He Loves Me, He Loves Me Not
32 Capítulo 31º - Será Inesquecível –
Notas iniciais
PDV Daniel
– Suzanna, aonde você quer ir? .:Eu perguntei quando estávamos parado no transito:.
– Hum... .:Ela ficou pensativa mas logo me respondeu:. – Eu queria voltar naquele Cais do Porto, o que você acha? .:Ela perguntou sorridente:.
– Eu acho muito bom, vamos sim... .:Eu terminei de falar e em seguida dei um selinho na moça no banco do passageiro:.
Enquanto não chegávamos, ficamos conversando, a dor de cabeça dela havia passado por completo, Suzanna parecia mais tranquila, mas ainda tinha algo que eu estava desconfiando, algo ainda não estava bem e ela transmitia isso no olhar e mais cedo ou mais tarde eu iria acabar descobrindo. Eu não queria que houvesse segredos entre nós dois e se íamos pra frente com esse relacionamento precisaríamos estar unidos e não escondendo coisas um do outro, pelo menos eu não tinha segredos, eu deixei bem claro que não pretendo voltar com a Karina, mesmo que ela quisesse, não tem porque eu fazer isso, até porque, tudo isso que estou passando com a Suzanna não é uma simples aventura, eu sei muito bem dos meus sentimentos e cara, eu sou homem, eu não vou negar, eu quero muito ter ela pra mim, pra sentir que ela é minha, amar a Suzanna como minha namorada, dependendo de mim, como minha mulher. Às vezes pensamos que tudo foi rápido demais, mas acho que desde o dia que o Andy apresentou ela pra mim eu confesso que senti uma atração por ela, algo que não era pra sentir, pois eu estava muito bem com a Karina naquele tempo, mas a Suzanna nunca conversou comigo diretamente, eu não a conhecia muito bem e eu só a achava muito linda e hoje em dia eu a acho cada vez mais maravilhosa, eu não poderia deixar de deseja-la ainda mais agora. Depois de algum tempo na estrada, enfim chegamos ao estacionamento do hotel que almoçamos da ultima vez.
– Esse lugar não perde o encanto Dani! .:Ela disse saindo do carro, era bom saber que ela gostava tanto quanto eu desse lugar:.
– Verdade, mas o que você quer fazer aqui? Está com fome? Quer passear no Cais? .:Eu disse me aproximando dela:.
– Eu só quero ficar sozinha contigo! .:Foi isso mesmo que eu ouvi? Será que é isso mesmo que estou pensando? Depois dessas palavras dela eu que não ia discordar:.
– Então vamos para o hotel, podemos ficar abraçados, está frio mesmo né? O que você acha? .:Eu disse pegando na mão dela:.
– Acho que vai ser bom! .:Ela terminou de falar e caminhamos para dentro do hotel, passamos pelo Hall e logo me aproximei da recepção:.
– Boa tarde, eu queria um quarto! .:Eu disse e na mesma hora senti um pouco de tensão da parte da Suzanna, eu quero muito mas se ela não quiser eu irei respeita-la:.
– Claro! Qual é o nome do senhor? .:A recepcionista perguntou olhando pra mim:.
– Daniel Alves de Castro Nascimento... .:Respondi olhando para a recepcionista:.
Enquanto a recepcionista anotava meus dados e dizia o valor da suíte, Suzanna se manteve quieta ao meu lado, ela não dizia absolutamente nada, será que era uma boa ideia ficarmos a sós em um quarto? Quer dizer, pra mim era uma ótima ideia, eu só não sei se seria pra ela, logo a moça atrás do balcão passou meu cartão de débito e eu digitei a senha, enfim estava pago.
– Eu não quero minha via! .:Eu disse e a recepcionista assentiu com a cabeça cancelando a segunda via na maquininha de passar cartão:.
– Essa é a chave da suíte, tenha uma ótima hospedagem! .:Ela terminou de falar me entregando a chave do quarto:.
– Obrigado! .:Falei e em seguida me virei para a Suzanna:. – Vamos? .:Eu temia pela resposta dela:.
– Vamos... .:Ela deu um sorriso meio tímido mais lindo que eu já tinha visto:.
Nosso quarto era no terceiro andar, número 215, eu não queria deixar a Suzanna nervosa por estarmos indo para uma suíte, então fiquei descontraindo ela, ao entramos no elevador eu contei que o meu irmão Flávio ficou muito feliz pela comemoração do aniversário dele no restaurante dela, disse também sobre os novos esquetes e ela se animou, pelo o que vi ela gostava muito dos nossos esquetes, ela parecia mais tranquila, saímos do elevador ainda conversando sobre os esquetes e sem mais delongas chegamos à porta 215.
PDV Suzanna
Eu sabia bem o que poderia acontecer depois que nós entramos naquela suíte, eu não era nenhuma inocente, mas eu realmente não sei explicar o que estava acontecendo comigo, mas seria errado estar ali com ele? Meu coração batia cada vez mais forte e por um lado eu me sentia feliz por ele estar ali comigo. O Daniel abriu a porta e me deu passagem para entrar, eu entrei e logo o rapaz fez o mesmo, o quarto era grande, três paredes brancas e um com um tom pastel, quadros românticos pendurados, havia uma porta do outro lado do quarto, ali talvez fosse o banheiro e também havia uma lareira média no canto do quarto, eu percebi que tinha uma varanda, caminhei até lá e a vista era para o porto, era tão encantador, eu me sentia tão bem naquele lugar, seria inesquecível de fato. Senti um abraço por trás e o perfume dele passava pra mim, eu nunca pensei como o Daniel conseguia ser tão carinhoso, eu sempre o achava irônico e chato, insensível, arrogante, mas eu estava completamente enganada, apesar de que agora eu o amava e não sabia explicar o porquê desse amor, foi tão rápido e eu que pensei que seria uma aventura, adrenalina, mas era só o começo de um grande amor.
Eu me virei para ficar de frente pra ele e o olhar do Dani era tão sereno, tão conquistador ao mesmo tempo, era uma beleza única que me cativava cada dia mais, logo o rapaz aproximou seus lábios aos meus num leve beijo, suas mãos alisava minha cintura e as minhas mãos acariciava seu rosto alvo, em seguida, Daniel cessou o beijo e me pegou em seus braços, eu sorri pela atitude dele e ele andou comigo nos seus braços e me colocou cuidadosamente em cima da cama e ele se deitou ao meu lado voltando a me beijar carinhosamente.
O clima estaria esquentando depois de estarmos na cama, entre beijos e caricias de ambos, eu não poderia interromper e o Dani muito menos, ele tirou seus tênis, sua jaqueta e em seguida sua camisa ficando apenas com a calça ainda, ele voltava para mim depositando beijos em meu pescoço e minha respiração já começava a ficar ofegante, o calor dobrava e ele me “ajudou” a tirar minha blusa, mas tudo parecia em câmera lenta, não tínhamos pressa, queríamos aproveitar o momento, queríamos nos amar e não simplesmente fazer sexo.
Naquele momento não podíamos pensar em muitas coisas, só queríamos ter a presença um do outro, sentir um e o outro, ocada vez o restante das nossas roupas iam sendo jogadas no chão e quando eu me encontrava apenas com minhas roupas intimas, confesso que senti um pouco de frio, estava frio naquele dia e a varanda estava aberta, mas o Dani percebeu e nos cobriu com a coxa azul marinho que estava forrada na cama, ele estava só de cueca, mas só estava mesmo, pois ele fez questão de tirá-la, meu coração disparava cada segundo, meu rosto com certeza devia estar corado e ele me enviou um sorriso tão malicioso e apaixonante ao mesmo tempo que eu senti muitos frios na barriga, eu não voltaria atrás naquela hora.
O Daniel começou a depositar beijos sobre meus bustos, descendo beijando carinhosamente agora minha barriga, quando, eu percebo que ele puxou com os dentes a alça da minha calcinha, mas logo soltou e voltou pra mim com um sorriso malicioso nos lábios, o Daniel com certeza queria me provocar e ele estava conseguindo. O rapaz com um pouco de dificuldade conseguiu abrir meu sutiã, assim o jogando para longe, e enquanto eu o acariciava entre seus cabelos, ombros e costas, o Dani deu uma leve chupada no meu seio direito, era excitante, não tínhamos mais que esperar mais, novamente com a “ajuda” dele, minha calcinha também foi retirada.
– Eu te amo... .:Daniel disse sussurrando perto do meu ouvido, seguido com uma leve mordida:.
– Eu também te amo... .:Correspondi na mais pura verdade:.
O seu membro se encontra com a minha parte intima, começando com movimentos lentos e entre gemidos e arranhões em suas costas, nossas respirações estavam cada vez mais pesadas, nossos beijos eram muito mais intensos e cheios de vontades, eu não sei quanto tempo se passava, mas nós mudávamos de posições e cada vez nossos movimentos eram mais frequentes e precisos, porém o Daniel sempre carinhoso comigo, eu poderia depositar minha confiança nele porque naquele belo momento eu era dele e ele era meu.
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