Heartless

27 3 Masked Dead


Notas iniciais
3 Masked Dead - Três mortos mascarados. LEIAM POR QUE É MEGA IMPORTANTE.... !!!!!!! Não recomendo para ninguém do fundo do coração a ficar pilhado para uma prova. Eu estudei mais que a minha alma e o meu corpo podiam aguentar, e houve uma fração de de segundo, uma minima fração de segundo que eu pensei que não fosse conseguir, e quando me dei conta estava deitada de madrugada pesquisando o campo de outra profissões. Eu tive uma crise alérgica cronica, gripe forte, amidalite nervosa, gastrite nervosa, enxaquecas constantes, fui parar no hospital por dias, estou mando mais de 6 remedios diferente, 3 pomadas, 3 calmantes, sem contar nas doses de soro. É pessoal minha cabeça pipocou, eu literalmente.... pifei. Desculpem por isso, desculpem pela demora, estou dormindo toda hora por causa dos remedios, MAS JÁ TO MELHOR, não 100% mas já to melhor.... PASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSEEEEEEEEEEEEEI PASSSEEEEEEEEEEEI CARALHOOOO, PASSEEEEEEI AGORA É MEDICINA CONSEGUIIIII MEU DEUS EU CONSEGUI, VOU SER MEDICA E AJUDAR MUITAS PESSOAS QUE PRECISAM. MEDRJ ♥ Obrigada a todos que me apoiaram, leitores amados ♥ Assim com já agradeci ao papai do céu, assim como já agradeci o meu irmão, assim como já agradeci a minha família e meus amigos infinitamente ♥ Não vou falar muito, por que eu choro choro toda hora kkkkkkkkkkkk' Mas estou esperando ainda, por que agora passei em uma Universidade particular, quero esperar e ver se consigo uma federal ou estadual. Porém a conquista até agora esta mais que excelente ♥ BOA LEITURAAAA

Kushina Uzumaki entrou em estado de choque, ela estava completamente desentendida de tudo. O corpo da ex sogra bem ali, gelado, sem vida, morta. A fez imaginar quantas vezes desejou sua morte, várias, porém jamais dessa maneira, Naruto, seu filho amado e desaparecido sentado no chão com ela nos braços, um cena deprimente, principalmente por Memma também que deu vários passos a frente querendo entender o que estava acontecendo, ela podia até podia odiá-la era o seu direito depois de cada dor arrancada do seu bondoso peito a sua pessoa que nunca fez mal a ninguém e sempre quis se entender com os pais do marido, por que Minato seu amado, também os amava, mas não podia obrigarem seus filhos a sentirem o mesmo, eles começaram a amar os avós apenas por ouvir as historias que o pai contava, ela nunca teve pais, ambos morreram tão cedo, Tsunade e Jiraya sempre foram os heróis das histórias para dormir contadas para os meninos, e este pensamento lhe arrancou o cansado suspiro, eles seus filhos, não tinham nada a ver com isso, e ela tinha que aceitar. Sentiu uma gota de culpa por desejar tão mal, porém agora ódio bagunçado de pena causavam um furação no seu coração.

Os quatro homens de preto, e a jovem mulher que era a que tinha mais confiança de Naruto, se olharam de maneira preocupada e confusa, nada disso deveria ter acontecido, não fizeram absolutamente nada além das ordens do seu Chefe, Naruto podia ser inerte, ausente, podia não dar a importância devida, mas Konan se arrepiava com aquela cena, por ele ser alguém completamente sentimentalista e por amar mais do que tudo na vida a única pessoa que fez ele nunca querer se lembrar do passado que tinha, por que Tsunade lhe deu tanto amor quanto uma boa vida, ele era muito bem treinado, e quase tão vingativo quanto padrinho que na verdade era avô, ele dava medo de verdade. Alguém provavelmente pagaria muito caro.

Naruto ainda a abraçava sentindo o perfume que ela comprou na Times Square em um dia qualquer, que ele insistia em dize-la que a deixava com cheiro de gente velha só para provoca-la, seus olhos estavam mergulhados nos cabelos loiros e seus pensamentos esqueceram a presença de todos, toda sua vida caiu num buraco, aquela maluca madrinha sem nenhum juízo foi sua vida por 13 anos, e agora nada lhe restou. Estava esperando, por que sempre tudo tinha que resumir a esperança; esperando que ela simplesmente voltasse a respirar. Mas nada. Ela a pouco gritou seu nome ainda que completamente enlouquecida, lembrou dele como afilhado que criou como filho e que era neto, mais do que isso lembrou dos dois netos, podia ela ter feito tudo errado, podia ele estar bravo, podiam todos estarem completamente irritados principalmente aquela que dizia sua mãe uma vez que era a que mais tinha razão, mas ele, ele que viveu o que se lembrava sendo cuidado e preenchido com amor e atenção todos os dias, vendo ela brigar com ela pelas coisas mais idiotas e sendo diversão dos seus dias. Tsunade o enchia de abraços de ursos, e sermões brincalhões, ela tentava brigar, mas no fundo nunca realmente conseguia, seus cuidados todas vezes que ele ficou doente, era bem mais que uma médica uma curandeira daquelas que deveria baixar espirito, com um coração tão grande que fazia ter dó do Planeta, por que o sociedade precisava de mais pessoas como ela, guerreiras, a vida toda sob o controle de um único homem, e mesmo assim não deixou de ser a pessoas mais maravilhosa que sempre foi.

Alguns vilões são feitos de amor.

Tanto tempo que em que implorou para que fosse realmente seu filho. E se sentiu, varias vezes, como seu verdadeiro filho.

A apertou forte, ela não voltaria, seus olhos não se encheram de lagrimas se encheram de ódio, sim ódio, estava completamente obvio, não foi por acaso. Alguém a matou.

O som do elevador ecoou pelo apartamento, Kakashi franziu o cenho imaginando que mais absurdos poderiam acontecer, de repente era como se o tempo tivesse paralisado para aquele exclusivo momento. Hiashi Hyuuga chegou inusitadamente, e tão pedido quanto as demais pessoas que ali estavam presentes, juntamente da sua esposa Hemiko Hyuuga e do seu filho mais velho Neji Hyuuga. Como sempre todos os três acompanhados de véstias de primeira linha e da pose superior que ninguém enganava.

– Hiashi Hyuuga – sibilou Kakashi em tom assustado. Hemiko admirou o lugar confusa, enquanto Hiashi encarou os demais que não eram nenhuma das pessoas que realmente procurava, franziu o cenho já irritado até enxergar a cena de uma mulher caída no braços de um garoto aparentemente morta.

– O que esta havendo aqui? – ele perguntou como sempre autoritário.

– Sr. Hyuuga – Kakashi o chamou para que não entrasse em nenhuma perdida ou provável confusão, mais pessoas não precisavam ser introduzidas no mesmo dia – Kakashi Hatake, ANBU japonesa, Centro de Investigações especiais de proteção ao Japão.

–... – ele nada disse além da encarada de cima a baixo que deu no cinzento – ANBU já investigou minhas empresas incontáveis vezes, até nos Estados Unidos estou sendo perseguido? Saiba que sempre agi nos máximos padrões legais.

– Sr. Hyuuga não confunda o mero fator padrão de investigação como uma investigação criminal, sua empresa sempre esteve nos conformes – sorriu falso e Hiashi assentiu desconfiado embora jamais tivesse nada a esconder, mas estava desconfiado do lugar e não do Hatake.

– Que seja – ele bufou com ignorância – eu vim a uma reunião marcada pelos meus investidores de maneira urgente, e vocês não são meus investidores.

– Creio que houve um engano Senhor.

– Meu próprio investidor, que trabalha comigo há vinte anos? Ele não em enganaria, viemos conversar sobre algumas burrices feitas pelo meu filho no Himalaia.

– Não acho que ele te enganou, mas acho que lhes enganaram para vim para aqui Senhor.

A reação de Hemiko Hyuuga foi surpreende, ela teve reflexo rápido e de maneira de repente, era a mais curiosa sempre e mais focada em toda cena. Arregalou os olhos e prendeu a respiração, Naruto Uzumaki ergueu com em posição de ataque, de uma só vez fazendo o corpo de sua avó despencar-se sem viva sobre o chão frio, agora ambos da mesma temperatura. Ele puxou a arma das costas e mirou diretamente no grupo que parecia ser seus empregados, a arma comprida de prateada cujo seu nome dele, nela estava cravado no mais requintado brilho de prata derretido nas minas do sul da Croácia, puxou o artilho pronto para atirar, sem medo sem hesito, tudo absurdamente rápido, Kushina puxou um grito desesperado e confuso, seus pensamentos quase escureceram lhe causando um desmaio, ela cambaleou não acreditando no que via, seu amado filho jamais seria capaz disso, enquanto Memma a envolveu em seus braços antes que ela tivesse mais uma reação desesperada, encarou o irmão gêmeo assim como sua mãe, querendo entender. Neji puxou os pais para trás, enquanto Kakashi aproveitou para dar uns passos a frente querendo atacar qualquer reação quase ela recaísse sobre alguém inocente.

– O que é isso?! – Hemiko como sempre autoritária e brava, um alarme de emergência tocou novamente como se algo estivesse acontecendo, a casa estava sendo controlada alguém e ninguém sabia quem. Mas dessa vez apenas os elevadores tanto o principal quanto o de serviço foram travados inusitadamente. Presos, quase um sequestro, ou talvez, fosse isso mesmo, realmente um sequestro.

– Quem esta fazendo isso? – Naruto apontou para os capangas, como sempre ele fora induzido o tempo todo a aquilo. E queria respostas, não dando a mínima que fossem mais velhos ou experientes.

Deidara, Kakuzo, Hidan, Kisame e Konan travaram, todos os seis, Chefe e assassinos, mascaras estavam escorrendo e tinha uma plateia só esperando para entender o que estavam assistindo, Naruto sempre foi rápido, e seu olhos estava transbordando ódio completo de quem não queria nem ouvir devidas explicações, suas pupilas sequer se mexiam, eles não era loucos de enfrenta-lo mas estavam esperando, esperando para também sacar suas próprias armas. Ele estava funcionando a base apenas no instinto assassino.

– Meu filho... – murmurou Kushina em lagrimas o desconhecendo.

– Isso é um sequestro? – sussurrou Neji apertando a maleta cheia de documentos importantes e sigilosos das empresas.

– Shh – pediu Kakashi sem olhar para os três – por enquanto vocês não tem nada a ver com isso, melhor ficarem em silencio.

...

O apartamento se tornou um silencio absoluto, Naruto tinha uma certeza, e apesar de estarem a mais de 200m do chão em um local fechado a alarmado, na verdade a verdadeira sensação era de um desafio de faroeste, um contra cinco, e incrivelmente Naruto Uzumaki, nessa posição de arma sacada, tinha facilidade para acabar com todos ali.

– Mestre...

– CALA ESSA BOCA KONAN!!! – ele berrou completamente exaltado para o espanto de todos, estava ríspido, além do agressivo – é bom vocês começarem a falar... Alias pouco importa, a vida dela valia muito mais que a todos vocês, e vocês vão pagar caro...

– Pela vida da mulher que te sequestrou... – desafiou Deidara.

– O único que decide quem era ela sou eu – rebateu Naruto de maneira sanguinária – vocês são um bando de assassinos de merda! Vou destruir vocês! Vocês mataram ela...

– Você faz parte desses assassinos de merda!

– Deidara! – repreendeu Konan que de todos era o elo mais fraco, Jiraya antes de morrer de deu a missão de deixar tudo em ordem, isso incluía a identidade do Mestre, que nunca deveria ser revelada, e tinha plateia – Senhor Naruto, cuidamos dela, não fizemos nada...

– Não me interessa! – ele disse tranquilamente – bando de inusitados, vocês não são nada além da pior escoria, estão aqui por que não são ninguém, lixos!

– Tsc – murmurou Kisame vendo Kushina bem ao seu lado erguendo a mão até a boca, ele já esteve na mira de mais de cinquenta soldados e fugiu com vida, não era Naruto que deixaria com medo, se tivesse que falar, falaria – você nos manteve como empregados, pagou e faturou por cada magnata, diplomata, pessoa, ou facção que tivemos que destruir ou matar. Eu vim da merda, me ergui no crime, Deidara é mestre de facções desde jovem, Kakuzo um especialista a assalto a bancos, Hidan terrorista religioso perseguido e por isso foi acolhido, por que tivemos uma vida antes disso e uma vida que não deu certo, mas jovem ingênuo, pirralho sem limites, não se esqueça que Konan era uma puta de esquina nos parques de Paris, trazida por Jiraya para tirar o seu cabaço e comprar a sua vontade de viver nesse mundo de crimes, e ela conseguiu... Você é tão lixo quanto qualquer um de nós, entrou por própria vontade.

– Eu estava cego – ele murmurou – BANDO INUTÉIS!

Você sabe...

Frase vinda de Kakuzo, que até agora era o mais tranquilo e mais observador, Naruto estava convicto, decidido. Sua expressão seria e ousada ganhou atenção absoluta de todos.

– Sempre soube – riu curtamente Kakuzo o mercenário, e tornou a continuar a dizer – aponta a arma, mas não atira, você nunca foi de receios, mas sabe que foi treinado o suficiente, suficiente bem para ter noção de que você não pode contra um mestre explosivo, um assassino em série, um bancário mercenário, um terrorista religioso, e contra a puta assassina que tanto confia.

– Onde quer chegar?

– Sabe que estamos tão confusos quanto você, até agora não fez nenhuma acusação, sabe muito bem que não fomos nós que a matamos – ele disse então o desvendando – sempre soube a verdade não foi...? Por isso nunca deu bola para a Ordem, você sabia...

Naruto não teve tempo de responder, a televisão de plasma de 72 polegadas de HD definição que ele quase nunca ligava ganhou vida, bem como fez todos desviarem a atenção como se a cobertura do loiro fosse assombrada por fantasmas de outra vida.

E para a maior surpresa ainda, surpresa que fez tudo começar a se encaixar como detalhes devidos e esperados. Hinata Hyuuga apareceu na tela da televisão, tão serena que fez todos perceberem de imediato que a imagem era ao vivo, ela estava linda como sempre de short jeans e bata fresca deitada na sombra na cadeira balanço do jardim da casa do Uchiha onde ainda vivia esperando por uma decisão convicta da vida de Naruto, lendo o livro O Olho do Mundo do escrito Robert Jodan, história que a levava para um universo completamente diferente da sua vida, e muito melhor que a sua vida, por isso sorria como uma boba de um segundo pro outro. Linda, como sempre, linda como um anjo, transparente de bondade, e meiga, amável com certeza, com expressão calma deixando que a pele fosse atingida pelos efeitos dos raios solares magníficos daquele dia, estava divina.

– Hina! – exclamou Neji se aproximando da tela com um nível justiçável de desespero.

– Hina... – Naruto sibilou como um sussurrou sentindo o coração falhar em angustia, ele e Hiashi se encararam juntos tendo Kakashi bem entre eles, o amor da presunções, nos faz conversar entre olhares, e finalmente algo segurou seu ódio, suas pupilas estavam tremendo, o medo também era consequência de amar alguém.

– Mas é Hinata... – especulou Hemiko vendo a filha.

Medo que veio de uma vez, deixando seu universo ainda mais na completa escuridão, Hinata, o que Hinata estava fazendo na sua televisão? Medo que lhe trouxe a realidade, mas que não afastou seu raciocínio tão pouco suas ações, o murmúrio de perguntas infinitas que começou a nascer no ar só o irritou ainda mais.

Tudo começou a ter muito sentindo. Claro ele sabia de tudo.

Então a primeira mascara caiu, Kushina viu bem seus olhos ficarem firmes novamente, seja quem fosse a garota para ele era importante, Memma percebeu logo em seguida lembrando-se da conversa que teve com o irmão, aquele olhar ele já havia visto em Mori inúmeras vezes por que ele era um garoto apaixonado. Mas naquele momento não era Mori que estava na sua frente e por mais apaixonado que fosse Mori hoje era Naruto e Naruto é diferente, e nem Kakashi ou seus capangas conseguiram prever aquela ação inusitada. De repente Naruto girou corpo com tudo e de forma tão veloz que demorou um pouco para os demais tomarem susto, mesmo assim com a arma mirada em sentindo contrario que tinha já alvo cravado na sua direção que ninguém ainda havia identificado; Hemiko fora a primeira que gritou sendo segurada por seu filho e seu marido, Kushina deu passos para trás e Kakashi se antecipou se pondo atrás de Naruto vendo os cinco criminosos sacarem finalmente as suas armas. Não havia saída para ninguém, saídas trancadas, armas levantadas, criminosos presentes, uma possibilidade de refém.

O loiro atirou.

Alguém desviou.

O estrondo ecoou pela casa e o projétil estilhaçou o vidro de blindex temperado logo a frente. Um estrago em toda redondeza de vidro que era a cobertura de Naruto.

De algum esconderijo em algum lugar e sem ninguém entender como chegou lá, ele surgiu, Kushina quase teve seus olhos arrancados para fora de tão pasma bem como Kakashi que esfregou a pupilas sem acreditar, jamais pensou que o veria.

Naruto não estava nem um pouco surpreso com a chegada de Jiraya Senju, que na verdade sempre fora Jiraya Namikaze, e nada verdade nunca havia morrido. Com as pálpebras descansadas, e com seu jeito nem um pouco preocupado já que desviou da bala com enorme facilidade, como sempre sem deixar as pessoas entenderem, como sempre surpreendendo e mostrando sua autoridade, a segunda mascara caiu então. Ele sorriu e finalmente abriu os olhos, estava trajado como um fazendeiro da cidade de Dallas, calças jeans justas, camisa listrada em roxo com lilás extravagante, o enorme chapéu que era costume dos caipiras ricos donos de leilões, os cabelos nada diferentes assim como o seu rosto, sério e desafiador. Bem típico do padrinho que tanto o treinou e por isso Naruto o conhecia tão esplendidamente bem. O grisalho apenas custeou a ação do seu subordinado e neto com o sorriso orgulho embora fosse uma tentativa assassina.

– Eu já me imaginei morto várias vezes – ele argumentou retirando o grande chapéu deixando que seus cabelos grisalhos selvagens se mostrassem – mas não morto pelo meu próprio neto, achei que meu filho já havia me dado facadas suficientes.

– Por quê? – Naruto sussurrou ríspido, tremulo por se sentir traído e sem abaixar a arma, mesmo assim, isso não o impediu o padrinho de caminhar pelo apartamento com toda a liberdade que queria, ele não tinha medo da morte, tão pouco do afilhado/neto, este era Jiraya Namikaze.

– Jiraya... – sibilou Kushina sem ar.

– Vô – assim como Memma além do nó que estava apertando dentro do seu crânio.

– Depois cuido de vocês dois, Naruto já me ocupa tempo demais – ele disse para a odiosa nora e o neto que nunca havia conhecido, cutucou com o pé o corpo morto da esposa, gelado, e sem vida, do jeito exato que planejou, doloroso – ela esta ficando roxa, veneno de alta qualidade causa dor.

– NÃO FAÇA ISSO COM ELA! – berrou com ódio para a surpresa do avô, percebendo que ele então não estava nem um pouco surpreso com sua presença.

– Sempre soube não é? – Jiraya o desafiou.

– Você primeiro – Naruto o desafiou ainda mais – lembre-se que sou que esta com arma na mão e não me importo mais como a sua vida como antigamente.

– Você sempre amou mais a ela do que eu – ele bufou com um curto riso fixando seus olhos no corpo da amada que havia acabado de matar – não te culpo, eu a amei também, embora ela jamais tenha percebido.

– Por quê?

– Por que Mori? Por que era necessário – tratou de chama-lo pelo primeiro nome ao mesmo tempo que sorria para o rosto cujo olhos ainda estavam abertos e sem brilho, pobre Tsunade, fez o comentário besta e tomou-se a se explicar, por se explicar também era necessário – ainda mais loira que a ultima vez que a vi e imagino que morreu tão louca quanto sempre foi, quando contei que Minato morreu de desgosto, ela não teve nenhuma reação sabia? Ninguém nesse planeta amava mais um filho que essa mulher, principalmente por que ela me amava e amava ainda mais por ele ser nosso filho, ela teve um dia no parque de diversões como você eu lembro bem, recebi as fotos e mensagens felizes que ela enviou no celular – pausou dramaticamente se sentindo o poeta no teatro, dramático e com o foco da plateia esperando a continuação – a noite quando cheguei em casa ela estava no banho, ela saiu do banheiro e não falou comigo, agiu como se eu nem existisse, tentei conversar e ela me ignorou completamente, e assim foi, todos os dias desde então, uma esposa maravilhosa carinhosa atenciosa durante o dia e na frente de todos, mas todas nas noites quando eu fechava a porta do quarto era agia como se eu estivesse morto, ou como se eu não fizesse parte da sua vida, depois de quinze dias nessa cena sem mudar nada, eu tentei conversar, a puxei pelo braço...

“Você é como um mostro que vivia no meu armário quando eu tinha 3 anos, ser sem alma, sem vida, sem coração, sugador de sonhos, sentimentos ou emoções, eu odeio você, meu filho deveria estar aqui e você queimando pela eternidade com toda dor nas profundezas do inferno, onde nem todas as forças de Deus seriam capazes que de te salvar por mais que sua alma implorasse” _ a sua mente ainda se lembrava da sua voz amarga, bem do jeito que ela disse naquele dia e que ele jamais esqueceu.

– Ela me odiava, eu poderia ter tido que a amava, mas isso não funcionaria, afinal em mais de 42 anos de casamento eu nunca disse – Jiraya continuou – eu a amava até mais que amava Riyo, por que diferente de Riyo o amor dela não me casou dor, me acostumei com isso com sua lealdade, mas arrancou minha alma quando ela disse isso, perdi o controle sobre ela, e a partir de então eu comecei a queimar no inferno que ela tanto desejou, foi assim que eu me senti, o amor que ela sentia pelo filho era maior a até mesmo que a mim, o que concedeu isso.

– Ela não merecia – Naruto disse ríspido.

– Mas era necessário

– NECESSÁRIO? — o loiro berrou.

– Shh – o padrinho o interrompeu vendo ele ainda mirar a arma diante dele – eu não vim por causa dela, eu vim por outro motivo, e segundo eu sugiro que você seja um pouco mais cuidadoso, retirando Konan eu tenho quatro capangas e mais alguns atiradores do lado de fora, imagino que você deve ter feito essa relação, de como fiquei vivo, fiquei bem mais poderoso.

Sorriu curtamente, o que não deixou Naruto nada surpreso, ele sempre soube que o padrinho estava vivo, alguém tão audacioso e maligno não morreria assim de um mero mau estar. Ele não era dócil, nem racional, completamente louco e agora que ele sabia toda a verdade, do seu passado, era ainda mais doente do que sempre constatou.

Jiraya caminhou analisando toda a ternura daquele local, cobertura caríssima que ele mesmo comprou, dava a vida por aquele menino, também depois de tudo que fez para consegui-lo, virou um pouco para atrás com outro sorriso agora mostrando os dentes vendo que Naruto permanecia com a arma em posição de ataque, mas agora não mais tremulo de ódio, mas firme como um verdadeiro assassino, era ótimo constatar isso naquele olhar cerrado de predador, ele não era mais uma criança afinal, não abaixava mais a guarda, isso também era bom, final que o treinou bem.

Além do rosto serio ele podia ver a tristeza atrás de sua face, sendo escondida por uma fortaleza de orgulho, tinha ódio lampejando em suas pupilas azuis, tão azuis quanto as do pai, seu filho que sentia imensa falta, o grisalho suspirou fazendo auto analise do resto do ambiente, Naruto era tão complicado quanto Minato, mas dessa vez ele não falharia. Seus capangas, leais por tantos anos, sabia que seria bom não mata-los antes da hora, afinal é a primazia do mundo cruel do crime, jamais permaneça ou confie por tempo demais nos mesmos funcionários, e só os bons exerciam realmente isso. Os três membros Hyuugas, Hemiko do jeito que sempre se lembrou da época em que morava no Japão, eles eram conhecidos, e tanto nela quanto no filho e a amparava pelos ombros era visto um medo, diferente de Hiashi Hyuuga que mantinha a posição firme e célere como uma estatua, digno de uma verdadeiro líder que não demostrava medo, e ainda sendo que eram, família tão poderosa e o fazia salivar apenas de imaginar sua nobreza, ele deu uma encarada e Hiashi encarou de volta, esperava isso de quem sempre visava tudo como um negocio. Kakashi Hatake surgiu em sua visão logo em seguida o que fez lembrar que com ele tinha uma divida, já que o ajudou a fugir do Japão, mas ainda assim, fora apenas isso e por isso ele não era nada confiável. E por fim, ela.

– Completamente parecida com sua mãe Kushina – ele iniciou uma conversa que a fez sustar em medo e travar as palavras na garganta, ela ainda estava com medo, confusa e absurdamente perdida no meio de tudo, quando na verdade quem deveria estar assim era Mori, no fim ele não era o grande problema, mas tudo era um problema, a vida de todos eles envolvidos com aquela família era um oceano de segredos sem fim. E em seguida Jiraya desviou o assunto para dar ordens aos empregados – esvaziem todos, celulares papeis, canetas, quero todos vazios de qualquer coisa que possam me atrapalhar.

– O que quer de nós?!!! – desesperou-se Hemiko já vendo a proximidade dos capangas, era um sequestro era muito um sequestro. E sem desapontar as armas, para Naruto ou Kakashi os mais experientes ali, eles revistaram um a um os eliminando de qualquer projetil.

– Cuido de vocês logo – ele respondeu encarando Hiashi, que entendeu bem seu olhar como um negocio, já tentava planejar uma quantia para assinar em seu cheque, vendo sua filha ainda viver naquela televisão. Jiraya continuou – então Kushina, algo a dizer?

– Tem algo que você quer que eu diga? – ela disse fraquejada, já completamente entendida que o ódio no mundo era capaz do piores absurdos do mundo – eu não entendo...

– Você é nosso avô – comentou Memma com lagrimas nos olhos, esse não era o herói das historias que o pai sempre lhe contava, não é o avô que sempre quis ter, não podia ser, tentou engolir o choro querendo evitar a cena do cadáver despencado no chão, mas era impossível não olha-la – eu nem cheguei a conhece-la...

– Você não entenderia, se tivesse crescido comigo como seu irmão...

– Não diga isso! – a ruiva interferiu firme agora, e com rosto tão autoritário quanto o dele – não diga que qualquer um dos meus filhos teria felicidade maior se estivessem do seu lado, você é um demônio acoplado neste Planeta, Minato sofreu tanto! E sofreu acreditando que vocês eram pessoas maravilhosas! OLHE TUDO ISSO! – ela explodiu em revolta fazendo a tristeza escorrer pelos olhos – O QUE VOCÊ FEZ COM O MEU FILHO? ELE PARECE UM ASSASSINO!!!

– Eu fiz o que eu deveria ter feito com Minato desde o começo – ele respondeu a fuzilando com o olhar severo de quem a colocaria em seu lugar – se eu tivesse o educado bem, jamais teria se deixado levar por uma coisa tão imbecil quanto o amor, a família vem sempre em primeiro lugar, e o poder só serve para proteger a família.

– EU SOU A FAMÍLIA DELE!

– NUNCA FOI!!! – ele berrou de volta cuspindo as palavras com crueldade, e ergueu a mão já vendo as miras sendo direcionadas, não era a hora dela ainda, ela era única lembrança de Riyo que lhe restou – você é ainda mais petulante que a sua mãe.

– Você a amava.

– Amava, amava tanto que seria capaz de coisas impossíveis por ela, amava de uma maneira que qualquer ato seria apenas para lhe causar um sorriso, amava profundamente a ponto de nunca lhe dizer nada que pudesse magoa-la, ela ficava horrível de tiara, mas eu nunca dizia, por que o que eu sentia por ela era além de mim, era além do mundo – ele desviou o olhar da odiosa nora ruiva, era lembrança demais até para si mesmo, suspirou forte para engolir os sentimentos, afinal insistia em não ter – o que eu ganhei em troca foi desprezo?

– Ela não teve culpa de apaixonar por outro – proferiu Memma naquele tom de anjo sensibilizador que ganhou a atenção do avô – e você se apaixonou pela vovó, não foi? Tiveram o papai, você se tornou feliz ainda que ao lado de outra pessoa.

– Demorou muito meu neto – ele respondeu – demorou tanto para ama-la que percebi cada vez mais o quanto o amor era injusto, ver ela todos os dias tão dedicada a mim era tão... deprimente, e sempre sorridente, nunca compreendi, era maluco.

– Maluco... – bufou Kushina em ironia vendo ele dar os ombros.

– Papai sempre contou historias maravilhosas sobre você e a vovó ele parecia sentir saudades – Memma insistiu ganhando um gargalhar intenso e completamente assustador de Jiraya.

– Nem ligue! – afirmou Naruto – ele sempre é assim.

– Quando eu contei a Minato sobre os negócios da família – ele ficou sério então enquanto encarava o chão, o chão que lhe despencou naquele dia, agora observou o cinzento, Kakashi que na sua opinião estava quieto até demais, franziu em provocação, mas nada – ele deu as costas para casar-se com a filha da mulher que destruiu toda a minha alma. Imaginem um veneno, daqueles que queima de dentro para fora e causa dor sufocadora e inimaginável até o ultimo segundo da sua morte.

– O veneno de cristais negros – respondeu Naruto, lembrando-se dos seus treinos, o veneno de cristais negros fora criado por um gênio criminoso na Idade Média, ele basicamente criou a combinação do veneno da aranha viúva negra com a aranha armadeira, não suficiente em uma viagem para o Egito teve o privilégio de esbarrar em uma naja, a cobra que matou a digníssima Cleópatra, e por que isso também não? Depois de alguns produtos químicos, ele mesmo morreu com a própria substancia, a real intenção era o antidoto que estava criando junto, seria o remédio de crua para a peste negra doença que dizimou o mundo e a propaganda era que ela curava qualquer coisa. Infelizmente não deu muito certo.

O veneno de cristais negros, é conhecido pela dor de nível indescritível, paralisa o corpo e transforma o crânio em um vulcão. Era assim que Jiraya se sentia, toda a vida.

– Exatamente – ele respondeu – o sorriso dela era isso, Riyo sempre divina, e essa a dor que eu sinto desde que ela se casou com aquele cara, ah Naruto achei que com você eu tinha acertado, achei que tivesse lhe bem ensinado sobre se apaixonar. Olhe! Vamos pensar no lado bom Kushina! Achou seu filho a tempo de ver ele se apaixonar... e sofrer também ainda que a primeira vez...

– NÃO PENSE NISSO!!! – ele exaltou-se dando consideráveis passos a frente, o que fez Kakashi mudar de posição para se colocar na frente de Naruto invertendo o lado – SE VOCÊ FIZER ALGUMA COISA COM ELA....

– Calma Naruto! – pediu Kakashi.

– A mesma reação de Minato – balançou a cabeça como uma reprovação e deu procedência para o espanto do loiro – bom o que podemos dizer de Hinata Hyuuga? Vamos focar na tela... É apenas nela que eu quero enquadrar a este momento.

– Esta é a finalidade disso!? – ponderou Hiashi como uma pergunta, antes que Neji se colocasse como autoridade e tentasse defender a irmã e a família.

– Você não tem uma assistente tão boa assim, foi muito fácil engana-la propondo uma reunião e ainda usar um pouco do meu teatro apenas para convence-la de que eu queria muito a presença da sua esposa e do seu filho.

– O que quer de mim? – o líder propôs diretamente – o que minha filha tem haver com isso? Diga o seu preço.

– Preço? – Jiraya gargalhou.

– Padrinho!

– Calado Naruto! – o loiro franziu com raiva, mas nada ele podia fazer sem cautela, era Hinata que estava naquela televisão – sua filha é linda, ela deveria ter a imagem assim mostrada sempre, com todo o respeito é claro, e mesmo assim o Senhor, vem me falar de preço...

– O que quer com a minha filha? – proferiu Hemiko de uma só vez, ainda que fosse meio desesperada, ela podia ter lá seu rancor com Hinata, mas era seu rancor, e de mais ninguém ainda era sua filha.

– Seu erro, Hiashi Hyuuga – argumentou Jiraya rodeando as próprias palavras malignas que saíram de forma aterrorizante, seus olhos severos ser ergueram e miraram diretamente e unicamente nela, na televisão – é achar que tudo nesta vida tem um preço.

Notas finais
POLEMICA - o titulo se chama "3 mortos mascarados" duas mascaras já foram ao chão, de quem seria a 3º???? O_O HAUHUEHAUHEUHEUHAU' Aposto que ninguém chorou, ou rancou os cabelos nesse cap, MAS JÁ AVISO NO PROXIMO VAI E VAI MUITOOOOOO kkkkkkkkkk' Espero ter conseguido passar tudo da melhor maneira possivel para vocês e que claro, tenham gostado ♥♥♥ AINDA HÁ muitaaaaaaaaaaaaaa coisa a ser esclarecida não me esqueci diso, mas o proximo vai vim cheio de coisas interessantes :D QUERO pedir mais uma vez mil desculpas pela demora, e pedir que relevem os erros se tiver, eu revisei umas três vezes, mas como já disse lá encima estou drogada de remedios, dopada mesmo e espero que entendam, depois eu arrumo, sempre arrumo, as fic ainda estão passando por revisão completa UAHUEHUAHEUA OBRIGADA PELO CARINHO, PELAS MENSAGENS DE APOIO PELOS COMENTARIOS POR TUDO VOCÊS SÃO INCRIVEIS SE EU ESQUECI ALGO ME AVISEEEEEEEEEEEM! AMO VOCÊS MUITO E AGORA MISSÃO CUMPRIDA, É FERIAS, VAI TER CAP NOVO SEMPRE ♥