Hell-a
19 Bom dia, so let’s go!
Notas iniciais
Desculpem eu não entrei dois dias porque eu estava ocupada kkkk
E eu pintei meu cabelo o/
Olha: http://twitpic.com/photos/MahfoREVer6661
Catti’s POV OFF
Como Ricky havia dito, na mansão realmente tinham camas e refeições deliciosas esperando pelos rockstars e por nossas meninas. Greene e Catti se deliciaram com a comida; tomaram seu banho, colocaram o primeiro pijama que viram pela frente e se jogaram cada uma em sua cama até ouvir batidas na porta:
- Entra – disseram ambas.
- Não querem nem saber quem somos? – perguntou a voz de fora da porta.
- Entra logo! – resmungou Greene.
- Oi, duas! – disse Max, com um sorriso amarelo.
- Tudo bem, dois? – disse Catti, com a mesma entonação de voz de Max.
- Tudo sim e vocês? – perguntou Ronnie.
- Ótimo – respondeu Greene, rapidamente.
- A gente veio aqui só perguntar se está tudo bem e dar boa noite... – respondeu Max, encabulado.
- OK, boa noite pra vocês! – respondeu Greene, ríspida, se virando para o outro lado, mergulhada em cobertas.
- Noooossa, mas assim?! – exclamou Ronnie.
- Pois é! – disse Greene, com a voz abafada. – Uma boa noite para vocês dois!
- Boa noite, Ronnie. Boa noite, Max. – disse Catti, oferecendo um sorriso singelo. – E tenham um bom descanso pra amanhã!
- Muito obrigado, Catti! – disse Max, agradecido.
- OK, já deram boa noite? Agora, tchau! — disse Greene, se enfiando em suas cobertas.
- Um beijo pra você! – disse Ronnie, dando um beijo na bochecha da Catti. – E outro pra você senhorita EstouComCiúmesdoMaxwell!
- Ciúmes do Maxwell, é? – gabou-se Max.
- HAHA’, imagina... – disse Greene, disfarçando no tom da voz, mas seu rosto todo estava vermelho.
- Beijos pra vocês também! – disse Max dando um beijo no rosto da Catti. – Ei, deixe-me dar boa noite pelo menos, Marcella?
- OK’. – disse a Greene, se sentando na cama.
- Obrigado! – disse Max, após beijar Greene no rosto e ajeitar os cabelos que desciam por seu rosto.
- Amanhã viremos aqui acordá-las OK? – disse Ronnie, entusiasmado.
- Até amanhã então! – disse Catti.
Os Greenadke encostaram a porta, mas ainda houve tempo para que as garotas ouvissem:
- Hey, vocês dois aí, Craig e Jacky, podem ir já pra cama de vocês! – gritou Ronnie – A-GO-RA!
- Perdeu! Elas já foram dormir! – disse Max, feliz.
- Ontem também sabe, mas a gente conseguiu muito mais que beijinho de boa noite que vocês provavelmente devem ter dado – ouviu-se a voz do Jacky.
- Vem aqui, seu moleque! – gritou Ronnie, descendo rápido as escadas e correndo atrás de Jacky enquanto Max e Craig se matavam de rir.
- Esses quatro! – exclamaram as meninas em uníssono do quarto.
Depois de alguns minutos a mansão se acalmou e um a um, todos foram pegando no sono até que não se ouviu som algum.
Naquela noite todos estavam tão cansados que nenhum deles assistiu à filme algum, todos dormiram feito anjinhos e só foram interrompidos pelos chamados do produtor ou de sua filha, e Max e Ronnie, como disseram às meninas foram acordá-las:
- Catti? Greene? Já estão acordadas? – cochichou Ronnie na porta do quarto das meninas.
- Acho que ainda não... – cochichou Max, com uma orelha colada na porta.
- OK, vamos entrar! – respondeu Ronnie, com voz baixa.
- Meninas, acordem! Já está na hora do café-da-manhã! – disse Max, tranquilamente.
- Hmmm, mas já?! – exclamou Catti, se espreguiçando debaixo das cobertas.
- Acho que já, Catti! – disse a Greene, jogando para o chão seus edredons. – Os meninos estão aqui.
- É, dorminhocas, vamos acordar, aliás, levantar?! – perguntou Max, delicadamente.
- Que horas são? – perguntou Catti, prendendo os cabelos num lacinho que estava em seu pulso.
— Umas 07:30 mais ou menos. – disse Max, olhando para o Ronnie, procurando confirmação.
— Deve ser isso mesmo, por que a última vez que vi o relógio eram 07:20 e estávamos subindo pra chamar vocês. – comentou Ronnie, ajeitando seu cabelo no banheiro.
— Vamos levantando? – perguntou novamente Max.
— Já levantei OK? – disse Greene, um tanto mal-humorada.
— Vamos lá que ainda temos um lindo pesadelo pela frente! – disse Max.
— Hoje sou eu quem fica de folga! Grazadeus! – disse Ronnie.
— Eu também estou de pé, esperem ali na porta porque né... Nós vamos nos trocar aqui no NOSSO quarto, sabe?! – disse Catti, irônica.
— Não seja por isso, a gente espera aqui mesmo! – respondeu Max, feliz.
— Não senhor! A gente espera ali fora, como a Catti disse! – disse Ronnie, meio embaraçado. – Vem Maxwell! – disse puxando Max pela camiseta.
— OKOK’, já entendi... já pode me soltar, é. – disse Max, sorrindo de leve.
— Eu me pergunto: quando é que você vai deixar de ser pervertido, Max? – disse Ronnie, fechando a porta atrás de si.
As meninas se trocaram rapidamente e foram tomar seu café acompanhadas dos Greenadke:
— Quer que eu pegue cereal pra vocês, Catti... Greene? – disse Max, gentil.
— Pra mim e pra Greene, por favor? – disse a Catti.
— Querem suco? Leite? Iogurte? – perguntou Ronnie, ao lado da mesa com as bebidas.
— Iogurte pra mim e... – disse Catti.
— Leite pra mim! – resmungou Greene.
— Ô Greene, quando é que você vai melhorar esse seu humor? – perguntou Catti, erguendo uma sobrancelha.
— Não sei. – disse Greene, séria. – Por quê?
— Faz um favor?! – disse a Catti, rindo levemente. – Melhora essa sua cara feia também?
— Ai, Catti... você tem cada uma né?! – exclamou Greene, soltando uma gargalhada.
— Ainda bem que melhorou rápido, bem rápido! – disse a Catti.
— OK, meninas. Aqui estão as bebidas de vocês e vamos comer rapidinho porque o Ricky já ta deixando a produção de cabelo em pé com toda a arrumação pro clipe... – disse Ronnie, sentando-se à mesa em que as meninas estavam.
— E aí, descobriram onde será?! – perguntou Catti. – Ainda será na tal “chácara”?
— Nem sei mais, em todo santo clipe o Ricky dá dessas, fica escondendo da gente onde será o lugar e tal, fazendo surpresinhas e não é que no final fica tudo perfeito?! – disse Max, contente.
— Verdade, veja pelo Drug In Me Is You ontem... muito massa! – exclamou Ronnie.
— E Issues também foi dele, ficou muito bom aquele clipe... Muito bom mesmo! – comentou Max.
— E a gente irá assistir à mais uma das superproduções de Ricky Santis... – comentou Greene, mostrando um sorriso incomum pela manhã.
— Mas sabiam que a maioria das ideias passa pela aprovação da filha dele? A Star? – falou Ronnie, comendo seu waffle com mel.
— A Star, aquela menina que conversamos ontem? – perguntou a Catti, comendo um pouco de seu cereal.
— Sim, ela mesma! – disse Max. – Ricky seleciona as ideias e ela as aprova, tipo, tudo quanto é idéia que ele recebe passa por ela. E se a idéia está de acordo com o que eles e a produção querem, pode crer que será uma das melhores gravações... Isso porque cada vez que o Ricky produz alguma coisa, ele sempre se supera. Ele consegue ir além da expectativa da banda.
— Nossa, não sabia que a filha dele trabalhava com ele, aliás é uma pessoa de grande influência nos trabalhos não?! – disse Greene, surpresa.
— E ela ainda é modesta, porque não disse pra gente que ocupava tão importante cargo na empresa do pai! Nossa, legal mesmo! – deslumbrou-se Catti. – Imagina, poder julgar projetos que irão ao ar ou não? Que vida legal...
— Pessoal, estamos chamando todos vocês para o ônibus porque hoje, assim como ontem, não devemos perder um minuto sequer do nosso precioso tempo de gravação! – disse Star. – Olá, meninas, Ronnie, Max!
— Você não morre mais! Estávamos comentando de você! – disse a Catti.
— Bem ou mal? – perguntou ela, sorrindo.
— Muito bem, óbvio! – disse Max. – Quem iria falar mal do trabalho de Star Santis?
— AFFz, vocês contaram pra elas que eu ajudo meu pai, é? – disse ela, um tanto embaraçada.
— HAHA’ se o que você faz fosse chamado só de ajuda, sei lá o que poderia ser qualquer outro trabalho! — disse Ronnie, olhando para a menina à sua frente.
— Ah, que é isso! Eu só ajudo meu pai, dando uma idéia aqui, um conselho lá, mas quem faz todo o trabalho pesado com os figurantes, artistas e produção é ele mesmo, senhor Ricky Santis. – disse ela, um tanto vermelha.
— E ainda é humilde! – exclamou Greene.
— Greene, ela não lembra a personalidade do Lucca?! – perguntou Catti.
— O Lucca Miller do Heavens? – Greene perguntou, interessada.
— Esse mesmo! – respondeu Catti.
— Agora que você falou, eu me lembrei com quem ela parecia, assim de personalidade, é claro... – disse Greene, pensativa.
— Eita, mas quem é esse Lucca? – perguntou Star, animada – Com quem eu pareço tanto?!
— É um garoto que trabalha no Heavens Hotel e que nós conversamos durante um tempo, ele lembra muito o seu jeito! – comentou Greene, entusiasmada — Ele é simpático, engraçado, prestativo, lindo e ele se parece bastante com o Max! – disse ela, que após perceber o que havia dito, ficou mais vermelha do que nunca.
— Hmmm, sou lindo hein? – disse Max, cheio de si.
— Será que nas vezes que eu dou certas mancadas você poderia ao menos se fingir de surdo pra não ser assim tão... embaraçante?! – perguntou Greene para o Max, encabulada.
— Que nada! O Max é lindo mesmo! Esse Lucca também deve ser! – comentou amigavelmente Star.
— ÊÊ, será que podemos ir pro ônibus sem esses papinhos de quem é bonito ou não?! – perguntou Ronnie, emburrado.
— Calma, Ronnie! Você também é lindo não é, Catti? – disse a Greene.
— Claro. – disse Catti, vermelha. – Deu seu troco né Marcella Collins?! – perguntou Catti à sua amiga.
— Pensou que eu deixaria passar? – disse Greene, com um sorriso malicioso.
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