eu supus.

–Era o Niall! – eu dei um gritinho abafado, me esforçando ao máximo pra não gritar.

–SAÇDLSAÇ~DLSAÇSDAK OLHA O RESPEITO MEU NIALL! – a doida quase que gritava, mas eu tapei a boca dela outra vez.

–Shhhhhhhhhhhh! Ele vai achar que somos taradas! – eu falei gesticulando.

–Mas nós somos! Vem, vamos olhar como está a situação! – Mari respondeu colocando a cabeça sobre o sofá, deixando só os olhos de fora.

–Tarada é você! Eu que não vou invadir privacidade dos outros e...

–ELE TÁ SÓ DE CUECA! – ela deu um grito sussurrante pra mim e eu coloquei a cabeça junto, com os olhinhos brilhantes. Caham, lembrando, não somos nem um pouco taradas. – JESUS OF SUBURBIA* A CUECA DELE TEM RAIOS!

Eu e Mariana estávamos atônitas. Ou pior, mais que isso, muito mais. Niall bem tranquilo na nossa frente, só de cueca e ajeitando o cabelo, em frente a um espelho grande.

Ah, antes de mais nada, a Mari surtou por conta da cueca com raios porque ela é filha de Zeus e tau, se é que você me entende. Pra você que não sabe, somos duas semideusas sim, é.

–O que fazemos agora? – eu perguntei puxando ela pra baixo.

–Assistimos o resto da cena, oras.

Dei uma tapa na cabeça dela.

–Não sua lesada! Como vamos entrar na muvuca de gente feia gritando?

–Hmmmmm... – lê-se: uma hora de pensamentos lerdos depois... – Já sei! Quando o Niall sair, agente vai logo atrás e dá um jeito de entrar na multidão!

–Nossa, isso soa tão fácil pra você ‘-‘

–Pode admitir, eu sei que sou uma gênia fodástica, a dona das ideias, a toda-poderosa que...

–COF, COF! – interrompi ela com uma tosse falsa (lembre-se que ainda estamos abaixadas detrás do sofá).

–Ah, tá bem, parei.

De repente, escutamos um cantarolado, e colocamos nossas cabeças em posição.

–Ah, droga, onde eu deixei meu tênis? – ouvimos Niall reclamar em inglês.

AWN O SOTAQUE DELE É MUITO LEMDO E SECSI.

–Malu... Não olha agora, mas... Temos um problema... – Mari apontou pra um tênis chique que estava encostado no sofá, totalmente desmascarando nosso esconderijo.

–O que fazemos? ASÇDKSADD~ÇSAK~DÇS ELE VAI ACHAR UMA HORA OU OUTRA – eu sussurrei desesperada.

Podemos escutar os passos dele se aproximando, então sinto um puxão, e vamos parar de lado do móvel.

–Achei! – Niall falou consigo mesmo, e eu dei um suspiro de alívio.

–Quem é que tem ideias fodas? A Mariana aqui! – ela falou apontando pra si.

–Ufa, tá bem, essa eu admito que essa foi realmente fabulouis! – hehe notem como eu uso o trocadilho com orgulho, oi.

–Admita, eu sou phenominiall!

Mari faz uma dancinha estranha, e eu olho pro lado, à procura de Niall. Ele tava calçando o tênis.

–Acho melhor voltarmos pra detrás do sofá – murmurei.

–Tem razão e...

Mariana é interrompida por um carinha que entra de surpresa, colocando apenas a cabeça na porta;

–Dez minutos pra vocês entrarem, os garotos estão te esperando pro ritual dos doces – ele disse em inglês e Niall apenas assentiu.

–Ritual... – eu falei.

–Dos doces... – Mari completou.

–Queria que eles fizessem aqui, vai ser arriscado se seguirmos o Batatinha – eu falei meia triste.

–JÁ FALEI PRA NÃO CHAMAR ELE ASSIM! – Marie reclamou.

–Oras, pra mim ele é um batatinha sim – dei de ombros.

–Hunf!

Vimos Batatinha [não, não vou parar com isso u-ú] saindo do camarim, então finalmente nos levantamos.

–Finalmente! – eu disse me esticando.

–Shh! Fala baixo, temos que ser discretas, vamos esperar uns minutos e aí vamos tentar achar uma porta secreta que leve as arquibancadas – Mari sugeriu.

–É e...

Não completei a frase, nós fomos interrompidas.


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Notas finais
tchan tchan tchan.... quem será q foi? nem conto, só se deixarem reviews u-u