He Loves Me, He Loves Me Not
24 Capítulo 23º - Amando tudo isso –
Notas iniciais
PDV Daniel
Com todo o silêncio do mundo entramos no apartamento da Suzanna, caminhamos cuidadosamente até o quarto da mesma e quando estávamos lá dentro escutamos um barulho de porta abrindo e não era do quarto da Suzanna.
– Suzi? Você está ai? .:A mãe da Suzanna estava acordada, Suzanna me olhou parecendo estar um pouco desesperada, então ela me levou até o seu banheiro fechando a porta me deixando sozinho lá dentro:.
– Oi, oi mãe, estou aqui! .:Ouvi a voz da Suzanna um pouco distante, mas era o suficiente para entender:.
– Graças a Deus você chegou, tudo bem com você? .:A voz da mãe da Suzanna parecia mais perto agora, ela deveria ter entrado no quarto, e eu cuidadosamente e automaticamente encostei minha orelha na porta para escutar melhor:.
– Sim, sim, eu, eu estou bem, mas, mas e a senhora como se sente? .:Suzanna estava gaguejando demais!
– Me sinto bem e a sua tia como sempre cozinhando melhor do que eu! .:Escutei risadas de ambas mas a mãe da Suzi continuou a falar:. – Tem certeza que está tudo bem? Você parece um pouco tensa, me deixa adivinhar, você está assim por causa do Elidio né? .:A mãe da Suzanna sabia do Lico:.
– Não, não... .:Suzanna parecia nervosa nas palavras:. – Quer dizer, eu terminei com ele mãe! .:Que ótimo, a mãe da Suzanna não sabia ainda disso:.
– Mas porque Suzi? Eu nunca conversei com ele, mas pelo o que você me dizia dele, parecia um cara tão legal, você estava gostando de estar com ele! .:Ela gostava, não gosta mais, eu acho...:.
– Não deu certo mãe, mas eu terminei com ele já faz uns dias, não foi hoje. .:Ela parecia mais calma nas palavras agora:.
– Já entendi tudo, você está assim estranha porque viu ele hoje e se arrependeu de ter terminado? .:Definitivamente a mãe da Suzanna não estava ajudando:.
– Não mãe, eu não me arrependi, na verdade, eu estou gostando de outro barbixa! .:Finalmente ela disse sobre mim:.
– Bom então isso só significa que você não gostava tanto assim do Elidio, e se é outro barbixa, claro que não poderia ser o Andy, então desse ser se eu não me engano um tal de Daniel? .:Acertou em cheio dona Laura:.
– Sim mãe, é ele! .:Será que eu ia ficar muito tempo aqui nesse banheiro?:.
– E ele te corresponde? .:Sim eu correspondo:.
– Sim, ele disse que gosta de mim... .:Apaixonado na verdade:.
– Ah querida, não quero que você sofra, espero que vocês possam desfrutar desse sentimento juntos, boa noite! .:Boa noite, vou poder sair daqui:.
– Boa noite mãe! .:Depois da despedida eu não escutei quase nada, eu não sabia se a dona Laura já tinha saído do quarto da Suzanna, acho melhor eu esperar mais um pouco:.
Alguns segundos depois...
– Acho que a Suzanna se esqueceu de mim! .:Abrir a porta do banheiro lentamente e coloquei a penas minha cabeça pra fora, percebi que o quarto estava vazio, então sai de fininho, andando furtivamente até a porta de saída do quarto, já estava meio aberta, quando cheguei perto da porta, alguém entrou na mesma hora fazendo eu levar um pequeno susto, era a Suzanna fazendo um sinal com as mãos para eu não fazer barulho, ela entrou e fechou a porta, ficando de frente pra mim:.
– Minha mãe foi para o quarto dela, mas ela ainda está acordada, temos que ficar bem quietinhos... .:Ela disse sussurrando, então concordei com a cabeça e a peguei pela mão e a introduzi até a cama da moça, me sentei puxando-a carinhosamente para se sentar ao meu lado:. – Temos que ter cuidado Dani! .:Ela falou mesmo baixinho, percebi que ela ficou um pouco tensa com essa minha atitude:.
– Shiiii... Sua mãe não vai voltar mais aqui por enquanto. .:Terminei de dizer começando a beija-la:.
PDV Suzanna
Começamos um beijo calmo, cheio de carinho, eu estava amando ficar com o Dani, ele era tão Daniel de ser, eu não consigo explicar, só quem conhece esse jeitinho dele sabe do que eu estou falando, é um jeito único de ser, tão conquistador e ao mesmo tempo tão fofo, eu sentia seus lábios macios agora percorrer sobre meu pescoço e logo depois o belo rapaz me fez deitar de costas na cama e ele por sua vez, ficou um pouco por cima de mim, confesso que eu estremeci um pouco, por sorte eu estava deitada pois sentia minhas pernas amolecerem e de fato eu não me aguentaria de pé naquele momento, borboletas raramente faziam parte da minha vida e naquela hora eu sentia várias delas na minha barriga, mas eu não poderia me entregar tão fácil assim, eu poderia ficar ali o acariciando, o beijando, o abraçando, mas eu não poderia deixar passar disso. Quando por um ato de um homem animado com aquela situação, o Daniel me suspendeu um pouco da cama e me colocou no centro da mesma, então rapidamente ele tirou meus tênis e logo depois tirou os dele e voltou a se deitar do meu lado quase em cima de mim, voltando a depositar beijos no meu pescoço, o clima estava esquentando até demais, até porque naquele momento eu pude sentir seu “membro” (se é que vocês me entendem) encostar-se à minha coxa, eu poderia parar por ali, por juízo eu deveria parar por ali, mas quando ele me beijava na boca eu automaticamente mordia seu lábio inferior o que causava mais excitação nele e eu não sou de ferro, então minhas mãos alisavam suas costas, bagunçava seus cabelos, apertada seus braços, só que teve uma hora que senti a mão do Daniel por de baixo da minha blusinha, subindo pela minha barriga, chegando ao meu busto, mas o que? O Dani é uma tentação, só que se nós não parássemos naquele exato momento, eu não iria mais responder por mim.
– Dani, é melhor a gente parar por aqui... .:Eu falava pausadamente pois o rapaz continuava a me beijar, parecia ignorar totalmente o que eu havia acabado de falar:. – Daniel é sério... .:Ele parou me olhando serenamente, tão lindo, tão Dani:.
– Ok, me desculpe, eu prometo não ir longe demais... .:Ahh, agora ele parecia um pouco desapontado, mas eu tinha medo de acabar acontecendo o que aconteceu com o Rafael, apesar que o Daniel mesmo parecendo ser tão diferente daquele cara, eu ainda ficava com um pé atrás:.
O Daniel se deitou repousando sua cabeça no travesseiro, então eu me apoiei com o meu cotovelo na cama e comecei a fitar ele e ele permanecia com um olhar pra baixo, mas eu não iria fazer sexo com ele só porque ele ficou triste agora, tínhamos que ser pacientes, não era algo tão simples assim, estávamos no começo ainda, tínhamos bastante tempo pela frente, então eu dei um selinho nele e pousei minha cabeça no peitoral do mesmo e ele me abraçou em seguida, um abraço tão quentinho e comportável, era tudo que eu precisava para acabar pegando num sono tranquilo e cheio de carinho.
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