Heart Of Darkness
4 O responsável pela coragem
Notas iniciais
Damon estacionou em frente a minha casa.
- Tchau... – falei colocando a mão em seu braço, ele desviou-se bruscamente.
- Se cuide Elena. Até mais Jeremy.
- Ta, tchau. – Jeremy saiu do carro, mas eu continuei.
- Acho que vou com você para sua casa. Tenho que falar com Stefan.
- Vai atualiza-lo?
- Não. Vou liberta-lo.
- Não precisa...
- Acha mesmo que vou desistir de você sem lutar? – falei. por um instante os olhos dele tiveram um brilho diferente.
- Descanse Elena. Vá para sua casa, vá para o inferno, mas fique longe de mim! – o ignorei e segui:
- Ou não vai conseguir continuar fingindo que não me quer? – perguntei chegando mais perto.
- Elena... – ele chegou perto e nossos lábios estavam a milímetros de distancia. – Você tem que entrar. – falou se esticando e abrindo a porta do carro. Eu o olhei boquiaberta e sai pisando firme.
- O que estavam fazendo? – perguntou Jeremy quando entrei.
- Nada. Nada!!!
Subi e fui ao banheiro tomar banho.
Se ele achava que podia me dispensar, estava muuuito enganado. Agora ele havia me provocado. Sai do chuveiro a procurei minha melhor lingerie, coloquei um vestido preto discreto e dirigi até a mansão.
Bati na porta e Damon a atendeu.
- O que faz aqui?
- Stefan está?
- Ah! Isso. Claro! Não ele não está Elena, por mais...
E o beijei com toda a intensidade que consegui tirar de dentro de mim. O empurrei para trás, sem desgrudar nossos lábios, e fechei a porta com o pé. Ele se afastou de mim.
- Não, Elena! Eu já disse, eu não quero mais você.
- Isso é o que você diz, não o que o seu corpo quer, Damon.
- O que está fazendo?
- Você me provocou, esperava que eu fizesse o que?
- Com certeza eu não esperava isso.
Me aproximei novamente e ele me empurrou.
- Não. – e ele subiu as escadas.
Droga! Seria mais difícil do que eu pensava. Olhei para os lados e vi uma garrafa de whisky e me veio uma ideia brilhante.
Eu já havia tomada vários copos de whisky e eu nem raciocinava direito. Tomei coragem e subi para o quarto de Damon, que por sua vez estava sentado na cama lendo. Ele me olhou sem vontade alguma e disse:
- O que quer?
- Você me subestimou.
- Está bêbada?
- Um pouquinho. – me aproximei e sentei-me na cama. – Eu nunca teria coragem de fazer isso sóbria.
- Isso o que?
- ISSO, DAMON!
Fiquei em pé na cama e Damon me observava confuso. Abri o fecho de meu próprio vestido e o deslize lentamente por meu corpo. A expressão dele mudou imediatamente quando percebeu minha intenção.
- Não! Não, não e não, Elena.
- Por quê? – perguntei o empurrando de volta para os travesseiros. – Se você não me quer, isso fica sendo como, sei lá, um passa canais na televisão, onde nada te interessa. Então?
– Não.
- Eu te desafio. Duvido que resista.
- Não vou fazer isso.
- O Damon que não se importa com nada, nem ninguém não recusaria isso.
Ele se calou, como se estivesse esperando. Voltei a ficar de pé na cama, com uma sensual lentidão. Deslizei a alça do sutiã lentamente, até cair pelo seu ombro e assim fiz o mesmo com a outra alça. Virou – me se cortas e sentei-me lentamente no colo do vampiro.
- Abre. –sussurrei. Ele engoliu o seco e o fez. Retornei a ficar em pé e deslizei o sutiã elos meus braços, ainda de costas. Coloquei o braço por cima de meus seios e vire-me. Joguei para ele o sutiã roxo som provocantes rendas rosa. – Você quer me ver?
Ele pareceu incapaz de responder, apenas assentiu. E eu retirei meu braço.
- Acho que não irei conseguir tirar minha calcinha sozinha. Ajuda-me?
- Elena... Se vista e VÁ PARA CASA. – ele falou rouco, mas tentando parecer severo.
- Ah, agora que eu estou conseguindo sua atenção? Ou será que é esse o problema?
- Elena.
- Me morde, Damon.
- Perdeu o juízo? – disse apavorado.
- Não. Mas perto de você ele evapora rapidinho. – engatinhei até ficar com uma perna de cada lado de sua cintura, e me aproximei colocando seus lábios em meu pescoço. Ele tentou resistir, mas logo senti uma fisgada no pescoço, e ele segurou minha nuca. O jogo estava ganho. Desci minha mão pelo seu peito e logo cheguei ao que comprovaria que eu estava certa. Coloquei a mão por cima do seu jeans e senti-o duro. Damon gemeu e me soltou.
- Você precisa do meu sangue.
- Está bem. – ele mordeu o pulso e colocou na minha boca. Bebi e logo senti minha ferida cicatrizando e o efeito do álcool sumindo. Droga. Agora eu teria de tirar da minha própria coragem para terminar aquilo. Soltei seu pulso, e o olhei nos olhos. Puxei sua camiseta lentamente e o beijei.
Ele inverteu as posições e começou a tirar as calças. A única coisa que no impedia agora era minha calcinha e sua cueca. Ele se abaixou e puxou a calcinha com os dentes, obviamente eu estava vermelha e ele não desgrudava o olhar do meu. Ao mesmo tempo que aquilo ea constrangedor, era excitante.
Ele a tirou e rapidamente ficou entre o meio das minhas pernas. Ajudei-o a tirar a cueca e ele entrou em mim, me beijando. Eu arranhava suas costas e ele não parecia se importar. Os movimentos iam aumentando e rapidamente cheguei ao ápice, e ele deitou-se ao meu lado. E assim dormimos.
Notas finais
Ah, e tem nova política aqui: SEM comentários = SEM capítulo.
Beijos!!!
Olha, quero recomendações, viu?
(próximo capítulo, dia 20/09/2012)
* Não revisei, desculpa qualquer erro.
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