Notas iniciais
Oi amores, VOLTEI!!!! Eu não abandonei vocês e nem sou louca de fazer isso. Sei que sumi por muito, mas muito tempo mesmo, é que eu estava sem internet :( Eu senti muitas saudades, e espero que vocês não tenham me abandonado. AMO VOCÊS!!!!

UMA SEMANA DEPOIS

POV Sophie
Fazia cerca de meia hora que John havia entrado na sala de cirurgia e meu coração estava apreensivo, sabe quando temos aquele pressentimento ruim? Era o que estava me ocorrendo no momento. Natasha e Bucky estavam juntos, conversando em um canto da recepção, era raro vê-los em um momento conosco por causa do trabalho. Resolvi tomar um suco forte de maracujá, algo que sempre me deixa um pouco mais calma. Fui então para a lanchonete do hospital e pedi o suco, logo paguei e voltei para a recepção. Tomava o suco rapidamente , tamanha era minha agitação e nervosismo.

– Você esta bem, Sophie? – perguntou Bucky, enquanto Natasha atendia o telefone. Neguei com a cabeça . Nesse momento Natasha voltou e ficamos parados ao ver um dos médicos que deveria estar fazendo a cirurgia do John.

(Coloquem no youtube a musica Moments – One Direction)

– Venho informar que estamos tendo algumas complicações, mas ele tem 50% de chances de sobreviver. –Nesse momento Bucky se descontrolou e o segurou pelas vestes.

– Então o que você esta fazendo aqui? Volte imediatamente para fazer a cirurgia do meu filho e se algo ruim acontecer a ele, você vai pagar caro. – A voz dele estava rouca e sombria e senti todos os meus pelos eriçarem de pavor. Depois Bucky soltou o médico que praticamente correu para a sala.

Bucky abraçou forte Natasha, que chorava (algo raro, mas ela tinha toda a razão em chorar agora). Eu não sentia o chão abaixo de meus pés. Sentei em choque no chão sem notar, e as lágrimas tomaram meus olhos. Meu coração doía tanto... Levantei e comecei a correr pelos corredores parcialmente desertos do hospital, procurando a sala da cirurgia. Eu precisava entrar lá, segurar a mão dele, mostrar a ele que estava lá, e nunca iria abandona-lo. Pela segunda vez estava a ponto de perde-lo novamente e isso me angustiava de uma maneira inexplicável. O mais engraçado é que nosso relacionamento começou como uma tentativa de dar certo, e agora, com tão pouco tempo, eu já estou aqui, perdidamente apaixonada por ele, amando com toda minha força. Meus olhos avistaram a placa azul com letras brancas, indicando o que era ali onde ficam todas as salas de cirurgia. Corri mais rápido, mas quando vi, o barulho dos meus saltos haviam chamado muita atenção, e os enfermeiros que estavam em uma pequena sala antes da porta, me seguraram. Com os golpes de defesa pessoal me livrei de três, mas novamente eles me seguraram e um quarto injetou algum calmante no meu braço, poucos segundos depois já sentia meus olhos pesarem. Não, eu não podia me render, eu tenho que ver John, tenho que dizer a ele que estou com ele, o protegendo. Meu corpo não aguentou mais e perdi a consciência, a última coisa que vi foram quatros rostos.

***

Abri meus olhos, as pálpebras pesavam mais do que deveriam pesar. Minha vista estava um pouco embaçada, mas logo consegui distinguir onde estava: Estava deitada em uma poltrona reclinável na sala de repouso do hospital, onde algumas pessoas estava tomando soro, outras dormiam provavelmente pelo medicamento que haviam tomado. Levantei um pouco tonta ainda, andando com cuidado e devagar sai da sala de repouso. John.... precisava ver o meu John. Quando ia saindo uma maca com um corpo coberto do corredor que levava para a sala das cirurgias. Meu coração parou de bater por alguns segundos. Não.... Corri deforma trôpega até eles. – Quem é? – perguntei com um nó na garganta.

– Não podemos dizer, senhorita, pela preservação do falecido. – era um homem, aquilo me deixou mais apreensiva.

– Por favor....- falei praticamente aos prantos.

– Não insista, sei que esta com nervosa mas você precisa se acalmar. – naquele momento a raiva me tomou. Era muito fácil para ele falar que eu tivesse calma, quando não era alguém que ele amava que estava ali morto. Sem pensar duas vezes, chutei os países baixos dele e levatei o lençol que cobria o rosto do homem. Meu coração aliviou e voltou a bater quando vi que não era John. Mais tranquila segui para a recepção, onde nem Bucky, nem Natasha estavam mais. Fui até a recepcionista.

– Por favor, gostaria de obter informações de Johnnatan Barnes Romanoff. — ela então olhou para mim e sorriu.

– Um instante, senhorita. – pouco depois de verificar algo no computador ela sorriu. – Ele esta repousando no quarto 401, no quarto andar.

– Obrigada. – respondi já em passos largos e apresados até o elevador. Apertei o botão consecutivas vezes, mesmo sabendo que aquilo não ia fazer ele chegar mais rápido. Sem aguentar mais esperar, segui pelas escadas, correndo o mais rápido que conseguia até chegar ao quarto andar. Corri mais um pouco e parei na frente do quarto que ele estava, respirei fundo e entrei.

POV John

Acordei e pude ver o braço mecânico já implantado em mim, há três dias havia voltado para o hospital, para tomar medicamentos e acostumar assim o corpo para a cirurgia feita hoje. Abri os olhos e vi Sophie deitada no sofá, encolhida abraçando um casaco meu. Aquilo me fez sorrir, ela estava fazendo o mesmo que fiz por ela. Meus pais conversavam do lado de fora, minha mãe foi a primeira a vez pela janela que eu havia acordado e entrou em seguida com meu pai pela porta. – Meu querido. Ainda bem que você esta bem. Eu quase enlouqueci quando o médico disse que a cirurgia estava indo mal. – ela me abraçou rapidamente e meu pai bagunçou meus cabelos como se eu tivesse cinco anos.

– Eu sabia que você ia conseguir, filho, afinal é meu filho – ele disse todo convencido com um sorriso pequeno. Movi os dedos mecânicos com o pensamento. Tony fez algo perfeito pois obedecia meus comandos como se fosse meu antigo braço. Ele é feito de prata e tem pequenas divisórias para facilitar o movimento. Era bom ter novamente um braço.

– Porque ela esta dormindo? – perguntei sobre a Sophie.

– Quando ela sobe que você não estava bem, saiu correndo para ficar ao seu lado, mas uns enfermeiros a deteram e deram um remédio. – depois de uma hora, Sophie acordou e ficamos conversando, de minuto em minuto ela beijava-me.

CINCO MESES DEPOIS

POV Livy

– Alguém viu minhas botas? – perguntou minha irmã entrando na enorme sala em que estávamos nos arrumando para a festa.

– Acho que você deixou no quarto da Kat. – respondeu Kay. Assim ela saiu, mas pouco depois estava de volta com as botas pretas de couro na mão. Estávamos nos arrumando para uma festa a fantasia, a festa que ia ter antes da Sophie ser esfaqueada, mas antes era um baile de mascaras, porém havíamos mudado o tema. Minha irmã estava vestida de mulher gato (a roupa totalmente feita de couro e colada no corpo: calça, botas e um sutiã preto com detalhes em prata além da mascara e luvas e chicote cravejado de diamantes, os cabelos ruivos estavam soltos e ondulados.), já eu estou vestida de mulher maravilha (uma saia curta e colada, com a blusa que deixa uma parte da minha pele a mostra, e o resto dos acessórios, hoje eu enlouqueço o Elijah.) Meus cabelos estavam lisos. Estava terminando de me maquiar. A Jenny estava vestida de Mulan porém com um quimono muito mais curto, Kat, Kay e Penny estavam o kit de Alice no Pais das Maravilhas: Kat estava vestida de Rainha Branca (só que com um vestido bem mais curto e fashion), Kay estava vestida de Rainha de Copas sexy, Penny estava a maior fofura vestida de Alice. Elle estava vestida de Kill Bill e com uma espada de verdade (sem o cabelo loiro), Ash estava de chapeuzinho vermelho e Kristen (depois de insistirmos muito, ela topou participar) estava de mágica. Depois de nos arrumarmos, descemos as escadas para a sala principal onde ocorria a festa e na hora que os meninos nos viram ficaram de boca aberta. Fui pega de surpresa por Sophie, que me puxou pela mão para a pista de dança, onde começamos a dançar. Pouco depois ela sorriu travessa. – Não olhe agora, mas Elijah esta te comendo com os olhos. – assim ela saiu e foi ficar com John que conversava com Nick e James.

POV Jace

Meu Deus! O que era aquilo? Aquelas garotas queriam nos matar? Estavam todas usando fantasias em uma versão bem sexy, mas meus olhos logo encontraram a única que me interessava realmente: Ash. Ela estava maravilhosa naquela roupa de chapeuzinho vermelho, que no mínimo era indecente. Segurei com firmeza o copo de caipirinha na mão e segui até ela. Eu estava vestido de caçador (sim, sabia que ela viria com essa fantasia, na verdade todos sabiam com elas iriam vim, mas não esperávamos que estivessem tão...sexy.) Tentei me controlar. Andei até ela e segurei a mão da mesma, depositando um beijo ali. – Eu quero dançar. – ela disse animada.

– Então terei o prazer de acompanha-la. – disse dando ênfase ao prazer. Peguei-a pela cintura e fomos dançar. A noite estava só começando, mas seria longa.....

POV Sophie

Mordi os lábios ao ver John de costas para mim, conversando com Nick e James. Me aproximei lentamente e bati com força o chicote ao lado do pé dele, fazendo com que ele se virasse para mim de súbito. Os meninos logo se afastaram, nos deixando a sós. Ele sorriu malicioso, e passei o chicote pelo quadril do mesmo e o puxei para mim. John estava caracterizado de Batman. – Chicote....- ele falou com a voz rouca perto de meu ouvido.

– Você não sabe o que posso fazer com ele...mas te mostro mais tarde.- mordi o lóbulo da orelha dele e o puxei para dançar. (Coloquem no youtube “Your Body — Christina Aguilera”).- All I wanna do is love your body, tonight you will be mine, I know you want me.... – cantarolei no ouvido dele e mordi novamente o lobulo da orelha passando apenas a ponta da lingua em seguida. Minhas mãos estavam na nuca de John se senti ele arrepiar-se. Sorri e arranhei levemente a nuca dele, senti então as mãos dele apertar minha cintura e um rugido baixo e perigoso saiu da garganta dele, excitante....

– Quero saber agora o que você é capaz de fazer com aquele chicote....- ele disse autoritário em meu ouvido.

– Não agora, querido. – sai dos braços dele e fui rebolando propositalmente até o bar, onde peguei duas bebidas e voltei para onde ele estava. Agora começava Tonight do Enrique Iglesias, entreguei as duas bebidas para ele, coloquei as mãos no peito do mesmo e desci até o chão de maneira sensual.

– Agora sim. – ele pegou meu pulso com firmeza e não me fiz de santa. Deixei que ele me levasse para o quarto. Enquanto subíamos as escadas, trocávamos beijos, e tentávamos correr ao mesmo tempo para meu quarto. As bebidas? Os copos caíram em algum lugar, mas who cares? Quando chegamos na frente da minha porta, ele me prensou na porta, enlacei minhas pernas no quadril dele e continuamos a nos beijar, com a mão esquerda, John abriu a porta e entramos, depois ele fechou e eu ainda nos braços dele, passei a chave para ninguém nos incomodar. Desci dos braços dele e o ajudei a retirar aquela roupa. Em poucos segundos ele estava apenas com uma box branca, que contrastava com a pele bronzeada, e confesso, aquele braço mecânico o deixou mais sexy, um verdadeiro traço da guerra, o peitoral...totalmente malhado e sexy, braço....forte..firme...sem suportar mais o joguei na cama fazendo com que os cabelos cobrissem os olhos dele, rapidamente afastei os mesmos e o beijei intensamente, as mãos dele percorriam meu corpo. John tentou me colocar embaixo dele mas neguei, e sem sair de cima, peguei algo debaixo do travesseiro ao lado que já o esperava: algemas. Assim prendi os dois pulsos dele na cama estilo vitoriano de metal branco.

– Você vai apenas sentir....- retirei minha roupa ficando apenas de lingerie preta rendada, dei alguns segundos para que ele gravasse a imagem na cabeça, depois sorri travessa e depois o vendei.
Um olhar me atira a cama, com um beijo me faz amar, não levanto, não me escondo pois sei que és minha dona.

Rebolei em cima do membro já rixo dele, e abaixei retirei a box que ele usava. Passei o chicote pelo peito dele e bati com leveza, mas força o suficiente para deixar o local vermelho, depois desci o mesmo até a virilha e John estremeceu. Com as duas mãos acariciei o membro dele, em um leve vai e vem...ele estava tão excitado que estava molhado. Sorri novamente e o coloquei na boca....lambidas, alguns chupões, as vezes sugava, em pouco ele foi ao ápice e bebi do liquido que saia dele. Depois retirei a venda e as algemas. Sem nada dizer, ele rapidamente me pôs debaixo do corpo dele e começou a beijar meu pescoço, mordiscar, e me marcar com chupões, eu arranhava as costas dele com as unhas, o que fazia ele gemer baixo. Sem mais resistência de ambas as partes, ele colocou um preservativo e me tomou por completo. Ao sentir ele me penetrar, minhas costas involuntariamente, arquearam-se de encontro ao corpo dele, e logo estávamos sentados, enquanto me movia rebolando no mebro dele. Dessa vez chegamos juntos ao ápice e fomos tomar um banho, o que rendeu mais brincadeiras sexuais. Depois vesti um baby doll bem indecente e deitei no peitoral do mesmo. Estava cansada, fechei os olhos e ele nos cobriu.

– Boa noite, minha amada. – assim adormeci.

Notas finais
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