Hell-a

30 Lagartos do Max


Notas iniciais
E aí galero *-*
Blz, vocês não comentaram no último cap magoei >
Daí vocês ficam 5616981818161 anos sem fic daí eu quero ver reclamar D:
Antes de ler, eu queria explicar uma coisa pra vocês, o título do cap, Well, não vou falar tudo obviously, mãããããsss, Lagartos, eu tenho uma fascinação por lagartos *--* E eu queria MUITO ter um xP O nome dele seria Zukkie e talz, mas eu amo MUITO lagartos o/

Catti se precipitou em abrir a porta, mas tremia um pouco e Ronnie se ofereceu para abri-la. Ela evitava olhar nos olhos dele, talvez por vergonha, mas ele sorria encantado com ela.

Ambos entraram no flat e encontraram Max dormindo no sofá, com uma revista aberta no peito e um termômetro pendendo de sua mão direita:

- MAAAAAAXWELL SCOTT GREEEN! – gritou Ronnie, imitando a voz da mãe de Max.

- Mãe?! – Max levantou-se assustado e coçou os olhos com as duas mãos.

- AH agora sua mãe tem cara de Ronnie. ACOOOOOOORDA, MAXMAXXIE! – gritava Ronnie.

- Cara, por que você fez isso? – Max perguntava piscando os olhos.

- Deu vontade, sabe! – disse Ronnie, feliz.

- Max, cadê a Greene?! – perguntou Catti, soltando-se de Ronnie antes que Max percebesse.

- Então, ela me expulsou do quarto e dormiu de novo! Foi quando deu tempo de eu ver que a febre dela baixou uns 0,3 graus. – disse Max, colocando o termômetro sobre a mesa.

- Você a deixou dormir, Maxwell? Eu não falei pra você não deixá-la dormir de novo, cara? – perguntou Ronnie, fingindo estar irritado.

- Sim, mas ela me mandou sair do quarto e quando eu pude entrar lá novamente sem ela perceber, ela já estava ressonando e eu fiquei com dó de acordá-la... ela está parecendo tão frágil... – disse Max, se justificando.

- AH sei, você não foi lá porque estava é com medo de apanhar dela... – concluiu Catti, sarcástica. – Vou lá dar os medicamentos pra ela! – disse ela pegando um copo com água na cozinha e a sacolinha da mão de Ronnie.

- Mesmo depois de um momento como aquele ela ainda está preocupada com a Greene! – comentou Ronnie, em voz baixa, mas foi suficiente para Max ouvir o comentário.

- O que foi que houve, Ronnie?! – perguntou Max, ajeitando o cadarço de seu all-star.

— Nada não, dude! – respondeu Ronnie, incomodado.

— Como assim nada?! Está estampado na tua cara que você aprontou alguma e olha que eu nem estou enxergando direito porque acabei de acordar, mas está aí bem visível ainda! – comentou Max, rindo de Ronnie.

— AH, verdade... eu não aguento esconder isso... ela está com uma vergonha sem nexo, mas está... então, não comenta nada com ela não, OK? – perguntou Ronnie, com um sorriso de orelha a orelha.

— Ela?! Que ela?! – perguntou Max prendendo o cabelo com um lacinho.

— Vai cortar esse cabelo, Marilyn Manson Jr! – brincou Ronnie.

— Por isso mesmo é que eu não corto, aí quando dá calor tem que ficar prendendo com essas coisas de mulher... mas então, não desvia do assunto não, guri! – disse Max, se ajeitando no sofá como se fosse uma criança esperando pela história...

— Bem... eu estava dirigindo seu carro e talz! Mas não estava me concentrando, porque a Catti veio no banco da frente e AH cara, você já olhou pra ela e já sabe como ela é... erm... como as duas, tanto ela quanto a Greene, são gostosas né!

— Claro que eu sei! – disse Max, rindo. – Esqueceu que eu sou Max Green mais conhecido como Max Perv Green?!

— Né... Bem... ela conversou comigo o tempo todo, mas estava realmente difícil não reparar nela ali tão perto de mim... E aí me vem o elevador, santo Deus, aquele lugar apertado, ela ali do meu lado, com todo aquele corpo, e dude, juro que eu tentei, mas imaginei o beijo que o Craig deu nela... e AH... eu não me contive... assim que o elevador abriu....

E os dois continuaram conversando, Ronnie contando tudo para seu amigo e Max escutava surpreso. Enquanto isso, Catti tentava acordar Greene para dar-lhe os remédios e colocá-la no banho:

— Minha Greene, por favor, acorda! – dizia Catti. – Eu sei que esse seu sonão deve estar muito bom, mas já deu a hora de acordar!

— Caramba, Catti! Tá falando igualzinha minha mãe quando me acordava pra ir pra escola. – disse Greene, empurrando os cobertores para o outro lado e sentando-se vagarosamente, ela estava um pouco menos rosa do que antes.

— Eu sei, eu sei! Então, toma esse remédio aqui ó! Não sei, deve ser ruim! Pra você melhorar, criatura! — disse Catti, rindo, ainda nas nuvens por conta do acontecido.

— Catti, eu sei que eu estou doente, mas não sou nem cega nem boba... e BLERGH que remédio ruim! – disse Greene, torcendo o nariz.

— É ruim, é?! AFFZ – disse Catti, desviando do assunto.

— Então... como não sou idiota, mesmo doente, eu estou vendo que tem alguma coisa aí te deixando muito feliz... – Greene se levantou da cama e sentou-se próximo do beiral da mesma onde estava Catti.

— Tem é?! – disse Catti, disfarçando, olhando para o chão e rindo.

— Bem... uma pessoa que eu não quero ver nem pintado de verde me contou que você foi comprar meus medicamentos com o senhor Radke... E por esse sorriso, eu tenho algumas deduções, mas quero que você me conte! – Greene, procurava o olhar da amiga.

— Contar o quê?! – perguntou Catti, fingindo surpresa.

— Conte-me já... e AH CAAAARA é isso?! Não acredito! – disse Greene, com os olhos arregalados.

— Isso o quê, menina? – Catti se levantou e colocou a colher e o copo de água sobre a cômoda do quarto delas.

— VOCÊS SE BEIJARAM! VOCÊ, CATERINNE KIRSCHE E RONALD JOSEPH RADKE, SE BEIJARAM! HAHAHAHA EU DESCOBRI! – Greene, segurava a amiga nos ombros, sorrindo.

— AH, é, já que você descobriu, sim, a gente se beijou! Ele me prensou na parede, Greene! É, e tipo eu não tive saída, sabe?! – disse Catti, indo encostar a porta.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA – Greene gritou.

Os meninos saíram correndo da sala e deram de cara com a porta fechada:

— CATTI, GREENE TÁ TUDO BEM?! – berraram eles juntos.

— Tá sim! Desculpe, não era pra assustar! – disse Greene.

— AH, você acordou Greene? Que bom! – tranquilizou-se Max.

— Some daí! – disse Greene, trocando o tom de perplexidade que conversava com a Catti, por um seríssimo.

— OK! – respondeu Max, desapontado.

E os dois voltaram para a sala, e as meninas só voltaram a conversar novamente quando não ouviram mais barulho algum, pela fresta da porta:

- Catti, sério?! – Greene sentou-se na cama, surpresa. – Ele te beijou?

- Sim, ele me beijou! Eu meio que percebi uns olhares pra mim no carro, mas tratei de esquecer porque achei que era coisa da minha cabeça. Então, logo que saímos do elevador ele já me segurou e me empurrou pra parede! E aí, já sabe! – disse Catti, empolgada.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAA que lindo! – Greene se maravilhava pela amiga. A felicidade de Catti, visível a quilômetros de distância, a contagiava de tal forma que ela sorria também.

- Ótimo, agora que eu já contei a história toda, a senhorita vai tomar um banho pra ajudar a baixar a febre! Espera aí... – disse Catti, abrindo a porta e pedindo para Max ou Ronnie trazer o termômetro.

- Ela tá melhor, Catti? – perguntou Max cochichando, preocupado.

- Tá sim! – respondeu Catti.

- OK erm... estou feliz por você e pelo RonnieRoxxie! – disse Max, com uma piscadela. – Agora deixa eu sair daqui antes que ela me veja ou ouça! – disse ele com certo medo e tristeza.

- Ele já.. erm.. te contou é?! HAHAHA. Esse Ronnie! – disse Catti, balançando a cabeça.

- E você achava que ele ia esperar?! – perguntou Max, já se encaminhando pra sala.

- Catti, você não ia medir minha temperatura? – perguntou Greene do banheiro.

- OKOK, estou indo! – respondeu Catti, preparando o termômetro.

Greene se enfiou na banheira com água morna e ficou conversando com a Catti sobre os detalhes do beijo acontecido naquele tarde.

Depois que Catti verificou que a febre tinha se esvaído, tratou de arranjar uma roupa quentinha pra ela:

- Acho que melhorei completamente! – comentou Greene, enrolada na toalha.

- Greene do céu! Você não tem calça nem blusa de pijama de frio, não é? – perguntou Catti.

- Eu esqueci! Fui ver quando chegamos aqui. – disse Greene, balançando os ombros.

- E o pior é que eu coloquei as minhas pra lavar hoje e não devem estar secas! E você precisa de uma calça! – disse Catti.

Catti procurava uma saída, quando:

- Já sei! – disse Catti, saindo ventando pela porta do quarto e voltando para dizer – AH, se enrole aí no edredom!

- OK. – disse Greene, impressionada com o cuidado da amiga.

- Ronnie ou Max, será que vocês têm blusa e calça de pijama pra me emprestar?! – perguntou Catti, sem graça.

- De frio ou de calor? – perguntou Max.

- Pra você ou pra Greene? – perguntou Ronnie.

- Pra Greene que não pode pegar nem um milímetro de friagem! – disse Catti, séria.

- IH, eu nem durmo de pijama! – disse Ronnie, decepcionado.

- Ei, a produção do clipe pegou umas roupas que eu pedi lá em casa e com sorte o pijama que minha mãe me deu deve estar por lá! – disse Max, correndo até sua mala no outro quarto. – E olha que tem até pantufa de... bem... de lagarto. – disse ele trazendo nas mãos uma calça e uma blusa xadrez preto com vermelho e um par de pantufas de lagartos verde-musgo.

- Lagarto, Max?! – perguntou Catti.

- Sim, nesses dias aí tô com uma fascinação por lagartos! – disse ele, todo feliz. – Mas veja se ela não se importa em usá-los... primeiro que ela está brava comigo e segundo porque eu já usei tanto o pijama, quanto a pantufa, duas vezes...

- Se ela começar com graça, eu bato nela HAHAHA’ – brincou Catti. – Muito obrigada Max!

- Mas fala pra ela por uma meia grande, porque mesmo com essas pantufas, tá frio pra quem está doente! – disse Max, preocupado.

- OKOK! – disse Catti entrando no quarto.

Apesar da porta fechada, ainda conseguiu-se ouvir:

- EU NÃO VOU VESTIR A ROUPA DELE, NÃO MESMO! – gritava Greene.

- AH, MAS VOCÊ VAI SIM! E COLOQUE A-GO-RA! – berrava Catti, nervosa.

- NÃO QUERO, JÁ DISSE! – brigava Greene.

- OU VOCÊ VESTE AGORA OU VOLTA PRA SÃO PAULO DOENTE MESMO! – gritou Catti, irritada.

- PORRA! OK, EU VISTO! – disse Greene, mas ficou xingando a amiga em voz baixa.

- Eu não estou cuidando de você à toa! – disse Catti, que saiu batendo a porta, dando de cara com Ronnie e Max assustados no sofá.

- Que é que vocês estão me olhando assim?! Perderam alguma coisa aqui? – disse Catti, ainda estressada. – AH, me desculpe!

- OKOK’ – disseram os meninos.

- Ronnie, meu caro, não brigue com essa guria por nada nesse mundo! Ou você será o próximo Cook! – disse Max, brincando com Ronnie.

- Nossa, Max, cadê a graça disso?! – perguntou Ronnie, sério.

- Então... não tem graça! – disse Max, envergonhado.

- EI, vocês aí! Eu vou preparar um chá pra ela e algum de vocês leva, OK? – falou Catti, um pouco mais calma.

- Pode deixar que eu levo! – precipitou-se Max.

- Ótimo! – disse Catti, ligando o fogão.

Notas finais
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