Herdeiros De Atlântida
6 Formas Geometricas sobre a minha cabeça...
Notas iniciais
Como assim o tal “Conselho de Guerra” era em torno de uma mesa de ping-pong, e ainda mais com aquelas pessoas, o menino da terceira mesa Percy, estava lá com Quiron a, garota ruiva que me disseram se chamar Rachel, uma menina loira, forte e com uma cara emburrada, dois meninos que pareciam gêmeos, mas entre todas aquelas pessoas ‘ela” é que mais me chamou atenção, ele era linda com cabelos castanhos, olhos cor de mel e a pele morena clara, seu rosto era perfeito, sés olhos cinza-tempestade resumindo ela era perfeita, assim que a vi meu coração começou a palpitar, eu senti minhas bochechas se avermelharem, e para piorar ela começou a me encarar, como se lesse a minha alma e estudasse cada detalhe meu até Quiron finalmente começar aquilo.
— Como temos um novato que em seu primeiro dia já, foi convocado para um conselho de Guerra, vamos começar nos apresentando. – Uma por uma das pessoas que estavam lá foram se apresentando, olhando diretamente para mim.
— Acho que você já me conhece, mas tudo bem, Percy Jackson, Filho de Poseidon
- Clarisse La Rue, Filha de Ares – Se apresentou a menina loira, com cara de quem arranja briga com qualquer um, em qualquer lugar.
E um por um, foi se apresentando até que chegou a vez dela, olhando para mim com aquele lindo olhar fuzilador ela disse:
— Sou Clarry Moore, filha de Atena, deusa da Sabedoria. – Aquilo foi tão, tão, tão perfeito e lindo, não sei como uma menina podia ser linda e letal ao mesmo tempo, mas ela era. Depois foi a minha vez de se apresentar e eu sabia perfeitamente de que precisaria dizer que era um bruxo, e lentamente me levantei, mas muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo uma escuridão tomou conta da sala, parecia que ela vinha de mim, olhei pra cima e um símbolo negro estava brilhado acima da minha cabeça, um triângulo com um circulo no meio e cortado por uma reta, todos olhavam assustados para mim, alguns deram gritinhos, outros murmuravam “Ele foi reclamado!” enquanto Clarry olhava com a mesma expressão seria para mim, até que:
— O que é isso? – Perguntamos eu e Quiron em uníssono. Uma batida na porta responderia a nossa pergunta.
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