Hello, My Baby! I Love You!
4 Capítulo 4 - Procurando ajuda! / Dando uma chance!
Notas iniciais
Cebola se despede e ver a Mônica indo embora. Fica um tempo parado no local onde estava sem saber o que fazer até que ele se lembra do seu amigo Cascão e pensado que talvez o seu melhor amigo poderia ajudar dando conselhos. (Pelo menos algum que prestasse.) Então Cebola pega o seu celular e liga para o Cascão que mesmo não demorou muito para atende.
–Alô! Careca. _Falou o Cascão no outro lado da linha.
–Alô cara. _Cebola diz parecendo serio.
–O que tá pegado pra me liga assim de repente. _Cascão pergunta.
–Eu preciso troca umas ideias contigo. Será que tem como vir até aqui!? _Cebola respondeu e o Cascão percebe que alguma coisa tava acontecendo com o seu melhor amigo e fica um pouco preocupado.
–Sim, claro! Já estou indo ai imediatamente. _Cascão aceitou.
–Beleza, até mais! _Cebola afirma se despedindo.
–Até! _Cascão se despede e os dois desliga o celular.
Assim no mesmo instante que o Cascão desligou o celular sai do seu quarto onde estava assistido anime no seu computador até o momento que o Cebola ter ligado, ele sai de casa e vai direto para casa do amigo ver o que tava acontecendo. Chegando ele toca a campainha e Cebola atende assim de cara mostrando que ele não estava com uma cara muito boa.
–E ai cara qual é o papo de muita importância que precisa tanto trata? _Pergunta o Cascão já entrando dentro da casa e indo direto ao assusto.
–Ah sim, claro. Vamos entra... Se bem que você já entrou mesmo. _Cebola comentou sendo irônico.
–Tá, okay! Foi mal! _ Cascão se desculpou debochando um pouco com as palavras não gostando do que o amigo disse e continuando a falar _Qual é a parada que você queria me conta, careca?
–Hum... Eu vou ser pai _Cebola respondeu sendo direto.
–Eh?! O que mesmo? Não entendi. _ Cascão fica surpreso, mas ao mesmo tempo confuso.
–Respiração fundo. _Eu disse que vou ser pai. Que eu terei um filho. _Cebola tenta manter a calma e explica novamente paro o amigo.
–Aaaa entendi... Pera ai... Não entendi ainda. _Cascão diz ainda sem entender.
–Aff mas sela que você é tão lerdo assim. Eu disse que vou ser pai. Já sei, acho que assim sua cabeça lesada vai entende. Mônica esta glavida, espelado um bebê e esse bebê é o meu filho, entendeu? ou plefele que eu faço um desenho. _Cebola explicou muito nervoso.
–Calma Careca, na boa! Não precisa fica assim tão bolado. Caramba quando você disse que a parada é seria não imaginava ser tão seria assim. Mas que roubada você entrou em parceiro?!
–Por isso chamei aqui. Não sei o que fazer ao respeito disso tudo. _Cebola disse parecendo confuso.
–Humpf! Ah fala serio, Cebola! Você podia muito bem como evitado um filho. Afinal por que raios você não se cuidou? _Questionou o Cascão um tanto autoritário.
–Não achei que seria tão necessário de tantos cuidados. Também achei que era bobeira e a Mônica não ia engravida. (Sem falar que prefiro fazer sexo sem camisinha que é muito mais prazeroso e não incomoda.) _Cebola se justifica argumentado.
–Mas quanta irresponsabilidade e idiotice, justamente você Cebola que sempre foi tão esperto, mas nem pra tonto néh! Isso que eu chamo de vacilar feio. _Cascão mencionou dando sermão no amigo.
–Aaaah! Sela que da pala palar com isso! Não adianta nada fala disso agora, a merda já foi feita mesma. Além do mais eu havia chamado aqui pra me ajudar e não para zoar, oh cabeção. _Cebola repreendeu o amigo irritado.
–Tá, Foi mal! Mas também não precisa pega pesado, falo. _Cascão protestou se sentindo injustiçado.
–Cascão, agora falando serio. O que faria se estivesse no meu lugar. O que faria se a Cascuda ou outra garota estivesse esperado um filho seu? -Cebola pergunta serio.
–Bom, nunca tive um filho pra sabe e nem a Cascuda nunca ficou gravida.(Graças a Deus e os preservativos que usamos). No máximo que poderia dizer pra você Cebola é que se eu tivesse no seu lugar tentaria ver pro lado positivo. Um filho não deve ser tão rui assim, né?! _Aconselhou o Cascão de forma sensata.
–Do que você tá falando? Como assim não é rui? Esqueceu que ainda sou adolescente só tenho 16, ainda estudo e não trabalho e os maus pais vão querer o meu pescoço? _Cebola indagou um pouco incrédulo.
–Eu sei, eu sei disso tudo. Um filho na adolescência é a maior furada, mas acho essa possibilidade menos pior do que deixa matar meu próprio filho e machucar a minha namorada. _ Cascão se explica melhor.
No momento que Cascão disse essas ultima frases Cebola regala os olhos de espanto, como não havia parado pra pensar por esse lado, é o filho dele, uma vida, não um objeto qualquer quando não se quer mais é só jogar fora. E também ele nunca se perdoaria por deixa a Mônica se machucar ou sofrer.
–Tem razão, como pude ser tão mané de não ter pensado por esse lado. Talvez você esteja certo Cascão, um filho não deve ser assim tão rui. Dizem que os filhos sempre são motivos de felicidade para os pais. Eu sei disso porque vejo os meus pais como amam eu e a Maria. Devo tudo a eles.
–Já tomou sua decisão, Cebola? Vai da uma chance para o bebê? _Cascão questionou.
–Acho que sim. Por que não. Só espero que a Mônica queira o mesmo. _Cebola afirmou.
–Ela é a mãe, deve pensa da mesma forma também. _Cascão opinou
–É Cascão, você dever ter razão nisso. Só dessa vez. _Cebola concorda sendo um pouco sarcástico.
–Pera ai! Que historia é essa de "só dessa vez"?! _Cascão indagou injustiçado.
–Bah! Você me entendeu muito bem sujinho. _Cebola revidou sendo irânico.
–Grr! Não! Pra falar a verdade não seu careca. E saiba que eu sempre to com a razão. _Cascão retrucou todo confiante cruzado os braços.
–Humpf! Você?! HA HA HA! _Cebola exclamou zombando debochado.
–Careca filho de uma... Se não acredita problema é seu. _Cascão rebateu já perdendo a calma.
–Okay, okay não precisa ficar tão bolado. _Cebola concorda acalmando o amigo.
–bolado! Eu?! Imagina, já to acostumado a lida com a peça desde moleque. Tá Beleza mudado o papo. Quando vai fala pra Mônica?_Cascão pergunta mudado de assunto.
–Ah, Isso! Amanha, o quanto antes. Tenho medo de espera muito e a Mônica já tenha feito qualquer bobagem. Nunca confiem naquela cabecinha dela.
–Belê! Também concordo! O quanto antes vai ser melhor pro ambos.
[...]
POV: Mônica.
Já era de noite, eu estava jantando junto com a minha mãe e o meu pai sentados em volta da mesa. Ficava lá sentada comendo meu jantar preferindo não encarar muito os meus pais, pois ficava pensando no remorso que sentiria se ele descobrisse meu maior segredo, mas tentava fazer o impossível para parecer que tudo estava normal comigo.
–Então Mônica, minha filha como que foi o seu dia hoje? _Pergunta o meu pai olhando pra mim.
–Normal pai. _Eu sem olhar muito pra ele respondi e voltei a comer a comida.
–Normal?! Hum... Bom, você não veio pra casa assim que saiu da escola. _Meu pai mencionou.
–Ah... Sim! é que eu fui um pouco na casa do Cê. Desculpa se eu não avisei que não iria direto pra casa hoje. _Me desculpo tentando me justificar.
–Tudo bem, Moniquinha! Não tem problema de você ir um pouco na casa do seu namorado ou deus seus amigos. _Papai afirma me dando um sorriso.
Nessa hora vejo o quanto ele confia em mim pra poder me deixar tão a vontade. Isso me da um aperto no coração.
–Valeu papai! _Agradeço ao meu pai dando um sorriso fraco pra ele e voltado da atenção o meu jantar que estava delicioso.
Sempre amei a comida da minha mãe, ela é uma cozinheira de mão cheia e isso me levou a querer repeti outro prato.
–Mãe posso comer de novo?_Pediu educadamente.
–Claro que pode filha. Se bem que... Mônica estou vendo que você ultimamente tem comido muito bem. To até achando que você não é a nossa filha, mas sim a Magali. _Minha mãe comentou brincando e rindo logo em seguida.
–Também acho a mesma coisa, Luisa. Mas é bom que a Mônica se alimente bem afinal ela ainda tá em fase de crescimento. _Disse o meu pai.
–Ah mãe, pai não exageram. Não to comendo tanto assim. _Me justifico.
Mas era mentira eu estava mesmo comendo muito e tinha motivos. Hoje quando cheguei em casa tive novamente aqueles enjoos e passei a tarde sem comer agora que o enjoos passou quero mais aproveitar, sem falar que tenho quer comer em dobro por causa do bebê... Eh o bebê, que entranho. Notei que eu estava pensando no bebê. Talvez seja normal afinal ele também deve ser gente quanto gente. Mas não é só isso parece que estou me preocupado com ele. Será que já to pegando amor por ele.
Sendo levada por esses pensamentos coloco minha mão discretamente na minha barriga, paro de comer o resto da comida do prato e resolvo subir pro meu quarto.
–Mãe, pai já terminei meu jantar, estou indo dormi. Boa noite pros dois. Amo vocês. _Digo me levantando da mesa e indo até a sala onde fica a escada.
–Esta bem filhota. Boa noite! Também te amo! _ Disse mamãe.
–Boa noite princesa. Papai também te ama. _Disse papai.
Chegando no meu quarto me jogo na cama, sentindo minha mente tão cansada e confusa. Não parava de pensar nesse bebê, se bem que não a um momento onde não penso nele desde que soube que eu estava gravida. Tenho tanto medo de ser mãe, tantas duvidas, mas por um outro lado pensava talvez não fosse tão rui assim, esse bebê é meu filho né?! Filho do meu amor com o Cebola.
Quando pensei nisso me lembrei do Cebola tive medo de ele não querer que eu tenha o bebê. Não sei acho que já estava me acostumado com a gravides, talvez até no ponto de começar a amar essa criança, se o Cebola não quiser acho que nem sei mais o que faria.
Tento tirar esse pensamento me levantando da cama e vou pro o banheiro do meu quarto tomar banho, lá dentro eu tiro toda minha roupa entro dentro do box completamente nua abro o chuveiro deixando a aquela agua morna caindo no meu corpo e começo a relaxar. Já nem lembrava tanto assim dos meus problemas.
Saído do banheiro enrolada numa toalha rosa bem clarinho, pego a minha camisola um pouco curta rosa choque com bolinhas brancas e renda preta nas bordas dentro guarda-roupa e me visto. Depois retorno ao banheiro escovo meus deites.
Terminando tudo isso, já estava pronta para dormi. Me deito na cama estava cansada, mas sem sono. Virei para o outro lado e vi em cima do criado mudo o um velho amigo de infância, Sansão o meu coelhinho de pelúcia azul. Então eu pego o Sansão e abraço ele bem forte, achando que assim ele pudesse aliviar todos meus pensamentos.
Nesse momento começo a lembrar de quando era criança e ficava pra lá e pra cá com Sansão usando ele como arma contra os meninos. Comecei a sentir saudades daquela época, era tão bom quando era criança mesmo que tinha que aturar provocações de vez em quando mais era tudo muito legal brincava livremente com meus amiguinhos, comendo doces e coisas gostosas quando queria, vivíamos cada aventura fantástica.
Lembrando de tudo aquilo me faz pensar "Como aquela garotinha baixinha dentucinha sorridente acabaria terminando assim gravida com 16 anos?". Tava até começando ter inveja de mim mesma quando criança.
Não intento porque justamente comigo. Um filho... O que eu faço Deus? De repente sinto uma coisa muito entranha. Como se alguém dentro de mim estivesse se movendo, se movendo bastaste.
–Hã?! O que? _Pergunto a mim mesma.
Até que além de senti algum dentro da minha barriga se mover passo a senti pequeninos chutes, chutes de leve não dava pra me machucar mais podia sentir.
Deus o que é isso tudo. Será que era... Não pode ser, mas não podia ser outra outra alternativa. Era o meu bebê querendo falar comigo. Ele devia esta querendo disser "Fica fria mãe, tudo vai dar certo. Eu juro."
Nesse momento sinto minhas lacrimais quentes saírem dos meus olhos escorrendo pelo meu rosto. Sentia uma felicidade tão grande que fazia o meu coração estremece de tanta emoção. Era o meu bebê que estava ali, o meu filho, ele tava ali pra mim e aquele era o sinal que queria ter certeza da existência dele.
Depois disso não tive mais duvida do que eu queria. Ainda com o Sansão abraçada nos meus braços ergo ele pra cima levantado com os meus braços e o segurando com as minhas mãos fitando fixamente pro mesmo.
–Sansão, o que você me diz, que tal você ter novamente uma criancinha pra brinca com você? _Ao dizer isso começo a dar risadinhas voltando abraçar o Sansão.
Logo depois eu já estava tão cansada que acabei caído no sono e adormeci.
[...]
POV Autor:
Na manha no dia seguinte Mônica já estava na sua escola dentro da sala de aula sentada na sua carteira esperando começar a primeira aula que já ia começar em alguns segundos. Até que Magali e Marina senta ao lado da carteira dela de costume e começa falar com ela.
–E ai Mô?! Tudo beleza? _Magali pronuncia cumprimentado.
–Sim! É você Maga? _Mônica responde com um leve sorriso.
–Veja só Maga, parece que a nossa Mônica esta feliz novamente. _Marina comentou feliz pelo amiga dentuça.
–Não foi só você que notou o mesmo não Ma. Será que é que eu estou pensado? _ Magali indagou.
–Hum? Do que estão falando? _Mônica questiona mostrando curiosidade.
–Ora amiga, o que mais seria! Óbvio é sobre seu papo com o Cebola. Me conta! O que farão com o bebê? _Magali perguntando bem curiosa.
–Ham! É isso! _Mônica exclama um pouco triste e o seu sorriso no rosto desaparece virando uma expressão um pouco tristonha.
–Hã? _Marina e Magali ficam surpresa pela mudança de humor repentina da amiga.
–Oh Mônica, o que foi? De repente me parece triste? _ Pergunta Marina preocupada.
–Ai meu Deus! Mô não me diga que o Cebola não quer o bebê e tá de obrigando a fazer uma aborto? Ou pior ele terminou com você nem quis saber do neném? _Magali pasma questionou com receio.
–Não Maga, não é nada disso. Não fala uma coisa dessa nem zoando. Na verdade, foi que ontem fiz como combinamos. Abri o jogo para o Cebola falei sobre o bebê, mas ele ficou um estado de choque tão grande que não conseguia pensar em nada e por isso ele não quis me falar nada na hora e pediu um tempo para pensar. E eu fico preocupada com esse tempo. _S dentuça esclareceu.
–Na boa Mô, você não deve esquenta com isso, se ele pediu um tempo deve ser pra pensar o que é melhor pro os dois. _Magali aconselhou.
–É! Maga tem toda razão. _Marina concorda.
–Mas é que... _Mônica hesita um pouco pra falar e continua. _É que ontem na hora de dormi pensei muito sobre isso tudo e cheguei numa conclusão que não quero tirar o bebê.
–O QUE! _Marina e Magali exclamaram gritando juntas o que fez todos da sala olharem pra elas três.
–Shii! Meninas falam baixo por favor. Estamos dentro da sala de aula, esqueceram?! Ai olha só o mico. _Mônica avisa morrendo de vergonha.
–Ops! Foi mal miga! Mas é serio que você quer o bebê? _Marina questiona voltando pro seu tom de voz normal.
–Uhum! _Mônica balança a cabeça afirmando que sim um pouco corada.
–Mô isso é... _Magali se hesita um pouco antes de terminar falar _Maravilhoso! Você tomou a decisão mais correta. _Completou com um sorriso satisfeito no rosto.
–Ai amiga to tão feliz por você e pelo bebê! Pode contar comigo, você terá todo o meu apoio pra ajudar com o bebê. _Marina apoiou toda feliz dando um abraço na Mônica.
–E eu que diga o mesmo. Mô pode contar comigo não importa o que for necessário, quero ser uma segunda mãe, ou tia ou prima até irmã mais velha pra esse bebezinho. _Magali também apoiou feliz e abraçando a amiga.
–Valeu amigas. Você são demais. _Mônica agradeceu retribuído o abraço nas amigas.
Nessa hora o Cebola chega perto da carteira onde tava Mônica , Magali e Marina, as três se salta do abraço.
–Mô, posso falar com você na hora do intervalo? _Cebola pediu olhando para Mônica.
–Sim, claro!_ Mônica aceitou já preocupada em saber o que ele queria falar.
–Okay! Na hora que der o intervalo me espera pra gente déssemos juntos?! _Ele avisou.
–Tá! Então tá combinado. _Mônica concorda e o Cebola vai pra sua mesa.
–Nossa amiga, será que o Cebola quer ter esse papo aqui na escola na hora do intervalo? _Magali pergunta parecendo surpresa.
–Bom Maga, não sei! Mas tomara que sim, quanto antes resolvemos isso é melhor. Não aguento mais fica nessa agonia. _ Mônica termina de responder e salta um suspiro.
[...]
Cebola foi se sentar na sua carteira que fica atrás do Cascão, o mesmo se vira para falar com ele.
–Fala ai careca, tudo belê? _Cascão cumprimentou o seu amigo com o seu jeito animado sem noção.
–Não começa! Hoje não, cara! _Disse o Cebola que não tava com uma cara muito boa, parecia serio ao mesmo tempo preocupado e ansioso.
–Ué! Que bicho deu e você mano? Pensei que já havia superado tudo ontem com o nosso papo que colocamos as coisas em ordem. O que é agora? _Pergunta Cascão ao amigo preocupado.
–Sim, estou ligado sobre isso. Mas pra mim só vou fica realmente tranquilo se eu falar logo pra Mônica. Aff não aguento mais fica nessa agonia de ansiedade. Já até sei tudo o que vou disse a ela.
–É por que não fala agora? _Cascão questionou.
–Cascão seu sem noção, não da pra ter esse tipo de papo dentro da sala de aula, além do mais com a professora acabando de entrar. Quer mesmo que eu tenha essa conversa aqui? _Cebola respondeu irônico.
–Não, foi mal cara, nem pensei nisso. _Cascão se desculpou vendo de fato o ex troca-letras tava certo.
–Jura?! Não da nem pra perceber. _Cebola comentou sendo sarcástico com um sorriso debochado.
–Ah Cebola, da um tempo tá bom! Não precisa pegar tão pesado. _Cascão protestou meio irritado se fazendo de vitima não gostado do jeito que o amigo falou com ele. _Mas voltando o assusto. Quando pretender falar com a Mônica? Na hora da saída?
–Quero fazer isso o quanto antes e por isso que vai ser no intervalo. Não quero perde mais tempo e eu imagino que ela também não. _Cebola explicou.
–Hum! Na hora do intervalo?! Então tá! Você é que sabe mesmo.
–Cascão e Cebola da pra saber o quanto vocês cochichado ai? _Pergunta a professora um pouco irritada que estava dando a aula e percebe que os seus dois alunos não estava prestando atenção, só de conversa no meio da aula.
–Vish! Foi mal Prof! _Cascão se desculpou virando pra frente.
–Foi mal professora. Não vai se repetir de novo. _Cebola também se desculpou.
–Acho bom mesmo, pois a próxima vez convido os dois rapazinhos a saírem. Agora voltando pra matéria aqui no quadro vocês podem ver... _A professora alertou pros dois e depois volta a dar sua aula pro restante dos alunos.
–Uffa! _Cascão e Cebola suspiraram juntos aliviados.
[...]
Três horas se passaram e o sinal para o intervalo tocou os alunos começam a sair da sala, Cebola havia se levantado e foi até onde a Mônica estava sentada em sua cadeira.
–Então Mô, vamos? _Cebola a chama fitando ela dando um leve sorriso.
–Sim, vamos! _Mônica afirmou retribuído um sorriso também e se levantando.
–Até logo mais Mô! Conta tudo pra gente depois, okay?! _Magali que estava ao lado da carteira da Mônica a acompanhada pela Marina se despediu.
–Uhum! Pode deixar! _ Mônica concordou e depois sai junto com o Cebola da sala e vão para o pátio.
Os os dois estavam no pátio numa parte mais tranquila sem ninguém para atrapalha a conversa deles. Mônica se senta no banco que tinha ali e já o Cebola preferiu fica em pé. Os dois ficaram um tempo em silencio até que o Cebola quebra esse silencio.
–Mônica, talvez você já sabe por que te chamei aqui. Eu pensei muito sobre o assunto de ontem e já me decidi. _Cebola pronunciou a fitando.
–C-cebola... _Mônica começa a dizer mais fica sem fala, seu coração começou a bata mais acelerado com medo de ouvi as próximas palavras do seu amado.
–Mô, eu não quero machuca você e nem mata o bebê. E-eu... O que eu realmente quero é... Que você tenha o bebê e tem mais eu quero ser o pai de verdade pra essa criança, quero criar ele, ver ele crescer se torna adulto, ver ele formado e casado e quem sabe um dia ver os nossos netos. Mas claro quero fazer tudo isso ao seu lado. _Cebola declarou e fica um pouco corado no final.
–Haar! Cê, não imaginava que você queria tanto assim o bebê. _Mônica comentou surpresa com os olhos começando a lacrimejar.
–E por que você não achou? É o nosso filho néh?! _Cebola sem entender indagou.
–É... É o nosso filho sim. Também quero que o bebê nasce e quero ver ver ele crescer e principalmente ser a mãe dele. Quero muito. _Mônica revelou um pouco corada, com os olhos lacrimejando de felicidade.
–Mônica... _Cebola fica tão feliz de ouvi a resposta da Mônica que abaixa no chão se ajoelhando e beija a barriga da mesma.
Mônica fica um pouco surpresa, mas feliz e coloca a mão em cima da cabeça do Cebola e acaricia ele.
–Cebola... Você... _A dentucinha pronuncia só que o Cebola a interrompe.
–Mônica tem mais uma coisa que preciso falar com você. _Cebola avisa após dar um beijinho na barriga da Mônica levantado a cabeça.
Os dois ficam com as mãos em cima da barriguinha da dela, a mão do Cebola por baixo e a da Mônica por cima da dele.
–Hum? O que é? _Mônica pergunta curiosa.
–Eu quero me casar com você de verdade, na igreja de véu e grinalda e tudo mais. _Cebola pede a Mônica em casamento dando um sorriso mais meigo e doce possível.
–Casar? _Mônica exclama muito surpresa. Não esperava que o Cebola ia chegar tão longe com essa historia de filho.
–Sim, isso mesmo que você ouviu. Casar! _Cebola conformou. _Não vejo mal nisso afinal vamos ter um filho nosso mesmo. E também é que eu quero casar com você por que eu te amo e não sei viver mais sei você. Por isso aceita se casar comigo? _Ele pediu de modo gentil sorrindo pra sua amada.
–Cê... Sim! ... Eu eu aceito! Quero muito casar com você. Cebola eu te amo, te amo muito. _Mônica corada aceita muito emocionada com os seus olhos derramando lágrimas de alegria.
Ouvido aquelas palavras tão doces e cheias de sentimentos Cebola não resiste e beija Mônica num beijo doce e romântico apaixonante e ela retribui o beijo também.
Eles param de se beija e ficam um tempo com a testa encostada uma na outra sentindo a respiração do outro até que que eles se afastam e o Cebola que estava ajoelhado no chão se levanta.
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