He Loves Me, He Loves Me Not

2 Capitulo 1º - Pais e Filhos –


Notas iniciais
Hey amores, aqui o primeiro capitulo, espero que gostem, boa leitura! Até as notas finais...

PDV Suzanna

– Não! ... .:Acordei assustada, não por ter tido um pesadelo, na verdade, por saber que sonhei algo que um dia havia acontecido:.

– Esses sonhos me atormenta, quem acredita no amor? .:Falava sozinha ainda deitada na minha cama. Era exatamente 10h25min AM, 17 de Outubro, sábado, eu me sentia aliviada por não precisar trabalhar aos sábados, mas feliz que hoje iria tocar meu violão mais tarde:. — Nossa, acho que dormi demais, melhor eu levantar.

Com 23 anos atualmente, de cabelos longos e castanhos, porém totalmente repicados, com leves luzes loiras nas pontas, franja de lado, eu sou dona de um Restaurante Italiano chamado Per Mangiare Ristorante, tudo haver. Tia Ana cuidava mais dos negócios do restaurante do que eu, mas ela sempre foi muito boa com isso e era sempre muito atenciosa comigo e com minha mãe Laura desde que seu irmão (meu pai) Fernando havia falecido num trágico acidente de carro, onde eu Suzanna sobrevivi por um milagre, pelo menos era isso que minha tia vivia falando. Estudo Arquitetura e Urbanismo na USP, melhores notas é claro, estou no 8º semestre, acho que não vai demorar pra acabar a faculdade.

Levantei-me dirigindo até o meu banheiro, assim iniciando um longo banho, seguindo toda minha higiene, saindo de roupão amarelo todo florido que minha tia havia me dado dois meses atrás que resolvi usar pela primeira vez hoje, não fazia meu estilo, mas ninguém iria ver mesmo, descalça vou para frente do meu closet, me visto com uma calça jeans preta, uma blusinha fina vermelha de manga longa, e uma sapatilha preta, com o secador de cabelo, comecei o processo na primeira tentativa de escovar ao mesmo tempo, porém meu braço sempre começava a doer, então resolvo secar de qualquer jeito para sair logo dali. Volto ao banheiro para passar meu perfume, e me maquiar apenas com o batom rosa envelhecido, e rímel.

– Pronto. .: Disse saindo do meu quarto. Dirigindo-me para o quarto da minha mãe:. – Mãe, eu posso entrar?. .:Não obtive respostas, talvez ela estivesse dormindo ainda, então decidi abrir a porta e entrar, quando vejo que sua cama está arrumada, achei estranho, então caminhei até o banheiro, mas ela não estava lá:. – Mãe, onde a senhora está¿. .:Saiu dali e ando até a sala de jantar, sala de estar, cozinha, lavabo e lavanderia, praticamente tinha percorrido o apartamento inteiro, quando sinto cheiro de café da manhã, logo vejo que faltou um lugar, o terraço:.

– Mãe?. .:Me aproximo olhando ela sentada tomando seu café se virando, olhando pra mim:. – Então quer dizer que a senhora preparou o café de hoje? Disse sorrindo.

– Bom dia Suzanna, senta aqui do meu lado, tem bolo de laranja que Ana trouxe hoje mais cedo. .:Ela disse agora empurrando a cadeira com a mão desculpada:.

– Ah, claro! Bom dia pra senhora também, é que fiquei surpresa em ver a senhora tão disposta, como está se sentindo hoje?. .:Disse, me sentando na cadeira ao lado, começando a cortar um pedaço do bolo de laranja:.

– Estou ótima filha, é que eu não posso só ficar deitada na cama, eu me recuso. .:Minha mãe dizia soltando um leve sorriso, colocando sua xicara de café sobre a mesa, pegando outra xicara e despejando na mesma um pouco de café, logo depois um pouco de leite, oferecendo então este pra mim:.

– Obrigada, mas não é nenhum trabalho pra mim fazer as coisas sozinha, na verdade eu não me incomodo de ajudar a senhora. .:Minha mãe sempre foi muito orgulhosa, mas era a melhor pessoa do mundo, nunca reclamava de nada, tudo que eu fazia ela me apoiava. O grau da sua doença tinha aumentado, mesmo assim ela tinha forças para arrumar seu quarto, caminhar e preparar o café da manhã, mas eu sempre acabo me preocupando demais, não quero perde-lá:.

Depois do café da manhã, resolvi ir ao supermercado para abastecer o armário da cozinha, peguei meu celular e minha carteira, já chegando perto da porta, peguei a chave do carro que estava pendurada na parede.

– Estou indo ao mercado, quer alguma coisa mãe? .:Disse um pouco alto, pois já estava na porta:.

– Hoje não, volta amanhã! .:Minha mãe respondeu e eu pude ouvir uma risadinha fraca:.

– Ok então, já volto!. .:Fechei a porta saindo em direção ao elevador, chegando ao térreo, cumprimentei o porteiro e fui buscar o carro. O portão se abriu e sai ao meu destino, estacionei, sai do carro e entrei naquele grande mercado. Enfim, quando já estava no corredor de chocolates e bolachas, eu lembrei que tinha esquecido minha carteira e meu celular no carro, voltei rapidinho pra buscar, quando estava chegando na porta do mercado esbarro com alguém que me faz cair no chão:.

– Ai, ai, ai, ai, meu cotovelo!. .:Disse reclamando de dor por causa da batida do meu cotovelo contra o chão:. – Você não olha por onde anda não? .:Perguntei irritada ainda no chão apertando meu cotovelo:.

– Desculpa se você caiu, mas não foi de propósito, você que é muito mole! .:Respondeu o rapaz, estendendo sua mão para me ajudar a levantar:.

– Como é que é? Eu sou mole? Você que é u... .:Paralisei por um momento quando vi quem era a pessoa que havia se esbarrado contra mim:. – Não acredito...

Notas finais
Quem será? Obrigada por quem leu, por favor deixe seu comentário! Até o próximo capitulo!!! :)