Notas iniciais
Oi, a ganhadora foi a Dark Queen, criadora da Ashley. Espero que goste. E bem, teremos mais um sorteio, para participar , é apenas comentar, vou fazer esse como o primeiro (sortear), as duas que já participaram não poderão entrar no sorteio ok? Amo vocês.

POV Ash

Acordei de manhã nos braços fortes do Jace. Havíamos dormido juntos após a festa. Observei seu rosto que tinha uma expressão tranquila e me aninhei mais nos braços dele, que ainda dormindo, me envolveu. Sorri ao lembrar de quando conheci meu irmão.

“ Ouvi batidas na porta do meu quarto. Uma das criadas foi atender a porta, enquanto as outras duas terminavam de arrumar meus cabelos. Quando a porta foi aberta, vimos um dos guardas reais. – Vossa Alteza – o guarda fez uma reverencia e levantou-se. – Venho informa-la que seu pai e Odin a chama com urgência na sala do trono. – assenti, ele pediu licença e saiu do meu quarto. As criadas se adiantaram para terminar de arrumar meu cabelo e esperaram que eu saísse primeiro. Logo me adiantei ao andar rápido pelos corredores e encontrei com meu pai e Odin na sala do trono.

– Seja bem vinda, minha neta.- Odin falou sério.

– Obrigada, pai de todos. – falei.

– Chamamos você aqui, minha filha, porque temos um importante anunciado para você. – fiquei um apreensiva, não gosto muito quando fazem suspense. – Entre Jonathan Grace. – foi quando vi o Jace pela primeira vez. Ele era, na verdade, é lindo. Pele de um branco bem claro, olhos verdes, cabelos negros . Na mesma hora meu coração deu um pulo. Ele parecia muito com meu pai, só que uma versão mais nova. – Jonathan é seu irmão. – afastei na hora a vontade de me aproximar mais, eu não podia, ele é meu irmão.”

Como eu era inocente ali naquela época. Fechei os olhos e deixei que mais lembranças invadissem, enquanto estava ainda envolvida nos braços de Jace, que dormia.

– Não fui eu! – gritei com lágrimas em meus olhos, a dor das chicotadas me fazia estremecer, me causando mais ódio. – Eu juro pai, não fui eu!

– Como não foi você, sua vadiazinha? Sei que foi você que entrou em meu quarto e pegou minha adaga. – perdi a consciência, e acordei depois de hora, estava deitada de bruços na cama, estava com o vestido aberto nas costas, como estava enquanto apanhava de meu pai, mas agora não recebia chibatadas, sentia um pano molhado passar por cima de minhas feridas. Sabia que ia ficar com cicatrizes e aquilo me doía. Abri os olhos e tentei ver quem cuidava de mim. Me surpreendi ao ver que era meu irmão.

– Não se mecha, estou retirando o sangue que escorreu para fechar as feridas. Prometo que não vai doer.- ele então largou o pano e passou a mão por cima de minhas costas, mas ao invés de sentir dor, senti um grande alivio. – Pronto, sem cicatrize e sem dor. – olhei para ele sem entender. – Eu tenho um dom, irmã. O dom da cura. — corri para o espelho e pude ver que minhas costas estavam agora sem nenhuma marca. Sorri. “

O tempo foi passando, e aos poucos comecei a nutrir um sentimento maior por Jace, maior do que deveria. Aos poucos ele começou a corresponder e no fim, nos entregamos, um para o outro. Até que em uma noite meu pai nos pegou na cama...

Não tínhamos mais medo do que poderia acontecer se nos pegassem ali. Jace abaixou as finas e delicadas mangas de meu vestido, deixando meus seios expostos. Ele retirou meu vestido e voltamos a nos beijar. Ajudei ele a despir-se e ele sorriu. – Você é tão linda, Ash. Minha bela mulher. – Quando estava com Jace me sentia completa, não fazíamos sexo e sim amor. Antes que pudéssemos continuar, as portas do meu quarto foram abertas de supetão. Vi meu pai furioso, puxei o lençol para me cobrir.

– O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? – Ele parecia que ia explodir, avançou em passos longos e puxou-me pelo braço, segurei firme o lençol enrolado em meu corpo. – VOCÊ É MESMO UMA VADIA! COMO OUSA IR PARA CAMA COMS EU IRMÃO? VOU FAZER VOCÊ APRENDER A TER VERGONHA NA CARA! – ele ergueu a mão para bater-me novamente, mas Jace se colocou na frente e desferiu um soco no rosto de nosso pai, que cambaleou.

– NELA VOCÊ NÃO ENCOSTA! – Então eles começaram a brigar, usando golpes e truques, um tentando vencer o outro. “

Naquela noite mesmo, Jace fugiu, pois fora condenado a morte. O abracei um pouco forte. Agora ele é meu, e esta comigo, não vou mais perde-lo. Algumas noites depois, o pior aconteceu...

“ Eu dormia tranquilamente, ou o máximo na medida do possível, já que estava sem Jace. Não sabia do paradeiro dele, apenas sabia que ele havia fugido para Midgard. Ouvi a porta ser aberta devagar e fingi estar dormindo. Então senti o peso na cama e tentei não demonstrar que estava com medo. Logo foi colocado em minha boca uma espécie de mordaça, para que eu não falasse. Tentei me afastar, mas ele já estava em cima de mim, e me surpreendi ao ver que era: meu pai. – Agora você vai receber o que merece. – ele passou as mãos por meus seios e tentei soca-lo mas o mesmo usou um feitiço e prendeu minhas mãos. Então ele fez o pior, me estuprou. Quando ele terminou eu me sentia suja, imunda. Me encolhi na cama chorando. Fiquei nessa posição por horas, sozinha no quarto após a saída dele, tomei um banho depois e me vesti decidida. Eu ia mata-lo. Ele não merecia viver. Na calada da noite sai até o quarto de Loki. Ele dormia. Peguei a adaga (a mesma que ele dissera uma vez que eu havia pego) e sem delongas enfiei no coração dele. O mesmo deu um espasmo de dor e caiu ao tentar se levantar, pela boca dele saia sangue, muito sangue. Levantei a cabeça dele puxando pelos cabelos. – Isso é para que aprenda a se comportar. – repeti as palavras que ele sempre falava após me bater. Depois pulei nas costas dele fazendo que a adaga entrasse mais no peito do mesmo. Então fugi para Midgard, onde sabia que encontraria a única pessoa com a qual me importava agora: Jace.”

As lembranças me faziam chorar muito, Jace acordou atordoado. – O que houve, Ash? – neguei com a cabeça e encolhi nos braços dele escondendo meu rosto. – Ei, não chore minha amada, estou aqui com você. Nunca mais vou te deixar sozinha. Nunca. – ela alisava meus cabelos e me abraçava de maneira protetora, assim, aos poucos, fui me acalmando. Não conseguiria viver mais sem Jace.