Heart Attack

6 Surpresas


Notas iniciais
Fui abduzida? Não! Surto de criatividade e lógica? Sim! Meus amores, trago para vocês mais um capítulo de HA em menos de 3 dias :3 Ele possui fragmentos da outra versão, paragrafos novos e algumas mudanças, mas nada demais, pois eu fiquei com muito dó de modificar essa parte, para mim ela é crucial. E agradeço pelos comentários, isso me anima muito

Capitulo 05 — Surpresas



POV Bella

Havia um barulho estranho no lugar onde eu estava que me fez despertar. Parecia o som de um aparelho hospitalar, bem diferente do que meu despertador. Então fui aí que me lembrei.

Abri os olhos rapidamente e tentei me levantar, mas havia fios e mais fios ligados a mim, transportando algum tipo de medicamento. Olhei em volta e constei que estava em uma sala moderna, nada parecida com a dos hospitais, parecia mais uma daquelas salas de experiências em que apareciam nos filmes.

Ouvi a porta sendo aberta atrás de mim e um homem negro com uma capa preta e um tapa olho. Acho que ele não havia percebido que eu tinha acordado, já que foi direto para um armário cinza prateado ao lado da janela.

Dali, ele tirou uma seringa enorme e apertou um pouco seu engate, percebendo que a agulha estava funcionando perfeitamente.

Ele se virou para mim e sorriu.

– Não vai doer nada, não se preocupe. – falou se aproximando um pouco de mim, apontando a agulha para meu pescoço.

Tentei me afastar, mas a cama pequena não me ajudava muito, ainda mais com aqueles fios presos ao meu corpo. Ele segurou meu queixo e o virou em direção aposta, fazendo com que meu pescoço ficasse ainda mais exposto a seringa.

Ele aproximou a agulha de minha pele e a perfurou. Não senti nada enquanto ela entrava em meu corpo, mas quando o liquido foi injetado, parecia que todo meu corpo estava em chamas.

A sensação era mil vezes pior do que a mordida de um vampiro, parecia que eu realmente estava em meio ao fogo ou, quem sabe, entrando em uma banheira cheia de ácido.

Não demorou muito para que minha vista ficasse cansada, junto com todo o meu corpo. Deitei novamente na cama, com o meu olhar fixo na seringa que ainda estava na mão daquele homem.

Ele falou alguma coisa para mim, mas não consegui entender direito. Parecia que tinha uma película em meus tímpanos que fez com que todo som ficasse desfigurado. Minhas pálpebras foram se fechando por conta própria, levando-me ao inconsciente novamente.

POV Edward

– Droga, você não pode fazer isso! – gritou Alice, entrando com tudo em meu quarto. – Você não vai se entregar aos Volturi sem nem ao menos uma confirmação de que Bella realmente não está mais viva.

Desde que a noticia saiu no jornal, as coisas ficaram cada vez mais insuportáveis.

Não tinha como não esquecer aquilo, já que estava passando a cada cinco minutos uma nova reportagem com todo o progresso do FBI no acidente de avião, mas todos já haviam perdido as esperanças.

Todos os corpos foram reconhecidos pela arcada dentária, mas nenhum deles era de minha Bella. Por mais que nada tivesse sido confirmado, aquilo para mim significava que nem o corpo dela restou.

Carlisle e Emmet correram até o local do acidente e vasculharam todo o local em busca de algum cheiro que indicasse que Bella esteve ali, e tinha, por toda parte. Mas não havia sangue, roupas ou qualquer outro vestígio.

Todo o EUA está lamentando pela sua morte, até mesmo os mais famosos de qualquer mídia mundial. É, parecia que eu tinha perdido muita coisa da vida dela.

– Não é só porque eu não vejo nada sobre o futuro da Bella, – continuou Alice. – quer dizer que ela não esteja viva. Você sabe muito bem que eu já tive essas crises de ‘não ver nada’ quando eu estava estressada como agora.

– Alice... – ia argumentar, mas ela me interrompeu.

– Alice nada, você vai sair desse quarto, caçar com a gente e nós vamos conversar. – falou mandona e colocando as mãos nos quadris.

Como argumentar?

**

– Eu acho que senti um cheiro de Leão da Montanha. – falou Emmet de repente, fazendo com que minha presa fugisse.

– Aqui não tem leões da montanha, Emmet. – disse Alice, zombando-o.

– Ué, vamos atrás, quem sabe o Eddie aí dê alguma sorte. – disse Emmet indo em direção ao cheiro.

Alice me deu um olhar reprovador quando fui atrás dele, apenas dei de ombros. Seguimos o cheiro por algum tempo, até que demos de cara com um enorme penhasco.

– Não falei? Ou você acha que o leão criou asas e saiu voando pelo penhasco? – disse Alice.

Emmet ficou com uma cara envergonhada e teve uma ideia.

– Emmet, não. – falei antes que ele decidisse expor. – Alice vai te matar.

Ele me olhou de uma forma arteira e foi atrás de Alice, que tinha voltado para a clareira onde estávamos antes.

O barulho do mar abaixo de meus pés e alguns cantos de pássaros eram as únicas coisas que se podiam ouvir ali. Aquilo me trazia certa calma, mas não se comparava com a dor que insiste em ficar.

Os pensamentos de Emmet foram desaparecendo. Estranhei esse fato, não estávamos muito longe da clareira para que seus pensamentos desaparecessem assim.

Corri em direção ao cheiro de Emmet e encontrei, junto com ele, o cheiro de Alice. Corri ainda mais rápido, passando pela clareira e indo ainda mais fundo na floresta densa.

Havia outro cheiro junto ao deles agora, desconhecido. Era um cheiro forte de lavanda com ‘corte’ de grama (n/a: vi que, no livro, eles comparam o ‘cheiro’ dos humanos com esses tipos de coisas, então inventei esse ‘cheiro’, ficou meio dãh, mas...) com um pouco de sangue. Pulei em alguns galhos altos para que pudesse ver alguma coisa, mas a única coisa a minha frente eram galhos e folhas.

Aos poucos a floresta foi ficando um pouco mais aberta e, quanto mais passos eu dava, mais eu conseguia ‘captar’ vestígios dos pensamentos de meus irmão.

Cheguei a uma clareira e vi os dois de frente a mim, conversando com um estranho, que estava de costas.

– Quem é você? – perguntei ao estranho.

O estranho se virou e percebi que ele usava uma roupa como a fantasia do Gavião Arqueiro, junto com seu arco e seus óculos roxos. Me contive para não dar uma risada e prestei atenção nele.

– Sou Gavião Arqueiro, mas podem me chamar de Clint. – se apresentou. – Vim aqui pois a SHIELD estão convocando sua família para a base aérea. Já conversei com seus irmãos e eles concordaram em me levar até a residência de vocês.

Olhei para Alice e ela assentiu. Não se preocupe, ele vai esclarecer tudo quando todos estivermos reunidos.

Corremos em velocidade humana até a nossa casa, já que ele não tinha uma velocidade tão alta como a nossa. Não demoramos muito para chegar e, quando entramos no jardim, Esme já veio para a enorme porta nos receber.

Clint se apresentou e Esme o convidou para entrar, oferecendo algumas coisas para ele, que recusou prontamente.

Quando todos nós estávamos reunidos, o Gavião começou a explicar realmente o porquê de estar aqui.

– Creio eu que não tenham conhecimento da organização internacional da SHIELD. – começou. – Ela é uma organização responsável no descobrimento de ataques terroristas e criações de ‘super humanos’. Encobrem qualquer coisa que seja relacionado a esses tipos de coisas para que os de fora não tenham conclusões precipitadas. – respirou fundo antes de continuar. – Há uma fonte de energia tão forte que nós nem temos a noção do que ela pode fazer e o que pode causar. Ela foi roubada por Loki, irmão de Thor.

– Espere. – interrompeu Emmet. – Você está dizendo que os super-heróis realmente existem? – perguntou animado.

– Sim. – ele falou calmamente. – Não todos, é claro, mas grande parte deles realmente existem, infiltrados entre vocês. – explicou. – Voltando, com esse roubo, creiamos que o poder de Loki pode ser aumentado ainda mais, já que ele e Capitão América são os únicos que conhecem os poderes de Tesseract.

– E onde nós entramos nisso? – perguntou Carlisle.

– Estamos reunindo algumas forças ‘especiais’ para a procura dessa energia, e é ai que vocês entram como aqueles invencíveis, que podem até se recuperar depois de uma enorme guerra.

– Mas existem vampiros mais poderosos que nós. – retrucou Jasper.

– Mas eles não têm um autocontrole com o sangue como vocês. – explicou. – Muitos dos vampiros iriam atacar no primeiro segundo que visse qualquer um dentro da base já que, como são biologicamente modificados, seus sangues ficam ainda mais atrativos.

– Há algum perigo para nós? – perguntou novamente Carlisle.

– Sim, para todos nós há um perigo, por isso, vocês que não estão acostumados com o nosso ‘modo’, não receber alguns treinos para se adaptarem. – falou.

– Mas onde isso vai acontecer? – perguntei.

– Na nossa base aérea, que agora está perto das praias de Los Angeles. – informou.

– Quando teremos que ir até lá? – perguntou Alice.

– O mais rápido possível. – disse Clint.

– Vamos arrumar nossas coisas para irmos para lá, todos estão de acordo? – Carlisle perguntou.

Todos assentiram e fomos arrumar nossas malas. Devem estar pensando o por quê de nós termos aceitado tão rápido. Acho que nós temos um instinto meio suicida e juntando com a bondade de Carlisle, é muito fácil para nós aceitarmos as coisas.

**

Clint nos guiou até Los Angeles e até um porto abandonado, onde ele nos levou de barco até a parte mais longe da praia, e, chegando mais perto, conseguíamos ver uma enorme construção em meio ao mar e vários aviões e pessoas em cima dele.

– Chegamos. – informou Clint quando paramos ao lado de uma enorme escada que levava até lá em cima.

Andamos um pouco e no caminho todos olhavam para nós, curiosos. Chegamos atpe um dos maiores aviões que havia lá e um homem de capa preta e tapa olho veio falar conosco.

– Dr. Cullen, é um prazer conhece-lo. – disse apertando a mão de Carlisle.

– Pode me chamar de Carlisle. – disse educadamente.

– Meu nome é Agente Nick Fury, sou um dos diretores da SHIELD. – disse enquanto ia andando em direção a uma enorme porta. – Espero que vocês gostem daqui. – abriu a porta e nossa frente e uma enorme sala foi vista.

POV Bella

Algum dia em sua vida você já teve uma enxaqueca? Mas não daquelas normais, mas sim daquelas bem fortes? Então, multiplique essa dor por cem, que então você vai ter a noção de como está minha cabeça.

Para minha sorte, não havia nenhum ruído no lugar onde eu estava que, suponho eu, seja diferente da ultima vez em que eu acordei, há não sei quanto tempo.

Tentei abrir os olhos, mas havia uma luz tão forte em cima de mim que me fez chegar os olhos novamente. Virei o rosto e os abri novamente, tendo uma certa visão de uma janela de vidro, onde eu podia ver várias pessoas indo e vindo, sem nem ao menos olhar para cá.

– Vejo que acordou. – disse alguém do meu outro lado, me dando um susto. – Desculpe, não era minha intenção te assustar.

Me virei para onde vinha a voz e tive uma bela visão (n/a: mais do que bela, mas como eu não queria ser muito, er, vamos dizer, ‘radical’, coloquei assim) de um homem parado ao lado da minha cama, sorrindo.

– Meu nome é Steve Rogers, mas pode me chamar de Capitão América. – disse sorrindo ainda mais, mostrando seus belos dentes brancos.

Fiquei um pouco confusa com aquilo, mas então me lembrei de quem havia me tirado dos escombros. Senti meus rosto esquentar, não sei porque.

Tentei me levantar, mas uma enorme dor nas minhas costas me impossibilitou disso, fazendo-me gemer de dor.

– Você vai ter que ficar quieta por mais algum tempo. – disse ele colocando as mãos em meus ombros. – Você recebeu altas doses de Otrov, que causa várias dores, além de ter sofrido o acidente.

– O quê? – perguntei, percebendo que eu estava rouca.

– Logo você vai saber o que é. – disse ele. – Tenho que ir agora, qualquer coisa que precisar, aperte aquele botão azul. – falou, indicando o botão ao lado da minha cabeça.

Ele saiu do quarto sem dizer mais nada, me deixando ali curiosa.

Não sei quanto tempo se passou, mas minha dor de cabeça já havia passado e não sentia mais dores em lugar algum. Me levantei cambaleando um pouco e fui até uma porta que presumi que seria o banheiro e, por sorte, era.

Joguei uma água no rosto e me olhei no espelho. Quase dei um grito com a imagem a minha frente.

Meus cabelos estavam negros, como se tivessem passado alguma tinta neles, meus olhos estavam em um extremo verde, minha pele estava ainda mais pálida como se fosse uma boneca de porcelana, meus olhos estavam em uma cor esverdeada, como lentes, era como se eu tivesse passado por um dos melhores cabeleireiros do mundo.

Ainda meio atordoada, voltei para o quarto onde estava e olhei um pouco ao redor. Além da cama e dos aparelhos, havia um sofá branco em baixo da janela de vidro, onde via as pessoas passarem e algumas mesas com computadores, uma mesinha de cabeceira ao lado da maca, dois espelhos e alguns abajures espalhados pelo quarto.

Ouvi alguém bater na porta e murmurei um entre, constando que eu estava com apenas uma camiseta e um calção. O mesmo homem que havia me dado à injeção entrou no quarto, fechando ela atrás de si. E agora, olhando realmente para o rosto dele, ele não me parecia muito estranho, parecia que eu já havia o conhecido há algum tempo.

– Bom dia senhorita Swan. – disse ele se apoiando na beirada da cama.

– Bom dia (?). – disse meio confusa.

– Creio que esteja um pouco confusa com tudo isso. – falou sério. – Mas tudo será resolvido a pouco, estamos apenas a sua espera. – disse apontando para mim. – Pode trocar de roupa e me seguir pelo corredor que te levarei até o local.

Ele me informou onde estavam algumas roupas e logo depois saiu do quarto, me deixando sozinha. Abri o pequeno armário e peguei algumas roupas. Vesti-as e sai do quarto, encontrando o homem ao lado da porta, conversando com outra mulher.

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Ele se despediu dela e me levou até onde queria.

– Desculpe por não me apresentar, mas sou o Agente Nick Fury, da SHIELD. – disse enquanto andávamos.

– Creio que lhe conheci em uma das minhas apresentações sobre a armadura. – comentei.

– Sim, e uma bela apresentação, afinal. – disse elogiando.

Passamos por algumas portas e chegamos á uma enorme sala, na verdade, nem pode ser chamada de sala, e sim de um centro de comando enorme.

– Aqui que é controlado tudo o que acontece dentro da base onde estamos e, é claro, tudo o que vem de fora. – disse apontando para os computadores. – Vamos até uma sala vazia que eu quero contar algumas coisas á você.

Fomos até o outro lado do centro, entrando em uma pequena porta que dava para uma sala de reuniões. Me sentei em uma das poltronas e ele sentou à minha frente, do outro lado da mesa.

– Creio que você conhece as histórias de Super Heróis que já foram humanos, não? – perguntou, assenti. – Todos foram biologicamente modificados para que se tornassem o que são hoje, fortes, rápidos, grandes e especiais. – respirou fundo. – Você foi uma das mais antigas modificações.

– Como? — exclamei.

– Bom, vou lhe contar como tudo aconteceu.

Flashback on (POV OBSERVADOR)

Ela entrou graciosamente na enorme sala química trajando um uniforme militar verde americano, seus altos saltos faziam um barulho ritmado no chão de granito.

– Agente White se apresentando. – falou ao soldado, que logo se pôs em posição de sentido.

Ela continuou a andar pelos corredores até se encontrar com uma enorme porta de ferro, onde estavam postos dois enormes soldados armados, guardando o que havia lá dentro.

Após identificações, ela passou pela porta, vendo um enorme equipamento desconhecido, onde, supôs, teria que utilizar.

Desceu as longas escadas e se encontrou com seu superior no momento.

– Dr. Erskine, é um prazer revê-lo. – falou cordialmente, apertando levemente a mão do doutor.

– Seja bem-vinda novamente, Agente White, espero que goste de sua estadia.

Ele indicou o caminho até uma grande maca e a ajudou a se despir colocando, em seguida, uma camisola de hospital. Ela passou por exames e mais exames, injeções e mais injeções até que foi realmente confirmado que ela estava pronta.

Ela recebe uma dose de uma injeção especial que prepara seu corpo para o que vem a seguir.

Logo após colocar uma roupa especial, ela entra na pequena cabine do enorme aparelho, colocando um pequeno tubo de oxigênio em sua boca. A porta foi fechada e a máquina ligada, e então, fez-se um silencio absoluto na sala, sendo cortado apenas pelo som estridente da máquina.

Parecia que vários elefantes passavam rapidamente dentro daquela máquina, fazendo um enorme som e fazendo com que o chão tremesse violentamente.

Todos ali estavam ansiosos pelo resultado, torcendo para que não desse nada errado. E, para surpresa deles, ouviram um estridente grito saindo de dentro da máquina depois de longos minutos e, logo depois, as luzes foram se apagando à medida que os segundos passavam, até que a porta da máquina foi destravada.

Uma pequena fresta foi aberta e uma densa névoa se espalhou ao redor da máquina, saindo de dentro do compartimento. Todos prenderam suas respirações, contando os segundos para que a porta fosse realmente aberta.

Com o compartimento aberto, pode-se ver uma silhueta imóvel em meio à névoa. Houve um simples movimento em seus braços e, logo após, todo seu corpo caiu de joelhos ao chão, sendo apanhada por um dos enfermeiros perto do local.

Seus cabelos, que antes eram dourados, agora estavam em um tom extremamente negro, sua pele, antes morena, estava em um tom tão branco como gelo. Era como se ela tivesse trocado de corpo, o renovado.

Levaram-na até uma sala esterilizada e injetarão novamente o soro ‘especial’ em seu sangue.

Passaram-se dias e ela não passava um segundo sequer sem ser monitorada e anotavam cada movimento e cada desenvolvimento de seu corpo. Ela continuava em sono profundo, sem nem ao menos acordar por um minuto. Eles, simplesmente, já estavam perdendo suas esperanças.

Flashback off

– Você acordou duas semanas depois sem se lembrar do que ocorreu após entrar na cabine. – finalizou.

Eu estava estática. Não conseguia acreditar que tudo aquilo tinha acontecido comigo, quer dizer, provavelmente isso deve ter acontecido com alguma encarnação minha, pois, se não, teria me lembrado.

– Ainda há muitas coisas sobre você que ainda desconhece, mas isso vai ser contado com o tempo. – explicou. – Agora, a única coisa que você tem que saber é que você é mais poderosa e forte do que pensa. Não é porque você passou anos sem saber o que realmente é, vai querer dizer que você é nada. Apenas confie em você.

– Mas, por que me trouxe aqui, agora?

– Estão acontecendo coisas que vão além do simples poder humano, precisamos de toda a ajuda possível, e você está entre eles.

– Eu acho que não vou servir de muita ajuda sem minha armadura.

– Bom, como eu disse, com o tempo tudo vai ser esclarecido e você vai ver como você pode sem a armadura.

Notas finais
Não se esqueçam de comentar!