Heartbeat - I wanna be yours
12 Daddy is in the house
Notas iniciais
Um mês e meio tinha passado como um grande borrão.
Edward e Bella ainda tinham aquele relacionamento conturbado e delicioso deles, e ela se esquivava ao máximo para não ter nada sério com ele, pelo menos não ainda.
Edward teve que passar duas semanas fora da cidade por causa das provas da faculdade, pois estar ele infelizmente não poderia fazer a distância como vinha fazendo com as aulas. Hoje era o dia que ele voltaria, e a saudade que Bella sentia dele parecia que ia explodir em seu peito. Edward faz Harvard, assim como ela fez. E como ele esta cheio de dependências, os professores concordaram em passar algumas provas para ele, pois como o semestre ainda estava em seu começo, talvez ele conseguisse acompanhar a turma nova, se formando em apenas 6 meses.
Bella balançava os pés nervosamente em baixo da sua mesa no consultório. Não tê-lo ali rondando ela por duas semanas foi mais dolorido do que ela poderia imaginar. Eles se falaram quase todos os dias, mas ela também entendia que ele precisava estudar e se empenhar. O hospital também ficou uma loucura e a saudade deles já tinha tomado uma proporção grande demais para se carregar. Tanto que, Isabella já tinha chorado pelo menos 3 vezes nesses quinze dias, e tudo isso por ele estar tão longe dela.
O modo que Edward tinha se tornado importante pra ela a assustava até demais. Ela tinha ficado um tanto quanto dependente dele, do seu toque, do seu cheiro, da sua voz. Era tudo intoxicante, mas de uma forma que a inebriava mais do que ela gostaria.
Na semana seguinte iria acontecer um congresso de medicina em Nova Iorque, e para felicidade de Bella, ela tinha sido convidada a participar. E bem, como Esme iria e ela sempre esteve do lado do casal, ela conseguiu que Edward fosse também, o que vinha deixando Bella mais ansiosa do que o normal. Uma semana em NY com ele, mesmo que á trabalho, era algo tão grande que a assustava, mas ao mesmo tempo a deixava mais feliz do que nunca.
Ainda faltavam 2 horas para ela poder sair do hospital quando Esme abriu a porta de seu consultório, a assustando.
— Querida, como vai? – Ela perguntou simpática, já entrando. Bella levantou de sua cadeira e foi até ela.
— Bem, e você? – Ela retribuiu nervosa. A hora não passava de jeito nenhum e ela não via a hora de poder sair dali e ir para casa esperar por ele.
— Ansiosa, hm? – Esme comentou sorrindo, vendo Bella mexer nas mãos nervosamente. – Eu vim liberar você, o Edward chega hoje e Carlisle me disse que ele iria pra sua casa... – Tanto Esme quando Carlisle já sabiam dos dois, os apoiando totalmente. Apesar deles não terem o rótulo de “namorados” tudo já era implícito ali. Isabella sorriu abertamente, indo afoita até ela e a abraçando, beijando sua bochecha. Ela riu alto enquanto arruma suas coisas apressadamente.
— Muito obrigada, Esme! Você não sabe como eu estou nervosa, eu queria fazer algo especial para ele hoje, você acha que é muito? – Ela perguntou insegura. Mesmo com as incansáveis declarações dela, Bella ainda tinha medo de ir rápido demais e meter os pés pelas mãos. Ainda mais de ter pedido constantemente para ele ir bem devagar no relacionamento deles.
E Esme, que sempre foi uma mãe para Isabella desde que ela chegou a Seattle tinha se tornado sua maior confidente em tudo, principalmente em relação á Edward. Claro que ela conversava com as amigas, mas com Esme era diferente. Ela sentia amor maternal por ela, e isso é grande demais para ela ignorar.
— Eu tenho certeza que o meu filho vai ficar muito feliz, querida. Você sabe que ele gosta muito de você e respeita o seu espaço. Só seja cautelosa, por que você sempre pede para ele desacelerar com vocês, não o iluda se não quiser dar um passo adiante com a relação, entende? Não deixe ele pensar que você já esta bem para ter um relacionamento concreto. – Ela disse ponderada e Bella suspirou. – Você se sente pronta? – Ela indagou cautelosa, abraçando Bella pelos ombros. Ela suspirou de novo.
— Eu não sei. Eu gosto dele, eu... – Ela bufou alto. – Eu sou frustrada comigo mesma, Esme. Edward faz de tudo por mim e já me mostrou mil vezes que é um outro cara mas eu apenas não consigo deixar de ser cautelosa. Depois de Matthew uma coisa muito séria se quebrou dentro de mim, e as vezes eu tenho medo de não conseguir me concertar nunca mais. – Ela suspirou pesadamente e Esme afagou seus cabelos.
— Eu sei que foi doloroso e eu sei que foi brutal, querida. Mas você não acha que precisa se dar uma chance? – Ela perguntou doce e Bella sorriu fraco.
— As vezes eu acho que eu nunca superei ele realmente, Esme. Ainda tem uma coisa dentro de mim que me diz que essa história não terminou, sabe? As vezes eu sinto como se ele fosse aparecer a qualquer momento. – Ela disse nervosa, sua voz tremendo. Foi a vez de Esme suspirar.
— É natural que se sinta assim. Vocês iam se casar, você estava apaixonada, e foi tudo de um jeito inacabado, querida. Tem coisas que precisamos colocar um ponto final para podermos seguir em frente, sabe? Você já considerou ir atrás dele? Confrontá-lo de uma vez? – Ela perguntou tensa, fazendo Bella mexer nas mãos mais nervosamente.
— Eu já tinha considerado essa ideia, mas pareceu algo tão absurdo pra mim que eu deixei pra lá. – Ela suspirou. – Mas eu, hm... Não quero falar dele agora, eu preciso arrumar umas coisas em casa ainda. Você vai ver o Edward antes de mim? – Bella perguntou nervosa, mordendo o lábio inferior. Esme sorriu.
— Eu vou agora com Carlisle buscar ele no aeroporto, do que precisa? – Ela perguntou curiosa, sorrindo.
— Nada demais, só preciso que entregue a chave da minha casa pra ele. – Ela disse ruborizando. – Eu quero que ele entre e me encontre. – Ela disse abaixando o tom e se sentindo envergonhada. Esme riu e a abraçou.
— Não tenha vergonha, querida. Eu já fiz cada coisa com o Carl. – Ela riu rapidamente. – Uma vez eu o amarrei no capo do carro, e bem, você sabe... – Esme disse safada e Bella gargalhou alto.
— Isso é algo memorável, Esme. Mas eu amo vocês demais como pais pra querer saber sobre isso. – Ela disse ainda divertida e Esme ficou tensa.
— Você foi ver o seu pai, Isabella? – Ela perguntou com um tom de reprovação. Bella bufou e a encarou, passando a mão no rosto em cansaço. Charlie era algo que ela queria MUITO esquecer.
— Você sabe que não, e não brigue comigo. Você mais do que ninguém deveria me entender. – Ela disse exausta, suspirando.
— Eu sei Bella, mas independente de tudo é o seu pai e ele quase morreu. – Ela disse preocupada e Bella a encarou fria.
— Ele já morreu pra mim á 2 anos, Esme. Ele morreu pra mim quando me acusou no enterro de Garrett, morreu todas as vezes que ligava me xingando de vagabunda mal agradecida, morreu quando a minha mãe se foi e ele nos abandonou, morreu quando se afogou na bebida ao invés de superar a morte do meu irmão comigo. – Ela suspirou pesadamente. — Eu sinto muito, mas eu não o tenho como pai, não mais.
— Você quem sabe da sua vida, Bella. Só não faça nada que possa se arrepender, sim? – Ela disse doce e beijou a têmpora dela. – Já pode ir, eu sei que você esta ansiosa. – Ela mudou de assunto e logo Bella sorriu.
— Oh sim, eu tenho algo grande pra hoje a noite. – Ela disse animada, pegando uma chave em sua bolsa e entregando a Esme. – Por favor entregue a ele, e se perguntar algo, apenas diga que eu falei pra ele entrar. Ele vai entender quando chegar lá. – Ela disse animada e recebeu um sorriso largo de Esme.
Elas se despediram e Bella foi para casa afoita, nunca dirigindo tão rápido em sua vida.
Ela tinha pouco mais de uma hora e tudo precisava sair perfeito. Pra ela, era o mínimo que podia fazer depois de tantas investidas que ele dava. E porra, ela nunca foi uma insensível, e realmente lhe agradava estar com ele.
Bella trancou Hannibal dentro de sua casinha e o colocou na área de serviço, recebendo um miado bravo dele. Ela bufou e o deixou ali, porque nada poderia atrapalhar hoje. Terminou de arrumar os últimos detalhes e olhou o relógio, vendo que faltava pouco mais de meia hora para que ele chegasse. Esme a tinha avisado quando eles saíram do aeroporto, então ela correu para se vestir. Meia hora depois ela já estava no outro cômodo, o esperando com o coração acelerado.
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Esme deixou Edward na porta de Bella e correu para casa. Ele encarou a chave em suas mãos e sorriu travesso, tendo mil ideias sobre o que Bella tinha preparado pra ele. Infelizmente, ou não, sua madrasta era uma grande boca dura e já tinha lhe dito que Bella estava nervosa, pois ela teria uma surpresa grande pra ele. E cacete, depois de fodidos quinze dias longe dela, o que ele mais queria era poder vê-la.
Suas mãos abriram a porta nervosamente e ele entrou, jogando sua mala de viagens no chão e olhando para a sala. E porra, o seu ar sumiu de seus pulmões assim que ele olhou ao redor.
Estava tudo escuro e havia um caminho traçado por velas brancas. Ele andou pelo meio delas e parou na frente da escada. Na parede havia um papel branco com uma grande seta vermelha, indicando que ele deveria subir. Ele riu rapidamente e subiu os degraus em pulos, dando de cara com outra seta vermelha, indicando o lado direto, então ele andou pelo corredor. Só então que ele percebeu que ali realmente tinham muitos cômodos, mas esse pensamento se tornou irrelevante quando ele encontrou a última seta vermelha, lhe indicando a porta. Ele podia ouvir um som abafado de dentro e seu coração acelerou em seu peito. Porra, ele a veria depois de longos dias longe dela, e se isso não era como uma manhã de natal, não havia nada mais de bom no mundo.
Ele respirou fundo e um sorriso brotou nos seus lábios quando ele abriu a porta, e porra, ele nunca em sua vida se sentiu tão deslumbrado e fodidamente surpreso em toda sua vida, sem contar que o seu pau rapidamente respondeu ao que ele via, fazendo Isabella rir de onde estava.
Ele fechou a porta atrás de si e respirou fundo. Três vezes.
O quarto era branco e apenas a parede do fundo era vermelha. No centro dele havia uma grande cama redonda de seda vermelha, e no meio dela tinha um fodido pole dance.
Ai porra, eu finalmente vou vê-la rebolando nesse maldito cano.
Havia uma cadeira também vermelha de frente pra cama, e o quarto era absolutamente escuro, apenas iluminado por velas brancas. Ele permaneceu imóvel enquanto seus olhos corriam pelo corpo de Bella, demorando dolorosamente em cada parte do seu corpo.
A maldita vestia um fodido conjunto vermelho. O espartilho apertava os seus seios, quase os colocando para fora. A meia arrastão vermelha estava presa por duas fitas no seu espartilho, a colocando incrivelmente gostosa na frente dele. Seus cabelos estavam soltos e lisos, coisa que ela nunca fazia. Ela tinha uma mascara vermelha em seus olhos e um chicote preto em uma se suas mãos, enquanto na outra ela balançava uma grande fita também preta.
Ele se manteve imóvel a encarando, as palavras fugiram e o suor escorreu por sua nuca enquanto ele a devorava com o olhar. Bella, que estava em pé na frente da grande cama, desfilou até ele com um olhar tão safado que deveria ser proibido. Ela mordeu o lábio inferior e o segurou pela camisa, o puxando até que ele estivesse de costas para a cadeira. Ela sorriu rapidamente e ele só conseguia lhe lançar um olhar abobalhado. Ela o empurrou pra trás e ele caiu sentado, então ela sentou sobre o colo dele, uma perna em cada lado do seu corpo, de modo que ela já podia sentir a ereção dele em sua barriga. Passou a fita preta para a outra mão, passando a sua livre pelos cabelos dele, os bagunçando. Ela riu rouca no ouvido dele antes de ficar séria.
— Você foi um menino mau, Cullen. – Ela sussurrou pra ele, mordendo sua orelha. – Me deixou sozinha por quinze dias. Você sabe quantas vezes eu precisei me masturbar pensando em você? – Ela disse baixo no ouvido dele, mordendo seu pescoço. Edward engoliu em seco e ela riu de como ele estava realmente atônito. – Eu vou precisar te castigar, campeão. – Ela disse firme, se levantando do colo dele e o rodeando, chegando até suas costas, então ela retirou sua camisa. A mão dela acariciou o peito dele e passou por seu braço, o trazendo para a parte de trás da cadeira. Ela capturou o outro braço e colocou o chicote de lado, pegando o pano preto e amarrando os braços dele na parte de trás. Cada maldito pelo do corpo dele se arrepiou quando ela pegou o chicote novamente e passou pelo pescoço dele, descendo por seu peito até suas calças. Ele respirou fundo e ela riu rouca, rondando ele novamente e parando em sua frente. E puta que pariu, ele iria gozar naquele momento, então seus olhos se fecharam com força enquanto ele se remexia na cadeira. Ela aproximou o rosto do dele e passou o chicote em sua mandíbula, o encarando. Sua mão desceu pelo corpo dele até a calça jeans, abrindo o zíper da mesma, a tirando. Ele levantou os quadris para ajuda-la então sua cueca havia sumido também, deixando sua grande ereção ali.
Puta que me pariu, eu vou gozar pra caralho.
Ela lambeu os lábios e encarou o rosto dele de novo.
Por favor, me foda.
Ela se sentou no colo dele novamente e Edward gemeu alto, mexendo os braços atrás da cadeira. Ela riu e o segurou pelos ombros.
— Eu mando hoje, Cullen. – Ela disse firme e ele mordeu o próprio lábio. – Eu vou dançar para você naquele cano, você se lembra que tinha me pedido isso? – Ela perguntou rouca e ele apenas assentiu. – Mas como você foi mal, não vai poder por as mãos em mim. E eu sei o que você quer fazer, mas só gozar quando eu disser que pode. – Ela disse mandona e ele engoliu em seco, ficando mais duro ainda. A maldita percebeu que ele estava se rasgando por dentro então rebolou no colo dele. – Você perdeu a voz em seu voo, campeão? – Ela o encarou de uma forma tão quente que ele teve que se segurar de novo pra não gozar em cima dela.
Que fodido caralho, porra, filho da puta!
— Eu não sei se eu consigo formar uma fodida frase, Bella. – Ele disse com dificuldade e ela riu, mordendo o lábio inferior dele.
— Hmm, você esta sendo mau comigo, Cullen. Eu esperava uma recepção melhor da sua parte. – Ela disse se fingindo de chateada e ele bufou.
— Você esta como uma diaba rebolando no meu pau, você quer que eu consiga falar de que maneira? – Ele sussurrou rouco, ainda com dificuldade. Ela se arrepiou, sentindo a voz dele em seu pescoço depois de dias, e porra, ela sentiu muito a falta dele. Ela riu de novo e beijou o pescoço dele, lambendo em seguida.
— Não vai precisar falar muito, Cullen. Aliás, a única coisa que eu quero ouvir de você são os seus gemidos, pode fazer isso por mim? – Ela perguntou safada e ele engasgou, respirando fundo novamente.
— Posso. – Ele disse com a voz trêmula e ela sorriu, rebolando nele antes de sair do seu colo. Ela foi até o som no canto do quarto e ligou na sua música. “Let’s make it baby” do Bon Jovi começou a tocar e ele se remexeu na cadeira. Bella sorriu pra ele e subiu na grande cama vermelha, se segurando no fodido cano de metal. A voz arrastada do Bon Jovi soou nos ouvidos dele e Bella começou a rebolar, passando o chicote por seu corpo enquanto o olhava fixamente e cantava a música silenciosamente.
“So turn out the lights, I’m going down slowly”, a música soou, então ela se segurou no fodido cano e rebolou dele, descendo encostada no mesmo, até ficar de joelhos na cama.
“Don’t tell me what’s right. Just tell me you want me” Bon Jovi sussurrou na música e ela sussurrou com ele, soltando o chicote sobre a seda vermelha e ficando de pé, se segurando no cano e girando ao redor dele. Ele ficou mais duro e se retorceu na cadeira. Ela subiu pelo cano e escorregou sobre ele, sua cabeça pendendo pra trás enquanto ela o encarava. Aquilo era com certeza a coisa mais fodida e mais sexy da porra do mundo, e caralho ele ia vir logo se ela não parasse de tortura-lo.
Ela rebolava sobre o metal, girando e escorregando, enquanto passava as mãos por todo o seu corpo enquanto dançava. Ele gemia a cada movimento dela, e sua boca já estava mais seca do que o normal. Em algum momento ela ficou de quatro na seda vermelha, engatinhando sobre ela e descendo da mesma, ainda engatinhando enquanto ai na direção dele. A bunda dela se mexendo enquanto ela o devorava com os olhos tinha se tornado seu filme favorito, e ele se perguntou de novo por quanto tempo mais aguentaria essa tortura.
Rapidamente ela chegou até ele, já que a cadeira estava bem próxima do colchão. Então ela o segurou pelas coxas e encarou sua grande e dura ereção. Suas bolas com toda certeza estavam azuis e ele já não aguentava mais se contorcer naquela maldita cadeira, e porra, ela tinha amarrado as mãos dele muito bem.
Bella serpenteou o corpo sobre o dele e lambeu toda extensão da sua clavícula até a parte de trás da sua orelha.
— Eu estou molhada de te ver tão duro assim na minha frente, Cullen. – Então ela sentou sobre ele e se esfregou em seu membro, o que o fez gemer alto. – Você pode sentir, Edward? – Ela sussurrou e ele tremeu, quase rosnando.
— Bella... – Ele gemeu o nome dela enquanto sua cabeça girava. – Por favor, eu preciso... – Ele gemeu em desespero e ela o abraçou pelos ombros, o beijando. Era algo tão quente e torturante, e ele nunca tinha se sentido tão excitado em toda a porra de sua vida.
Seus pulsos já deviam estar vermelhos de tanta força que ele fazia pra se soltar dali. Ela o beijava ferozmente, chupando sua língua e mordendo seu lábio inferior, passando as unhas pelos braços dele, depois em seu peito e depois em sua nuca. Eles se separaram quando já era difícil respirar, então ele chupou o pescoço dela com força, lambendo ali em seguida. O que ele mais queria era marca-la novamente.
Minha.
Ela o encarou e tirou a máscara vermelha do rosto, a jogando em algum canto do quarto. Ela sorriu pra ele tão genuinamente que ele quis beijá-la de novo, mas em seguida o demônio em forma de mulher estava ali novamente, mordendo o lábio com batom vermelho. Ele gemeu de novo.
— Por favor... – Ele pediu em súplica, sua voz sôfrega. Ela sorriu e saiu do colo dele, se abaixando na altura do seu pau novamente.
— Você foi tão bomzinho me obedecendo que eu quase consigo te perdoar por ter ficado longe. – Ela disse quase como se ronronasse. A mão que estava em sua coxa foi até o membro dele, e Edward gemeu o nome dela alto demais. – Vou recompensar você, campeão. Você já pode relaxar. – Então no momento seguinte ela o chupava. E do jeito que ele estava, ela não precisou dar mais do que 4 chupadas nele para que ele gozasse, e cacete, foi como um fodido quatro de julho, e ele nunca tinha tido um orgasmo tão foda como esse. Porra, ela sabia realmente o que estava fazendo esse tempo todo.
Bella engoliu todo o gozo dele e lambeu os lábios vermelhos, o encarando. As mãos dele estavam frenéticas na parte de trás da cadeira, já conseguindo uma brecha entre os nós que ela havia dado. Ela se aproximou do rosto dele novamente, segurando em seus cabelos e o olhando nos olhos.
— Eu senti a sua falta, Edward. De verdade. – E aquela tinha sido a coisa mais sincera que ela já tinha dito pra ele, e tê-lo ali nunca a tinha feito tão bem como agora. Ele sorriu abertamente pelo o que ela tinha dito, e também porque seus braços já estavam quase soltos.
— Também senti muito a sua falta, amor. – Ele sussurrou de volta, finalmente conseguindo se soltar e segurando nos cabelos dela, a puxando para sua boca. Ela ficou surpresa por um momento, mas logo depois tudo ficou urgente e muito maior do que o que eles conseguiam aguentar. Ele rapidamente a puxou para o seu colo na cadeira, encaixando os corpos deles. A ereção de Edward já estava ali novamente, e o que ele mais queria era tirar aquela maldita roupa dela. Se levantou com ela da cadeira, suas pernas ao seu redor enquanto ele tentava se manter em pé. Suas pernas ainda estavam meio bambas e ele já suava. A segurou firmemente pela bunda e arrastou os dois até o colchão de seda vermelho. Para a felicidade dele, havia um grande espaço ali, sem que ele tivesse que se preocupar com o bendito cano, e oh, ele tinha ideias para esse metal ao lado deles.
Edward ficou sobre ela, rapidamente abaixando seu espartilho vermelho e a deixando só de calcinha e meias. Os saltos dela já tinham se perdido pelo quarto quando ele lambeu seu pescoço, descendo até os seus seios, o seu lugar feliz. Ele a chupou fortemente, passando os dentes de leve enquanto ela se arqueava pra ele. Ela gemeu alto quando a mão dele desceu pela lateral do corpo dela, entrando em sua calcinha e chegando onde ele mais queria. E sim, ela estava molhada como o inferno, o que fez ele gemer ainda com a boca no seio dela. As mãos de Bella fincaram na seda vermelha enquanto ela choramingava. Sinceramente, não teria uma maneira melhor de ser recepcionado por ela, e cacete, se sempre fosse ser assim, ele iria ficar fora todo o mês.
— Edward... – Ela gemeu o nome dele mais alto enquanto ele esfregava seu clitóris, não deixando de chupar o seu outro seio. As mãos dela passeavam entre seus cabelos e ombros, passando as unhas em todos os lugares, completamente em êxtase e entregue pra ele. Tê-lo ali a consumia de uma forma febril, e respirar já estava ficando difícil demais.
— Eu preciso... – Ela gemeu e ele sorriu, passando a língua pela barriga dela e a penetrando com dois dedos. Os olhos de Bella quase saíram de sua cara e ela mordeu o lábio inferior com muito força, fechando os olhos.
— Olhe pra mim, Isabella. – Ele disse mandão e ela tremeu, abrindo os olhos. – Olhe pra mim enquanto eu te fodo com os meus dedos, querida. – Ele disse firme e ela tremeu de novo. O cenário já era outro e Bella já não era a mulher mandona de 5 minutos atrás. Ele a segurou pela cintura e virou os dois na cama, colocando Bella sobre ele. Segurou-a firmemente pelas coxas e a arrastou sobre o seu corpo, a colocando sentada em seu peito. Ela se segurou no cano de metal, procurando equilíbrio quando ela se sustentou sobre os joelhos e ele escorregou pela cama, afastando a calcinha dela e colocando a boca em sua vagina.
Tudo girou e ela se sentiu zonza, se segurando mais firmemente. Ele apertou as coxas dela enquanto a chupava, roçando os dentes em seu clitóris e enfiando a língua na sua entrada. Ela gemeu alto e rebolou na boca dele, o que o fez levar a mão até o próprio membro e se masturbar. Ela gemia o nome dele alto, sem realmente se importar em soar como uma atriz pornô. Ela percebeu os movimentos dele e virou o rosto, vendo que ele se masturbava ali, e aquela chance não poderia ser perdida.
Bella se segurou no cano e ficou em pé na cama, olhando para baixo e o vendo lamber os lábios. Ela virou de costas pra ele, um pé em cada lado de sua cabeça, e abaixou a calcinha, ficando apenas com as malditas meias. A visão da bunda dela nunca foi algo tão lindo pra ele, que logo deferiu um tapa ali. Ela gemeu novamente, voltando a sentar na cara dele, mas dessa vez ela tinha a sua boca em um lugar melhor. Ela o chupou novamente e ele gemeu sob a vagina dela, colocando a língua mais fundo em sua entrada. Bella respirou fundo e trabalhou nele com as mãos, incapaz de respirar pelo nariz, ofegando enquanto ele a chupava. Porra, aquilo era a coisa mais quente do fodido mundo, e a cada momento ela se sentia mais excitada, todo o ventre dela se fechando, suas pernas tremendo e sua bunda se contraindo. Não demorou muito para ela ter o seu bendito orgasmo, gritando alto o nome dele enquanto jogava a cabeça pra trás, se sentindo infinitamente completa. Ele a segurou firme pelas coxas e a empurrou para o seu peito. Ela foi obrigada a parar de masturba-lo quando ele escorregou o corpo dela sobre o seu, a colocando em cima de onde ele mais precisava dela. Ele se sentou na cama e encostou as costas no cano de metal, a tendo de costas pra ele. Mordeu seu ombro e afastou o cabelo dali, chegando em seu ouvido.
— Eu preciso sentir você, Bella. – Ele sussurrou e ela apenas concordou, inebriada pelo cheiro dele. Bella saiu do colo dele rapidamente, ficando de quatro na cama e levantando a seda vermelha, pegando uma camisinha entre os colchões. Ele teve uma visão maravilhosa de sua bunda, e antes que ela voltasse ao colo dele, Edward a segurou pelos quadris e a puxou pra trás, fazendo-a sentar sobre ele. Ambos gemeram e ela rapidamente abriu a camisinha, colocando sobre o membro dele. Sem perder muito tempo, ele a levantou pelos quadris e a sentou sobre ele, fazendo eles gemerem mais alto. A cabeça dela caiu pra trás, ficando sobre o ombro dele. Sua mão desceu e Edward começou a passar o dedo sobre o clitóris dela, enquanto ela rebolava sobre o seu membro. Era algo tão intenso e tão urgente, que porra, ele se sentia no céu. Bella gemeu alto quando suas pernas tremeram de novo e ela fechou a vagina ao redor do membro dele, fazendo-o gemer alto e a agarrar pelo quadril, apertando ali. Edward mordeu o ombro dela e apertou o seu seio, enquanto ainda entrava e saia do seu corpo. A bunda dela roçando na barriga dele era algo realmente enlouquecedor. Os gemidos deles eram quase em uníssono e ela começou a suar, respirando de boca aberta. Merda, ele queria beijá-la.
Rapidamente a segurou e a colocou sobre a cama, ficando sobre ela e entrando em seu corpo novamente. Ela gemeu de novo e ele passou as mãos por todo o corpo dela, subindo pelos seus braços e por seu colo, a segurando pela nunca. Ele se abaixou na altura dela e a beijou com fúria e urgência, enquanto entrava e saia profundamente. Ela passou as unhas pelo ombro dele, descendo pelas costas e apertando sua bunda, o forçando mais na direção dela enquanto arqueava os quadris na mesma direção. Os corpos se chocavam com tanta avidez que ela quase sentia dor.
Eles precisaram respirar, então ele lambeu a mandíbula dela, descendo para o seu pescoço novamente e a chupando ali.
Foda-se, ele ia deixa-la cheia de marcas para mostrar para todos os filhos da puta que ela era dele.
— Edward, eu não... – Ela disse desnorteada, fechando os olhos e mordendo o lábio inferior. Ele veio mais fundo e mais rápido, fazendo ambos gemerem.
— Eu vou... – Ele gemeu desnorteado também, as pernas dela ao seu redor, o forçando a ir mais fundo. Seus olhos ficaram embaçados e o corpo todo dele tremeu quando ele se sentiu completo. Bella ainda estava em seu momento, então ele forçou novamente nela, mesmo tendo tido o seu delicioso orgasmo. Ela quase engasgou por ele ter ido tão firme, então depois de 4 vezes nisso, seu orgasmo veio e ela gemeu realizada, então ele gozou finalmente. O corpo dele saiu sobre o dela e o peso não incomodava Isabella em nada. Ela acariciou os cabelos dele e o abraçou pelos ombros, realmente feliz por ele estar de volta, e Deus, que sexo tinha sido esse?
Ele levantou o rosto dos seios dela e sorriu como uma criança, acariciando suas bochechas e limpando o suor de sua testa.
— Tão linda, Bella. Eu estava com saudade de olhar você. – Ele disse doce, ainda extasiado, lhe beijando delicadamente. Todo aquele sexo urgente e bruto já tinha se evaporado, e agora só tinha espaço para a saudade que ele sentia dela desesperadamente. – Eu senti sua falta, todos os dias. – Ele disse sorrindo, a olhando nos olhos. Ela não teve como não sorrir de volta como uma boba, acariciando a barba dele.
— Eu também, seu bastardo. – Ela xingou e ele riu, a beijando de novo.
— Eu senti até falta de você me xingando, você tem noção de como isso é doentio, querida? – Ele perguntou sorrindo e ela o encarou.
— Eu tenho. – Ela suspirou. Ela sentia tanta falta dele como ele dela, se não até mais. Isso a esmagara por dentro todos os dias, e todos os dias ela tinha tentado dizer que não era nada demais e que ele não era insubstituível. Mas Bella nunca teve tão errada em toda sua vida, e sentir a falta dele daquela forma a assustava demais. Depender de tê-lo visto o dia todo para dormir a tinha deixado com insônia o tempo todo que ele fosse fora, e ela finalmente podia respirar de novo. Sentir tudo isso a assustava mais do que ela gostaria. Ter dormido todas as noites com a camiseta dele a assustava. Chorar de saudade dele a assustava. Ela era uma perfeita garotinha indefesa.
Ele acariciou a ruga na testa dela, a encarando.
— Um oral pelos seus pensamentos. – Ele disse sério e ela gargalhou alto, dando um tapa no braço dele, que riu.
— Eu estou assustada, Edward. Por que eu senti muito a sua falta, e chegou a doer não ter você perto. – Ela disse sincera. E era assim com eles, ela não tinha a capacidade de mentir ou de esconder nada. E ela podia negar, mas já estava completamente entregue a ele.
— Namora comigo? – Ele pediu de repente e ela arregalou os olhos.
— Não. – Ela disse rapidamente, recebendo um riso dele. Edward parou na altura do ouvido dela e mordeu sua orelha.
— Namora comigo? – Ele sussurrou e ela tremeu de novo, apertando os braços dele.
— Não. – Ela disse de novo e ele riu novamente, beijando a mandíbula dela e a maçã do seu rosto.
— Namora comigo? – Ele pediu de novo, rindo antes que ela respondesse. Bella sorriu e o segurou pela nuca, o trazendo pra perto de sua boca.
— Não. – Ela sussurrou e ele sorriu abertamente, a beijando. Ele sabia que aquilo era um sim, do jeito estranho deles ela tinha aceitado. E ambos sabiam que ela era orgulhosa demais pra aceitar ser namorada dele, não quando sempre fazia questão de enfatizar que o que eles tinham era casual.
Pro inferno com o casual, ele tinha ficado um completo perdido longe dela, e Bella não pareceu ter ficado melhor sem ele. Isso não podia ser apenas uma merda de um sexo pra relaxar, isso era tudo.
Eles se afastaram e ele sorriu pra ela, acariciando seu rosto de novo. Ele ficou encarando-a sem dizer nada, então ela riu rapidamente.
— O que foi? – Perguntou envergonhada. Os olhos dele sobre ela já estavam deixando-a incomodada, ainda mais quando ele não abria a boca.
— Você é linda pra caralho, Bella. E puta que pariu, essa noite foi fodidamente erótica. Eu quase morri quando você subiu naquele cano de metal, mulher. Ainda bem que somos médicos, por que eu estava próximo de um ataque cardíaco ali. – Ele disse sério e ela riu alto. Como os corpos deles ainda estavam conectados, foi como o céu novamente.
— Não exagere, Edward. Não foi nada demais. –Ela revirou os olhos e deu de ombros.
— Vai se foder, esta brincando comigo? Eu deveria ter filmado você. – Ele disse desacreditado e ela riu.
— Ah Cullen, tem tantas coisas que eu consigo fazer nesse cano de metal. – Ela sussurrou e ele tremeu de novo. Bella riu, e ele saiu de dentro dela apenas para tirar a camisinha e colocar outra, já estando duro de novo. E porra, ele com certeza queria ver tudo o que ela podia fazer ali, e eles tinham todo o tempo do mundo.
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