Hello, My Baby! I Love You!
20 Capítulo 20 - Mantendo a Esperança!
Notas iniciais
Oi amigos (as), como avia dito que não demoraria pra posta o capitulo 20 que vocês estavam muito ansiosos. Na minha opinião esse capitulo ficou bem dramático e eu adorei escreve ele.
Vou parar de enrola sei que estão ansiosos pra ler logo, desejo uma boa leitura!
Vou parar de enrola sei que estão ansiosos pra ler logo, desejo uma boa leitura!
POV: Cebola
MÔNICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! _Eu gritei desesperado vendo a Mônica desmaiada no chão já ia acudia-la até que senti uma mão delicada feminina segurado o meu braço. _Cebola não vá! Você e ninguém pode toca na Mônica agora e perigoso pra ela e pro bebê. _Falou a pessoa que segurava o meu braço e quando viro pra ver quem é revelando que é a Magali que estava com os olhos lacrimejado preste a chorar. _O-o que? Como assim? _Eu pergunto tremulo do tamanho do desespero com os meus olhos começando a derrama as primeiras lágrimas. _A senhorita Magali esta correta! _Disse o professor Rubens que avia acabado de chega no local, de uma certa forma ele deve ter ouvido a confusão da briga que ocorreu pelos corredores do colégio acompanhado de outros professores que foram lá também. _Ela tá tendo muito hemorragia e se alguém a mexer pode piora o sangramento fazendo a Mônica sem duvida ter um aborto espontâneo._Na hora que ele disse aborto meus olhos arregala de medo disso acontecer. _Você não quer que Mônica perca o bebe quer?
_N-não!_Eu apenas consegui responder a pergunta feita com minha voz seca, estava muito nervoso.
_Claro que não! Calma meu jovem tudo vai acaba bem, tenha fé! Rápido alguém liga para uma emergência quem estive com celular!
Quando que o professor Rubens terminou e falar todos ali pressente começou a pegar os seus celulares e disca pro numero da emergência pra vir uma ambulância o quanto antes. Eu estava tão aflito, não parava de chorar, parecia que avia perdido todo chão que sustentava meus pés, minha mente estava quase vazia e não consegue tirar os meus olhos de cima daquela garota desmaiada inconsciente tão frágil e delicada no chão rodeada de sangue precisado mais do que nunca ser socorrida. Eu queria pode esta perto dela pra socorre-la, mas sabia que não podia. A única coisa que eu podia fazer era espera por um milagre.
_Mônica... O que foi que eu fiz...? Me perdoa! _Eu murmurei em rendimento com lágrimas olhando pra minha querida amada me sentindo arrependido achado que tudo era minha culpa, se eu não tivesse brigado naquela hora, eu queria era protege-la, mas nó fim acabei colocado a vida dela e da nossa filha em risco.
Mais ou menos uns 30 minutos depois a ambulância chega no meu colégio e os médicos com todo seu profissionalismo coloca a Mônica na maca com muito cuidado e levando na ambulância logo em seguida. Eu avia avisado que era eu o pai do bebê que a Mônica esperava e assim os médicos não viram mal de eu ir junto na ambulância. Dentro da ambulância eu ficava sentado olhando pra Mônica sem parar de chorar, sentindo uma dor insuportável vê-la daquele estagio cercada por aparelhos inconsciente, então coloco a minha mão em cima da mão dela tendo esperança que isso pudesse a conforta-la.
Assim que chegamos no hospital Mônica foi levada as pressas pra sala de emergência onde ia ser cuida polos médicos incluído a própria doutora Elisabete. O hospital era o mesmo onde a doutora trabalha e foi sugerido por mim pra nós levamos a esse hospital já que ela que cuida da bebê e da Mônica. Antes dela entra pra sala de emergência junto com os outros médicos Elisabete avia me dito algum.
_Cebola, não se preocupe! Eu prometo que vou saúva a Mônica e a bebê ao qualquer custo. _Disse determinada me passando confiança.
Terminado de falar vejo ela correndo em direção aonde fica a sala de emergência. Até ai eu estava sozinho na sala de espera do hospital até que os meus melhores amigos Cascão e Magali chegam acompanhado do professor Rubens que deu carona de carro para os dois.
_Cebola, é a Mônica como ela esta? Esta tudo bem como a minha amiga?_Magali pergunta pra mim chorando de preocupação, parecia muito aflita.
_Como a Mônica esta?_Cascão também estava preocupado, mas não estava chorado como a Magali só que eu podia perceber o sofrimento dele pela sua amiga Mônica assim mesmo.
_Não faz muito tempo que os médicos levaram ela pra sala de emergência, eu não faço ideia o que esta acontecendo. _Eu explico atordoado.
_Pelo menos ela já esta em cuidados dos médicos. Logo ela estará fora de risco. _Fala o meu professor confiante.
_Professor, e a minha filha? Eu me preocupo mais é com ela, eu sei que Mônica vai fica bem, mas não é o caso da bebê. Se alguma coisa acontecer a elazinha eu chamais me perduraria e eu sei que nem a Mônica. Eu vou carrega a dor de nós dois pelo resto da minha vida.
_Cebola para com esse pensamento negativos, os médicos eles sabem o que estão fazendo, não vai acontecer nada de mau com a bebê. Primeiro o que você deve fazer é se acalma, segundo é rezar pra Deus pra cuidar delas duas. Já falei pra você ter fé!_Meu professor disse me encorajado.
_Forca companheiro! Elas vão sair dessa, você vai ver. Vai acaba tudo bem. _Cascão diz me consolando colocado a mão no meu ombro esquerdo.
_Ai Cê, entendo que você esta sofrendo muito, a Mônica pode ser a sua namorada e mãe da sua filha, mas ela também é minha melhor amiga desde a infância considero como a minha irmã e eu amo tanto a Mônica e a bebezinha como se fosse minha filha também. Mas vamos ouvi o Cascão e o professor okay?! _Magali me diz consolado com os seus olhos molhados e vermelhos de tanto chora suas lágrimas rolava em seu rosto.
_Valeu, valeu mesmo galera! Não sei o que faria essa hora sem a força de vocês! _Eu agradeço um pouco mais calmo pela ajuda deles.
_Não tem que agradece meu jovem! Mas afinal alguém ligou para os pais da Mônica e também para os seu Cebola?_Pergunta o professor Rubens.
_Não professor, estou tão atordoado que nem pensei nisso. _Respondo com uma voz rouca.
_Deixa que eu ligo pros pais da Mô. _Magali responde pegando o seu celular da mochila e começa a disca o numero da casa da Mônica.
_Careca?_Cascão me questiona só polo meu apelido tosco dado por ele pra mim como quisesse me pergunta "Quer que eu fale pros seu pais no seu lugar".
_Eu ligo pros meus, pode deixa. _Eu respondo e depois pego o meu celular do bolso da calça e disco o numero da minha casa.
Alguns minutos a pois tanto os pais da Mônica quanto os meus chegaram no hospital e foram até onde nós estávamos esperando desesperados por noticias da Mônica e da minha filha. Só que das duas famílias a que mais avia chegado em desespero era os seu Sousa e a dona Luisa, afinal eles não tinha só uma neta pra se preocupa mais também a sua unica filha.
_Cadê a Mônica? Cadê a minha filha e a minha neta?_Pergunta a dona Luisa desesperada de preocupação.
_Mônica, cadê ela? E a bebê? _Seu Sousa também pergunta desesperado.
_Calma seu Sousa e dona Luisa! A filha de vocês já esta lá dentro sedo atendida pelo médicos, logo eles viram trazer a noticia._Explica o professor que de todos ali na cena pressente era que mais mantinha calma.
_Ai Deus por favor não deixa nada acontece com a minha neta e também com a Mônica. _Minha mãe com as mãos fechada uma com a outra olhando pra cima implora a Deus aflita.
_Mais o que aconteceu pra minha filha esta qui nesse hospital. _Pergunta seu Sousa.
_Deixa que eu conto tudo pra vocês. _Diz o professor Rubens continuado. _Tudo aconteceu quando a Mônica...
_E assim que o professor Rubens terminou de explica para os pais da Mônica e também para os meus, Sousa, Luisa, meu pai e minha mãe entenderam todo o corrido.
Eu estava sentado num banco da sala de espera com o cotovelo apoiado em cima da minha perna e as minhas mãos tampando o meu rosto enquanto não parava de chorar, meu pai me ver assim faz uma explosão tão triste em seu rosto como se estivesse sofrendo muito por mim, então ele vai até onde eu estava sentando no banco ao lado do meu.
_Filho sei que você esta sofrendo muito, você tem que se firme essas horas. Deus vai protege elas duas. _Diz o meu pai me consolando e ao mesmo tempo cariciando as minhas costa encurvada.
_Eu sei que vai pai! Não quero perde as esperança. Eu já pedi tanto a Deus por elas duas tanto tanto..._Começo a falar, mas o meu choro aumenta e eu não consegui termina, então abraço o meu pai procurado conforto e o mesmo o retribui o abraço.
Sousa que estava de olhos vermelhos e inchados de tanto chorar me ver desabando decide ir até onde eu estou com o meu pai pra dar o seu apoio.
_Cebola, meu filho!
_Sousa?! _Exclamo ao ver o meu sogro e desmancho o abraço pra falar com ele.
_As nossas meninas vão fica bem, tenho certeza! Não tem com o que se preocupa. Então não perca as esperança. _Ele me consola olhando pra mim com um pequeno sorriso no seu rosto.
_Er! É sim! Eu sei que vão! Não vou perde as esperança mesmo._Respondo determinado forçado um sorriso.
_É assim que se fala rapaz! Logo Mônica sairá desse hospital e daqui alguns meses essa menina linda vai nascer pra encher a nossas vidas de risos e feliciade. _Disse Sousa amostrado firmeza em suas palavras.
_Além mais, se tratando de Mônica não a com que se preocupa, né?! Sempre foi assim! _Meu pai brinca tentado me descontrair um pouco.
_Aham! É sem duvida! _Eu falo dando um sorriso de leve que a horas não aparecia no meu rosto decaído a tristeza.
_Mônica Sousa! Quem são os familiares dela? (Além do Cebola) _Questionou a doutora Bete que avia saído da sala de emergência e chegando a sala de espera pra dar a noticia.
_Somos todos nós!_Afirmou a dona Luisa que bebia um copo d'agua com açúcar pra tentar se acalma.
_A sim! Nossa quanta gente só pra um paciente. _Exclamou a medica num tom debochada e ao mesmo tempo surpresa por ver tanta gente, pois além dos pais da Mônica, os meus, a Magali, o Cascão e o professor Rubens avia chegado todos os nossos amigos que estavam morrendo de preocupação e também alguns professores incluindo o professo Licurgo e a Diretora.
_Doutora Bete, como esta a bebê e a Mônica?_Eu pergunto aflito de tanta angustia com o meu coração preste a salta pela boca, precisava saber o quanto antes se não era capais até eu morre ali.
_Relaxa! O sua filha esta bem! _Anunciou a doutora depois entrega umas folhas que estava segurando pra uma enfermeira atrás dela, continuado. _Obrigada...! Ainda há possibilidade dela ter um aborto espontâneo na sua atual condição. Mas nós conseguimos ver como estava a bebê. _Ela chega até mim coloca a suas duas mão em cada lado do meu ombro continuado. _Vamos hostilizara-la por um tempo. Nós paramos a hemorragia, então se ala descansar até o nascimento tudo ficará bem.
_Graças a Deus! _Eu agradeço a Deus caindo em joelhos diante dos pés da doutora de tanto alivio e felicidade que sentia.
_Cebola! Você fez bem em ficar calmo e cooperar. _Elisabete se ajoelha na minha frente e falando.
_Eh?
_Naquela hora especialmente com a quantidade de sangue perdido, se tivessem mexido muito na Mônica ela realmente teria um risco de abortar, sabia? _Bete explica e eu só arregalo os olhos pensando "ainda bem que ouvi a Magali e o a meu professor se não essas horas eu seria o maior responsável de perde a minha filha".
POV: Autor
Cebola então entra no quarto do hospital onde Mônica estava hospitalizada pra ver ela que já estava acordada naquele momento. Ele se aproxima da cama do hospital ficando bem próximo da mesma.
_Você esta bem Mônica? _Pergunta o Cebola olhado fixamente nos olhos dela.
_Cebola...?!_Mônica exclama com uma voz fraca não recuperada, mas feliz por ver o seu amado ali. _Onde eu estou, no hospital?_Ela pergunta observado o local onde ela esta. _ A...a bebê? _Mônica questiona nervosa de medo e preocupação pela sua filha se movendo agitada da cama.
_Você ainda não pode se mover, Mônica! _Cebola exclama pra Mônica segurando a mesma na cama pra fica calma e parada.
_Mas a bebê...! Eu tenho... _Mônica existia descontrolada querendo saber sobre sua filha.
_A bebê esta bem! Por favor agora fica calma se não vai ser pior pra elazinha. _Cebola responde cauteloso. _A doutora Bete me disse que a nossa filha esta bem, ela esta se mexendo energicamente.
_É... Sério Cebola? _A dentucinha questiona.
_Sim! _Cebola confirma com um lindo sorriso meigo pra Mônica.
_Graças a Deus..._Ela agradece a Deus com as suas mãos tampando o seu rosto cheio de lágrimas de alivio e felicidade.
_Mônica... Queria pedir desculpa! _Cebola diz se desculpado.
_Por que Cê? _Mônica pergunta sem entender.
_Porque é tudo minha culpa! Se eu não tivesse brigado naquela hora... _Ele diz amostrando ressentimentos só que não consegue termina de falar, já sentia novamente suas lágrimas querer sair.
_Não Cê por favor não se culpa. A única que deve desculpa sou eu. Eu que não devia ser tão teimosa e impulsiva. Achei que poderia separar a briga, mas nem pensei que estava colocando a vida do minha bebê em risco. Me perdoa Cebola. _Mônica se desculpa sentido ressentimento e incrédula pelo Cebola se culpar.
_Não a com que eu te perdoa, você não é culpada. _Ele diz indignado por ela.
_Sou sim, eu sei que sou! _Mônica diz com cabeça baixa.
_Não! Você não é! Ham... Não vamos mais falar isso okay?! O importante é que deu tudo certo a nossa filha foi saúva.
_Graças a Lisa! _Ela diz aliviada.
_Não foi só a Elisa não! _Cebola comenta.
_Como assim Cê? _Mônica pergunta sem entender.
_É que quando você estava desmaiada no colégio a Magali e também o professor Rubens me avisaram para eu não mexer em você se não ai que você teria um aborto espontâneo e foram eles e a turma que ligaram para a ambulância vir mais rápido possível! _Ele explica tudo.
_Todos eles fizeram isso por mim? _Ela questiona surpresa
_Sim foram! E eles estão até agora no hospital esperando pra ver você cheios de preocupação por vocês duas junto com as nossas famílias.
_Fico tão feliz de saber disso. Quero ver todos eles, também quero ver os meus pais. _A dentuça diz entusiasmada.
_Sim você vai ver! _Cebola afirma.
Depois que Cebola terminou e falar com a Mônica os pais dela entraram na sala pra ver a filha, depois foram Magali, Cascão, Marina e Denise e os restantes que foram entrando em grupo de quatro em quatro, pois era muita gente. Todos ficaram felizes e aliviado por ver a Mônica ali acordada feliz da vida e principalmente com a pequena bebê fora do perigo. Cada um trouxe um presentinho pra Mônica e a bebê, ursinhos, balões, flores, sapatinhos fofos para bebês, roupinhas, mamadeiras, chupetas até fralda descartável e entre outros presentes. Parecia até um chá do bebê do que uma visita ao paciente no hospital.
Notas finais
Gostaram do capitulo? Não gostaram! Então pode comentar a vontade, eu adoro saber a opinião de vocês leitores. O que não vale é sair da qui sem comentar, belezinha?!
Ufa! Que alivio tudo terminou bem né?! Eu não teria coragem de matar algum filho da Monica e do Cebola. Nunca eu disse antes, mas pra mim filhos de Mo&Ce e também de casal que eu gosto são sagrados pra mim.
Estou indo nessa encontro vocês meus amores nos comentários.
Beijinhos!!!! ^-^
Ufa! Que alivio tudo terminou bem né?! Eu não teria coragem de matar algum filho da Monica e do Cebola. Nunca eu disse antes, mas pra mim filhos de Mo&Ce e também de casal que eu gosto são sagrados pra mim.
Estou indo nessa encontro vocês meus amores nos comentários.
Beijinhos!!!! ^-^
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