Hell-a
27 Um significado para uma fuga.
Notas iniciais
Na verdade era pura preguiça kkk
Eu voltei a mexer em fóruns e estava superentretida então acabei deixando Hell-A um pouco de lado, daqui a um tempo vão começar as férias certo? Estão prontos para a postagem massiva de fics minhas? >< Espero que sim ^^
As meninas entraram o mais silenciosamente possível pela mesma porta que Ronnie e Max haviam entrado no dia do Hell-A, daquela história toda que vocês conhecem... Bom, elas entraram e se esconderam no banheiro, pois pessoas vinham pelo corredor. Suspenderam a respiração até que não ouvissem mais barulhos de passos próximos à elas:
- Vem Greene! – disse Catti, cautelosa.
- Catti, eu estou me sentindo estranha! – disse Greene, passando a mão pela testa.
- Calma, estou lembrando o caminho até o Meaning, lá poderemos ficar sossegadas, você deve estar com sono, afinal já é tarde, bem tarde! – disse Catti, olhando para todos os lados e sumindo na porta à sua esquerda.
- Catti, é sério! – disse Greene, com voz estranha.
- Ok, estamos chegando! – disse Catti, entrando por uma porta que dava no corredor do Meaning.
- Chegamos né?! – disse Greene, um tanto assustada.
- Sim, olha aí, todo esse céu, todo esse Heavens, todo esse Meaning, que será nosso por tempo indeterminado! Mas você sabe que temos que contar pra alguém, né?! – disse Catti, séria.
- Sim, eu sei, agora me deixa dormir? – perguntou Greene, sentando-se no chão do “mirante”.
- OK, pode dormir! – disse Catti, maravilhada com sua segunda visita ali.
- Obrigada! E boa noite! – disse ela, bocejando e deitando no chão mesmo.
- Pra você também! – disse Catti, estática ao observar a visão daquele local.
E assim as meninas ficaram assim, Catti observando a cidade a sua volta e Greene dormindo ao canto, por algumas horas até que o céu passou do preto completo para o cinza azulado e Greene já dormia a muitas horas, fazendo Catti ficar preocupada, pois ela disse que não estava bem um pouco depois de chegarem ao hotel.
Catti se aproximou da amiga e tocou seu rosto, sentiu que a pele da amiga estava ligeiramente quente, e resolveu colocar sobre ela seu casaco de couro. Alguns minutos se passaram e Greene finalmente acordou:
- Catti, Catti! – ela chamou, com a voz embargada pelo sono.
- Oi Greene, diga! – disse Catti, olhando para a amiga.
- Não conta pra ninguém que estamos aqui?! Não quero que o Green saiba que estou aqui, eu não quero vê-lo nunca mais! – disse ela, triste.
- Você e eu sabemos que isso não é verdade né? Mas não, não conto nada pra ninguém, não, OK? – perguntou Catti, sorrindo de leve.
- Obrigada! Vou voltar a dormir, OK? – disse Greene, mas antes que Catti responder alguma coisa, Greene já havia dormido.
Mais uma hora se passou, e agora os raios de sol já penetravam o vidro do mirante, esquentando-o. Greene acordou novamente, Catti começava a se preocupar com a amiga:
- Catti, você não irá contar mesmo que estamos aqui?! – perguntou ela, de costas para Catti.
- Não, por que todo esse desespero, Greene? Não confia em mim, é? – perguntou Catti, irônica.
- Não é nada disso! AH, eu ainda estou com sono... bom dia. – disse Greene, voltando a se encolher na blusa da Catti.
- Greene, chega de dormir, você está mesmo bem?! – perguntou Catti, sem esconder sua preocupação.
- Sim, claro! – disse Greene, ainda de costas.
- Então levante-se, menina! – mandou Catti.
- OK! – disse Greene, resmungando.
Quando a dorminhoca virou-se, Catti se sobressaltou: Greene estava com as bochechas numa cor rosa, quase vermelhas, e os olhos semicerrados:
- Greene, pelo amor de Deus o que acontece com você?! – perguntou Catti com os olhos arregalados.
- Nada, por quê? Só estou me sentindo um pouco mole, mas de resto, nada! – disse Greene se enrolando na blusa da Catti.
- Deixe-me ver! Greene, você está com febre e deve estar altíssima! – falava alto Catti.
- Não, só estou com frio, muito frio! – reclamou Greene.
- Isso é sintoma de febre! Foi a friagem que a senhorita tomou ontem, olha aí, suas bochechas estão super vermelhas! – disse Catti, colocando a mão na testa de Greene.
- E? – perguntou Greene, voltando a se deitar.
- E que preciso chamar um médico pra cá, ou te levar onde tenha um! – disse Catti se levantando rapidamente de onde estava sentada.
- Ei, você não vai a lugar algum! Você me disse que não contaria a ninguém onde estamos, e AH, você disse. – Greene se sentou por um instante, mas não conseguiu.
- Você está doente, Marcella Collins. E eu vou agora mesmo procurar alguém para te levar ao médico. – disse Catti, seríssima.
- Você não vai, não, não vai... – Greene tentou continuar a frase, mas acabou dormindo de novo.
- Vou e já estou indo, agora mesmo! – disse Catti, saindo correndo do Meaning e trombando com Lucca na entrada.
- O-oi Catti, o que é que você está fazendo aqui? Veio apreciar a vista da manhã? É linda não? – disse Lucca, feliz.
- Lucca você sabe se alguém de importante se hospedou por aqui entre ontem e hoje?! – perguntou Catti, falando rápido.
- Bem , só uma garota, a filha de Ricky Santis... St.. – dizia Lucca, contente.
- Star Santis. – interrompeu Catti, ótimo.
- Cara, ela é linda hein?! Já tinha visto ela antes? – perguntou Lucca, animado.
- É, é sim! – disse Catti, apressada. — Onde ela está hospedada? Que quarto, flat, sei lá?
- No mesmo andar que o seu o 667! – disse Lucca. – por que tem alguma coisa pra fazer pra ela? Por ela eu faço tudo, que menina linda! E parece ser simpática.
- Ela está aqui pelo hotel, tipo, agora? – perguntou Catti, com medo.
- Sim, ela estava vindo comigo pra eu mostrar o Meaning. Deve estar... – dizia Lucca, mas foi interrompido.
- Lucca, é por aqui?! Lucca cadê você! AH, olá... Caterinne Kirsche? – surpreendeu-se Star. – Vocês sumiram ontem, todos estão à procura de vocês. Ronnie e Max estavam contatando a polícia, saíram daqui agora pouco, tipo há uns dois minutos, nem devem ter chegado no saguão. Onde vocês estavam? Onde passaram a noite? Porque saíram daquele jeito? Cara, Max e Ronnie nem dormiram essa noite e cinco horas da matina eles já estavam aqui, me perguntando se sabia de vocês. O que foi que houve?
- Erm... nada, será que eu posso explicar daqui um pouco? Preciso resolver uma coisa antes. – tentava argumentar Catti.
- Você, mocinha, não irá sair daqui até eu falar com Ronnie e Max, dizer pra eles que vocês estão aqui e olha já estou discando o número do Max, Lucca, por favor, a segure! Alô, alô Max?! Já saíram do Heavens? Não?! Isso, encontrei elas, erm... só a Catti, OK Ronnie, sim, Ronnie a Catti, e Max, a Greene deve estar com ela... Sigam minhas coordenadas!
- Star, por favor?! Eu preciso ir, Lucca me solta! – Catti tentava se soltar, mas Star balançava a cabeça e Lucca não a largava por nada.
Star dava instruções aos Greenadke de como chegar até o Meaning e em menos de um minuto via-se uma figura super alta (Ronnie) correndo e puxando outra mais baixa (Max), mas quando ele viu que era a Catti presa por Lucca, correu como um louco e a abraçou tão forte que a menina nem respirava direito:
- Catti, é você mesmo?! Por favor, nunca mais façam isso! A gente ficou como loucos procurando vocês, perguntando pra todo mundo, até ao twitter a gente recorreu. Nooossa, o que aconteceu pra vocês saírem daquele jeito?! Cara, responde! – dizia Ronnie, segurando Catti cada vez mais forte.
- Erm, Ronnie, você está apertando ela demais! Ela tá olhando meio estranho! – disse Star, acalmando Max ali do lado que perguntava por Greene todo segundo.
- Greene, cadê a Greene? Catti, pelo amor de Deus responde? – perguntava Max, os olhos verdes dele quase saltando das órbitas.
- A Greene... ela está... bem ela está .. ali ó! – Catti falava pausadamente, quase desmaiando, Ronnie havia a apertado tão forte que tirara quase todo o ar de seus pulmões. – Ela tá... lá no Mean...
- Ronnie, segura ela! – falou Star e ela e Max, foram correndo com Lucca até o Meaning, Catti respirava fundo no colo do Ronnie.
- Catti, nunca mais faça isso, por favor?! – perguntava Ronnie, descontroladamente.
- Me leva até o Meaning, Ronnie? – perguntou Catti, ofegante.
- Por quê? – perguntou Ronnie.
- A Greene não tá bem... – disse Catti, os olhos falhando.
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