Notas iniciais
Olá gente, antes de mais nada eu espero MUITO que gostem, eu escrevi um tipo de história que eu gostaria de ler aqui no Nyah, então eu ofereço à vocês de coração. Esse primeiro capitulo é curto, pois é o inicio, mas não deixa de ser bom. Boa leitura, bjs.

Olá, primeiramente eu vou me apresentar, antes que pensem que sou uma vadia sem sentimentos e blá blá blá. Meu nome nome é Karyne e estou no 2° ano do colegial, tenho 16 anos e sou conhecida pelas minhas “melhores” (aquelas são melhores só se for no inferno) amigas: Lucy e Marina por “Coração de fogo” simplesmente pelo fato delas acharem que eu nunca arrumei um namorado por quê eu sou seletiva demais e quero algo extraordinário ou “ardente” na minha vida. Logo quebrando isso, não tem nada a ver.

– Kaaaah! – Me assustei ao ouvir Marina berrar em meu ouvido. Odeio quando estou “em paz” e ela me dá esses sustos.

– Perdeu o quê aqui? – Respondi após me recuperar do susto.

– Nada, só estava pensando... E se você saísse com o Derek hoje à noite? – Ela me olhava como se eu fosse uma mercadoria pra venda e que tinha que vender o mais rápido possível.

– EU NÃO VOU PRA CANTO NENHUM, ALÉM DISSO... -- Pausei por um segundo mas consegui responder o resto no mesmo tom -- ODEIO AQUELE IDIOTA!

Ela riu da minha cara. Era sempre assim, ela e a Lucy estavam 24h tramando “encontros” as escondidas para mim, uma coisa que eu odiava, porém no fundo eu sempre tinha uma certa dúvida do porquê que elas faziam isso, talvez tivessem medo de sua melhor amiga morrer sozinha, nunca se sabe.

– Ok, OK! Não tá mais aqui quem falou, eu vou ver se a Lucy quer gazear aula comigo, você não quer vir com a gente?

Era sempre um saco! Lucy e Marina tinham TODAS as aulas juntas, já eu...

– Não, eu tenho aula de física agora, e não querendo parecer nerd, eu quero tirar nota alta na prova de amanhã.

– Sorri fingindo ajeitar o meu óculos invisível.

– Tudo beeem – Mari revirou os olhos e saiu rindo.

Eu nem sei porquê estou na biblioteca pra falar a verdade, eu não estou fazendo nada além de um circulo em uma folha branca a mais ou menos meia hora. Fechei o meu caderno e o guardei na mochila junto com as outras coisas. Saí as pressas pois o sinal ia tocar em 2 minutos e eu odeio passar pelo corredor cheio, é uma eternidade pra chegar na determinada sala.

Foi como, um grande tombo, só que ao invés de temos caído, apenas nos mantivemos em pé, quando os nossos corpos se chocaram e eu pude vê-lo depois de uma tremenda dor em meus ombros. A dor desapareceu automaticamente quando vi os seus olhos azuis.

– Me desculpe, eu juro que não te vi, eu estava olhando para esse papel, não acho minha sala.

Eu não conseguia acreditar que um cara tão perfeito estava realmente falando comigo, pisquei 3 vezes como uma idiota até reencontrar o folego.

– É... eu posso te ajudar! – Peguei o papel da mão dele e me segurei para não desabar alí mesmo, então, orgulhosa por não ter passado esse mico eu tentei soar o mais normal que uma garota de 16 anos pudesse soar ao encontrar o cara mais gato que ela já vira (ou melhor, “esbarrar com o cara mais gato que já vira”).

– Pode vir comigo, eu tenho aula agora na mesma sala.

Notas finais
Espero que tenham gostado, por favor comentem, se sim, ideias, criticas e etc, isso é MUITO importante pra eu poder continuar, bjs, Garota Bipolar ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.