Hell-a
56 O Começo
Notas iniciais
Aqui vai mais um capítulo de Hell-A, meio curto, mas está aí.
Porque ele está curto e porque estamos demorando tanto pra postar é que eu estou na universidade, e KKKKK' por incrível que pareça, sim, eu estudo, e faço Física ainda - posso sentir vocês me chamando de louca - e então estou meio atolada com tantas coisas pra fazer que a nossa tãããão amada Hell-A fica meio de lado, mas prometo que ficará assim apenas até o meio deste mês.
Assim sendo, conforme for dando certo, eu vou postando aos pouquinhos aqui, OK?
Qualquer crítica, sugestão, elogio podem se utilizar das reviews hehe :p
Agora, sem mais avisos, nem explicações.
Divirtam-se!!
Catti’s POV
Puta POV gigante esse meu né galera, e aposto que vocês assim como a Greene e o Pavan ficaram por uns quinze minutos, não devem estar entendendo nada, não? Vou começar a explicar os fatos logo, logo. Me aguentem mais um pouquinho.
Assim que desliguei o celular da Greene, corri atrás do meu para ligar pro meu pai:
- Alô, oi pai! – disse eu, atarantada.
- Oi filha, o que foi? – disse ele. – Já sabe quantos amigos vai trazer pra chácara?
- Então, me diga qual é o limite de pessoas que você e a mamãe vão aceitar? – perguntei fechando os olhos e com medo da resposta.
- Bem, acho que umas cinquenta ou sessenta pessoas é o suficiente para uma boa festinha pra vocês não? – perguntou ele.
- Então, sabe o que acontece... – comecei, hesitante. – Tenho um amigo... quer dizer, eu e Greene, quer dizer, Marcella, temos um amigo que vai fazer um show e pai, tipo, a banda dele é muito boa, muito boa mesmo só que eles não tem fundos para arranjar um bom lugar e vão se apresentar num garagem de um cara que a família foi viajar e ele tá se arriscando em emprestar pros meninos da banda...
- Daí você queria que eu fizesse o quê? – perguntou meu pai, o confuso da vez.
- Agora entendi o que você quer fazer! – disse Greene dando uma piscadela em minha direção.
- Queria que o senhor me permitisse levar umas cem pessoas somente no sábado à noite para realizar o show e depois ficariam só os amigos mais próximos... E então, o que me diz? – perguntei, fechando novamente os olhos com medo da resposta.
- Estes cem ficariam somente no sábado à noite mesmo? – perguntou meu pai, sério.
- Sim! – eu disse, rapidamente.
- Então, tudo bem! – concordou o lindo do meu pai.
- Muito obrigada, pai! – disse eu quase berrando. – Você não irá ter um arrependimento se quer.
- Só acho o seguinte, vocês deveriam cobrar uma quantia de quem viesse, não por causa da chácara, mas para ajudar nos futuros eventos deles. — disse meu pai nos dando uma dica que com certeza repassaríamos pro Pavan.
- Certo, pai! – exclamei concordando. – Agora, se me der licença, preciso resolver algumas coisas pra este show!
- Toda a que for precisa! – disse meu pai que também estava animado com a ideia do show. – E se precisar de ajuda pode nos ligar!
- Valeu, pai!! – exclamei dando um berro estilo Michael Jackson o que assustou muito a Greene.
- Agora você me faça o favor de ligar pro Pavan e dar notícia pra ele, negociar o treco do preço que meu pai falou, enquanto eu vou sentar naquele seu computador ali e fazer o folder mais foda que minha imaginação permitir e divulgar na Internet. – disse eu me lançando em cima da cadeira do PC.
O show havia começado muito antes do toque inicial da bateria, pena que Ronnie e Max aprontando novamente, ainda me entristeciam demais.
Notas finais
:3
Fale com o autor