Her green eyes

3 Problems and a Crazy Bitch


Notas iniciais
Sorry por ficar tanto tempo sem postar. E q to revolts pq ngm comenta! Se esse cap tiver menos de 5 comentários eu não posto mais! Vlw! Flw!

Fui para o meu dormitório, fiquei no salão comunal por uns cinco minutos sozinha, então Rose Vadia Weasley chegou com Sarah e Catherine, suas escravas

– QUE HISTÓRIA É ESSA DE BEIJAR O MEU PRIMO?!?! — ela gritou, ignorei, mas corei um pouco, merda.

– FALA COMIGO SUA VADIA!!! ME RESPONDE!!! — ela ainda gritava

– Rose, ele me beijou, não tenho culpa de que ele prefira a mim do que a ficar com sua ilustre prima vagabunda! — disse

– Olhe bem como fala comigo! Quer saber! Sarah, traga papel e uma pena por favor, eu tenho que escrever uma carta. — Sarah foi, e voltou um tempo depois com tudo que a outra pediu — Querida mãe... Tudo em Hogwarts. Estou preocupada com algumas pessoas aqui da escola, Eric Wood, da Grifinoria, disse-me que viu Alvo e aquela menina, Lizzie, aquela filha de Tom Riddle, lembra, de quem ele ficou as férias todas falando? Bem, Eric me contou que eles estavam juntos na arquibancada, SE BEIJANDO. Bem, só isso. De sua filha, Rose.

Desesperada, peguei a carta das mãos dela e rasguei-a, ela me deu um tapa na cara, grande erro, nessa hora chegaram Celeste e Amber, nós tínhamos o costume de trocar as senhas para que possamos ver umas as outras, Amber meteu um soco no estômago da ruiva, é Celeste partiu para cima de Catherine, Sarah tirou Amber da frente de Rose, que estava caída no chão, e elas começaram a se bater

– PAREM!! — gritei — AGORA!! — sinceramente, eu amo o poder de persuasão que tenho na voz, elas pararam, se separaram e eu fui com minhas amigas para o jardim

– Por que estavam brigando? — perguntou Celeste, que agora tinha olhos-cinza tempestade e cabelos vermelhos

– Bem, é que... O Potter me beijou, e ela descobriu, vocês chegaram quando ela deu o primeiro tapa... — Amber deu um gritinho

– Mas, ele te beijou mesmo? — perguntou a loira animada

– Sim... — corei e dei uma risadinha, estávamos no gramado há uns seis metros do salgueiro lutador, sentadas debaixo de um carvalho, elas começaram a falar e falar, conversamos um monte e acabamos dormindo ali mesmo.

Acordei ouvindo gritos, Celeste, aquela preguiçosa estava toda esticada com a cabeça no colo de Amber e as pernas por cima das minhas, Amber estava com a cabeça no meu ombro e eu com a cabeça por cima da dela, estava frio, deviam ser lá pelas quatro da manhã, ouvi passos e muitas pessoas chamando

– LIZZIE!? AMBER!? CELESTE!?

– Mas que merd... — tapei a boca da metamorfomaga

– Cala a boca! — sibilei

– O que ta acontecendo? — Sussurrou Amber

– Fiquem quietas, estão procurando a gente. — olhei para o salgueiro — por aqui...

A pobre árvore devia estar cochilando, pois não nos viu entrar, nos esquecêramos facilmente e sentamos na escada, mas então algo pesado se chocou contra a parede ao nosso lado, eu e as meninas nós atiramos no chão, pedaços de madeira voaram em todas as direções, uma farpa pequena cravou-se em minha coxa, mal deu tempo de nos recuperarmos e outra explosão surgiu, dessa vez, por trás. Mais farpas voaram

– EXPELLIARMUS!! — uma voz masculina gritava

– ESTUPEFAÇA!!! — outra voz, uma voz rouca, também de um homem

– CRUCIO!! — a voz de uma mulher, seguida de urros de dor vindos do primeiro homem

Consegui chegar ao segundo andar junto com Celeste e Amber, abaixadas, engatinhamos para longe dos destroços, chegando perto de uma porta entreaberta espiei e vi, a mulher loira, de olhos verdes, pele clara e sardas por todo o rosto, eu nunca a vi na vida. O primeiro homem um com os cabelos preto-púrpura e olhos cor de mel, se debatia no chão, também nunca o vi. Já o terceiro homem tinha cabelos castanho-claros, pele bronzeada, ele era muito magro, seria novidade se eu dissesse que não faço ideia de quem seja? Talvez...

– QUEM ESTÁ AÍ!?!?!? — perguntou a mulher, engolimos em seco, passos da mulher se aproximavam da porta, o homem magro a seguiu, nós arrastamos para trás, mas então a porta escancarou-se e os dois nos encararam, varinhas a postos para matar

– Meu Merlin! — a mulher derrubou a varinha

– Não pode ser! — o homem também deixou a sua cair

– Han? — respondi

– Você é Elizabeth Riddle?

– S-sim...

– Oh Merlim! — a mulher me ajudou a levantar, depois ela e o homem se curvaram — Desculpe milady! Sou Kriss Jordan, sua seguidora.

– Ahren Black — disse o magro

– Êh... Bem...

– Você não devia estar aqui! É perigoso!

– Nós estávamos... Nos escondendo...

– Uh! Entendo... Saiam daqui!

E nós obedecemos, saímos, andamos alguns metros de demos de cara com a professora McGonagall,ela nos guiou para o castelo, explicamos que tínhamos dormido lá fora por acidente, mas não mencionamos a briga com Rose e nem a ida a casa dos gritos, a vaca ruiva estava com minha vida na palma das mãos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.