Hello, My Baby! I Love You!
25 Capítulo 25 - Bem vinda Nikka!
Notas iniciais
POV: Cebola
Era uma tarde de verão, mas não tam quente como o verão passado que é um alivio e eu estava trabalhado na padaria do seu Emanuel atendendo o os clientes que comprava paizinhos e entre outros produtos que vendia por lá, pra mim era um tanto entediante, mas eu tinha noção de como esse trabalho era importante pra mim e pra minha família, mesmo assim trabalhava com um sorriso simpático no meu rosto para os clientes sem hesitar e sem falar até que era bom trabalhar a ali, já que podia contar com a companhia do meu velho amigo de infância Quim e também a minha melhor amiga Magali que namora o mesmo e ia lá pra visitar o namorado (E fazer uma boquinha também)[N/A Falou doutor óbvio ¬¬] e aproveitava batia um papo comigo.
Engraçado isso tudo me fazia pensar: puxa como tudo mudou na minha vida desde inicio do ano passado (2014) para o começo desse ano (2015, janeiro), e olha que tudo começou mesmo logo depois do começo do ano passado quando reatei o namoro com a Mônica (A dentuça, baixinha e ex gorducha da minha vida) até o momento que soube que seria pai, antes eu era apenas um cara normal sem responsabilidade e compromisso na vida que gostava de curti a vida com meus amigos e passa horas magias com minha namorada Mônica. E olha só pra mim agora eu to aqui trabalhando na padaria do seu Emanoel em plenas ferias de verão em quanto meus amigos estão curtindo as maravilhas das ferias e a liberdade (Suspiro) confesso que isso me da um pouco de inveja, mas mesmo assim estou mais do que feliz. Não! Mais que realizado por ser pai.
Logo, logo estarei com a minha filha nos meus braços e olha que não falta muito, na verdade não faltava mais nada, já que a Mônica esta de nove meses. E por falar na mesma, nesse momento Mônica deve esta em sua casa com aquele barrigão enorme morrendo de saudade de mim e eu igualmente sobre ela. Infelizmente a saudade vai ter que espera, já que tenho meus compromisso pra cuida, só que com certeza quando sair da aqui a primeira coisa a fazer é ir na casa dela e mata toda a saudade que sentimos um e do outro.
Ainda bem que não falta muito pra sair daqui, pois já são 05:58 da tarde e o meu expediente acaba as 07:40 da noite, falando em outras palavras só falta duas horas para sair da aqui. (VIVA!) Enquanto estava com os meus devaneios de refletir a minha vida e ao mesmo tempo atendendo os clientes ouso uma voz me chamando, parecia ser a do seu Emanoel e assim eu saio da minha distração e retomando a consciência.
_Hum...? É... O que foi seu Emanoel? Fiz algum de errado?_Eu pergunto um pouco preocupado.
_Nada de mais meu jovem, só acho que o rapazinho já trabalhou demais por hoje._Responde o seu Emanuel.
_Hum! O que quer disse com isso senhor? _Eu pergunto curioso e confuso.
_Quero disse que vou te libera mais cedo!
_Serio?! Por mau pergunte! Mas por quer? _Eu questiono surpreso, sem entender muito bem já que ainda não era o meu expediente.
_Porque você já cumpriu sua parte de cuidar da padaria e muito bem por sinal e também é porque a sua mulher esta esperando um filho seu de nove meses e precisa de você. _Ele explica.
_Mas seu Emanuel e quanto a padaria e os clientes?_ Eu argumento ao perguntar
_Não tem importância isso meu jovem, o movimento da padaria hoje esta baixa e também tem o Quim e outros funcionários que pode lidar com isso. _Diz o seu Emanuel colocando a sua mão em cima o meu ombro.
_Vai lá cara, a Mô e a bebê precisa de você! _Pronunciou o Quim que estava no nosso lado.
_Ham...! Esta bem, eu vou! Valeu seu Emanuel e também pela força ai cara. Fui nessa! _Eu agradeço aliviado saído atrás do balcão.
_Até mais Cebola! A gente se ver! Manda um beijo pra Mônica e a bebê e se ver a Magali por ai diz que eu a amo muito. _Quim se despende acenado a mão para mim.
_Tá, tá! Tá pode deixar! Tchau! _Me despedi dele andando em direção da porta da padaria
_Tchau meu jovem, boa sorte para Mônica, a bebê e pra você também! _Seu Emanuel também se despede de mim acenando com a sua mão.
_Valeu seu Emanuel, tchau pro senhor também! _Digo meu ultimo adeus e saído dentro da loja pisando os meus pés na causada da rua.
Assim que finalmente sai dentro da padaria nem avia acreditado que estava livre e agora podia ir ver a minha linda dentucinha que certamente ia fica surpresa por me ver mais cedo na casa dela. Poxa eu tenho mesmo muita sorte de ter o seu Emanuel como meu chefe, pô ele é super gente boa, se fosse outra pessoa certamente não daria essa sorte. Na hora que ele disse que eu já estava dispensando nem acreditei muito de tão bom que era, claro que na hora eu tinha que me hesitar um pouco pro meu chefe para não pensar que eu não estava com vontade de trabalhar, mas tinha bons motivos pra sair mais cedo.
Estava com esses pensamentos enquanto caminhava pelas ruas em direção a casa da minha amada até que finalmente chego ao destino onde queria chegar. Sendo assim toco a companhia e espero algum morador daquela residência me atender até que então a porta se abre e aparece a dona Luisa na porta para me atender, ela me recebe com um sorriso no rosto me cumprimentado e depois me dar permissão para entra dentro da casa. Fazendo assim eu entro e depois vou subindo até as escada da casa indo para o corredor andado até chega em frente a porta do quarto da Mônica e parando.
A porta estava encostada então eu a empurrei segurando pela maçaneta e entrado lá dentro. Entrando no quarto da Mônica bem devagarinho pra não assusta-la encontro a mesma sentada com suas costas encostada na cabeceira da cama parecia que ela estava muito concentrada lendo um livro de romance, não deu pra eu ler o titulo de longe, só sei que era de romance já que ela sempre foi romântica e também notei que na capa vi um homem abraçado a uma mulher.
Comecei observa como estava a garota que eu amo perfeitamente em cada detalhe em seu corpo. Mônica estava vestida um lindo vestido rosa bebê, de alça em cada lado em seu ombro, o vestido era rodado todo largo desde a parte de cima do seu estomago até a ponta da saia que chega um pouco acima do joelho, a única parte que era justa com o seu corpo era onde fica os seus seios, o vestido tinha de enfeite uma faixa azul clara em volta do seu estomago amarrado com um belo laço bem de leve pra não aperta-la. Seus cabelos castanhos escuros quase preto estava preso em duas maria-chiquinha em cada lado da sua cabeça (Apesar que o cabelo dela é corte chanel acredite que deu pra fazer uma pequena maria-chiquinha em cada lado) e nos seus pés usava uma sapatilha de boneca rosa claro e também com enfeite laço azul em cima.
Mônica estava mesmo muito linda assim, todo aquele seu visual deixava com um ar de pureza de uma criança até mesmo de um anjo num corpo de uma mulher, meus olhos ficava radiante de olha-la assim tão linda, meiga, doce, inocente e isso só fazia meu coração disparar de amor e o meu corpo estremecer de desejo, tudo só por ela.
POV: Monica
Estava eu no meu quarto tranquilamente lendo um livro de comédia, drama romântico que era muito fantástico tanto que prendia toda minha atenção nas coisas ao meu redor e por isso nem avia percebido que o Cebola estava ali no meu quarto me fitando com um olhar meigo e um sorriso doce, só percebi quando o mesmo avia começado a falar se manifestado a sua presença, então eu paro de ler o livro e levanto o meu pescoço pra olhar pra ele.
_Oi Mô! _Disse meu amado com um tou de voz sereno e doce.
_Ham...? Oi Cê! _Cumprimentei de modo feliz, mas ao mesmo tempo surpresa já que ele trabalhava até mais tarde e ainda era 06:10.
_Tá feliz em me ver meu amor? _Cebola questionou com um sorriso torto e meigo no seu rosto.
_Sim, claro que sim! _Respondo sorrindo pra ele.
_É você minha bebezinha como você esta?_Cebola começa a fala com uma voizinha melosa e fofa enquanto abraçava a minha barriga ajoelhado na cama, ele na verdade estava conversado com a Nikka (A nossa filha) _Estava com saudade do papai, tava minha princesa? O papai estava morrendo de saudade de você, sabia?!
_Ai ai só você mesmo né Cebola. _A pois ter dito isso começo a pensar que "Cebola avia ficado muito mais próximo da bebê depois desses nove meses"
_Hum...? O que tem? _Ele exclamou parecendo confuso.
_Não tem nada não Cê, só acho muito lindo esse amor que você deposita na nossa filha. _Eu expliquei.
_E porque não depositaria, ela é minha filha e todos os pais amam os seus filhos?!_Ele mencionou como fosse o óbvio.
_É é sim, eu sei! Eu acredito que você ama muito a Nikka. Afinal também né não tem nem como duvidar._Eu disse sarcástica debochando um pouco.
_Hihihi! Mas acho que você deve esta se esquecendo que eu não amo só a Nikka. _Ele insinuo.
_Hum?!_Exclamei confusa.
_Também amo muito a mãe dela! Que as duas são tudo pra mim!_Cebola completou o que dizia antes.
_Hom... Cê! Puxa... Agora fiquei tão comovida._Comentei emocionada
_Hahaha Mas é a mais pura verdade Mônica, pode ter certeza._Ele disse confiante.
_Eu sei que sim, eu também te amo muito Cê... Eu... Ai... Cebola! _Der repente sinto uma certa dorzinha insuportável no meu ventre e senti que a cama estava molhada, eu podia jura que não fiz pipi na cama, então eu me toquei que só podia ser uma coisa.
_Ham?! O que foi Mônica?! _Cebola perguntou muito preocupado.
_A bebê...!
_O que tem ela?_Ele pergunta amostrando aflição.
_A bebê... A bebê vai nasce! _Com dificuldade pela contrações consegui responder o resto.
_O QUE?! Agora?_Ele exclamou pasmo.
_Cebola se liga, essas coisas não tem hora certa pra acontece! AIIIII... Olha só pra cama, ela esta toda molhada isso é sinal que a bolsa estourou e a bebê vai NASCE! AIIIIIIII!!!! _Eu digo muito irritada e sentido a dor só aumentar.
_M-M-Mônica, c-c-c-calma tá! V-vai dar tudo celto! AI MEU DEUS O QUE EU FAÇO AGOLA?!_Cebola diz entrando em pânico. Aff porque homens ficam tão frouxos essas horas?! Que vontade de dar uns sacode no Cebolinha agora! ¬¬'
_Ai... Cebola acho que você que devia se acalma primeiro não acha....Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
_Tá okay! Temos que avisa pros seus pais agora, eles vão te levar pro hospital! Eles estão em casa né?!
_Sim a minha mãe esta, só que o meu pai não, ele esta no trabalho!_Eu afirmei.
_Tá beleza, pelo menos a dona Luisa esta! Vem Mônica deixa eu te ajuda a te leva até lá em baixo. _Cebola sem hesitar me pega no colo com os seus braços fortes másculos com todo cuidado e carinho pra não ter que me machucar e vai me levando até as escada descendo degrau por degrau devagarinho tomando todo seu cuidado comigo pra não me deixa cair no chão.
Na hora fiquei pensando coitadinho do Cebola eu sempre tive um corpo meio pesado (Não estou me chamado de gorda) imagina então eu gravida de nove meses, tem noção o peço que o Cebola deve esta carregado pra me ajudar, sorte do mesmo é que ele é forte por pratica esporte principalmente futebol.
Enquanto isso quando Cebola avia me pegado no colo, descido comigo nos seus braços na escada ainda continuava sentido insuportável dores das contrações que ia e via a cada minuto e quando via só fazia piora a dor e eu não podia fazer nada a não ser geme e grita com as dores.
Assim que descemos as escadas Cebola começou a chamar pela minha mãe gritando de nervoso que se misturava com pânico, minha mãe ouvido os gritos não só o dele mas os meus também veio até nós imediatamente e assim Cebola e eu explicamos que a bebê estava a caminho na hora que a mesma ouviu a nossa explicação ela avia ficado muito feliz com um sorriso desenhado no seu rosto e ao mesmo tempo um pouco assustada, mas sem perde muito tempo Cebola comigo ainda nos seus braços me levou até a garagem onde estava o carro da minha mãe que guiava nós dois até o local, Cebola me colocou novamente no chão e com ajuda dele e mais da minha mãe conseguiram me colocar dentro do veiculo no banco de trás com todo o cuidado, assim que nós três entramos no carro minha mãe deu a largada indo direto para o hospital onde eu daria a luz a minha filha.
Eu ficava o tempo todo nervosa e aflita sentindo as contrações que só piorava suspirando e ofegando. Cebola aflito de medo no meu lado tentava me tranquilizar com o maximo possível que ele podia fazer, mas era tudo em vão estava muito nervosa pra ouvir ele e qualquer pessoa. Chegando em frente ao hospital novamente com ajuda da minha mãe e do Cebola conseguiram me tirar dentro do carro e me levaram para dentro do hospital, já lá dentro os médicos e enfermeiras viram minha situação e foram logo me acudir trazendo uma maca e com ajuda deles me deitaram em cima da mesma.
De todos aqueles médicos e enfermeira avia acabado de chegar no local onde eu estava uma pessoa familiar. Era a doutora Elisa, avia ficado com o meu coração um pouco aliviado por vê-la ali já que eu mantinha uma total confiança nela do que aqueles médicos desconhecido pra mim.
_Então Mô, preparada para coloca assa bebê pra fora? _Elisabete pronunciou me olhando e sorrido pra mim
_Ai...Puf puf...Acho que sim Lisa! Só não tava muito preparada pra essa dores!
_Ora querida, esqueceu que eu avia avisado sobre as contrações que você ia sentir na hora?!_Elisa falou cautelosamente comigo.
_Sim! Mas não sabia que doía PRA CARALHO! Caraca essa odeio mesmo, serio! Puf Puf
_Mônica relaxa! Logo, logo isso passa e... _Cebola diz tentado me tranquilizar só que e o interrompo.
_Cebola cala sua boca! Olha só que você me fez! Você que é o culpado por eu esta assim... Ai que dor...! Se eu pudesse ter o Sansão agora você ia ver só. Ai como eu te odeio! _Digo com raiva e ao mesmo tempo sentindo forte dores já estava até suado.
_Poxa Mônica, você acha que eu não to sofrendo por te ver assim, estou nervoso de preocupação por você e também pela bebê. Os pais também ficam sentido essa horas sabia. _Ele se justifica protestando parecendo magoado.
_Mônica perdoa o Cebola, ele não é todo responsável por isso e também da pra ver que o pobrezinho esta falado serio. _Minha mãe me repreendeu argumentando.
_Tá bom, mãe tanto faz! A única coisa que eu quero é ter esse bebê logo se não acho que eu vou MORREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!
POV: Autora
Mônica estava sendo encaminhada para sala de parto deitada na maca pela doutora Elisabete a acompanhada por enfermeiros e o Cebola também estava indo junto já que o mesmo é o pai da crianças preste a nasce tinha que fica junto nessas horas, enquanto na sala de espera a dona Luisa ficou encarregada de ligar para seu marido e as outras pessoas sobre a sua neta que estava a caminho, assim que todos receberam o aviso pela ligação deixaram de fazer o que estavam fazendo e foram imediatamente para o hospital. Não demorou muito para a sala de espera esta cheia de gente que aguardava ansiosos o nascimento da bebê. Das pessoas que estava lá era o seu Sousa, seu Cebola, dona Maria Cebola e a filha mais nova do casal Maria Cebolinha, Magali, Cascão, Denise, Marina, Dorinha, Xaveco, Cascuda, Titi, Jeremias, Aninha e mais o restante da turma também estavam presentes.
Enquanto isso Mônica já dentro da sala de parto agonizava pelas dores insuportáveis que sentia fazendo toda força possível para sua filha saísse dentro dela gritando muito e tendo o Cebola o tempo todo ao seu lado tentando conforta-la e dando força pra ela continuar até o fim.
_"Minha bebê...Está nascendo..."_Pensava a Mônica.
_Okay, Está vindo! _Alertou a doutora Elisabete.
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAA... Pof... Pof... _Mônica cada vez fazia mais força empurrado sua filha pra fora com intervalos para poder respirar e pegar fôlego enquanto suava muito de cansaço e de tanto fazer esforço.
_Você consegue, Mônica! MÔNICA...! _Cebola ao lado da sua amada tentando a encoraja-la em meio a gritos de nervoso e medo.
_"Eu fiz muitas pessoas se preocuparem. E muitas pessoas me ajudando. Eu pensei em tantas coisas."
_A cabeça passou! _Avisou a doutora.
_"Minha filha..."
_Só falta mais um pouco! _Anunciou uma das enfermeiras.
_Cebola... _Mônica chama com uma voz fraca e rouca pelo Cebola a fitando e amostrando uma das mãos aberta pedindo para o mesmo a segurar, ele entende o que dizia o gesto da jovem e a segura com uma das suas mãos com toda força.
_VOCÊ CONSEGUE, MÔNICA!! VOCÊ CONSEGUE! _Cebola diz encorajando.
_"A filha do meu amado Cebolinha"
_AGORA...! _Diz a doutora Elisabete.
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH... _A dentucinha reuniu toda a sua força que restava em seu corpo e concentrou em liberar tudo de uma vez só com ajuda da Elisabete e de uma outra enfermeira que ajudaram a empurra-la o seu corpo com o jeito profissional.
_NIAAAAAAAAAAAAANIAAAAAAAAAAAAAAAAAAA...!
....
Todos os amigos e familiares da Mônica e do Cebola que estavam presentes na sala de espera no momento que ouviram um choro de bebê um imenso sorriso de alegria misturado com alivio se formaram em seus rostos já sabendo que aquele choro era do bebê que eles aguardavam ansiosamente pelo seu nascimento.
....
_Parabéns Mô! É uma linda menina saudável! (Uffa ainda bem que não me enganei na ultrassom) _Comentou a medica elogiando, enquanto segurava a pequena criança recém nascida enrolada na manta que ainda chorava descontrolada entregando para a mãe (Mônica).
_Olá minha filha... Finalmente pude te conhecer. Seja bem vida meu amor! _Mônica disse segurando a sua pequena criança em seus braços enquanto olhava para o rostinho dela gravando cada detalhe em sua memoria.
Suas lágrimas não podia conter de emoção e felicidade escorrendo em seu rosto cansado, aquele era sem duvidas o momento mais feliz da sua vida e não dava para comparar com nada que avia acontecido e sentido durante toda sua vida, Mônica podia sentir o imenso amor que sentia por sua filha desde do momento que a viu aquele pequeno ser rosado chorando no colo da medica, mesmo se ela tivesse alguma duvida desse sentimento antes, não poderia mais duvidar sobre o amor que acabava de sentir assim que viu pela primeira vez.
_Parabéns, agora você é mãe! _Parabenizou a medica Elisabete com um sorriso pra ela.
_Cebo... _Mônica começa a falar, mas é interrompida pelo Cebola que avia dado um beijo doce na boca dela fazendo a mesma se surpreender um pouco, mas também gostou muito do beijo mesmo sendo um beijo calmo e rápido que durou em poucos instantes.
_Obrigado, Mônica! _Cebola agradeceu com um belo sorriso meigo pra ela. _Minha filha... Finalmente... Nasceu... _Ele diz em lágrimas incontáveis que saia dos seus olhos de muita felicidade e emoção, um sentimento tão grande que não dava para compara com nada que já viu e pode sentir em toda sua existência.
_Cebola...É a nossa filha! _A dentuça diz envolvendo o seu braço atrás da nunca do Cebola abraçando o mesmo que estava com a cabeça repousando em cima do ombro dela enquanto ainda chorava.
_É sim, ela é nossa filha! E ela é tão linda e fofa, que nem a mãe dela. _Diz o Cebola orgulhoso e feliz depois que se recompôs e olhando pra sua pequena filha que repousava no colo quente e amoroso da mãe.
_Quer segura-la, Cê? _Pergunta a Mônica.
_Ham... Não sei se eu posso! _Cebola responde com receio se sentido meio inseguro.
_Mas por que não? Se você que é o pai dela, esqueceu?! _Ela indagou abismada.
_Eu sei Mô, mas é que eu tenho medo!
_Medo?! _Mônica exclamou sem entender.
_Sim, tenho medo de pega-la e deixa-la cair ou então de aperta-la muito forte, ela é tão pequena e frágil que tenho medo de machuca-la. _O jovem explica.
_Cebola isso não vai acontecer, eu confio em você! E também você vai mesmo deixa de pegar na Nikka por resto de sua vida?! _A dentucinha questionou.
_Não, claro que não!_Cebola afirmou negativamente.
_Então?! _Mônica interrogou.
Cebola suspirou. _Esta bem, eu vou pega a Nikka no colo! _Ele concordou e depois com todo cuidado e com jeitinho pegou a sua filha no colo, assim que a segurou pela primeira vez sentiu uma secessão de felicidade e amor muito grade que fazia novamente as suas lágrimas quererem sair, mas ele se segurou já que não queria chorar em cima da filha. _Oi minha baixinha, o papai esta tão feliz por conhecer você, sabia?! _Diz com uma voz carinhosa e serena.
_Hahaha! _Mônica não diz nada só acha graça e lindo aquela cena tão tocante de pai e filha.
Cebola e Mônica estavam repletos de felicidade aquele sem duvida era o melhor dia da vida dos ambos só que aquele momento feliz e único foi interrompido assim que uma das enfermeira pega a pequena Nikka no colo do seu pai e a levando embora da sala de parto, Elisabete explica para os jovens recém pais que a bebê tinha que ficar no berçário junto de outros bebês pro bem dela, mas os dois iam vê-la muitas e outras vezes no hospital, sendo assim o casal teve que concorda só que a Mônica foi a que menos quis concorda com isso e ficou xingando a pobre enfermeira mentalmente por te levado a sua filha embora apesar que a doutora Elisabete tentou explica pra jovem mãe que a mulher só estava comprido ordens do trabalho dela e não tinha culpa de nada.
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