Notas iniciais
Hello peoples... demorei? Nem tanto né? Enfim, aproveitem o capítulo. Nossos gêmeos estão de volta, Killian está mais humorado do que nunca, uma conversa embaraçosa vai surgir hj. Boa leitura.

— Bom dia Graham — cumprimentei meu amigo que veio para Storybrooke ajudar a caça por Gold. Ele se levantou ao me ver u puxou a cadeira para me sentar.

No dia seguinte a conversa que tive com ele nas docas, pedi reforços da equipe de Graham em New York para procura-lo. Pelo fato de Sotrybrooke ser uma cidade pequena e com poucos crimes para serem investigados, não temos equipe grande a disposição. Nessa semana que passou, mandamos homens a floresta, para procurarem algum esconderijo, o que é bastante dificultoso pois a floresta é enorme, mas também mandamos uma parte procurar pela cidade, pois agora precisávamos ter na cabeça que Gold estaria escondido em lugares prováveis improváveis, quem sabe talvez até estivesse escondido no Grannys. Bom, até agora não encontraram nenhuma pista. Também mandamos a foto da gravação em que Gold aparece vivo ameaçando minha pessoa, como eu previ, foi a primeira matéria do jornal, não só o local mas o do mundo todo, passou uma semana e a notícia de que ele estava vivo ainda não esfriou.

— Como você está Emma? — perguntou se sentando de volta na cadeira do Grannys.

— Estou indo — respondi dando de ombros — ontem consegui dormir devido ao cansaço. O gato da vizinha faz um barulho enorme quando anda pelo telhado de casa, mas eu esqueço disso quando ouço o barulho.

— Entendo — ele falou se encostando na sua cadeira e então continuou — Mas eu trouxe uma notícia que deve lhe animar. Achamos um esconderijo, no meio da floresta.

Arregalei os olhos surpresa com a informação. A minha expressão que antes era de tédio e confusão agora está esperançosa e alegre. Uma pista.

— Acham que é o esconderijo dele? — perguntei o óbvio.

— Sim, é uma casa, bem luxuosa. No estilo dele — disse revirando os olhos — Gold é daquele tipo de homem que não vive sem luxo.

— E o que estão esperando para ir atrás dele? — perguntei sem me importar se estava sendo grossa ou não.

Graham olhava para a xícara com café e chantilly a sua frente como se ela fosse a desculpa para ele não ter que me encarar, provavelmente era uma boa notícia incluída de um porém.

— Graham? — chamei esperando que isso o acordasse de seus pensamentos (ou enrolação )

— Já invadimos a propriedade — falou de maneira rápida — infelizmente ele não estava lá.

— Então voltamos a estaca zero -falei descansando o corpo na parte de trás da cadeira.

Se antes eu estava esperançosa, agora estou com raiva.

— Na verdade não — meu amigo falou se inclinado mais pra frente — Provavelmente ele esteve lá, e se ele esteve mesmo, com certeza deixou alguma pista, não existe mentira perfeita Emma, um dia todas elas são descobertas.

— O que me preocupa é o dia — falei preocupada — Não quero até lá, ter a notícia de que alguém da minha família morreu ou foi ameaçado. Meus filhos Graham, eu tenho medo de que aconteça algo com eles — falei me lembrando de meus pequenos e Henry -E também tem o filho da Regina, Gold sabe que ela está me ajudando, sabe quem está me ajudando, ele não vai encher comigo, mas sim com quem eu me importo, com quem eu amo.

—Emma! — Graham chamou minha atenção — Se acalma, se desesperar não adianta nada, só vai te deixar mais louca ainda.

— Desculpa Graham — me joguei na cadeira novamente -Apenas estou cansada.

— Vai passar. Logo logo Gold estará na prisão. Amanhã vamos fazer uma busca na floresta, não quer ir com a gente.

— Com certeza -me animei com a fato de ir procurar Gold junto, eu vou adorar dar a voz de prisão quando o encontrar.

— Pela sua cara está bastante animada com o fato de que se o acharmos, você que dará a voz de prisão.

O olhei espantada.

—Se olhar está sedento por justiça, ou melhor vingança — falou rindo.

—Como você me conhece — falei rindo junto e estendendo minha xícara para um brinde.

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— Mãe! — Liam gritou a me ver.

Logo os meus dois gêmeos iniciaram uma corrida para ver quem chegava primeiro até mim.

— Oh meus bebês — os abracei assim que se aproximaram — mamãe ama vocês.

— A gente também te ama mãe — Liam revirou os olhos E riu.

— Mamãe anda falando muito isso ultimamente — Leiah riu

— Ah não posso não? -perguntei em Alto defesa.

Tudo bem, era verdade. A cada vez que eu via meus filhos eu fazia questão de dizer que os amava, como se fosse a última vez que fosse vê-los.

— Cadê o Roland? — perguntei lembrando que Regina me pediu para buscá-lo na escola também, Robin não atendia o celular pois estava enrolado no trabalho e ela estava em uma reunião que não podia adiar.

— Tá no parquinho — Leiah respondeu

— Vão chama-lo, ele vai pra casa com a gente — pedi e e logo eles correram atrito parquinho indo atrás do amigo, não demorou muito para que os três voltassem e então fomos para casa.

— Mãe, porque a gente não tem um cachorro? — Leiah perguntou me fazendo ficar surpresa.

— Cachorro Leiah? — perguntei incrédula.

— É um cachorro — ela confirmou

— Um cachorro seria legal — Liam comentou.

— Eu ouvi cachorro -Henry disse descendo as escadas — Seria maneiro ter um.

— Ah pronto, estou sendo pressionada — falei me sentindo encurralada pelo fato de duas crianças de olhos azuis e um adolescente com cara de cachorro que caiu da mudança.

— Não teremos um cachorro — dei um ponto final da conversa — Muito bem — fixei meu olhar no relógio que estava em meu braço — Vocês tem cinco minutos para estarem todos arrumados para o almoço, começandoooo....... AGORA!

Dito isso todos os meu filhos subiram as escadas com pressa para cumprirem a minha ordem.

— Meu Deus, ta tendo competição aqui em casa? — Killian perguntou descendo as escadas depois de passar pelas crianças histéricas da casa — Henry estava no meio? Pareciam um furacão.

— Seus filhos querem um cachorro — falei indo em sua direção e em seguida o beijando de forma doce e suave.

— Agora são meus filhos? Só meus? — ele arqueou as sobrancelhas e riu de maneira leve. Então me prendeu em seu abraço.

— Sim, todas as loucuras eles puxaram de você — falei ainda abraçada nele.

— Você é completamente normal? -perguntou.

— Sim — respondi dando de ombros.

— Tá bom, acredito.

Rimos juntos.

— Agora sério — ele tentou controlar o riso — Porque não quer te rum cachorro? Seria legal, as crianças iam ter mais responsabilidade.

Fechei os olhos tentando me manter calma, não poderíamos ter cachorro, pelo menos por agora. Por sorte, ele entendeu meu silêncio.

— É Gold? — ele assumiu uma postura mais seria dessa vez.

— É — respondi no mesmo tom de seriedade — Não posso colocar mais gente, ou melhor, colocar um cachorro nessa história. Eu não quero me preocupar com mais um. Um cachorro seria uma maneira de Gold me atingir, atingir as crianças, sabe se lá Deus o que ele faria com o pobre bichinho. Você sabe o que eu fiz? — perguntei tentando me manter calma, eu já estava querendo chorar — Eu fiz a professora me enviar fotos das crianças a cada meia hora que passa na escolinha. Eu fiz Henry se afastar da Grace por enquanto para Gold não querer usar ela contra mim. Ele quer me fazer sofrer, mas o alvo não é eu.

— Ele quer te enlouquecer, isso sim -falou acariciando meus cabelos — Nada dele ainda?

— Não -respondi -Graham vai comandar uma busca por ele na floresta. E eu vou — avisei meio receosa.

Ele fechou os olhos e balançou a cabeça de forma afirmativa, como se processasse o que eu havia falado. E então deu um sorriso pequeno antes de falar.

— Tudo bem Swan. Obrigado por confiar em mim.

— Eu sempre confiei — sorri — Só era teimosa demais.

— Era? — ele riu e eu dei um leve tapa no seu braço, o que fez ele me olhar espantado.

— Como você tem coragem de bater em seu marido que acabou de receber alta de um hospital? — Perguntou fazendo uma expressão incrédula.

— Você saiu de lá faz uma semana — contestei e então me livrei de seu abraço — Semana que vem Aurora volta a trabalhar, não se preocupe, não vai mais precisar cozinhar.

Killian estava fazendo o almoço essa semana que ficou em casa de "repouso" ( Se ele tem energia pra brincar com a Leiah que tem a pilha duracel, tem energia pra fazer o almoço ), não tenho culpa se ele não sabe dizer não ao seu chaveirinho de olhinhos azuis quando ela pede pra brincar. Mas uma coisa não posso negar, meu marido cozinha muito bem, até o simples ovo frito que ele faz é uma delícia. Eu queimo ovo frito.

— É pra glorificar de pé igreja — ele brincou erguendo as mãos.

— Nem é dramático.

Logo as crianças desceram fazendo a baralhada de sempre enquanto iam em direção a mesa.
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E aqui estamos nós, largados no sofá, assistindo pela decima vez divertida mente.

— Bom, pelo menos o filme mudou — Killian sussurrou pra em meu ouvido -imagina só se ainda fosse lerigou? — brincou e eu soltei uma risada abafada.

— Eu tenho vontade de dar porrada na tristeza — comentei.

— Você tem vontade de dar porrada em todo mundo — Killian disse e todos riram.

— É feio rir da mãe crianças — avisei encostando a cabeça no peito de Killian de novo.

— Mãe — Henry me chamou. Ele estava sentado no tapete, encostado na poltrona onde Leiah e liam estavam deitados enrolados em seus cobertores xadrez — É Graham — mostrou o celular que estava tocando.

Me levantei do sofá e fui em sua direção.

— Oi Graham? — atendi o celular — Graham? — chamei mais uma vez quando tudo ficou silêncio.

— Oi Emma — finalmente falou — Só estou ligando pra avisar que hoje eu não vou pegar o plantão, então se você precisa em chamar, liga pro meu telefone fixo. O celular da delegacia, O Ryan quebrou sem querer, então vou deixar o meu com ele.

— Ah ta... tudo bem Graham, obrigada por avisar — Desliguei o telefone e de repente senti um mal estar.

— O que foi, amor? — Killian perguntou preocupado já se levantando do sofá.

— Me senti tonta — respondi me escorando em Killian.

— Mamãe tá grávida? — Leiah perguntou enquanto segurava seu ursinho de pelúcia.

— Uou — dessa vez Liam falou — A barriga dela vai ficar grande igual uma melancia?

— Meu filho sua mãe não está grávida — Killian disse contrariando os comentários de Leiah e Liam.

— Como você sabe? — Leiah perguntou.

— Por que faz tempo que.... que... — Ele arregalou os olhos ao se tocar sobre que assunto ele ia falar.

O olhei espantada e em seguida comecei a repreende-lo com o olhar

— Essa vai ser boa -Henry começou a rir.

— O que faz tempo pai? — Leiah tornou a perguntar.

— Faz tempo que... que não vemos a cegonha.

SALVO PELO GONGO!

— É — me intrometi na conversa — Não encomendamos nenhum bebê com ela desde que eu encomendei um e ela me mandou dois. Vocês.

Eu estava querendo rir, mas não podia. Henry estava se divertindo bastante com a cena. Para ele que entendia o que estavamos falando, achava tudo engraçado.

— Ah ta — Os gêmeos disseram em uníssono.

— Olha só a hora -falei olhando para o relógio — Temos que dormir. Irei acordar cedo amanhã.

Depois de reclamarem, fazerem birra e eu brigar com eles, os gêmeos subiram e foram fomaf banho. Meu marido e eu colocamos as crianças para dormir e demos boa noite pra Henry que estava com os olhos vidrados em seu computador. Com certeza escrevendo seu livro. E então fomos dormir o dia amanhã seria cheio.

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— Bom dia Ryan — cumprimentei meu funcionário ao chegar na delegacia — Cadê Graham? E a vez dele comprar as rosquinhas.

— Graham não apareceu ainda. A equipe dele está lá atrás tomando um café.

Franzi o cenho.

— Nada? Estranho, Graham nunca se atrasa — me sentei na minha cadeira, peguei o telefone e comecei a discar o número do telefone fixo de Graham — Chama, chama e ninguém atende — Coloquei o telefone de volta no gancho.

— Acho melhor irmos na casa dele — Ryan disse já se levantando.

Até que ouvimos um grito.

Corremos até a parte de fora da delegacia onde a equipe de Graham estava tomando café da manhã. E encontramos um policial em despesero ao fundo da casa.

— O que aconteceu? — perguntei indo em sua direção.

Ele nada disse, apenas indicou com o dedo para onde eu devia olhar.

— Não! — gritei tão alto que poderia dizer que rasguei a garganta. Rapidamente as lágrimas começaram a cair quando vi meu amigo morto com uma faca cravada no peito — Graham -falei soluçando por causa do choro.

Me aproximei do corpo e percebi que havia um bilhete na faca. Estava escrito:

"Bem-vinda ao inferno senhorita Swan"

Notas finais
Querem matar Gold? Não me xinguem por favor. Eu pensei muito antes de escreve isso. Mas mudando de assunto... OUAT VOLTA DOMINGO... EU PRECISO VIVER ATÉ LÁ. EU NÃO ESTOU BEM. Só vou citar uma frase do nosso poeta contemporâneo Haymitch, de jogos vorazes. "Fiquem Vivos" Até o prox.